top of page

Resultados de busca

Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | O Urso (2ª Temporada)

    vir logo após o fim da janela de elegibilidade do Emmy), foi um fenômeno avassalador, conquistando a crítica Essa não é uma crítica a uma falta de desenvolvimento do personagem, muito pelo contrário; há uma escolha

  • Em coletiva de 'O Agente Secreto', Kleber Mendonça Filho reflete sobre o “sotaque fílmico” no cinema brasileiro (Mostra de SP 2025)

    Diretor esteve presente junto com a equipe e elenco para divulgar o filme durante a 59º Mostra de SP O filme agora vem sendo exibido na 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que contou com a Você pode ler a crítica do filme aqui.

  • Crítica | Meu Nome é Gal

    uma das maiores vozes do Brasil Foto: Divulgação O filme dirigido por Dandara Ferreira e Lô Politi mostra Esse ano já escrevi críticas de algumas cinebiografias e sempre toco num ponto que acho fundamental para

  • Crítica | Bird Box Barcelona

    Essa crítica não terá qualquer spoiler do roteiro, mas é necessário abrir falando que essa “continuação

  • Crítica | Creed III

    Jordan, esse protagonismo é duplo, já que seu trabalho à frente e atrás das câmeras mostra que sua paixão

  • Filmes brasileiros presentes na Mostra de São Paulo 2022

    ', 'Perlimps' e o cearense 'A Filha do Palhaço' estão na seleção Divulgação: Regra 34 (Imovision) A Mostra mais de 223 filmes, de 60 países, que formam a lista, 67 destes são brasileiros, divididos entre a Mostra Confiram a lista completa: MOSTRA BRASIL: • A Assembleia - Brasil (Beatriz Sayad, Heloisa Passos e Juliana Divulgação • Carvão (Carolina Markowicz) - Confiram nossa crítica A trama segue uma família no interior ) Divulgação A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo 2022 começa em 20 de outubro e dura até 02

  • Crítica | Imaginário: Brinquedo Diabólico

    Nada funciona como deveria, os personagens não têm carisma (apesar do elenco que se esforça e mostra

  • Crítica | La Chimera

    A mística de uma quimera que une passado, presente e futuro Foto: Divulgação Confesso que grande parte da minha atenção voltada a La Chimera se criou graças à forma que eu conheci o trabalho da diretora Alice Rohrwacher, que me conquistou com o seu longa Feliz Como Lázaro, que se tornou um dos meus filmes favoritos daquele ano. Uma obra que carrego na mente até hoje, cujo seu realismo mágico e o vislumbre por zonas rurais são bastante marcantes, de forma que tanto Feliz Como Lázaro como La Chimera possuem um charme felliniano com seus personagens imagéticos. Se em Feliz Como Lázaro acompanhamos a ingenuidade de um personagem que não se entende em um mundo na era do consumismo, em La Chimera temos um ladrão de sepulturas que está disposto a cavar fundo em busca de algo mesmo que tenha que traçar o limite entre os vivos e os mortos. Existe um realismo mágico no filme que funciona quase como um poema audiovisual, então quando pensamos na premissa sobre uma gangue de ladrões de artefatos e objetos arqueológicos, nós temos uma abordagem mais abstrata dessa busca por algo que os personagens anseiam encontrar. Nesse sentido temos o protagonista Arthur, que possui uma espécie de habilidade sobrenatural em que ele é capaz de indicar o local exato que estão enterrados os artefatos, muitas vezes se tratando de túmulos com diversos presentes que foram deixados por entes queridos. Em meio a isso tudo, Arthur se encanta por uma mulher chamada Italia, personagem que é interpretada pela atriz brasileira Carol Duarte (A Vida Invisível), que acaba despertando nele uma forma diferente de enxergar a simplicidade das coisas. Ela questiona suas atitudes e o faz entrar em questionamento sobre a forma insensível que ele lida com o sagrado, como se ele não respeitasse o limite que separa os vivos dos mortos. De forma que a diretora Alice Rohrwacher põem a câmera de cabeça pra baixo, quebrando totalmente o eixo para ilustrar a forma que Arthur transita nesses dois mundos. Dentro dessa visão mágica desse universo que nos é guiado pela visão de Arthur, o filme traz algumas possibilidades estéticas para somar com diversos elementos, como por exemplo a técnica em que a cena tem o seu frame acelerado, trazendo um tom cômico aos personagens que parecem correr a passos curtos em cena. Além de possibilitar cenas com um tom mais voltado pra comédia, também há algumas cenas que brincam com o musical e o romance, o que acaba casando bem com o filme que transborda paixão por seus personagens que parecem estar vivendo um sonho. Foto: Divulgação A noção de tempo é nebulosa, dificultando a identificação do período em que a história se passa. Essa falta de linha temporal destaca não apenas a importância dos artefatos antigos encontrados, mas também a sensação eterna de amor e perda, além de toda uma reflexão a respeito da importância da memória. A obscuridade do tempo também destaca a conexão ou distinção entre o mundo real e a vida após a morte, o tangível e o intangível, humano e fantasmas, sonhos e realidade. A câmera de Alice Rohrwacher pinta uma tela em branco a ideia de que o tempo é uma ilusão. Embora utilizemos o tempo como referência para criar estrutura e ordem, ele é algo que não pode ser medido ou quantificado. A potência das coisas e pessoas que perdemos é igual, senão maior, do que aquelas que podemos ver e tocar fisicamente. E quanto ao desejo de viver em uma estação de trem abandonada com outras mulheres e crianças, transformando-a em um lar compartilhado, é um reflexo do encanto poético e intencional de todos os elementos visuais e temáticos presentes no filme. Por fim, La Chimera convida o espectador a embarcar nessa viagem melancólica por paisagens bucólicas, em um universo particular que talvez gaste todas as suas melhores fichas na primeira metade do filme para a partir disso proporcionar diferentes enigmas que acabam por confundir o que é proposto inicialmente, caindo em alguns clichês que solucionam a trama de maneira mais segura. E dentro dessa utopia que chamamos de “quimera” o filme propõe um dilema fascinante sobre as raízes que nos prendem ao passado. Nota: 3,5/5

  • Crítica | A Primeira Profecia

    Diretora estreante conta com estilo versão feminina de uma história de terror marcante Foto: Divulgação A jovem noviça americana Margaret (Nell Tiger Free) é enviada a Roma para começar uma vida de serviço à Igreja. Aos poucos ela acaba desvendando uma aterrorizante conspiração que deseja provocar o nascimento do mal encarnado. É empolgante ver uma diretora jovem cheia de ímpeto e criatividade para se expressar. Isso é algo que o gênero de terror talvez apresente mais do que os outros gêneros, diretores estreantes que mostram bastante habilidade com a câmera a ponto de transformarem simples movimentos, enquadramentos básicos e muita Gestalt purinha em filmes notáveis. E é precisamente isso que a estadunidense Arkasha Stevenson faz em seu primeiro longa-metragem, A Primeira Profecia. Quando se tem um prelúdio de um dos terrores mais conhecidos e cultuados da história do cinema todos os alertas se acionam para a qualidade do material que está por vir, afinal, os longas de produção seriado dos estúdios caça-níquel estão cada mais sem personalidade, seja no roteiro e pior ainda na plástica. Mas esse soube como fazer o básico para um terror funcionar: assustar e surpreender. Não tem nada de inovador nem de experimental (a sequência de desdobramentos é até bem previsível). Não tem muitas metáforas nem sutilezas, é um filme bem explícito sobre perspectivas de ser mulher; sobre escolhas femininas, sobre poder feminino, sobre abuso, sobre o papel da mulher na Igreja Católica. Mas o fato de evitar analogias não deixa o todo menos eficiente, na verdade deixa até mais claro e direto evitando interpretações que talvez desvirtuem do que o texto está querendo expor. Foto: Divulgação Desgosto do termo “terror psicológico” porque eu desconheço outra forma em que o terror funcione se não pelas impressões mentais, mas usa-se esse termo quando uma obra não aborda primariamente questões sobrenaturais, místicas e/ou metafísicas. A Primeira Profecia consegue unir tudo isso numa mesma vestimenta sem que seja necessário distinguir um do outro (conta também com ótimas construções de body horror). A atriz Nell Tiger Free conduz com maestria a diegese filmada e preenche a câmera com um magnetismo característico do suspense, traço que mostrou com maestria durante os anos da série Servant. Entre os coadjuvantes os desataques são: o sempre contundente Bill Nighy que aparece em poucos momentos, porém significativos; e uma assustadora Sonia Braga que interpreta uma madre sombria e soturna, e que dá o tom da narrativa. É um terror comercial sólido e bem pintado. Assusta nas situações óbvias e também nas entrelinhas, e surpreende com habilidades imagéticas que cria excelentes momentos. Arkasha Stevenson é um nome para ganhar destaque, resta saber se ela sempre conseguirá espaço para imprimir suas ideias ou se os grandes orçamentos sufocarão sua vontade e sua liberdade criativa. Nota: 4/5

  • Crítica | Evidências do Amor

    Romance consegue se sair bem dentro do molde de roteiro cristalizado em que se insere Foto: Divulgação Marco Antônio (Fábio Porchat) e Laura (Sandy) se conhecem em um karaokê e cantam juntos "Evidências”. Desde então, eles se apaixonam e formam um casal que parecia perfeito. Depois de vários percalços no relacionamento, Marco é abandonado por Laura pouco antes do casamento sem entender os motivos pois sempre se julgou o noivo perfeito. A partir daí, coisas estranhas começam a acontecer com ele sempre que ouve a música do casal. É quase impossível que qualquer brasileiro que esteja lendo esse texto desconheça a música de José Augusto e Paulo Sérgio Valle, afinal, vivemos num período pós-meme dessa composição. “Evidências” foi a precursora de um movimento piadístico online brasileiro onde os internautas, buscando um reconhecimento um tanto irônico de uma música que sempre fora bastante popular, diziam que ela merecia se tornar o hino do país. De lá pra cá, várias outras canções passaram pela saturada brincadeira, sendo sua maioria músicas populares que não são cultuadas por suas erudições, no entanto, poucas conseguiram sair do âmbito virtual e se consolidar como uma gracinha de todos os públicos da vida real. Pois bem, o longa-metragem dirigido por Pedro Antônio parte de todo esse contexto da canção já como piada cansada para dar o ponta pé inicial da narrativa. Esse é um texto bem conhecido de loop situacional onde o envolvido precisa resolver alguma pendência para quebrar o ciclo, então o que vai fazer o filme se destacar é como essa história é contada. E o roteiro coescrito por Fabio Porchat consegue aproveitar bem tudo que o escopo permitia para tornar o discurso emotivo e engraçado nos momentos necessários, sem sobrecargas. Foto: Divulgação É fácil ver as referências usadas para desenhar esse filme, mas acredito que a divertida série Zoey e a sua Fantástica Playlist está intrínseca nas entrelinhas do roteiro, no uso da música como motivação dos acontecimentos, no emprego do protagonista e seu ambiente de trabalho, e na fantasia que não se assume como ficção científica (e nem precisa). Porchat também apresenta um bom resultado no protagonismo. Meus problemas com ele sempre vão: ser o tom por vezes exagerado; e a maneira sutil com que sempre está requentando alguns de seus gracejos; mas até mesmo nisso ele está contido e consegue dividir bem a atenção com seus desempenhos mais dramáticos. Não sei até onde o fato de Sandy ser filha de Xororó influenciou em sua escolha para o papel (e não falo de nepotismo, mas de uma brincadeira com o contexto), e seu talento musical é incontestável, porém, enquanto escrevo consigo pensar em pelo menos outras três atrizes que trariam mais química e entusiasmo à personagem. O elenco de apoio conta com a sempre impecável Larissa Luz, acho inclusive que já está passando da hora dela começar a aparecer como protagonista em mais projetos do cinema e da televisão. A versátil Evelyn Castro também ajuda bastante na construção das circunstâncias de humor. No final das contas a produção não deixa de ser uma homenagem e uma ressignificação à música tema e aos compositores e intérpretes. De certo modo deu até um frescor para a canção que diariamente toca à exaustão mundo à fora e que, no ligeiro interim pós-irônico em que estamos, pode perder seu brilho e sua força num piscar de olhos. Nota: 3,5/5

  • Crítica | Todo Menos Você

    Comédia romântica completa o bingo dos clichês, mas se sustenta pela sintonia do casal Foto: Divulgação Após um primeiro encontro cativante, Bea (Sydney Sweeney) e Ben (Glen Powell) descobrem que sua paixão ardente inicial inexplicavelmente se transformou em um mal-entendido gelado. No entanto, o destino intervém: reunidos novamente em um casamento australiano dos sonhos, eles optam por uma farsa de união. Mas as faíscas reacendem em meio ao cenário ensolarado, forçando-os a confrontar seus verdadeiros sentimentos e abraçar uma possível segunda chance. Não tem qualquer cena ou desfecho que eu possa descrever aqui, o que eu não vou fazer, que possa estragar qualquer surpresa, porque é tudo muito clichê. Personalidade confrontantes, encontro com as famílias e vários parentes com falas constrangedoras, fingir estarem apaixonados para superar um grande acontecimento... o gabarito já está escrito nas paredes das mais antigas cavernas da Hollywood desde a pré-história. Então o que o torna de alguma forma diferente de todos as outras incontáveis comédias românticas já feitas em Hollywood. Resposta: a química entre os atores (chame do que quiser, conexão, afinidade, etc). Por mais que um par de atores consiga expressar as mais diversas emoções em cena, existe uma nuance orgânica no olhar que transpassa as palavras ensaiadas de um roteiro. E não estou querendo implicar qualquer coisa que já tenha sido implicado pelas bocas malditas da mídia rasa, mas falo de cumplicidade, de saber que aquele trabalho foi, antes de qualquer coisa, divertido para as partes envolvidas. Foto: Divulgação Por mais que o roteiro não levante qualquer reflexão ou traga situações novas (sim, é um roteiro progressista com um casamento lésbico interracial como plano de fundo, mas até isso se camufla no contexto geral da narrativa) e diferentes da cartilha, o charme e carisma de Sydney e Glen cria os muitos bons momentos do filme – pelo menos bem mais do que eu estava esperando – para além daqueles em que eles simplesmente estão exibindo seus belos e definidos corpos, coisa que diretor Will Gluck não faz o menor esforço para fingir não ser de propósito. E o físico é sempre um ponto que o diretor gosta de explorar. Todos as outras comédias que passaram pela mão dele têm cenas onde o trabalho de corpo é tão importante quanto o “humor verbal” por assim dizer. Em resumo, é o famoso filme para aceitar demais e pensar de menos. E quer saber? Se for crime as vezes gostar de ver um casal hétero no mais alto padrão de Hollywood sendo completamente deslocado da realidade e enfrentando os mais altos problemas de branco que a atualidade pode oferecer, estando o mais distante possível de quaisquer abordagens sociais relevantes e trocando carícias, pode me prender. Nota: 3/5

  • Crítica | Ghosted: Sem Resposta

    Se o maior problema fosse a falta de respostas ainda se salvaria algo Foto: Divulgação Quando vi que a maravilhosa Ana de Armas estaria em mais um filme de ação logo pensei: será que dessa vez vem um baita acerto ou um erro? Minhas expectativas aumentaram ainda mais quando soube que ela estaria contracenando com Chris Evans, já que a dinâmica entre os dois foi algo que deu muito certo anteriormente, afinal atuaram juntos em Entre Facas e Segredos e mostraram que a relação entre eles na tela é muito boa. Contudo, depois de ver os primeiros trailers e pôsteres a vontade de ver o longa caiu vertiginosamente, mas ainda assim eu esperava genuinamente que o carisma dos protagonistas salvasse o longa, por isso fui ver com o coração aberto - mas sem esperar muita coisa - e mesmo assim o resultado foi desastroso. Em Ghosted: Sem Resposta acompanharemos Cole, um fazendeiro certinho, que em um dia normal de trabalho conhece e logo se apaixona por Sadie, uma misteriosa e enigmática agente da CIA. Com um primeiro encontro bem característico do cinema, em um dia inteiro repleto de risadas, conversas, refeições e afinidade, Cole vai para casa iludido e cheio de esperanças que o relacionamento dará certo. Ele não contava, porém, que Sadie não daria qualquer notícia ou responderia suas mensagens. Depois de ir atrás de sua amada em outro país, o fazendeiro - obviamente - é sequestrado e descobre que Sadie é na verdade uma agente secreta temida por muitos, em uma importante missão para salvar o mundo de uma grande ameaça. Pois é, mais clichê impossível. Aposto que você deve estar pensando que já viu várias histórias parecidas por aí, e isso provavelmente é verdade. Tudo aqui é reciclado de outras produções, como Sr. e Sra. Smith ou Encontro Explosivo. Algumas coisas me fazem pensar que esse filme poderia facilmente ter sido escrito por uma IA e ninguém duvidaria. Desde a trama, de salvar o ingênuo parceiro em apuros que em algum momento também fará parte da aventura, até os personagens secundários extremamente vazios, rasos e sem qualquer desenvolvimento. Foto: Divulgação O diretor, Dexter Fletcher, já conhecido pelo excelente trabalho que fez com o maravilhoso Rocketman desandou bonito com esse aqui, e teve sua assinatura bem apagada e sem qualquer traço de personalidade característico de seus projetos. As cenas de ação são bem engessadas e não fogem do mesmo, a comédia jogada na tela a todo momento fala muito mais alto do que a ação em si, mas utiliza um roteiro simples e pouquíssimo inspirado para isso. O pouco que consegue se salvar ainda é a dupla de atores que se destacam individualmente e até são carismáticos, mas conjunto se esforçam pra emplacar esse romance que, sinceramente, não convence e resulta em um casal sem química alguma. A comédia romântica de ação em questão está longe de ser ótima, mas quando é levado em conta aquilo que ela se propõe a ser, e sem qualquer pretensão de se levar a sério, até consegue divertir e entreter em alguns momentos pontuais. Não apresenta nada de novo ou surpreendente, muito menos algo que revolucionará o gênero, mas se você fizer um esforço de esquecer a ação e for só pela comédia cafona quem sabe você ainda possa se divertir um pouquinho. Nota: 2,5/5

bottom of page