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Resultados da busca por "Mostra SP 2026"
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- “Quem sabe um filme assistido aqui não transforme a vida de alguém?": Andrei Ferreira comenta expectativas para a 4ª edição do Festival Internacional de Cinema de Itabaiana
Estava até lendo um livro da Spcine sobre a Mostra de São Paulo. A diretora da Spcine está desde a quarta edição, e ela relata que a Mostra só se consolidou como o que Beatriz Andrade (Oxente Pipoca): Como você enxerga o papel de festivais de cinema fora do eixo Rio-SP Ainda existe essa visão de que o eixo Rio-SP é o único lugar onde as coisas acontecem, mas é fundamental Pernambuco, o Panorama na Bahia voltando com força, o Festival de Penedo em Alagoas, a Aruanda na Paraíba, a Mostra
- Com voz original de Matheus Nachtergaele, animação brasileira “O Filho da Puta” recebe o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio
Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite, conquistou o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio 2026 “O Filho da Puta” participa em seguida da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e terá sessões Pós no 16° Brasil Cine Mundi, que viabilizou a pós-produção do longa, que fez sua estreia mundial na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Contrechamp do Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy 2026 Sessões na Mostra: Dia 22 - 16h40 no Reserva Cultural Dia 24 - 20h35 no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca
- Lista | 15 Séries espetaculares que mereciam ser muito reconhecidas
Girls5Eva (2021-2024) Imagem: Divulgação Onde assistir: Netflix Sinopse: Quatro amigas formaram um grupo Pachinko (2022-?) Lioncourt (Sam Reid), o homem que mudou sua vida o transformando em vampiro, e consequentemente, um monstro Better Things (2016-2022) Imagem: Divulgação Onde assistir: Disney+ Sinopse: Sam Fox (Pamela Adlon) é Somebody Somewhere (2022-2024) Imagem: Divulgação Onde assistir: HBO Max Sinopse: Sam (Bridget Everett
- Crítica | A Menina Silenciosa (An Cailín Ciúin)
Em A Menina Silenciosa, filme indicado ao Oscar 2023 na categoria de Melhor Filme Internacional, percebemos
- Thriller “Love Kills” volta ao Marché du Film no Festival de Cannes e chega aos cinemas de todo o Brasil dia 21 de maio
fantástico do mundo, “Love Kills” retorna ao Marché du Film, mercado oficial do Festival de Cannes em 2026 O filme já havia participado do espaço em 2025 e retorna este ano. Imagem: Divulgação A trajetória internacional de “Love Kills” começou em 2024, no Ventana Sur, onde venceu considerado o maior festival de cinema fantástico do mundo, além de participar do Festival do Rio, da Mostra
- Crítica | Close
A introdução do longa nos mostra uma ambientação de segurança e inocência entre os dois, em que nada
- Crítica | DOM (3ª temporada)
Quando em junho de 2021 a série estreou, o final do protagonista já era definido, por mais que o destino mais conhecidos no início dos anos 2000, a produção do Prime Vídeo se montou em três temporadas, e em 2024 se tornando um mero detalhe com o decorrer do tempo, pois, a série se prova de maneira categórica e mostra É uma entrega que já vinha sendo feita de forma incrível desde 2021, e que neste final fechou o ciclo Gabriel Leone mostra mais uma vez que é um dos melhores atores não apenas de sua geração, mas incluindo
- Wagner Moura fala sobre 'O Agente Secreto', prêmios e cinema nordestino
temporada de premiações Foto: Aianne Amado (Oxente Pipoca) e o ator Wagner Moura no Festival do Rio 2025
- Crítica | Elvis
Uma cinebiografia exagerada e desenfreada, como foi o Elvis, e como tinha que ser. Divulgação: Warner Bros. Pictures O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Austin Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge). Por mais que você não goste do diretor Baz Luhrmann, você não pode afirmar que ele não tem um estilo próprio de filmagem e que ele consegue imprimir bem esse estilo em qualquer uma de suas produções. Muito brilho, muita alegoria, muita exuberância, muitos efeitos digitais questionáveis e muita música. E em Elvis o diretor não se economizou é bom deixar claro antes de qualquer coisa. Se você acha que esse é um filme biográfico como os “comuns” que tentam se prender puramente aos fatos, não é. Baz usa os fatos e momentos reais da vida do cantor, mas adiciona quase que um tom de fantasia, tamanhos excessos que usa nos filtros, nas edições, nos cortes e nos zooms e no som. Baz certamente pensou, “como posso tornar mais atrativa visualmente a história de um cantor que foi por si só um fenômeno?”, e o resultado é de encher os olhos, independente se você gosta ou não do Elvis. Embalado num ritmo frenético e por canções (em suas versões originais e versões originais do filme) que contam — quase como num musical — os fatos que estão sendo abordados, o filme usa da perspectiva do polêmico Coronel Tom Parker para contar como Elvis se tornou um fenômeno mundo e ícone de uma época. Tom Hanks está muito bem dentro do possível para o caricato personagem. O excesso de maquiagem prostética para assemelhar o ator ao personagem é sim um pouco distrativa, mas como personagem de motivação e usado em momentos chave, o resultado é positivo. Divulgação: Warner Bros. Pictures Mas o grande nome do filme é Austin Butler. Eu já vi alguns filmes anteriores que constam no currículo do ator, mas confesso que não me lembrava dele de maneira alguma por serem participações pequenas. Bom, agora o ator se tornou inesquecível. Com uma atuação visceral e eletrizante, Butler deu vida (e deu voz) de maneira impecável, sem parecer um cover do Elvis performer, mas no detalhe, no tom da voz, no olhar. Acho que o ator que encena um cantor num filme tem que, no mínimo, ousar cantar as músicas do personagem, e Butler deu vários shows nesse quesito. Não dá para ficar inerte à atuação dele da mesma forma que não se ficava inerte à Elvis num palco. Qualquer indicação a prêmios que ele venha a receber será mais do que justo, será necessário. No mais deve-se destacar a maneira que o roteiro contemplou a influência da música e da cultura negra, de forma direta, na carreira de Elvis. O cantor que fazia questão de inserir (usou? apropriou?) músicas de artistas negros em seu repertório teve como base grandes nomes que via com respeito, e que estão em momentos cruciais do filme. Elvis consegue ainda, em meio a todo esse espetáculo visual e sonoro, de maneira competente mostrar os dramas pessoais do grande cantor. A necessidade de aceitação, além da fama, em contrapartida ao desejo de se expressar da forma que queria. Presley não deve ser isento de culpa sobre o rumo que sua jornada tomou, mas foi sim uma vítima do controle obsessivo de Tom Parker e isso trouxe consequências não só para sua carreira como para seu estilo de vida, seus anseios e sua constante necessidade de busca por algo que estava consigo o tempo todo, mas não conseguiam deixá-lo ver. Nota: 5/5
- Crítica | Dreams (Sex Love)
esse emaranhado que trata Dreams, filme norueguês vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2025 , terceiro capítulo da trilogia de Dag Johan Haugerud, iniciada com Sex e Love (todos de 2024). Depois de contemplar sobre a importância do sigilo do texto, ela decide mostrá-lo à avó, uma escritora Em verdade, o recurso se mostra interessante no início, porém não demora até se tornar repetitivo e cansativo
- Crítica | A Cor Púrpura
adaptações, afinal o fluxo livro-filme-teatro musical-filme vem se mostrando tendência, aconteceu também em 2022 com Matilda, e 2024 com Meninas Malvadas e Wicked.
- Crítica | Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Hamnet (2025) é um filme devastador.












