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  • Foto do escritorWeslley Oliveira

Crítica | Shazam: Fúria dos Deuses

Genérico e superficial, filme falha ao apostar na mesma fórmula do seu antecessor

Foto: Divulgação


É mais do que notório que as sequências são algo que Hollywood aposta desde o início dos blockbusters. Se fez sucesso, as chances são altíssimas de um filme virar franquia, principalmente se for o caso de um universo compartilhado, como é (ou era) o DCEU. Mas, será que valeu a pena trazer Shazam: Fúria dos Deuses à vida?


Neste filme, acompanhamos os eventos após o primeiro longa. Billy Batson (Asher Angel) e seus irmãos ainda estão aprendendo a conciliar a vida adolescente com os alter egos de super-heróis adultos. Quando um trio vingativo de deusas antigas chega à Terra em busca da magia roubada delas há muito tempo, Shazam (Zachary Levi) e seus aliados são lançados em uma batalha por seus superpoderes, suas vidas e o destino do mundo.


O roteiro aqui tentou reproduzir exatamente a mesma fórmula do primeiro filme: um humor “pastelão”, mas que consegue agradar algumas pessoas de certa forma, além de uma jornada de redenção do protagonista que não se sente digno de ter o poder que recebeu. Mas, por trazem novos personagens para a trama, a história permanece superficial, deixando de lado alguns aspectos que poderiam ajudar a fazer tudo ter mais sentido.

Foto: Divulgação


Apesar disso, o elenco, que é muito bom por sinal, tenta trabalhar com o que tem em mãos. Zachary Levi nunca foi conhecido por uma boa atuação, mas ele consegue entregar alguns momentos que tocam o espectador. Porém, toda a emoção construída no terceiro ato vai por água baixo quando a história é simplesmente resolvida com a aparição de uma super-heroína muito conhecida.


A impressão que se dá é que não houve muito esforço em entregar algo original ou relevante para os fãs que acompanham o universo da DC. Diferente do primeiro, que foi um respiro em meio a tantos outros filmes que batiam na mesma história, este aqui não consegue sair da sua própria fórmula.


Shazam: Fúria dos Deuses é uma oportunidade perdida da DC em se reinventar e pensar fora da caixa. Mesmo com cenários interessantes, um CGI não tão duvidoso, o filme se perde dentro de si mesmo e não final traz uma história confusa, que pode até agradar alguns, mas que não traz nenhuma mudança significativa para o DCEU de hoje. É um filme divertido, mas só isso.


Nota: 2,5/5

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