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Resultados da busca por "mostra 2026"

927 resultados encontrados para "mostra 2026"

  • Crítica | A Semente do Fruto Sagrado

    Dando uma explicação macro, em 2022, a estudante Mahsa Amini, de 22 anos, morreu após ser detida pela

  • Crítica | Sra. Harris Vai A Paris

    No entanto, ao chegar lá, o ambiente da alta costura não se mostra disponível e acessível a Ada, que Seja pela fotografia inebriante ou pelo figurino impecável, e indicado ao Oscar 2023, diga-se de passagem

  • Crítica | Scarpetta

    Ainda assim, séries de excelência como Succession (2018), Fleabag (2016), Veep (2012), Atlanta (2016) e Ruptura (2022) tornaram-se cada vez mais frequentes — resultado direto da corrida competitiva entre De True Detective (2014) a Bad Sisters (2022), passando por Sharp Objects (2018), Mare of Easttown (2021 É o caso de Scarpetta (2026), novo thriller do Amazon Prime Video, inspirado na popular série de romances ), The Perfect Couple (2024), The Undoing (2020) e Big Little Lies (2017).

  • Lázaro Ramos diz que Feito Pipa propõe uma "pedagogia do afeto" ao discutir masculinidade

    A gente mostra que esse personagem tem afeto pelo filho, que ele gosta do filho, mas que tem uma rigidez de Cinema para representar o Brasil na disputa por uma vaga em Melhor Filme Internacional no Oscar 2027

  • Cineasta de Sergipe é selecionado para formação internacional promovida pelo ator Antonio Banderas

    Talent, programa internacional de formação audiovisual que acontece entre os dias 5 e 14 de março de 2026 Possui especialização em Direção pelo Centro Afrocarioca de Cinema (2020) e em Roteiro pela EICTV (2023 Em 2020, venceu o LAB Negras Narrativas com o curta-metragem Ímã de Geladeira, exibido em festivais como a Mostra de Tiradentes, o Festival de Gramado, o Chicago Latino Film Festival, o Seattle Black Film

  • Crítica | Vidas Passadas

    protagonistas masculinos quem talvez brilhem mais: Teo Yoo entrega uma das atuações mais marcantes de 2023

  • Crítica | Vulcões - A Tragédia de Katia e Maurice Krafft

    Quando o cinema nos permite imergir nas possibilidades do amor (e da obsessão) Foto: Divulgação Toda vez que me ponho a pensar na vastidão do universo, sinto uma pontada de melancolia me dominar. Independentemente de sua fé ou crença (se é que tenha uma), há um certo peso esmagador quando nos enxergamos como o que realmente somos dentro da infinitude do cosmos — minúsculos e até insignificantes. Nem precisamos ir tão longe: basta olharmos para a Terra e a natureza, suas forças impiedosas e alheias a nós, humanos, conforme exercem seus poderes de destruição e criação. Poucas forças da natureza representam tanto essa capacidade e dualidade quanto vulcões, e é nessa convicção que Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft se sustenta, usando a história de vida (e morte) do casal de vulcanólogos franceses Katia e Maurice Krafft. Apesar do subtítulo em português enfocar a tragédia (o casal morreu durante a erupção do Monte Ouzen, no Japão, em 1991), o documentário é tudo, menos trágico. Sim, o poder destrutivo dos vulcões observados e visitados pelos Krafft está sempre presente, mas mais do que isso, o filme está interessado em nos mostrar o que os atraiu tanto nesses vulcões, de forma que nos sintamos atraídos também. Para isso, a diretora Sara Dosa se vale das próprias imagens de arquivo do casal, que gravavam ostensivamente suas expedições aos vulcões em erupção. Esses materiais, aliados aos diversos registros de entrevistas dadas por eles (em especial Maurice) durante os anos 1960 e 1990 e as leituras dos diários de Katia, permite que adentremos as vidas particulares e profissionais de ambos, como se eles mesmos fizessem esse convite do pós vida para os conhecermos melhor e entendermos (e vivenciarmos) a obsessão que os guiava. Foto: Divulgação As intenções de Dosa são claras: usar a história de amor dos Krafft para entrelaçá-la com o amor de ambos pelos vulcões. Mas sua abordagem passa longe de ser chapa-branca: uma vez que temos acesso direto ao que Katia e Maurice gravaram, é fácil entender o que os uniu em primeiro lugar e os manteve juntos mesmo com suas nítidas diferenças até o último dia de vida dos dois. É inevitável pensar em diversos momentos do documentário: “eles são loucos”, e ao mesmo tempo... é fácil entender porque eles foram atraídos por algo tão comum. Mesmo nos instantes mais trágicos — erupções no Congo, nos EUA, na Colômbia e a no Japão que ceifou suas vidas —, há uma beleza magnética e desafiadora em imagens de montanhas cuspindo fogo e gases, em rios de lava que trazem destruição e lava, nos atraindo na medida em que nos assombra. Se há um porém aqui, é na escolha da narração em off. Não só porque a maioria dos materiais de arquivo falam por si só (e em diversos momentos Dosa entende isso, dando voz a Katia e Maurice e a eles apenas), mas porque o tom monocórdico adotado por Miranda July, ao mesmo tempo em que consegue fugir dos chavões de documentários sobre natureza, também parece deslocado, incoerente com o tom que o próprio longa adota. Depois de um tempo é até possível se acostumar com esse modelo de narração, mas acaba sendo o calcanhar de Aquiles da obra. A despeito dessa estranha escolha, contudo, Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft consegue com maestria nos por na pele de Katia e Maurice, entender esse amor tão obsessivo por vulcões e partilhar desse amor por pouco mais de 1 hora e meia. Uma das mágicas do cinema é nos permitir empatizar e viver sentimentos e conexões que de forma alguma vivenciaríamos na vida real. Nesse aspecto, portanto, Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft é mais do que bem-sucedido, mesmo que jamais passemos perto de um vulcão.´ Nota: 4,5/5

  • Especial Leo Tabosa: 15 anos de cinema versátil, plural e nordestino

    carreira do diretor pernambucano, que terá seu primeiro longa-metragem exibido na abertura do Cine Ceará 2025 em Caruaru, no agreste de Pernambuco, Tabosa é graduado em História e em Comunicação Social, além de mestre idealizador e diretor artístico do Cine Jardim – Festival Latino-americano de Cinema de Belo Jardim, e da Mostra Seus curtas marcaram presença em importantes mostras e festivais dentro e fora do Brasil: Brasília, Gramado Foi o grande vencedor na Mostra Competitiva de Curtas Nacionais do Cine-PE, conquistando Melhor Filme

  • Crítica | Pobres Criaturas

    Oscar, recebendo 10 indicações por A Favorita, onde trabalhou pela primeira vez com Emma Stone, e em 2023 O enredo nos mostra Bella Baxter, que é trazida à vida pelas mãos de Godwyn Baxter, que toma a responsabilidade

  • Com voz original de Matheus Nachtergaele, animação brasileira “O Filho da Puta” recebe o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio

    Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite, conquistou o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio 2026 “O Filho da Puta” participa em seguida da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e terá sessões Pós no 16° Brasil Cine Mundi, que viabilizou a pós-produção do longa, que fez sua estreia mundial na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Contrechamp do Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy 2026 Sessões na Mostra: Dia 22 - 16h40 no Reserva Cultural Dia 24 - 20h35 no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca

  • Lista | 15 Séries espetaculares que mereciam ser muito reconhecidas

    Girls5Eva (2021-2024) Imagem: Divulgação Onde assistir: Netflix Sinopse: Quatro amigas formaram um grupo Pachinko (2022-?) Lioncourt (Sam Reid), o homem que mudou sua vida o transformando em vampiro, e consequentemente, um monstro Better Things (2016-2022) Imagem: Divulgação Onde assistir: Disney+ Sinopse: Sam Fox (Pamela Adlon) é Somebody Somewhere (2022-2024) Imagem: Divulgação Onde assistir: HBO Max Sinopse: Sam (Bridget Everett

  • Crítica | A Menina Silenciosa (An Cailín Ciúin)

    Em A Menina Silenciosa, filme indicado ao Oscar 2023 na categoria de Melhor Filme Internacional, percebemos

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