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“Clássico-Rei” e “Viver é melhor que sonhar” têm estreia mundial no 36º Cine Ceará

Oxente Pipoca

26 de out de 2026 · 3 min de leitura

Quatro longas e um curta-metragem brasileiro terão exibição especial no festival cearense

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Cinco filmes terão exibição especial no 36º Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema, que acontece de 7 a 13 de novembro em Fortaleza. Dois dos longas têm sua première mundial no evento. Os outros chegam ao festival depois de um percurso por grandes mostras no país.


Uma das estreias é “Clássico Rei” (Documentário. 91'. Brasil. 2026). Entre histórias, lembranças, opiniões, análises e depoimentos de torcedores, atletas, dirigentes e uma série de personalidades, os diretores Glauber Filho, Joe Pimentel, Wolney Oliveira resgatam uma história centenária de uma das mais tradicionais disputas esportivas entre clubes de grandes torcidas do futebol brasileiro, e a mais importante do esporte cearense: entre Ceará Sporting Club e Fortaleza Esporte Clube. O filme será exibido no dia 10, fechando a sessão das 19h no Cineteatro São Luiz.


No encerramento desta edição, dia 13, no Cineteatro São Luiz, o Cine Ceará exibe “Viver é melhor que sonhar” (Ficção. 105’. Brasil. 2026), antes de sua estreia nos cinemas do país, marcada para o dia 3 de dezembro. O filme de Eduardo Albergaria explora a fase mais intrigante e desconhecido da vida do músico cearense Antonio Carlos Belchior (1946–2017): quando ele renuncia a fama, o patrimônio e desaparece ao lado de Edna, seu grande amor. O filme é protagonizado por Luiz Carlos Vasconcelos e Isabela Garcia, nos papéis de Belchior e Edna.


Belchior também é personagem central do “Alucinação” (Documentário. 74'. Brasil. 2025), dirigido por Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano. Com exibição no 36º Cine Ceará, no dia 9, às 16h, no Cinema do Dragão, o filme segue sua trajetória por festivais após a estreia mundial na Première Brasil do Festival do Rio e Mostra Internacional de SP. Inspirado no álbum homônimo lançado por Belchior em 1976, o filme revisita o Brasil dos anos 70 e provoca uma reflexão sobre os rumos do país de lá pra cá. Para isso, adota um formato inovador: toca o disco na íntegra e colore as canções com imagens que ampliam os seus significados.


No dia 11 às 16h, no Cinema do Dragão, a exibição especial é do longa “O projeto” (Documentário. 94’. Brasil). Road movie de Sabrina Fidalgo, cineasta negra brasileira, e Yvan Rodic fotógrafo suíço branco, o filme investiga os desdobramentos de mais de seis séculos de colonialismo europeu e a perpetuação de suas estruturas no Sul e no Norte globais. Com lançamento comercial marcado para o dia 19 de novembro, mês da Consciência Negra, o longa teve sua estreia no Festival de Cinema de Gramado, abriu o 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e passou pela 50ª Mostra de SP.


Divulgação
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Na noite de abertura, o Cine Ceará exibe “Sul de Teerã” (Documentário. 8’. Brasil-EUA. 2026), curta-metragem de Kleber Mendonça Filho, que recebe na ocasião o troféu Eusélio Oliveira como homenagem por sua contribuição à cinematografia brasileira. O filme acompanha o cineasta Jafar Panahi por Nova York em 2025 enquanto ele reflete sobre sua carreira cinematográfica e a perseguição em seu país natal, o Irã. É um olhar multifacetado sobre cinema e memória que surge de conversas entre Panahi e Kleber Mendonça Filho. O filme teve estreia nacional na 50ª Mostra de SP.


ONDE E QUANDO


“Sul de Teerã” (Kleber Mendonça Filho. Documentário. 8’. Brasil-EUA. 2026): Dia 7, sessão das 19h, no Cineteatro São Luiz


“Clássico Rei” (Glauber Filho, Joe Pimentel, Wolney Oliveira. Documentário. 91'. Brasil. 2026): Dia 10h, sessão das 19h no Cineteatro São Luiz


“Alucinação” (Marcos Caetano, Renato Terra e Leo Caetano. Documentário. 74'. Brasil. 2025): Dia 9, sessão das 16h, no Cinema do Dragão


“O projeto” (Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic. Documentário. 94’. Brasil): Dia 11, sessão das 16h, no Cinema do Dragão


“Viver é melhor que sonhar” (Eduardo Albergaria. Ficção. 105’. Brasil. 2026): Dia 13, sessão das 19h, no Cineteatro São Luiz.


O 36° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema acontece de 7 a 13 de novembro em Fortaleza, com seleção de filmes também no Itaú Cultural Play. Informações: www.cineceara.com. Instagram: @cineceara, Facebook: Festival Cine Ceará. E-mail: contatos@cineceara.com.

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“Clássico-Rei” e “Viver é melhor que sonhar” têm estreia mundial no 36º Cine Ceará

há 2 dias
3 min de leitura
Quatro longas e um curta-metragem brasileiro terão exibição especial no festival cearense

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Cinco filmes terão exibição especial no 36º Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema, que acontece de 7 a 13 de novembro em Fortaleza. Dois dos longas têm sua première mundial no evento. Os outros chegam ao festival depois de um percurso por grandes mostras no país.


Uma das estreias é “Clássico Rei” (Documentário. 91'. Brasil. 2026). Entre histórias, lembranças, opiniões, análises e depoimentos de torcedores, atletas, dirigentes e uma série de personalidades, os diretores Glauber Filho, Joe Pimentel, Wolney Oliveira resgatam uma história centenária de uma das mais tradicionais disputas esportivas entre clubes de grandes torcidas do futebol brasileiro, e a mais importante do esporte cearense: entre Ceará Sporting Club e Fortaleza Esporte Clube. O filme será exibido no dia 10, fechando a sessão das 19h no Cineteatro São Luiz.


No encerramento desta edição, dia 13, no Cineteatro São Luiz, o Cine Ceará exibe “Viver é melhor que sonhar” (Ficção. 105’. Brasil. 2026), antes de sua estreia nos cinemas do país, marcada para o dia 3 de dezembro. O filme de Eduardo Albergaria explora a fase mais intrigante e desconhecido da vida do músico cearense Antonio Carlos Belchior (1946–2017): quando ele renuncia a fama, o patrimônio e desaparece ao lado de Edna, seu grande amor. O filme é protagonizado por Luiz Carlos Vasconcelos e Isabela Garcia, nos papéis de Belchior e Edna.


Belchior também é personagem central do “Alucinação” (Documentário. 74'. Brasil. 2025), dirigido por Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano. Com exibição no 36º Cine Ceará, no dia 9, às 16h, no Cinema do Dragão, o filme segue sua trajetória por festivais após a estreia mundial na Première Brasil do Festival do Rio e Mostra Internacional de SP. Inspirado no álbum homônimo lançado por Belchior em 1976, o filme revisita o Brasil dos anos 70 e provoca uma reflexão sobre os rumos do país de lá pra cá. Para isso, adota um formato inovador: toca o disco na íntegra e colore as canções com imagens que ampliam os seus significados.


No dia 11 às 16h, no Cinema do Dragão, a exibição especial é do longa “O projeto” (Documentário. 94’. Brasil). Road movie de Sabrina Fidalgo, cineasta negra brasileira, e Yvan Rodic fotógrafo suíço branco, o filme investiga os desdobramentos de mais de seis séculos de colonialismo europeu e a perpetuação de suas estruturas no Sul e no Norte globais. Com lançamento comercial marcado para o dia 19 de novembro, mês da Consciência Negra, o longa teve sua estreia no Festival de Cinema de Gramado, abriu o 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e passou pela 50ª Mostra de SP.


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Na noite de abertura, o Cine Ceará exibe “Sul de Teerã” (Documentário. 8’. Brasil-EUA. 2026), curta-metragem de Kleber Mendonça Filho, que recebe na ocasião o troféu Eusélio Oliveira como homenagem por sua contribuição à cinematografia brasileira. O filme acompanha o cineasta Jafar Panahi por Nova York em 2025 enquanto ele reflete sobre sua carreira cinematográfica e a perseguição em seu país natal, o Irã. É um olhar multifacetado sobre cinema e memória que surge de conversas entre Panahi e Kleber Mendonça Filho. O filme teve estreia nacional na 50ª Mostra de SP.


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“Sul de Teerã” (Kleber Mendonça Filho. Documentário. 8’. Brasil-EUA. 2026): Dia 7, sessão das 19h, no Cineteatro São Luiz


“Clássico Rei” (Glauber Filho, Joe Pimentel, Wolney Oliveira. Documentário. 91'. Brasil. 2026): Dia 10h, sessão das 19h no Cineteatro São Luiz


“Alucinação” (Marcos Caetano, Renato Terra e Leo Caetano. Documentário. 74'. Brasil. 2025): Dia 9, sessão das 16h, no Cinema do Dragão


“O projeto” (Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic. Documentário. 94’. Brasil): Dia 11, sessão das 16h, no Cinema do Dragão


“Viver é melhor que sonhar” (Eduardo Albergaria. Ficção. 105’. Brasil. 2026): Dia 13, sessão das 19h, no Cineteatro São Luiz.


O 36° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema acontece de 7 a 13 de novembro em Fortaleza, com seleção de filmes também no Itaú Cultural Play. Informações: www.cineceara.com. Instagram: @cineceara, Facebook: Festival Cine Ceará. E-mail: contatos@cineceara.com.

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