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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | Pecadores

    Entre Um Drink no Inferno (1996) e A Última Noite (2006), Pecadores não precisa se esforçar para impor Existe uma sequência específica que mostra a fluidez e a força da música através do tempo, que é um dos

  • Crítica | Marte Um (Representante do Brasil no Oscar 2023)

    decorrer do filme, que foi o escolhido para representar o Brasil numa tentativa de indicação ao Oscar 2023 filmes que retratam as periferias do Brasil, a maneira como Martins os conduz com sutileza e dignidade mostra Desde seu primeiro momento, o longa já mostra o seu ritmo, não há nada frenético ou um ápice, ele evolui constantemente uma discussão social sobre o livre-arbítrio e até onde vai o seu limite, e ‘Marte Um’ mostra Por fim, Marte Um é um presente para o público em 2022, e será uma indicação muito bem acertada caso

  • Crítica | Cloud – Nuvem de Vingança (Olhar de Cinema 2025)

    Curitiba, Cloud – Nuvem de Vingança foi uma das três produções dirigidas por Kiyoshi Kurosawa no ano 2024 No fim das contas, não temos monstros, espíritos ou demônios para assombrar Ryosuke (ou talvez tenhamos Que Kurosawa nos mostre isso através da tensão, da violência e até do riso é um dos melhores atestados

  • Crítica | Bailarina

    verdadeiro deleite, e a maneira pela qual a ação desenvolve a personagem mais do que o texto genérico é a mostra originou, o longa e encerra demonstrando o potencial de uma maior autonomia em futuras sequências, e mostra

  • Crítica | Obsessão

    O que sobra é uma crítica amarga à misoginia embutida em certas idealizações românticas, onde o “ser

  • Crítica | Homens Brancos Não Sabem Enterrar (2023)

    Insira aqui seu trocadilho esportivo preferido sobre oportunidade perdida, lance errado, fora da cesta, etc. Foto: Divulgação Remake do marcante filme homônimo de 1992, a comédia apresenta Kamal Allen (Sinqua Walls), um ex-astro do basquete do ensino médio que estava escalado para jogar na NBA - até ser preso no último ano. Agora, quando não está trabalhando como entregador, ele joga basquete “extraoficialmente” por dinheiro. Jeremy (Jack Harlow) jogou basquete para a Gonzaga – e também era cotado pra NBA – quando rompeu os ligamentos dos dois joelhos e se viu viciado em analgésicos, vendendo bebidas desintoxicantes para ratos de academia e treinando aspirantes a astros do basquete. Quando os dois personagens se conhecem, eles percebem que poderão se aliar para conseguir dinheiro em apostas informais e competições. Eu não sou hater gratuito de remakes. Na verdade, sou bem positivista quanto a ideia de se adaptar e, algumas vezes, atualizar uma história que porventura tenha ficado datada, por exemplo. É também uma oportunidade de apresentar o produto original para toda uma geração que talvez não o conheça, ou de revisitar uma ideia, conceito ou mesmo história que mereça uma perspectiva diferente. O lado negativo é que sempre haverá a primeira versão (ou a versão anterior) para se comparar, além do apego emocional do público. Então foi com essa mente aberta que fui ver a nova versão da comédia clássica estrelada por Wesley Snipes e Woody Harrelson. E, de antemão, mesmo com alguns acertos, o filme falha em quase tudo que citei no parágrafo anterior. Primeiro porque faltou liga em cena entre Sinqua e Jack Harlow (que é rapper e está fazendo sua estreia em filmes), e parece que também faltou vontade. Woody e Wesley eram amigos antes de gravarem a primeira versão – inclusive Snipes lutou para seu amigo assumir o personagem que inicialmente seria de Keanu Reeves, os atores estrearam juntos no cinema no filme Uma Gatinha Boa de Bola (1986) e de lá pra cá estiveram em outros três filmes juntos. Foto: Divulgação Segundo, o filme insiste em embasar os protagonistas com detalhes que se mostram desinteressantes (e as vezes desnecessários) para a trama do filme e que algumas vezes estão ali só pra virar piadas curtas e efêmeras. O principal motivo para o personagem Kamal ter largado sua promissora carreira foi o fato dele ter sido preso. Mas isso é citado tão brevemente que quando uma fala no meio do filme lembra que ele foi preso você se pergunta se aquilo já foi mencionado antes. São tantos pormenores inflando um roteiro que deveria ser tão simples que saber se os homens brancos conseguem enterrar se torna só mais uma tiradinha sem a menor graça. Se esse fosse um material original o roteiro talvez imprimisse mais confiança do que demonstra, mas tendo como ponto de partida um dos mais simpáticos filmes de Hollywood, o resultado é tímido. Falta a malícia que o filme dos anos 90 tem, falta até um pouco da sensualidade. E eu não estou dizendo que o roteiro do primeiro é genial ou nada do tipo, ele mesmo tem suas falhas e seus “tapa buracos”, mas é tão fluido e tão azeitado que até os problemas ajudam a dar gracejo e identidade à comédia. Falta leveza e falta carisma. O filme acerta algumas piadas e tem boas sequências de basquete, mas isso não soma força o suficiente para dar corpo à produção. O remake tem energia, mas direciona essa energia para momentos errados deixando o filme tenso e travado sem a menor necessidade. Nota: 2/5

  • Crítica | Idiotas

    anos atrás e faça seus esforços para torná-lo atrativo para o público atual – muito mais puritano e crítico

  • Crítica | Passagem

    Contemporâneo, melancólico e sem muitas reviravoltas, o longa mostra a importância da auto descoberta

  • Crítica | Abigail

    A jovem atriz irlandesa deu um espetáculo em Matilda: O Musical (2022) e mostra de novo que tem potencial

  • Crítica | Armadilha

    sempre do ponto de vista de Cooper (ao menos na primeira hora — mais sobre isso à frente) é um toque de mestre

  • Crítica | Sem Coração

    Coming of age que é o retrato do Brasil Foto: Divulgação 1996, litoral do interior de Alagoas. É dentro desse cenário visual quase paradisíaco e praiano que mergulhamos no longa Sem Coração, lançado no dia 18 de abril em alguns cinemas do Brasil. Destaque no Festival de Veneza, o filme nos apresenta a Tamara, uma jovem que está aproveitando suas últimas semanas na vila pesqueira onde mora, antes de partir para estudar em Brasília. Um dia, ela ouve falar de uma adolescente apelidada de "Sem Coração" por causa de uma cicatriz que tem no peito e, ao longo do verão, Tamara sente uma atração crescente por essa menina misteriosa. Compartilhando seus dias com um grupo grande de amigos, se dividindo entre longos banhos de mar, festas na casa de sua família e visitas às casas vazias e locais abandonados da região, acompanhamos a descoberta e o desabrochar de jovens com vidas, caminhos e perspectivas muitos diferentes. Enquanto uma está prestes a se mudar para Brasília para focar nos estudos, outra precisa trabalhar para ajudar no sustento da família com a pesca, já outro acaba de sair de um centro de detenção para menores e lida com a rejeição e a violência dos seus parentes mais próximos. Dirigido por Nara Normande e Tião, Sem Coração se ambienta bem na década de 1990, misturando um sentimento de nostalgia e amargura que a época passa, fundamental para o desenvolvimento da história. A partir de uma premissa emotiva do coming of age que permeia a trama, há também uma fotografia que se complementa com a narrativa contada, seja por meio da utilização dos mais diversos tons de azul e verde, seja também na inserção de elementos cinematográficos mais fantasiosos que a obra insere nesse universo de tranquilidade praiano, abraçando o realismo e o misturando com a fantasia de modo magistral com um roteiro riquíssimo a tiracolo. Foto: Divulgação Se a quebra dessa tranquilidade, de certo modo, acontece quando uma baleia encalha na praia (quase) deserta, ela também acontece quando Tamara e Sem Coração começam a interagir e de quando a inocência da adolescência começa a ser perdida de diversos modos. Mérito de um elenco adulto forte e de um elenco jovem muito consciente do que está colocando em cena. As atrizes protagonistas Maya de Vicq e Eduarda Samara exalam juntas uma química que potencializa todos os momentos de interação da dupla, especialmente através da simplicidade dos olhares e do toque. Kaique Brito e Alaylson Emanuel se destacam nas cenas mais dramáticas e densas do filme, em atuações contidas mas que muito dizem sobre suas histórias e sobre os temas que o longa aborda sem precisar escancarar na cara do telespectador. Ao mesmo tempo em que parece fácil descrever Sem Coração, parece difícil na mesma medida. Acho que o filme funcionou pra mim como uma brisa onde os cheiros nos trazem memórias de uma época que ficou para trás, mas, que também te recordam de momentos como sentir o primeiro amor e a primeira perda na adolescência. É uma troca de experiências, de dores, de alegrias, de descobertas e também de ser ver e de se entender em tela. Com apenas 1h31 de projeção, quando os créditos sobem, você sente aquele aperto no coração que não sabe se é algo bom ou ruim ou talvez os dois ao mesmo tempo. O título pode enganar, mas, é um dos filmes com mais coração (perdoe-me pelo trocadilho) que eu já vi. O coração é imenso, pulsa e nos abraça com todos os sentimentos que a juventude pode ter. "- e tu vai viver com medo?" "- ja vivo." Nota: 5/5

  • Crítica | Napoleão

    Ridley Scott dirige grandiosa caricatura mais preocupada com símbolos do que com fatos Foto: Divulgação Napoleão é um épico de ação que procura representar a ascensão e queda do icônico imperador francês Napoleão Bonaparte (Joaquin Phoenix). Se exibindo numa produção cinematográfica de grande escala orquestrada pelo lendário diretor Ridley Scott, o filme captura a jornada incansável de Bonaparte ao poder através do prisma de seu relacionamento volátil e viciante com Josephine (Vanessa Kirby), mostrando suas táticas militares e políticas, visionárias e fracassadas, que o fizeram conquistar e explorar parte da Europa e da África. Não sei se foi intencional do diretor – certamente que não – querer lançar um filme sobre um militar político com mania de grandeza, problemas de insegurança e mentalmente instável em meio ao contexto que o continente americano de alto a baixo vem enfrentando, mas o timing é ironicamente certeiro. E dá um alívio ver que Ridley Scott não quis fazer uma homenagem cheia de louvor e glórias deslavadas. É claro que o nome Napoleão conseguiu grandes feitos históricos e muitos deles estão filmados, mas Scott parece se importar bem mais com o personagem do imaginário popular do que com a personalidade documentada. A representação do filme beira o pastiche, e os melhores momentos inquestionavelmente são quando Joaquin Phoenix liga o f* e interpreta um Napoleão caricato, mas ao mesmo tempo sem extravagâncias (e sem se importar nem com sotaque); e catatônico, mas ao mesmo tempo concentrado e calculista. Não menos competente está Vanessa Kirby que, mesmo tendo uma participação que poderia ter sido mais valorizada, vive uma Josefina que no pouco tempo que aparece consegue ter camadas bem expostas e distintas. Foto: Divulgação Já é certo que haverá uma versão do diretor de 4h de duração, e, ao saber disso, fica respondido o porquê de alguns cortes abruptos em momentos que trariam mais profundidade ao desenvolvimento do personagem principal. Porém, apesar disso, o ritmo não é comprometido. Mesmo quando o tom pesa mais para o drama, logo em seguida ele se equilibra com notas de humor, ironia e muita guerra. Porque não se engane, é um drama de guerra com alguns bons minutos de cenas colossais de conflitos muito bem ensaiadas e filmadas da maneira que poucos conseguem igual ao experiente diretor. O imagético é o principal obstáculo do longa-metragem. A fotografia de Dariusz Wolski, mais uma vez, não consegue trabalhar a pregnância das sombras e o excesso de filtros mata todas a vivacidade das cores que poderia dar uma identidade mais impositiva e marcante ao visual. O roteiro de David Scarpa não esconde ser uma adaptação. E essa é a grande chave do filme. A releitura, a interpretação e a construção quase mitológica que passa por cima do concreto para consolidar uma figura. Mas ao mesmo tempo que contando um conto aumenta vários pontos, não esquece de colocar no centro de uma lente microscópica que o mito é apenas um homem com questões mal resolvidas de obsessão e poder, e que o herói é um frágil ser humano com obsessões inconsequentes quase que infantis por domínio. Nota: 4/5

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