Resultados de busca
Resultados da busca por "Mostra SP 2026"
928 resultados encontrados para "Mostra SP 2026"
- Crítica | Lobisomem
A nova abordagem de um dos monstros clássicos do cinema e do imaginário popular de boa parte do mundo Foto: Divulgação A primeira metade do filme trata a lenda do monstro metade lobo metade homem todo em O resultado da revelação do monstro é tão bizarro, no pior dos sentidos, que perde a liga da apreensão sequências de ação e com uma postura louvável de se levar a sério e de respeitar o texto (mesmo quando os monstros
- Crítica | Avatar: O Caminho da Água
Uma experiência cinematográfica que só James Cameron consegue proporcionar Divulgação: 20th Century Studios Um dos filmes mais esperados do ano, ‘Avatar: O Caminho da Água’, chegou recentemente aos cinemas e vem sendo bem recebido pelo público e crítica especializada. Mas será que a sequência do sucesso de 2009 - que por sinal, ainda é a maior bilheteria de todos os tempos - está a altura do seu antecessor? Ambientado após 14 anos do primeiro filme, acompanhamos a vida de Jake Sully (Sam Worthington) e Ney'tiri (Zoë Saldaña), que fazem de tudo para ficarem juntos após construírem sua família. No entanto, eles devem sair de casa e explorar as regiões de Pandora quando uma antiga ameaça ressurge, e Jake deve travar uma guerra difícil contra os humanos. Ao entrar numa sessão de ‘Avatar’, o espectador já espera efeitos visuais de alta qualidade. E, após assistir este longa, definitivamente as expectativas são mais do que superadas. Às vezes, custamos acreditar que boa parte do que é visto em tela é algo 100 por cento digital. A empresa Wētā FX (do diretor Peter Jackson), que também trabalhou nos visuais do primeiro filme, repetiu a parceria junto com James Cameron nesta sequência. Divulgação: 20th Century Studios E já que mencionamos James Cameron, neste longa ele dá uma aula de direção. Mesmo com grandes longas em seu currículo, ele consegue manter seu padrão de qualidade e não decepciona. Cameron sempre puxa o elenco a entregar o seu máximo em cada cena do filme. Outro fator que eleva a qualidade do filme é a forma como Pandora é ambientada. Conhecemos lugares que, até então, não haviam sido explorados no universo Avatar e é muito curioso como Cameron vem o expandindo. Foi muito legal conhecer os diferentes tipos de habitantes desse planeta e como cada tribo se difere da outra. A trama, indo no caminho inverso do primeiro filme, foca muito no emocional e na relação familiar que existe. Ao invés de piadas aqui e ali, temos momentos mais tocantes e que, para quem consegue se envolver na experiência, vai se emocionar de certeza. E ainda puxando pela emoção, muitas pontas são deixadas para futuras sequências, mais de uma forma muito seca e direta, o que talvez prejudica o roteiro. Apesar de ser básico e previsível em alguns aspectos narrativos, o roteiro acaba não prejudicando tanto a experiência de quem vai para se divertir. Mas, ao analisá-lo com mais cautela, podemos perceber que muito do que já foi usado no longa anterior e até em outros filmes de Cameron, se repetem aqui. Inclusive, podemos confirmar a grande obsessão dele em ver navios afundando. ‘Avatar: O Caminho da Água’ é uma grande experiência cinematográfica que só James Cameron consegue proporcionar. Com uma ambientação de deixar qualquer um surpreso e com um desenvolvimento de personagens que poderia ser melhor, o longa acaba agradando os fãs da franquia e pode até conquistar uma nova geração de fãs depois de mais de 12 anos do primeiro longa. Para futuras sequências, vai ser necessário sair dessa caixa de Pandora para não permanecer na mesmice. Nota: 4/5
- Festival Fortaleza de Cinema recebe inscrições de curtas; evento acontece em dezembro na Caixa Cultural
O resultado da seleção para as mostras competitivas será divulgado em 13 de novembro, e o do Laboratório Competitiva Internacional de Curtas-Metragens (Mostra Jangada), dedicada a produções estrangeiras; Mostra Competitiva Nacional de Curtas-Metragens (Mostra Mar), destinada a filmes brasileiros; e Mostra Fortaleza ou 2026, e com duração máxima de 25 minutos, incluindo os créditos. As obras brasileiras escolhidas para a Mostra Mar e para a Mostra Fortaleza 300 Anos deverão disponibilizar
- Cinema Negro, memória e cultura afro-brasileira: EGBÉ movimenta cenário nordestino com vasta programação
8ª edição da Mostra de Cinema Negro acontecerá entre 29 de março e 5 de abril em Aracaju. Divulgação De 29 de março a 5 de abril de 2025, a 8ª edição da EGBÉ – Mostra de Cinema Negro acontecerá A mostra tem como objetivo promover o resgate da ancestralidade por meio da arte, refletindo sobre a A cerimônia de entrega do Troféu Severo D'Acelino, realizada durante a abertura da Mostra, celebra a A programação ainda inclui uma Mostra Infantil, pensada para ampliar o acesso das crianças ao cinema
- 100 Anos de Cinema Cearense
Só em 2024, mais de 8 longas-metragens cearenses foram lançados comercialmente pelo Brasil. O Último Dia de Sol (1999) • No Passo da Véia (2002) • Águas de Romanza (2002) • O Céu de Suely (2006 ) • Fortaleza Hotel (2022) • Vermelho Monet (2022) • A Filha do Palhaço (2022) • Barra Nova (2023) • Mais Pesado é o Céu (2023) • Quando Eu Me Encontrar (2023) • Estranho Caminho (2023) • Greice (2024 ) • Motel Destino (2024) • Centro Ilusão (2024) Que, nos próximos 100 anos, o cinema cearense continue
- Crítica | A Fera do Mar
Divulgação Indicado ao Oscar na categoria de Melhor Animação, o longa A Fera do Mar foi lançado em 2022 história, somos introduzidos a um mundo onde os grandes heróis da sociedade são os famosos caçadores de monstros , crianças e jovens vivem cercados de histórias sobre as mitologias e lendas desses caçadores e dos monstros Sendo protegida pelo marinheiro Jacob, Maise acaba descobrindo que as histórias que tratam os monstros
- Crítica | Império da Luz
Um filme que tenta ser várias coisas e falha em quase todas elas Foto: Divulgação Na esteira de longas autobiográficos e/ou descritos como “cartas de amor ao cinema” (um termo que cada vez menos me soa um elogio), Império da Luz traz um Sam Mendes se rendendo à nostalgia, evocando o início turbulento dos anos 1980 na Inglaterra para interconectar uma série de temas: um estudo de personagem da protagonista vivida por Olivia Colman, as tensões raciais do período e uma ode ao poder transformador do cinema. Colman dá vida a Hilary Small, a gerente de um cinema decadente, o Empire, localizado numa cidade costeira. Pelos primeiros 15 minutos somos apresentados à deprimente vida de Hilary: ela esteve internada em um hospital psiquiátrico, está tomando remédios para controlar as oscilações de humor, tem um caso com seu chefe e, mesmo trabalhando num cinema, não vê os filmes exibidos. Tudo muda quando ela conhece o novo funcionário, Stephen (Micheal Ward), um filho de imigrantes negros caribenhos, e o romance aflora entre os dois, embora ameaçado pelas instabilidades emocionais de Hilary e a tensão racial que afeta duramente o rapaz. Norteado inicialmente pelo drama romântico do casal, Império da Luz não demora a tentar ser outras coisas, conforme mostrado no parágrafo inicial. Mas o roteiro, assinado pelo próprio Mendes, logo revela suas vulnerabilidades, como se ele tentasse equilibrar várias bolas no ar e deixasse quase todas cair no chão. A premissa sugere a tal “carta de amor ao cinema”, o que é amplificado pela locação, magistralmente trabalhada pela direção de arte para retratar tanto a opulência quanto a decadência do Empire, bem como pela fotografia do sempre brilhante Roger Deakins (embora sua abordagem mais estilizada pareça fora de lugar aqui). Entretanto, o filme está sempre se recusando a mostrar os filmes em exibição, mesmo os mencionando aos montes, o que soa uma decisão no mínimo incoerente. Embora seja apresentada a justificativa de que a protagonista não assiste esses filmes, logo fica claro que é uma desculpa rasa para forçar uma certa catarse que vem no último ato (a qual não pude deixar de associar com a controversa cena final de Babylon, esta muito mais coesa com o filme em questão). Foto: Divulgação Aliás, “raso” é um adjetivo pertinente para o filme, o que é esperado dada a quantidade de temas que quer abordar sem nunca se aprofundar de fato neles. A abordagem do racismo é simplesmente desastrosa: tal qual Green Book, a escolha de tratá-lo pela ótica da personagem branca, tratando-a como ingênua e ignorante a respeito dos males do preconceito — enquanto trata o personagem negro mais como um totem do que como uma pessoa de verdade em alguns momentos — se revela uma decisão covarde de um homem branco e privilegiado, que parece ter descoberto apenas recentemente que é branco e privilegiado. Da mesma forma, há algum interesse em trazer também uma discussão sobre desigualdade de gênero, mas esta fica limitada a frases vociferadas pela personagem de Colman e pelo antagonista medíocre vivido por Colin Firth, sem nunca ir além disso. É nítido que o viés habitualmente estilizado de Mendes trabalha contra sua própria obra, revelando uma abordagem higienizada e embelezadora dos temas que se propõe a discutir. A única razão pela qual o filme não chega a ser um desastre completo é a força das atuações de Colman e Ward. Ela é uma das melhores atrizes de sua geração, e consegue fazer o que o roteiro é incapaz de dizer, incorporando as diversas facetas da sua personagem desequilibrada e trágica. Seus momentos explosivos e desvairados poderiam soar como caricaturais e forçados na mão de atrizes menos talentosas, mas nas mãos dela soam poderosamente naturais e críveis. Já Ward traz uma performance mais contida, mas que consegue se elevar para além do papel de totem que lhe é imposto pelo roteiro. Ainda assim, se é para vê-lo como um imigrante afro-caribenho fã de reggae na Inglaterra dos anos 1980, recomendo assisti-lo em Lovers Rock, de Steve McQueen, um filme que faz muito mais jus ao seu talento e carisma do que este aqui. Na safra de filmes feitos para premiações (os famosos “Oscar baits”), Império da Luz é um dos mais dolorosamente óbvios que vi em muito tempo. Em tese, tem muito ao seu favor — um diretor, equipe de produção e elenco oscarizados, além de temas que demonstram ser relevantes e a tal capacidade “metacinematográfica” que é irresistível a Hollywood. Mas, embora Colman e Ward brilhem e deem seu melhor, eles não podem fazer o filme ser mais do que é: uma obra rasa, ingênua e malconduzida, que na tentativa de dizer algo sobre vários assuntos pertinentes acaba dizendo pouco ou quase nada além do que saibamos e que já não tenhamos visto em obras melhores. É um filme cheio de boas intenções, mas parafraseando o velho ditado: de boas intenções as premiações estão cheias. Nota: 2/5
- Crítica | Babilônia
Damien Chazelle declara seu amor ao cinema em um anti-La La Land Divulgação: Paramount Pictures O cinema de Damien Chazelle é um cinema sobre obsessão, sobre os sacrifícios que as pessoas precisam fazer em nome de seus sonhos. Embora até aqui ele sempre tenha apresentado isso através de um viés romântico (embora não necessariamente romantizado), é nítida a diferença na sua abordagem aqui em Babilônia em relação aos seus filmes anteriores, especialmente La La Land: Cantando as Estações. É como ver o cruzamento entre Cantando na Chuva, Boogie Nights: Prazer Sem Limites e O Lobo de Wall Street, trazendo as histórias de diversas figuras em Hollywood durante a transição do cinema mudo para o falado. A referência a esses três filmes não é à toa, já que Chazelle tem dívidas explícitas para com eles, especialmente Cantando na Chuva, que abordou o mesmo período histórico (embora de maneira muito mais otimista e pura); o diretor não só inclui diversas referências indiretas como também literais, como visto no epílogo. Já de Boogie Nights: Prazer Sem Limites e O Lobo de Wall Street ele extrai os arcos de ascensão e queda dos vários personagens, o humor sombrio, a devassidão e o senso de caos que permeia quase toda a narrativa. Chazelle sempre se mostrou um diretor de imenso talento (seu Oscar por La La Land: Cantando as Estações não é nada injusto), mas aqui e admirável o controle que ele imprime sobre as três horas do longa, conduzindo o caos das múltiplas tramas paralelas sem que nos deixe nos perder. Exemplo disso é a fantástica sequência estendida de abertura: poucas vezes uma sequência inicial conseguiu capturar tão bem o espírito e a atmosfera de um filme e de seus personagens como a festa orgiástica que vemos nos primeiros 20 minutos. É um filme que cheira a suor, sangue e fluídos corporais - embora estes últimos sejam em sua maioria dispensáveis, mas admiro a coragem de inseri-los sem pudor aqui. Discordo inclusive de quem ache a obra moralista, pois a meu ver Chazelle consegue trazer uma crítica ao moralismo que sempre definiu Hollywood e a reação às suas obras (e que hoje é ainda presente, mesmo entre o dito público mais progressista). Divulgação: Paramount Pictures A fluidez da montagem de Tom Cross não apenas permite que conheçamos esses personagens e esse universo, como consegue sustentar o ritmo do longa de tal forma que poucas vezes sentimos a sua duração pesar, além de costurar perfeitamente eventos paralelos que a princípio parecem pouco conversar entre si. Da mesma forma, a fotografia de Linus Sandgren consegue tanto capturar a opulência, devassidão e calor desse universo quanto seu lado mais sombrio, e a mudança na paleta de cores no decorrer do filme é um dos elementos que nos permite observar a degradação e tragédia dos personagens. Já a trilha sonora de Justin Hurwitz aposta mais uma vez no jazz que define a filmografia do diretor, mas aqui com alguns toques anacrônicos e bombásticos que também amplificam a grandiosidade caótica da obra. No que se refere ao elenco, enquanto Margot Robbie e Brad Pitt não entregam performances muito longe do que costumam entregar habitualmente (ela como uma atriz iniciante maníaca e autodestrutiva e ele como um ator veterano decadente e cínico), ainda assim brilham sem esforço. Já Diego Calva é a grande revelação do filme, entregando um arco mais sutil, mas não menos memorável, que demanda uma performance mais contida que contrasta com o histrionismo do restante do elenco - e por isso as raras cenas em que se excede se tornam ainda mais impactantes. É uma pena que o mesmo espaço reservado a eles não seja destinado a Jovan Adepo e Li Jun Li, cujos personagens têm bastante significado simbólico dentro da trama pela forma como seus personagens precisam lidar com o racismo e a homofobia. Entretanto, a impressão é que se tem é que o filme acaba "marginalizando-os" da mesma forma que pessoas negras e asiáticas foram marginalizadas em Hollywood - e no caso de Li, é criminoso que ela seja retirada de cena tão cedo justamente no momento em que sua personagem parece enfim receber um arco próprio. Divulgação: Paramount Pictures A forma como esses dois personagens são escanteados ilustra os problemas mais flagrantes que o filme passa a ter a partir da sua segunda metade, onde o tom satírico e exagerado da primeira metade cede espaço a uma abordagem mais pessimista e trágica. Essa mudança quase abrupta de tom também interfere nos demais personagens (principalmente no de Calva), mas ainda assim Chazelle consegue manter alguns elementos absurdos e bizarros - o principal exemplos disso sendo a sequência com o personagem de Tobey Maguire, que parece saída de um pesadelo. Mas nem considero esse o principal problema do filme: a meu ver, o diretor parece tão preocupado que sua abordagem satírica e escatológica seja vista como um repúdio ao cinema que ele se vê na necessidade de inserir diversos monólogos que ilustram seu amor a essa arte. Entretanto, esses monólogos nunca soam orgânicos, destoando do tom da obra - e não à toa, há diversos momentos em que essa paixão de Chazelle é nítida sem apelar ao didatismo, como numa sequência de gravação ao pôr-do-sol num set. Mas é nítido que ele se deixa levar por essa abordagem discursiva pouco prática, que culmina numa montagem final que até soa como uma verdadeira carta de amor ao cinema, mas não deixa de soar piegas. Babilônia pode ter seus problemas de ordem narrativa, mas eles são compensados pelo esforço hercúleo que seu diretor imprime sobre a obra, que soa exagerada, caótica, barulhenta e gráfica - e consegue funcionar em sua abordagem em grande parte do tempo. Ao romper drasticamente com sua persona de bom moço cultivada nos filmes anteriores, Damien Chazelle criou um filme que é um espécime em extinção: um épico de estúdio que desafia a produção fordista das franquias de blockbusters e também o moralismo reinante de Hollywood e de seu público e crítica. Ame-o ou odeie-o, é admirável esse feito, já que dificilmente veremos filmes assim no futuro. E não é difícil visualizar daqui a décadas esse filme ganhando o devido reconhecimento que não está tendo hoje, tal qual foi com os homens e mulheres como aqueles que aqui vemos. Nota: 4/5
- Crítica | The White Lotus (2ª temporada)
de se estranhar: apesar do inegável talento de Mike White merecer o voto de confiança, o histórico mostra
- Wagner Moura apresenta sessão de Feito Pipa em Los Angeles durante campanha pelo Oscar
mais uma etapa da campanha do longa brasileiro por uma vaga em Melhor Filme Internacional no Oscar 2027 Algumas matérias do Oxente Pipoca sobre Feito Pipa para conferir: Crítica | Feito Pipa (Festival do Rio 2026 Deberton, Teca Pereira e Lázaro Ramos falam sobre “Feito Pipa” Feito Pipa é inscrito no Globo de Ouro 2027 Os cinco indicados ao Oscar serão conhecidos em 21 de janeiro de 2027.
- Crítica | Wendell & Wild
cores como grande parte das animações, no desenvolvimento de personagens e em todo o design de produção mostra
- Produtora sergipana Floriô de Cinema celebra dez anos fortalecendo o audiovisual nordestino e prepara primeiro longa-metragem
Entre eles estão Ímã de Geladeira, exibido na Mostra de Tiradentes, Festival de Gramado, Chicago Latino premiado em diversos festivais brasileiros e com circulação internacional e Abjetas 288, vencedor da Mostra Foco da Mostra de Cinema de Tiradentes. A partir de 2022, a Floriô criou mais uma frente de atuação, que foi a distribuição. Em 2026, a Floriô também conquistou novos reconhecimentos internacionais, como a participação da série












