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Filmes brasileiros presentes na Mostra de São Paulo 2022

'Noites Alienígenas', 'A Mãe', 'Raquel 1:1', 'Regra 34', 'Perlimps' e o cearense 'A Filha do Palhaço' estão na seleção

Divulgação: Regra 34 (Imovision)


A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo anunciou hoje, 8 de outubro, sua seleção oficial para 45ª edição do evento. Com mais de 223 filmes, de 60 países, que formam a lista, 67 destes são brasileiros, divididos entre a Mostra Brasil, a Competição Novos Diretores e nas Apresentações Especiais.


O longa cearense A Filha do Palhaço, A Cozinha, que marca a estreia de Johnny Massaro na direção, A Mãe e Noites Alienígenas, ambos premiados no Festival de Cinema de Gramado 2022, a animação Perlimps e Regra 34, que venceu o prêmio máximo (Leopardo de Ouro) do Festival de Cinema de Locarno deste ano são apenas alguns dos diversos presentes. Confiram a lista completa:


MOSTRA BRASIL:


• A Assembleia - Brasil (Beatriz Sayad, Heloisa Passos e Juliana Jardim)


Um jantar online com Carmem Silva, Cleifson Dias, Leandro Piquet e Mateus Bandeira com mediação de Beatriz Sayad e Juliana Jardim. Esse encontro foi a base para o roteiro do filme documental, com quatro atores nos papéis dos convidados do jantar.



• A Cozinha (Johnny Massaro)


A trama acompanha o reencontro de dois amigos de infância que precisam lidar com as presenças indesejáveis de suas respectivas companheiras. Em meio a conversas banais e o resgate de memórias reprimidas, a hostilidade entre os quatro aumenta até se transformar em tragédia.



• A Filha do Caos (Juan Posada)


O filme segue Maria, uma atriz em crise que se prepara para interpretar Jocasta numa montagem de Édipo Rei, e se depara com uma experiência mística, que a faz repensar suas ideias sobre a maternidade e a posição da mulher no mundo.



• A Filha do Palhaço (Pedro Diógenes)


Seguimos Joana, uma adolescente que vai visitar seu pai, um humorista de casas noturnas de Fortaleza. Apesar de mal se conhecerem, pai e filha terão que conviver juntos durante uma semana, transformando assim profundamente a vida de ambos.



• A Mãe (Cristiano Burlan)


A trama segue uma nordestina, vivida por Marcélia Cartaxo, que mora na periferia de São Paulo e está em busca do filho que foi supostamente morto pela polícia da região.


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• A Porta ao Lado (Julia Rezende)


Rafa e Mari são casados e vivem um matrimônio tradicional e estável. A união segue tranquila até o dia em que o casal Fred e Isis se muda para o apartamento ao lado. Os novos vizinhos são adeptos de um relacionamento aberto, separam sexo de amor e decidiram não ter filhos. Esta forma de se relacionar desafia e provoca Mari, que começa a questionar o seu casamento.



• Aldeotas (Gero Camilo)


Dois amigos adolescentes de 17 anos, que vivem em uma pequena cidade do interior do Brasil, sofrem com o conservadorismo do local e planejam fugir de lá. Levi, que é poeta, executa seu plano, mas Elias, com medo de seu pai, fica na cidade. 33 anos se passam e Levi retorna ao interior para dar o último adeus ao seu grande amigo.



• Além de Nós (Rogério Rodrigues)


O road movie acompanha Leo, um jovem de 24 anos que acaba de presenciar a morte de seu pai e perder seu emprego. Quando ele descobre uma foto e uma carta antiga que lhe dá um novo horizonte, ele sai de sua pequena cidade do sul e parte com seu tio Artur para o Rio de Janeiro em busca de recuperar sua identidade.


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• Amazônia, A Nova Minamata? (Jorge Bodanzky)


Acompanhando médicos e pesquisadores que investigam a contaminação de mercúrio na Amazônia hoje, este filme resgata a história de Minamata no Japão, enquanto desvenda o real tamanho dessa ameaça para a floresta e seus habitantes.


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• Andança - Os Encontros e as Memórias de Beth Carvalho (Pedro Bronz)


Beth Carvalho, a “Madrinha do Samba”, foi uma das maiores sambistas do Brasil, ajudou a revelar grandes nomes e a revitalizar o gênero musical. Sua sensível capacidade de percepção da realidade fez com que ela própria documentasse os ilustres encontros ao longo dos seus 53 anos de palcos e pagode. As imagens do documentário são parte desse vasto acervo pessoal nas mais diferentes mídias: Super-8, VHS, Mini DV, k7 e fotos. O filme se debruça sobre esse material para traçar um recorte único, íntimo, da carreira e da vida dessa singular figura da cultura nacional.


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• Andor (Vitor Vilaverde Dias)


O filme documental conta a história de Andor Stern, o único brasileiro (nascido no Brasil) que sobreviveu ao holocausto brasileiro.


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• Bem-vinda, Violeta! (Fernando Fraiha)


A trama segue Ana, uma escritora que, ansiosa em busca de inspiração para escrever "Violeta", seu próximo romance, ingressa em um conhecido laboratório literário na Cordilheira dos Andes. Nessa viagem, ela se envolve com Holden, criador de um método no qual os escritores abandonam suas próprias vidas para viverem como seus personagens. O líder carismático cativa a escritora e Ana mergulha em uma intensa investigação artística, vivendo, segundo o método orienta, como sua personagem Violeta - até que a ficção sai do controle. O longa é inspirado no romance “Cordilheira", de Daniel Galera.



• Biocêntricos (Fernanda Heinz Figueiredo e Ataliba Benaim)


Nenhuma informação do documentário foi divulgada até o momento.


• Bocaina (Ana Flávia Cavalcanti e Fellipe Barbosa)


Em Bocaina, Minas Gerais, duas irmãs vivem tranquilamente e isoladas, até a chegada de um forasteiro à região. A trama segue os passos de Zulma, Musk e Josevelt. Josevelt é o sujeito misterioso que, junto com essas duas mulheres, cheias de conflitos, ajuda-as a se libertarem das suas amarras. Sob o contexto de pandemia, a narrativa aborda a sensação de suspensão e incerteza, tão presentes na atualidade.


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• Carvão (Carolina Markowicz) - Confiram nossa crítica


A trama segue uma família no interior do Brasil que luta para cuidar de seu patriarca acamado quando uma enfermeira obscura oferece a eles um acordo para hospedar um traficante argentino que precisa urgentemente de um lugar para se esconder.



• Ciclo (Ian SBF)


Vivendo em um mundo em que a pandemia venceu a humanidade, Antônio mora em uma espécie de apartamento bunker. O que era para ser um local temporário até o fim da pandemia acaba se tornando seu lar permanente. A cada 58 minutos, ele deve entrar em uma cabine vedada para que os espaços sejam desinfetados com uma fumaça tóxica capaz de matar qualquer microrganismo que possa ter entrado. O isolamento, a impossibilidade de sair e a alternância de ciclos e mais ciclos de desinfecção vão lentamente deteriorando a sua saúde mental.


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• Corpolítica (Pedro Henrique França)


O documentário discute sobre candidaturas LGBTQIA+ no país que mais mata LGBTQIA+ no mundo. Com depoimentos importantes de candidatos em vários partidos, o filme acompanha os candidatos durante as eleições de 2020.


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• De Quanta Terra Precisa o Homem? (Adilson Mendes)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.



• De Você Fiz Meu Samba (Isabel Nascimento Silva)


O filme acompanha a rotina das viúvas de cinco baluartes do samba carioca, que em um trabalho invisível se tornaram guardiãs de parte fundamental da história musical brasileira.


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• Derrapada (Pedro Amorim)


O jovem Samuca de apenas 17 anos de idade descobre que sua namorada, Alicia, está grávida. A notícia vem à tona em um momento não muito propício da vida de Samuca, justamente quando ele achava que tudo estava correndo muito bem. Por ter cometido a mesma "derrapada" que sua mãe Melina, tendo um filho na mesma idade que ela o teve, Samuca se sente pressionado.



• Diálogos com Ruth de Souza (Juliana Vicente)


Um documentário que traça a inauguração da existência de atrizes negras pela atriz Ruth de Souza. Carrega em si a gênese de parte importante das conquistas para as mulheres negras ao longo de quase um século de vida. Aos 95 anos, ultrapassando os 70 de carreira, em meio a reflexões e memórias, nasce o diálogo entre duas gerações de artistas negras, Ruth e a diretora.


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• Elis & Tom (Roberto de Oliveira)


Uma remasterização do álbum autointitulado de Elis Regina e Tom Jobim, com um acervo da Band.


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• Exu e o Universo (Thiago Zanato)


No Brasil, país onde a liberdade de culto está sob ataque e o racismo é sistêmico, um professor nigeriano e sua comunidade lutam para provar que seu deus Exu não é o diabo.


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• Fausto Fawcett na Cabeça (Victor Lopes)


Cantor, poeta e compositor de músicas ícones como “Kátia Flávia” e “Rio 40 Graus”, Fausto Fawcett é também autor de cinco romances e diversas performances que desvendam um vasto e singular universo. Partindo de signos reais e cotidianos com raízes em Copacabana, sua obra cruza fronteiras narrativas, filosóficas e temporais para instaurar visões futuristas e experiências sensoriais que chacoalham a aventura humana, nos carregando para outros mundos.


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• Fogaréu (Flávia Neves)


O filme acompanha o confronto entre Fernanda e os herdeiros das práticas exploratórias que ultrapassam gerações em Goiás.



• Hamlet (Zeca Brito)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• Kobra Auto-Retrato (Lina Chamie)


Em uma noite de insônia, Kobra revê sua vida desde a infância difícil na periferia até o sucesso mundial como muralista, os acontecimentos se desenrolam entre a realidade e o sonho. Desde o grafite ilegal nas ruas de São Paulo até pintar grandes murais em mais de 30 países, Kobra representa tantos outros em suas batalhas, passa a entender a arte de rua como voz política e democrática.



• Lilith (Bruno Safadi)


Conta a história mitológica da primeira mulher na Terra, que veio antes de Eva. Ela é criada por Deus para ser a mulher de Adão. Entretanto, Lilith não aceita posição de inferioridade em relação ao homem, se rebela e vai para o deserto. Lilith reaparece como um duplo de Eva, come o fruto proibido, vinga-se de Adão, de Deus e torna-se a primeira mulher a se levantar contra o sistema patriarcal dominante.


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• Noites Alienígenas (Sérgio de Carvalho)


A trama segue três amigos de infância e da periferia que se reencontram na cidade de Rio Branco em um contexto trágico de chegada das facções do sudeste para a Amazônia.


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• Nossa Pátria Está Onde Somos Amados (Felipe Hirsch)


Em maio de 2022, o Museu da Língua Portuguesa foi ocupado. Nossa Pátria Está Onde Somos Amados é um ensaio sobre as palavras que nos unem e que também podem nos afastar. Um rapaz que escala a torre de um relógio para pichar a frase do título; o ativista Krenak que foi até a Rússia para encontrar os restos mortais de sua língua; o xamã yanomami que foi a São Paulo para dizer o quanto percebe o português como uma ameaça: essas epifanias linguísticas podem nos mostrar de que maneira um país e uma língua conseguem abrigar muitas vozes.


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• O Clube dos Anjos (Angelo Defanti)


A trama segue um grupo de amigos que vê a amizade renascer num banquete proporcionado por um cozinheiro misterioso.



• O Mestre da Fumaça (André Sigwalt e Augusto Soares)


A trama segue dois irmãos e um punhado de amigos que precisam enfrentar a vingança da máfia chinesa por três gerações. Contando com The Smoke Master e seu estilo único de luta Cannabis, eles têm uma chance.



• O Pastor e o Guerrilheiro (José Eduardo Belmonte)


Na virada do milênio, Juliana, filha ilegítima de um coronel que comete suicídio, descobre que seu pai foi torturador durante a ditadura militar no Brasil.


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• O Rio do Desejo (Sérgio Machado)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• Paloma (Marcelo Gomes)


A atriz Kika Sena interpreta Paloma, uma mulher trans que trabalha como agricultora no sertão de Pernambuco. Seu maior sonho é se casar na igreja com seu namorado, Zé (Ridson Reis), com quem ela cria uma filha de 7 anos. Mesmo após o padre recusar o pedido, ela não desistirá de realizar seu sonho.



• Partido: Os Bastidores da Eleição que Fragmentou o Brasil (César Charlone, Sebastian Bednarik e Joaquim Castro)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• Paterno (Marcelo Lordello)


Envolvido num processo de incorporação imobiliária de uma área popular do Recife para um projeto da empresa de sua famíla, Sérgio (Marco Ricca) vive entre as dúbias heranças (práticas e pessoais) passadas por seu moribundo pai e as tentativas de se manter em contato com seu filho, à beira da idade adulta.



• Perlimps (Alê Abreu)


A jornada de aventura e fantasia de Claé e Bruô, agente-secretos de reinos rivais. Eles precisam superar suas diferenças e unir forças para encontrar os Perlimps, criaturas misteriosas e capazes de encontrar um caminho para a paz em tempos de guerra.



• Pisar Suavemente na Terra (Marcos Colón)


No documentário “Pisar Suavemente na Terra”, três lideranças indígenas da Amazônia tentam manter vivas suas formas de estar no mundo. São as histórias de Kátia, cacica do povo Akrãtikatêjê, de Manuel, cacique do povo Munduruku e de José Manuyama, professor de origem Kokama. Os três narram as ameaças aos seus territórios promovidas pela grande mineração, pelo monocultivo, pelo garimpo, pela exploração de petróleo, pela extração de madeira e pela construção de usinas hidrelétricas. Interligadas pela voz e o pensamento ancestral de Ailton Krenak, esses relatos de resistência nos apresentam outras formas de existir e caminhar no mundo.



• Praia do Silêncio (Francisco Garcia)


Um Professor aposentado (67), triste e resignado, reside sozinho em um trailer estacionado no meio da mata atlântica na Praia do Silêncio. Vinte anos após ter abandonado sua mulher e filha, com deficiência auditiva, e mudar radicalmente de vida, sua Filha (35) volta para encontrá-lo e dizer que sua mãe morreu. A partir da narração em voz off através da leitura de uma carta escrita pela Filha antes de ir embora, o deixando sozinho novamente, os dois têm que lidar com segredos e intenções enterradas, em um drama silencioso onde no acerto de contas entre ambos nada é completamente revelado, e as consequências importam mais do que os atos em si.


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• Propriedade (Daniel Bandeira)


Para se proteger de uma revolta dos trabalhadores da fazenda de sua família, uma reclusa estilista se enclausura em seu carro blindado. Separados por uma camada impenetrável de vidro, dois universos estão prestes a colidir.


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• Regra 34 (Julia Murat)


Simone é uma jovem advogada negra que passou anos fazendo performances online de sexo para pagar a faculdade de Direito. Ela acabou de passar em um concurso para defensora pública e sua ambição é defender mulheres em casos de abuso. Com o objetivo de despertar novamente o desejo sexual de Simone, uma amiga envia para ela o link de um vídeo onde uma mulher negra pratica sadomasoquismo. Gradualmente, Simone entra em uma jornada de conhecimento das práticas BDSM e seus interesses sexuais a levam a um mundo de violência e erotismo.



• Tenho Fé (Rian Córdova)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• Tinnitus (Gregorio Graziosi)


Marina é uma ex-atleta de saltos ornamentais que sofre de um terrível zumbido no ouvido, afetando sua estabilidade física e emocional. Afastada de competições profissionais desde um acidente nas últimas Olimpíadas, ela decide voltar ao esporte em busca de uma medalha nos próximos jogos. Para isso, ela precisa recobrar a confiança em seu corpo e enfrentar seus medos.



• Todo Mundo Já Foi Pra Marte (Telmo Carvalho)


Uma viagem, em formato de animação, por sensações e experiências pessoais com a pandemia. Realizado por 37 animadores do Ceará, o filme revela uma multiplicidade de procedimentos, olhares, estilos, mas também de aberturas para a intimidade de seus criadores. No isolamento, os artistas imaginam e sonham com outras possibilidades de mundo em um fluxo de cores, formas e desejos.



• Transe (Carolina Jabor, Anne Pinheiro Guimarães)


Um trio que se forma no cenário das eleições presidenciais de 2018 no Brasil. Três jovens adultos em um triângulo amoroso procuram entender o mundo e quem eles são à beira de uma eleição chocante e altamente divisiva que coloca o futuro de cada um em xeque.



• Um Outro Francisco (Margarita Hernández)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• Um Tiro No Escuro (Paulo Ferreira)


Uma arma de fogo tem um único poder: disparar uma bala que pode matar um ser humano. E o Brasil é o país com mais mortes por armas de fogo no mundo. Com esse poder em mãos e esses corpos na conta, o documentário aponta uma câmera para um cidadão comum e o acompanha no processo de aquisição de armas num país em transe, que vem desfazendo o Estatuto do Desarmamento. Com entrevistas de quem analisa a compra de armas na escalada da violência, esse filme mostra a efetiva necessidade de se discutir como um tiro no escuro pode decidir a vida e a morte de milhares de brasileiros.


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MOSTRA BRASIL | COMPETIÇÃO


• À Margem do Ouro (Sandro Kakabadze)


“À margem do Ouro” coloca o público dentro de uma pequena vila à beira do Rio

Tapajós, que serve de base de apoio para garimpos da região. Longe de tudo e de difícil acesso, essas comunidades empobrecidas possuem uma organização social própria. O clima é tenso em função do ouro e dos conflitos sociais e ambientais que envolvem a atividade, na maioria das vezes, ilegal. O público vai conhecer um universo que não é mostrado nas reportagens de TV.


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• É Noite Na América (Ana Vaz)


Um conto de eco-terror livremente inspirado pela leitura do livro A cosmopolítica dos animais, da filósofa brasileira Juliana Fausto, 'É NOITE NA AMÉRICA' segue os percursos e desvios de animais selvagens, fugitivos da destruição do cerrado brasileiro em plena Brasília moderna.


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• Fim De Semana No Paraíso Selvagem (Severino)


Entre a margem de uma praia marcada por coqueiros tropicais e a margem oposta cravada de usinas e cargueiros, há um território de disputas desleais entre tubarões e peixes pequenos. É nele que Rejane (Ana Flavia Cavalcanti) chega para tentar entender o que aconteceu com seu irmão, um exímio mergulhador encontrado morto em um mar cercado de sombras por todos os lados.


• Infinitas Terras (Ou Relatos Do Meu Tempo Crise) (Cauê Brandão)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• La Parle (Gabriela Boeri, Fanny Boldini, Kevin Vanstaen e Simon Boulier)


Fanny, Kevin e Simon se juntam à Gabriela para passar as férias de verão na costa basca francesa. O lugar é famoso por reunir pessoas ao redor de La Parle, uma onda que, de acordo com a tradição local, revira sentimentos e resoluções. Enquanto Fanny precisa lidar com a iminência de um exame médico, Gabriela, longe de sua família no Brasil, se questiona do seu futuro. Kevin tenta se ocupar com o trabalho, mas sua mente está em outro lugar. Simon, por sua vez, apenas quer que o grupo se divirta. Conforme os quatro amigos se conectam entre si, encontram maneiras inesperadas de criar laços e dar apoio para os próximos passos.


• Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor (Alfredo Manevy)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• O Porão da Rua do Grito (Sabrina Greve)


A rua do Grito é uma famosa rua localizada no bairro do Ipiranga em São Paulo. O nome é uma referência ao momento histórico do grito de independência do Brasil, proclamado por D. Pedro I: "Independência ou Morte." Atualmente, essa rua pouco lembra esse ponto culminante da nossa história, repleto de sobrados classe média baixa, muitos com porões, onde numerosas famílias se amontoam em pequenos espaços. Em um desses sobrados, acompanhamos a história de uma pequena família, constituída por um pai alcoólatra , uma mãe submissa e um casal de irmãos. Os irmãos ficam órfãos dos pais ainda na infância, e são cuidados pela avó paterna, que com o passar dos anos fica senil e debilitada. No porão da casa, vive uma criança aprisionada, cuja avó e vizinhança não podem saber da sua existência. O Porão da Rua do Grito é um triller que mergulha nas idiossincrasias dessa pequeno núcleo familiar, que terá de se libertar dos fantasmas do passado e romper com o ciclo de desamparo e violência que assola essa família.


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• O Skate me Levou (Lecuk Ishida)


Nenhuma informação foi divulgada até o momento.


• Raquel 1:1 (Mariana Bastos)


Raquel é uma adolescente que se muda com o pai para uma pequena cidade, em busca de uma nova vida. Durante seus primeiros dias lá, ela acredita que recebeu uma missão importante e controversa relacionada à Bíblia.



• Todas por Uma (Jeanne Dosse)


"Todas por uma" acompanha a montagem da peça "As Comadres" no Brasil, sob supervisão de Ariane Mnouchkine, diretora do Théâtre du Soleil. 20 atrizes, com diferentes trajetórias, unem-se para viver um processo de criação cênica de uma comédia musical sobre o universo feminino. A partir do encontro proporcionado pelo teatro, aponta-se o desejo e o esforço constante dessas mulheres por ressignificar as estruturas dominantes de nossa sociedade, assim como os paradigmas do trabalho coletivo.


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• Um Samurai em São Paulo (Debora Mamber Czeresnia)


Sensei Taketo Okuda, 77 anos, é um professor de karatê japonês que tenta alcançar a iluminação através de sua prática. O filme retrata Okuda como um homem comum que se esforça para ensinar e viver por valores éticos milenares, e traz à tona os conflitos de um mestre Zen no mundo de hoje.


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• Uýra – A Retomada Da Floresta (Juliana Curi)


Uýra, artista trans indígena viaja pela floresta amazônica em uma jornada de autodescoberta usando arte performática para ensinar jovens indígenas e ribeirinhos que eles são os guardiões das mensagens ancestrais da floresta amazônica.



• Votos (Ângela Patrícia Reiniger)


O documentário Votos investiga as razões que levam as pessoas, em pleno século XXI, a fazerem votos de pobreza, obediência e castidade. No mundo atual, tudo é descartável: os bens de consumo, as experiências, e, principalmente, as relações humanas. A cada minuto, as pessoas estão ávidas por novas histórias, novos prazeres e símbolos de status. Os votos religiosos, ao contrário disso, são um compromisso para a vida toda. Não é à toa que, em sua etapa final, são chamados de perpétuos. Vamos conhecer a história de pessoas que optaram por ir na contramão da modernidade para buscar sua própria essência. O que era antigo, na verdade, tornou-se revolucionário.


APRESENTAÇÕES ESPECIAIS:


A Rainha Diaba, de Antonio Carlos da Fontoura (1973)

Agulha no Palheiro, de Alex Viany (1953) * Prêmio Leon Cakoff | Dóris Monteiro

Deus e o Diabo na Terra no Sol, de Glauber Rocha (1964)

Eu Te Amo, de Arnaldo Jabor (1980)

Durval Discos, de Anna Muylaert (2002)

PRÊMIO HUMANIDADE | Ana Carolina


Mar de Rosas, de Ana Carolina (1978)

Das Tripas Coração, de Ana Carolina (1982)

Sonho de Valsa, de Ana Carolina (1987)

Paixões Recorrentes, de Ana Carolina (2022)


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A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo 2022 começa em 20 de outubro e dura até 02 de novembro.

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