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Resultados da busca por "mostra 2026"

927 resultados encontrados para "mostra 2026"

  • Festival de Cinema de Gramado 2023 divulga os seus primeiros filmes selecionados

    Confira a lista dos primeiros títulos anunciados para o Festival de Cinema de Gramado 2023: LONGAS-METRAGENS

  • Crítica | O Território (Citronela DOC - Festival de Documentários de Ilhabela 2022)

    Lutando pela própria existência em meio a uma sociedade corrompida pela falta de empatia Divulgação: National Geographic A luta dos povos indígenas persiste desde a chegada dos portugueses ao Brasil, e, quando em 2018, para a vaga de presidência, ganhou o candidato que representava o avanço de tudo que havia de ruim, já se acendeu um alerta de que o país entraria em um período deturpado e de governabilidade excludente para quem não fosse rico ou branco. Bem antes disso já se ouvia os discursos acalorados contra demarcação de terras, o ódio escancarado contra indígenas e outras minorias, até que, mesmo após falas horrendas e de cunho depreciativo contra qualquer pessoa com o mínimo de decência, foi eleito o novo presidente. Com esse resultado, vieram os desmontes em diversas áreas do setor ambiental e de cuidado com Amazônia e natureza de modo geral, algo que foi se agravando mais e mais, e com a nomeação de um ministro do meio ambiente que tinha total intuito de destruí-lo em prol dos próprios bolsos, o pesadelo aumentou exponencialmente. O aumento de queimadas em regiões outrora de preservação e o aparelhamento com órgãos fiscalizadores para que se fizesse a famosa ‘vista grossa’, fizeram com que cada vez mais indígenas sofressem perdendo territórios e na maioria das vezes a própria vida. ‘O Território’, documentário produzido por Darren Aronofsky e Sigrid Dyekjaer e com direção de Alex Pritz, acompanha os Uru-eu-wau-wau, uma comunidade indígena no norte de Rondônia, e sua luta contra o desmatamento que se aproxima com rapidez da área demarcada onde vivem. Luta não somente pela preservação de sua terra, mas da própria existência. Com uma visão intimista sobre o cotidiano dos Uru-eu-wau-wau, a produção nos coloca dentro da situação de maneira que possamos enxergar a gravidade disso tudo de forma crua e sem qualquer maquiagem. Divulgação: National Geographic A nossa Amazônia é, por enquanto, ainda extremamente bonita, com uma extensão de florestas e rios, ela é como um paraíso que merece toda a preservação. Toda essa beleza foi transmitida para as telas neste documentário, que tem uma fotografia sublime e encantadora, e traz uma qualidade visual ímpar para a obra. A produção soube explorar com exuberância o poder que a natureza tem, repassando um aconchego e um desejo de estar ali naquele meio. O que agrega ainda mais valor a isto é a trilha, que veio simples e bem elaborada dentro da proposta do que o documentário queria mostrar ao público. Com um propósito óbvio desde seu início, ele aborda a temática mostrando a ação dos dois lados, explorando as possíveis motivações por trás das atitudes das pessoas que cometiam queimadas, e como isso estava muito acima deles. Fica claro o uso de peões menores para alardear o pânico enquanto os verdadeiros beneficiários agiam de longe. O ápice do documentário é, sem sombra de dúvidas, a infelicidade de registrar enquanto era produzido a morte de um membro importante dos Uru-eu-wau-wau, e a tristeza que isso desencadeia na comunidade. A maneira como eles reagem a esse evento trágico causado pelo homem branco, apesar de dolorosa é também bonita, a forma como eles enxergam a passagem de um de seus membros e como buscam força nisso para prosseguir na causa com mais afinco. 'O Território' é um documentário cru e objetivo, que usa da arte e das qualidades técnicas para transmitir algo tão importante. Além da mensagem, é bonito também poder conhecer um povo que enxerga a natureza como parte de si e o respeito que têm com tudo ao seu redor, o tratamento que dão à sua terra e a importância gigantesca que veem nela. Enquanto para o outro lado aquele território só é visto como uma possibilidade de lucro e benefícios que só surgiriam com a destruição do local e seus moradores. É, acima de tudo, uma produção urgente e necessária, que dá luz sobre os malefícios enfrentados atualmente em escala nacional. Nota: 5/5

  • Filme pernambucano é o grande vencedor do Festival do Rio 2022

    produções nacionais exibidas, a 24ª edição do Festival do Rio anunciou os vencedores do Troféu Redentor de 2022 Confira abaixo os vencedores do Festival do Rio 2022: PREMIÈRE BRASIL • Melhor Longa (Ficção): Paloma

  • Melhor Filme Internacional do Oscar 2025: Inscritos da América Latina

    a pouco mais de um mês de conhecer a pré-lista da categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2025 Então, vamos lá, confiram os filmes inscritos pelos países da América Latina para o Oscar 2025: • Argentina Foto: Divulgação A pré-lista de Melhor Filme Internacional do Oscar 2025 será divulgada pela Academia

  • Crítica | It Was Just an Accident (TIFF 2025)

    vez, com seu novo longa It Was Just an Accident, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2025

  • Oscar 2027: sete filmes ganham elegibilidade para Melhor Filme Internacional após vitórias em festivais

    entrem na disputa mesmo sem serem escolhidos oficialmente por um país Divulgação A partir da edição de 2027 exemplo, neste ano, poderíamos ter tido dois filmes brasileiros na disputa por uma indicação ao Oscar 2027 Caso Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins, tivesse conquistado o prêmio da mostra competitiva Primeiro longa dirigido por Theja Rio, Angh conta majoritariamente com um elenco indígena Naga e venceu a mostra Com a vitória, tornou-se o último título de 2026 a conquistar elegibilidade pela nova regra criada pela

  • Prêmio Grande Otelo 2025 consagra 'Ainda Estou Aqui' como maior vencedor da história

    das Artes, no Rio de Janeiro, foi palco de uma das maiores celebrações do cinema nacional: a edição 2025 artistas e profissionais de diversas áreas para homenagear as melhores produções do último ciclo [maio de 2024 -abril de 2025]. Uma História da Mostra de São Paulo Melhor Série de Animação Astronauta Cosmo, o Cosmonauta Gildo Irmão Animação A Menina e o Pote Eu e o Boi, o Boi e Eu Eu Sou um Pastor Alemão Hoje Eu Só Volto Amanhã Menino Monstro

  • Confira alguns dos filmes que estão presentes na seleção do Festival de Cinema de Toronto 2022

    seleção que consta mais de 200 filmes, aqui estão listados os primeiros anúncios feitos para o TIFF 2022 Primeiramente, os filmes que terão sua ESTREIA MUNDIAL no TIFF 2022 são… • The Swimmers (Sally El Hosani devastada pela guerra para uma nova vida na Europa – e a chance de competir nos Jogos Olímpicos de 2016

  • Crítica | The Things You Kill (Festival Sundance de Cinema 2025)

    “Ninguém é ressentido por natureza” Fonte: Divulgação Ali (Ekin Koç), um professor universitário de Literatura turco, fica confuso com as circunstâncias suspeitas da morte de sua mãe doente. Durante seu processo de luto, Ali revela seu ressentimento por seu pai distante (Ercan Kesal) e faz amizade com um jardineiro chamado Reza (Erkan Kolçak Köstendil), com quem cria um vínculo pessoal profundo. O argumento deste filme turco é uma proposta de narrativa, rica, instigante e multifacetada que gerou um roteiro incisivo, espero e prático. Prático porque ele é cheio de frases de efeitos prontas, mas que são usadas com tanta precisão e perspicácia que não soam artificiais nem deslocadas. Frases que vão ser base para o enredo, como a que citei no subtítulo deste texto; frases de contexto social e frases de alfinetadas políticas (diretíssimas para os EUA). Dualidades e paradoxos humanos refletidos em laços familiares são o centro da história que se desdobra em incontáveis camadas sólidas de subtemas, todos bem conectados. E a frase destacada resume e definem a raiz de toda a estrutura enigmática do longa. Fonte: Divulgação O cineasta iraniano Alireza Khatami entrega um filme complexo montado em cima de um suspense que ultrapassa os limites do real. Bem calculado e perfeitamente executado, tudo em cena é importante, o dito e o não dito, o visto e o não visto. Não é à toa que Ali leciona Literatura. Não é à toa que o longa abre com um relato de um sonho. É um filme inteligente, intrigante e com muito pano pra manga quanto aos assuntos que contempla. Conhecemos Ali, sua personalidade, seu passado e seu presente, através dos vários personagens que o cercam. Sua esposa, sua mãe, seus alunos, sua médica, seu chefe, suas irmãs e seu pai. Eles definem quem Ali é como sua vida está: aos pedaços. Tudo funciona exatamente diferente do planejado. A impressora trava na sua vez de usar. O sítio não tem água. Sua disciplina será descontinuada. A mãe doente morre. Ele descobre que é infértil. E ainda assim ele se mantém numa calma nervosa. Há, no entanto, dois elementos que fazem com que Ali mude: a chegada do jardineiro misterioso e a descoberta de segredos sobre seu pai. Estes elementos estão intrinsecamente ligados como causa e consequência. Essas duas personas são responsáveis por todas as ações do início ao final. Durante suas aulas de tradução, Ali explica aos alunos a importância do texto adaptado para outros cenários, locais e contextos, ele fala sobre linguagem fática, fala sobre sentido, sobre interpretação, sobre morte, sobre rumor. Tudo é importante, tudo é relevante para o quebra-cabeças daquele personagem, e para rechear as charadas mais evidentes do filme. Para além disso, o elenco é um primor. Ekin Koç e Erkan Kolçak Köstendil funcionam bem de forma individual para ditar as mudanças no tom do filme, e operam ainda melhor quando dividem cena com uma dinâmica fluida e condizente com cada situação. É um filme para ser revisto com a atenção curiosa de uma revisão, e ainda assim não perderá o encanto e os efeitos surpresa. Nota: 4,5/5

  • Crítica | La Virgen de la tosquera (Festival Sundance de Cinema 2025)

    Neste aspecto lembra uma versão mais sutil e dosada do malaio Tiger Stripes (2023).

  • Crítica | Nem Toda História de Amor Acaba em Morte (Olhar de Cinema 2025)

    Acertando numa representatividade surda que transcende as telas, longa constrói história LGBTQIA+ singela, mas não se esforça para ir muito além disso. Imagem: Divulgação Clichês são empregados por uma razão: eles dão certo. Especialmente em gêneros como o romance e a comédia romântica, muitas vezes sabemos como a história vai se desenrolar, quais conflitos se delinearão no decorrer da narrativa, mas ainda assim somos atraídos pela universalidade do amor. Mas se o amor é universal, então pessoas LGBTQIA+ também não têm direito a vivê-las, com todos os clichês que lhe são devidos? Nem Toda História de Amor Acaba em Morte, longa paranaense de Bruno Costa, opera na consciência desses clichês, mas se apropriando deles para contar a história de amor entre duas mulheres: a professora de meia-idade, recém-separada, Sol (Chiris Gomes) e Lola (Gabriela Grigolom), uma jovem mãe surda cuja filha é uma das alunas de Sol. Contudo, esta ainda vive sob o mesmo teto que seu ex-marido Otávio (Octavio Camargo), o qual se vê forçado a mudar de vida com o fim do casamento e o novo relacionamento de sua ex-mulher. Desde o início, o longa se distingue sobretudo na maneira como aborda e representa a população surda, num esforço de representatividade que vai para muito além da integração desses personagens e suas vivências à narrativa, mas também com a presença de intérpretes de Libras para os diálogos dos filmes. Se a presença de seus ícones nos cantos da tela pode desviar a atenção no começo, logo se torna natural, o que é um grande mérito do filme – e um aprendizado a ser seguido por outras produções, tenham elas ou não personagens surdas. Mas para além desse cuidado, Nem Toda História de Amor Acaba em Morte não foge muito do que seu título aponta: esta é uma história clichê sobre novos amores, mas que evita o tropo das tragédias que normalmente se abatem sobre casais LGBTQIA+. Porém, a construção do relacionamento de Sol e Lola se dá de maneiras um tanto abruptas (que alguns poderiam dizer que é uma questão clássica de relacionamentos lésbicos, mas não parece ser intencional da parte do filme), e em diversos instantes a própria construção de Sol torna a personagem um tanto desagradável e alguém difícil de torcer, mesmo que a ideia seja de que estamos diante de alguém cansada de assumir uma postura passiva na vida e que quer reagir. Mas quando, mesmo que não intencionalmente, nos vemos tendo mais simpatia pelo arco de Octávio do que o das protagonistas (o que é potencializado pelo fato de Octavio Camargo roubar a cena sem esforço), fica claro que em algum lugar o filme perdeu a mão na sua proposta. Ainda assim, não faltam méritos a Nem Toda História de Amor Acaba em Morte em conseguir trazer a representatividade surda e LGBTQIA+ para uma história de apelo universal. É engraçado, fofo e leve, mas não se propõe a ir além disso – e para alguns isso é ótimo. Mas, ainda que não caiba a ele reinventar a roda dos romances e dos romances LGBTQIA+, sua singeleza não é exatamente o que o fará ser memorável. Nota: 3/5

  • ‘Feito Pipa’, de Allan Deberton, é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2027

    dirigido por Allan Deberton, foi escolhido para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar 2027 consecutivo, um filme nordestino representa o Brasil na corrida do Oscar de Melhor Filme Internacional. 2026 : O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (PE) 2027: Feito Pipa, de Allan Deberton (CE) Além disso : Fernanda Torres (Ainda Estou Aqui) • 2026: Wagner Moura (O Agente Secreto) • 2027: Lázaro Ramos (Feito A cerimônia do Oscar 2027 está marcada para 14 de março de 2027.

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