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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | Moonage Daydream

    sonora, juntando-se a Tony Visconti (produtor e braço direito de Bowie de 1968 até a morte do cantor em 2016

  • Crítica | Hackers no Controle

    Filme holandês original Netflix promete muita ação e perseguição, mas entrega história monótona e cansativa Divulgação: Netflix Filmes e séries sobre hackers ou crimes cibernéticos geralmente chamam a atenção do público e costumam ser bons longas de ação, divertidos e ótimos para passar o tempo. No trailer, a ideia dada ao telespectador é a de que "Hackers no Controle" poderia ser um daqueles clássicos a passar na Temperatura Máxima, para assistir logo depois do almoço com a tradicional preguiça de domingo. Porém, infelizmente, não é isso que o filme entrega. Sendo o primeiro filme de ação holandês com o selo original Netflix, "Hackers no Controle" acompanha a trajetória de Mel Bandison, uma hacker que ao fazer seu trabalho checando o sistema de um ônibus autônomo de alta tecnologia acaba desarmando outro hacker, e com isso derruba involuntariamente uma rede criminosa internacional. Como consequência disso, Mel se vê alvo de uma armação e é acusada de um homicídio que ela não cometeu. Daí em diante, a protagonista é obrigada a fugir da polícia enquanto se esconde dessa rede criminosa. Lendo a sinopse já é de se imaginar o rumo que a trama seguirá, e dá para entender que a premissa e o roteiro não prometem nada de inovador ou extraordinário, mas a esperança é de que seja, pelo menos, um bom filme de ação. Contudo, a ação pela qual ele é vendido simplesmente não acontece, e praticamente todas essas cenas são mostradas no trailer. Divulgação: Netflix A personagem principal, Mel Bandison, é uma hacker inteligente e foda, mas o roteiro a coloca em situações muito estúpidas que claramente não aconteceriam com aquela pessoa. Além disso, fica óbvio que o texto teve zero preocupação em construir bem o background dessa e do outro personagem, Thomas Deen, que são aqueles com maior tempo de tela. São criados, assim, personagens rasos com os quais o telespectador não se importa ou dá a mínima para o destino deles durante o filme, pois, só parecem ser dois estranhos correndo de um lado para o outro sem saber o que fazer. Em alguns momentos a história se arrasta, principalmente quando chega ao segundo ato, e mesmo tendo só uma hora e meia ele fica bastante cansativo. No que diz respeito à ação, os personagens ficam correndo a todo momento na tentativa de dar uma sensação de rapidez, perigo e urgência, mas isso não acontece tanto porque essas cenas são curtas e duram muito pouco, quanto pela trilha sonora que é medíocre e não contribui em quase nada para melhorar algo que já não era tão bom. O filme começa a se ajeitar e melhorar somente no terceiro ato. É quando a ação de verdade começa a acontecer, a relação entre os personagens melhora e a história parece seguir algum rumo. Porém, já não tem mais tempo e tudo acaba sendo muito corrido e acelerado. Por fim, quem for assistir esperando uma boa ação para passar o tempo provavelmente irá se decepcionar muito. Durante quase todo o tempo, o filme parece que não anda para nenhum lugar e não caminha para construir uma boa história. Além disso, a direção das cenas ação - as poucas que tem - é travada e não te colocam na trama. Não foi dessa vez que a Netflix conseguiu emplacar mais um acerto. Nota: 2/5

  • Crítica | Inside Man

    Minissérie interessante com grandes nomes do entretenimento não emplaca na Netflix Divulgação: Netflix Lançada no início do mês na Netflix, a minissérie “Inside Man” não foi tão comentada pelo público em geral, mesmo tendo chegado ao ranking de mais assistidas da semana. Criada e dirigida por Steven Moffat (Sherlock e Doctor Who), a premissa da série se divide em seus quatro episódios e foca em uma questão central: o que leva uma pessoa a cometer um assasinato? Na trama, dividida entre Estados Unidos e Inglaterra, conhecemos os seus personagens centrais. Nos EUA, Jefferson Grieff (Stanley Tucci) é um prisioneiro no corredor da morte em busca de redenção antes que seja executado pelo sistema após assassinar, a sangue frio, sua esposa. Já na Inglaterra, a jornalista Beth Davenport (Lydia West) está em busca de uma nova história e em um vilarejo, o vigário Harry Watling (David Tennant) encontra a professora particular de matemática Janice Fife (Dolly Wells) em uma estação. Divulgação: Netflix Cada uma enfrenta dilemas morais que podem levar a um crime e as histórias centrais que permeiam a trama vão se conectando com o decorrer da minissérie. Seu forte, sem dúvidas, é o elenco. David Tennant é muito bom em criar personagens repletos de nuances e aqui não é diferente, pois, Harry é um personagem que consegue despertar os mais variados sentimentos no telespectador, desde empatia ao ódio extremo. Tucci também segue fenomenal e sustenta uma parte menos explorada, porém importante, do arco da trama. Moffat, com suas sempre mirabolantes ideias, consegue prender o telespectador de uma forma surpreendente por meio desta trama policial. Os jogos mentais com telespectador, por meio de um roteiro bem capcioso dão o tom a minissérie, que se perde em alguns momentos com tantas voltas e reviravoltas. Mas, mesmo assim é uma boa opção para quem é fã de um bom thriller. Essa narrativa arquitetada sobre a capacidade de matar dos seres humanos é, sem dúvidas, algo que faz o telespectador pensar e deixa a trama mais audaciosa e inteligente, afinal, ”Todo mundo é um assassino. Só precisa de um motivo bom em um dia ruim”. E é nesse jogo de xadrez, sempre a um passo à frente de quem assiste, que Moffat se destaca. Nota: 3,5/5

  • Crítica | Devoradores de Estrelas

    Um blockbuster simpático e esperançoso que tem em seus personagens o seu maior trunfo. Divulgação Em meio à onda incessante de remakes, legacy sequels, adaptações em live-action de animações – ou de videogames e produtos de outras mídias – e tudo mais que escancara a falta de criatividade de Hollywood e sua busca desesperada por novas IPs (como brilhantemente apontado por minha colega Aianne neste texto), é cada vez mais raro ver blockbusters que confiam no poder de sua estrela principal para conduzir um filme inteiro. Uma das poucas exceções dos últimos anos foram Tom Cruise e Top Gun: Maverick, e mesmo o ator não conseguiu repetir o feito com os dois últimos Missão Impossível. Nesse sentido, o sucesso que Devoradores de Estrelas vem fazendo se torna ainda mais curioso quando nos lembramos que o último filme de Ryan Gosling, O Dublê (que eu adoro) foi também um veículo para seu estrelato e fez uma bilheteria bem abaixo do esperado. Talvez diga um pouco das tendências atuais do público – ou da saturação dos modelos que listei no primeiro parágrafo – que tenhamos como segunda maior bilheteria do ano até o momento um longa-metragem de 2h30 ancorado sobretudo na relação de um astronauta e um alienígena em formato de rocha. Mas antes que Rocky (o alienígena) entre em cena, temos um primeiro ato que estabelece a premissa do filme: o Sol, assim como outras estrelas, está sendo vítima de uma espécie molecular alienígena, os astrófagos, que consome seu calor, o que fará com que a Terra resfrie entre 10ºC e 15ºC nas próximas décadas, extinguindo no mínimo metade da população mundial. Ryland Grace (Gosling), um professor que foi descredibilizado por defender a tese de que outras formas de vida podem prosperar mesmo sem a existência de água num planeta, é recrutado para o misterioso Projeto Hail Mary, que enviará uma nave espacial até Tau Ceti, a única estrela imune aos astrófagos, mesmo que se trate de uma viagem sem passagem de volta. É inevitável não tecer comparações entre Devoradores de Estrelas e Perdido em Marte, de Ridley Scott. Não só porque ambos são adaptações de livros do mesmo autor, Andy Weir, mas por serem ficções científicas de cunho mais leve (inclusive na maneira como expressam o didatismo científico necessário à compreensão da trama), com fortes doses de humor e estreladas por atores carismáticos e renomados. Lá, porém, havia um elenco estelar servindo de coadjuvante ao protagonista de Matt Damon; aqui, mesmo que tenhamos nomes como Sandra Huller, Lionel Boyce e Ken Leung, o protagonismo é quase que inteiramente de Gosling. E de Rocky, é claro. Se a direção de Phil Lord e Christopher Miller (voltando à cadeira de direção depois de mais de uma década) no início aposta em cortes rápidos – até demais – para expressar a desorientação de Grace ao acordar na nave depois de mais de uma década de viagem, aos poucos ela se assenta para dar conta das idas e vindas temporais, intercalando a jornada do personagem em redescobrir suas memórias com os flashbacks que mostram como ele foi parar no projeto. Mesmo com uma trilha sonora cativante de Daniel Pemberton (evocando o trabalho de Hans Zimmer em Interestelar e de Steven Price em Gravidade), Lord e Miller inteligentemente sabem usar o silêncio do vácuo ou dos interiores da nave para conferir ainda mais peso à vastidão do espaço, ainda que boa parte do filme se ambiente em espaços fechados, seja a nave (com um trabalho de direção de arte magnífico) ou na Terra, apresentada numa paleta de cores cinzenta e melancólica que contrasta com a cor encontrada no espaço, sobretudo no planeta Tau Ceti-E – onde o filme encontra seus melhores momentos, inclusive). O cuidado com o som do filme se estende para a própria figura de Rocky, que antes de ganhar sua “voz” se comunica com sons e estalidos que fariam Ben Burtt (designer de som e dublador de personagens como R2-D2 e Wall-E) se orgulhar. Quando ele enfim passa a ser dublado com a voz robótica de James Ortiz, ampliando ainda mais sua comunicação com Grace, é a oportunidade do filme enfim encontrar sua alma e coração na relação e amizade dos dois personagens. Tal qual o ET de Spielberg ou o Grogu de The Mandalorian, Rocky chegou para ingressar o panteão dos alienígenas mais queridos e adorados do audiovisual. Divulgação E nisso reside a magia e o milagre do cinema: nos emocionarmos com um alienígena rochoso sem rosto, com a amizade genuína construída entre ele e Grace. Este, nas mãos de Gosling, é uma oportunidade do ator flexionar tanto seus talentos cômicos quanto dramáticos, o que permite que ele não necessariamente repita o que já vinha fazendo em O Dublê ou Barbie. Seu timing para a comédia física continua ali, ou os gritinhos (que me fazem lembrar do seu personagem em Dois Caras Legais, ainda meu papel favorito da sua carreira), mas também há uma expressão genuína da gama de sentimentos que perpassam o personagem em face das decisões difíceis que precisa tomar. Ainda que o filme acabe se excedendo na duração, ou perdendo força após a dita sequência de Tau Ceti-E (sobretudo nos flashbacks, que diluem o impacto climático da obra), ele sempre se encontra no trato dado aos personagens. Isso é visto nas sequências no passado – a cena de Huller cantando Sign of the Times é uma das mais bonitas do filme todo, e curiosamente conversa com a de Emily Blunt cantando Against All Odds em O Dublê –, mas é inegável o quanto o filme sempre cresce ao centrar-se em Grace e Rocky. Não é à toa que os flashbacks se tornam mais escassos à medida que o longa progride (ao ponto de se tornarem uma pequena interferência nos quarenta minutos finais), porque Lord e Miller vão assumindo a confiança de que essa relação cativará o público. Portanto, mesmo com seus percalços narrativos, Devoradores de Estrelas resgata o espírito de um tipo de cinema industrial que tem sido cada vez mais incomum nesta década, embora o fosse nas décadas passadas. É satisfatório ver que ainda há espaço para um cinema grandioso e intimista em igual medida, otimista para tempos tão cínicos e desesperançosos, e que não precisa de multiversos ou easter-eggs para apreender a atenção do seu público. Apenas o star power de Ryan Gosling e de um alienígena. Nota: 3.5/5

  • Crítica | A Revolução dos Bichos

    pano de fundo e ideologia têm sido amplamente debatidos, visto que ele foi escrito para expressar as críticas Aspectos das críticas do autor estão ali, ainda que repaginados – sobretudo nas figuras humanas do Sr

  • Crítica | Close

    A introdução do longa nos mostra uma ambientação de segurança e inocência entre os dois, em que nada

  • Crítica | Que Horas Eu Te Pego?

    Jennifer Lawrence mostra toda sua versatilidade nessa comédia que só quer te fazer rir Foto: Divulgação Graças ao imenso carisma e talento de Lawrence, que se mostra tão boa em uma comédia despretensiosa como essa quanto em um dramas mais pesados, como o recente Passagem (2022).

  • Crítica | Fazendo meu Filme

    Primeiramente preciso confessar que não sei se quem escreve essa crítica hoje é a Gabriella Ferreira

  • Crítica | Meu Policial

    ele se torne ainda menos atrativo, ao tentar repassar uma sensação de intimidade e visceralidade, ele mostra

  • Crítica | Pânico 7

    franquia é alto, afinal, os quatro primeiros filmes são dirigidos por um homem que é considerado um mestre A trama tenta caminhar para uma crítica aos deep fakes, a inteligência artificial e as relações parassociais No fim das contas, Pânico 7 evidencia que a franquia chegou a um ponto crítico em que repetir fórmulas

  • Crítica | Priscilla

    Uma história fadada ao fracasso Foto: Divulgação Que Elvis Presley é uma figura marcante na história da cultura pop é inegável! A veneração de algumas pessoas por sua trajetória artística é comum com qualquer artista grande do meio, mesmo com todas as polêmicas envolvidas. O imaginário e o desejo tomam conta e fazem daquela figura ainda maior e inalcançável. É a partir daí que Priscilla resolve pegar seu gancho. Baseado no livro Elvis e Eu, de Priscilla Beaulieu Presley em parceria com Sandra Harmon, o longa escrito e dirigido por Sofia Coppola ganhou a sua vez nas telas de cinema. Sem fazer muitos rodeios; o filme tem uma dinâmica um tanto cansativa. Inicialmente parece um recorte de vários momentos rápidos com ar de introdução para chegar ao seu foco e caminhar para o ápice, mas no decorrer do tempo se percebe que aquele é realmente o ritmo escolhido para contar a história. Um grande turbilhão de passagem de tempo para tentar mostrar tudo que Coppola queria, mas sem um trabalho preciso na linearidade, transformando-o em um compilado de momentos reativos em relação à figura de Priscila Beaulieu, mas sem um tempo de história entre eles. Apesar de remontar todo o relacionamento abusivo da parte de Elvis para Priscilla, a preocupação maior parecia querer mostrar todos os instantes possíveis ao invés de construir uma trama bem escrita e elaborada. A direção de Sofia Coppola tem um foco maior em Cailee Spaeny e suas reações, mostrando ali toda a solidão de uma jovem deslumbrada pelo amor figurativo de um personagem desejado pelo mundo todo. Spaeny até dá uma segurada em vários desses momentos, o desamparo e a tristeza se tornam visíveis sem precisar de muito esforço, mas quando pede alguma emoção mais aprofundada que não precise só da reação à distância, ela falha. Foto: Divulgação Como Jacob Elordi já havia anunciado em entrevista, a única coisa de Elvis que ele conhecia vinha de Lilo e Stitch, e no longa entendemos o porquê de não haver necessidade de ele se aprofundar na figura pública e artística que foi Presley. O que vemos é uma versão fora dos palcos e dos holofotes, de um homem em busca de uma sombra para lhe acompanhar durante a vida, mas que, ao mesmo tempo, não se contenta com o que ele próprio montou. Diferente de Spaeny, Elordi não precisa se esforçar para mostrar alguma reação, pois, as emoções de seu personagem aqui são distantes e quase irrisórias na trama, porém, ainda assim consegue entregar uma atuação aceitável. Quanto à trama, parecia haver história demais para pouco desenvolvimento. O roteiro, como dito antes, se remonta em cima de recortes sem trabalhar seu drama com maior coesão. Apesar de válido, isso faz dele um trabalho quase amador, que não sabe como se contar em volta dos abusos mostrados. Frases conhecidas parecem não achar seu momento dentro do longa e são soltas de forma quase aleatória, como um “ela é madura demais para a idade que tem”, em relação ao interesse de um Presley de 25 anos numa estudante de 15. Na parte técnica é onde a produção se sai mais bem-sucedida, ela tem uma direção de arte bem orquestrada, um figurino digno para um filme de época e a maquiagem bem trabalhada. Essas três coisas junto à trilha sonora tímida são o que dão um visual gostoso de assistir, mas que ainda assim não sustenta a obra toda. De maneira geral, ele não alcança um nível alto e nem é um filme brilhante ou inesquecível, e assim como romance nada poético ou de fadas de Elvis e Priscilla, ele já nasce fadado ao fracasso, e é no máximo algo para assistir quando tiver tempo livre. Nota: 2,5/5

  • Crítica | Elite (7ª temporada)

    Isadora (Valentina Zenere) se mostra disposta a deixar os dramas do passado para trás e assumir os negócios Surpreendentemente sem se envolver com ninguém, ela se mostra à altura (e as vezes superior mesmo) do

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