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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"
1325 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"
- Crítica | The Marvelous Mrs. Maisel (5ª temporada)
No entanto, é uma decisão que se mostra lógica e coerente com tudo que vimos nas temporadas anteriores Mesmo dentro de uma certa lógica do feminismo branco, a série sempre foi sagaz em suas críticas às desigualdades
- Crítica | Anistia 79 (15º Olhar de Cinema)
Retorno de Anita Leandro à direção mostra as fissuras e lacunas no processo de anistia que reverberam
- Crítica | Motel Destino
dentro e fora do Brasil, e mesmo ele tendo feito trabalhos notáveis fora do estado e mesmo do país, ele mostra
- Crítica | Todo o Tempo que Temos
nós já sabemos o fim e ele é realmente bonito, com uma tristeza iminente, que ressalta a perda, mas mostra
- Crítica | Pinguim (Minissérie)
icônicos vilões do Batman Foto: Divulgação/ HBO Mesmo aparecendo como um vilão secundário em Batman (2022 O estado crítico de Gotham, a falência das instituições públicas e a ênfase nos “cidadãos comuns” e seu Sim, o personagem é humano, tem momentos redentores, mas a série deixa claro que ele é sim um monstro
- Crítica | Assassinato no Fim do Mundo (Minissérie)
A princípio, parece que no panorama geral há algo maior que interliga os assassinatos e critica a dependência
- Crítica | Guardiões da Galáxia: Especial de Festas
Natal, clichês, bizarrices e Kevin Bacon Divulgação: Disney+ Tenho uma relação ambígua com o Natal: embora adore a data em si (por ser um momento de reunião da minha família para comemorar o aniversário de meu avô), não tenho nenhuma paciência para o período que a antecede e toda a temática envolvida, seja nas decorações, na música ou no cinema. Dito isso, é óbvio que não se poderia esperar uma trama clichê de Natal em um especial de TV dos Guardiões da Galáxia, e é exatamente isso que acontece. Temos aqui um episódio(?)/mini-filme(?) que honra algumas das melhores características dos dois filmes da equipe, embora nem sempre alcance o mesmo charme ou o mesmo nível. Na trama, vemos Drax (Dave Bautista) e Mantis (Pom Klementieff) em busca do melhor presente de Natal para Peter Quill (Chris Pratt), ainda abalado pela ausência de Gamora (Zoe Saldana). Para isso, eles decidem ir à Terra para sequestrar ninguém menos do que Kevin Bacon, herói de infância de Quill conforme aprendemos no primeiro filme. Obviamente nada sai como esperado, e é daí que o especial tira sua força e as suas risadas, especialmente pela forma como Bacon, interpretando a si mesmo, é tratado no decorrer da narrativa. Embora o especial seja menos sobre a equipe em si e mais sobre a parceria de Drax e Mantis, essa se revela uma decisão acertada, visto que a junção dos dois foi um dos melhores acertos do segundo filme e isso se repete aqui. É justo dizer até que Mantis é a verdadeira protagonista desse especial, ainda mais pela conexão que o roteiro de James Gunn estabelece entre ela e Peter. Divulgação: Disney+ Essa conexão é talvez a mais importante informação apresentada aqui, o que é compreensível, pois o especial serve como uma ponte entre os dois primeiros filmes (e Vingadores: Guerra Infinita e Ultimato) e o vindouro terceiro filme que encerrará a atual formação da equipe. Logo, ele escapa da cada vez mais saturada necessidade do MCU de interconectar todos os seus filmes e séries, servindo como uma aventura mais autocontida e despretensiosa que joga suas próprias regras. Isso acaba sendo uma lufada de ar fresco, mas por outro lado não posso deixar de sentir que o formato de especial acaba retirando um pouco do potencial da história aqui apresentada. A duração de cerca de 40 minutos faz com que o roteiro pareça eliminar certas partes que ajudariam melhor na coesão da história, precisando apressá-la em alguns momentos. Além do mais, vejo aqui um problema que já vinha observando em Guardiões da Galáxia 2 e Peacemaker, que é a tendência de Gunn em não saber por um ponto final em algumas de suas piadas, por vezes estendendo-as até que percam a graça. Essas falhas, contudo, não impedem que esse especial cumpra seu objetivo: trazer toda a pieguice e fofura do Natal sob o viés cômico e tresloucado dos Guardiões da Galáxia sob a batuta de Gunn. É clichê e dispensável? Sim, mas nem sempre isso precisa ser um demérito, e o que vemos aqui é mais uma vez a confirmação de que a equipe é uma das melhores preciosidades dentro do MCU. Nota: 3,5/5
- Crítica | The Return Of The Projectionist
que essas ferramentas facilitariam a vida de “todos” nunca irá acabar ou envelhecer, afinal, já em 2022
- Crítica | Não Fale o Mal
O longa pode não resolver o problema geral de Hollywood com seus infindáveis remakes, mas mostra que
- Crítica | Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte
Divulgação Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte é daqueles filmes que tornam difícil separar crítica Ao mesmo tempo, existe uma crítica bastante afiada à própria Hollywood. Hoje, esses filmes podem ser revisitados criticamente justamente porque seus preconceitos também revelam No fim, talvez o verdadeiro monstro nunca tenha sido aquele que saía do lago.
- Crítica | Ainda Estou Aqui (Representante do Brasil no Oscar 2025)
É doloroso assistir a, por exemplo, Argentina, 1985 (2022) e saber que nunca contaremos nossa história
- Crítica | Train Dreams (Festival Sundance de Cinema 2025)
Drama épico é filmado com elegância, mas perde força em meio a divagações Foto: Divulgação Baseado num romance de mesmo nome, a adaptação conta a história de Robert Grainer (Joel Edgerton), um homem comum que viveu em tempos extraordinários do início da expansão ferroviária norte-americana, e trabalhou como temporário no oeste americano no começo do século XX. Tendo que lidar com a distância de sua família e a perda de entes queridos, ele luta para se ajustar a esse novo ambiente em constante mudança. O mais recente filme do cineasta Clint Bentley é um deleite visual antes de qualquer coisa. Não há como passar por Train Dreams sem ser impactado pela beleza plástica do longa. O que o diretor de fotografia Adolpho Veloso faz com o contraste de sombras e com os planos abertos é sem dúvidas o maior destaque do filme. A ponto de em alguns momentos não parecer importar o argumento que deveria amarrar aquelas belas imagens bucólicas estadunidenses. Mas existe sim ali um enredo bem norte americanizado sobre os tempos áureos onde os brancos homens de bem viviam com suas belas e recatadas esposas na mais tranquila paz longe de todos os males contrários ao seu estilo de vida e/ou vindos de fora. A vida do protagonista é contada através de uma narração apática que em nada soma ao encadeamento de fatos, além disso existem causos de personagens paralelos e constantes contemplações que tentam dar um gracejo ao texto – e que pode funcionar bem no livro – mas aqui resultou numa distração em relação à trama do personagem central. A narrativa funciona melhor, para além do protagonista e do contexto geopolítico em si, quando se percebe que o tema central é a passagem do tempo e a instabilidade espontânea que o acaso/destino pode trazer à vida por mais planejada que ela seja. Joel Edgerton veste como ninguém as roupas de época de homem bruto do início do século XX, e desempenha um papel contido, mas que consegue manter a constância necessária para o desenvolvimento da narrativa. E mesmo com um elenco de coadjuvantes de peso, nenhum dos personagens consegue se fazer relevante o suficiente para deixar algum registro no resultado. Em meio a reflexões existenciais e questões de propósito humano, que pendem para uma inocência quase tola, Train Dreams consegue passar sua mensagem e contar a sua história com sucesso, mas sem chamar muito a atenção, mesmo as vezes sendo necessário uns picos de energia. Nota: 3/5












