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- Thriller “Love Kills” volta ao Marché du Film no Festival de Cannes e chega aos cinemas de todo o Brasil dia 21 de maio
fantástico do mundo, “Love Kills” retorna ao Marché du Film, mercado oficial do Festival de Cannes em 2026 O filme já havia participado do espaço em 2025 e retorna este ano. Imagem: Divulgação A trajetória internacional de “Love Kills” começou em 2024, no Ventana Sur, onde venceu considerado o maior festival de cinema fantástico do mundo, além de participar do Festival do Rio, da Mostra
- Crítica | Close
A introdução do longa nos mostra uma ambientação de segurança e inocência entre os dois, em que nada
- Crítica | DOM (3ª temporada)
Quando em junho de 2021 a série estreou, o final do protagonista já era definido, por mais que o destino mais conhecidos no início dos anos 2000, a produção do Prime Vídeo se montou em três temporadas, e em 2024 se tornando um mero detalhe com o decorrer do tempo, pois, a série se prova de maneira categórica e mostra É uma entrega que já vinha sendo feita de forma incrível desde 2021, e que neste final fechou o ciclo Gabriel Leone mostra mais uma vez que é um dos melhores atores não apenas de sua geração, mas incluindo
- Wagner Moura fala sobre 'O Agente Secreto', prêmios e cinema nordestino
temporada de premiações Foto: Aianne Amado (Oxente Pipoca) e o ator Wagner Moura no Festival do Rio 2025
- Crítica | Elvis
Uma cinebiografia exagerada e desenfreada, como foi o Elvis, e como tinha que ser. Divulgação: Warner Bros. Pictures O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Austin Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge). Por mais que você não goste do diretor Baz Luhrmann, você não pode afirmar que ele não tem um estilo próprio de filmagem e que ele consegue imprimir bem esse estilo em qualquer uma de suas produções. Muito brilho, muita alegoria, muita exuberância, muitos efeitos digitais questionáveis e muita música. E em Elvis o diretor não se economizou é bom deixar claro antes de qualquer coisa. Se você acha que esse é um filme biográfico como os “comuns” que tentam se prender puramente aos fatos, não é. Baz usa os fatos e momentos reais da vida do cantor, mas adiciona quase que um tom de fantasia, tamanhos excessos que usa nos filtros, nas edições, nos cortes e nos zooms e no som. Baz certamente pensou, “como posso tornar mais atrativa visualmente a história de um cantor que foi por si só um fenômeno?”, e o resultado é de encher os olhos, independente se você gosta ou não do Elvis. Embalado num ritmo frenético e por canções (em suas versões originais e versões originais do filme) que contam — quase como num musical — os fatos que estão sendo abordados, o filme usa da perspectiva do polêmico Coronel Tom Parker para contar como Elvis se tornou um fenômeno mundo e ícone de uma época. Tom Hanks está muito bem dentro do possível para o caricato personagem. O excesso de maquiagem prostética para assemelhar o ator ao personagem é sim um pouco distrativa, mas como personagem de motivação e usado em momentos chave, o resultado é positivo. Divulgação: Warner Bros. Pictures Mas o grande nome do filme é Austin Butler. Eu já vi alguns filmes anteriores que constam no currículo do ator, mas confesso que não me lembrava dele de maneira alguma por serem participações pequenas. Bom, agora o ator se tornou inesquecível. Com uma atuação visceral e eletrizante, Butler deu vida (e deu voz) de maneira impecável, sem parecer um cover do Elvis performer, mas no detalhe, no tom da voz, no olhar. Acho que o ator que encena um cantor num filme tem que, no mínimo, ousar cantar as músicas do personagem, e Butler deu vários shows nesse quesito. Não dá para ficar inerte à atuação dele da mesma forma que não se ficava inerte à Elvis num palco. Qualquer indicação a prêmios que ele venha a receber será mais do que justo, será necessário. No mais deve-se destacar a maneira que o roteiro contemplou a influência da música e da cultura negra, de forma direta, na carreira de Elvis. O cantor que fazia questão de inserir (usou? apropriou?) músicas de artistas negros em seu repertório teve como base grandes nomes que via com respeito, e que estão em momentos cruciais do filme. Elvis consegue ainda, em meio a todo esse espetáculo visual e sonoro, de maneira competente mostrar os dramas pessoais do grande cantor. A necessidade de aceitação, além da fama, em contrapartida ao desejo de se expressar da forma que queria. Presley não deve ser isento de culpa sobre o rumo que sua jornada tomou, mas foi sim uma vítima do controle obsessivo de Tom Parker e isso trouxe consequências não só para sua carreira como para seu estilo de vida, seus anseios e sua constante necessidade de busca por algo que estava consigo o tempo todo, mas não conseguiam deixá-lo ver. Nota: 5/5
- Citronela Doc anuncia os filmes selecionados da 6ª edição
A seleção contempla três mostras competitivas: Mostra Nacional - Longas, Mostra Nacional - Curtas e Mostra Na Mostra Nacional, serão concedidos os prêmios de Melhor Longa-Metragem, Melhor Curta-Metragem e Menção Já a Mostra Regional premiará Melhor Filme Regional e Melhor Filme de Diretor(a) Estreante. Filmes Citronela Doc 2026 Mostra Nacional - Longas Apopcalipse Segundo Baby, de Rafael Saar Rio de Janeiro Yare Perdomo Roraima Thayara, de Mila Leão Paraná Vinte Vinte Quatro, de Davi Pieri Distrito Federal Mostra
- Crítica | Dreams (Sex Love)
esse emaranhado que trata Dreams, filme norueguês vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2025 , terceiro capítulo da trilogia de Dag Johan Haugerud, iniciada com Sex e Love (todos de 2024). Depois de contemplar sobre a importância do sigilo do texto, ela decide mostrá-lo à avó, uma escritora Em verdade, o recurso se mostra interessante no início, porém não demora até se tornar repetitivo e cansativo
- Crítica | A Cor Púrpura
adaptações, afinal o fluxo livro-filme-teatro musical-filme vem se mostrando tendência, aconteceu também em 2022 com Matilda, e 2024 com Meninas Malvadas e Wicked.
- Crítica | Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Hamnet (2025) é um filme devastador.
- Crítica | Me Ame com Ternura
Uma melancólica poesia sobre a estoicidade ante a perda Foto: Reprodução/ Imovision Um dos componentes mais atraentes do cinema é a magia que ele tem de contar uma mesma história várias vezes e de poder abordá-la de diversas maneiras, como, por exemplo, a história de uma mãe que briga pela guarda de seu filho. É essa magia que permite não apenas abordar a história de um novo ponto de vista, mas também transformá-la em algo para além do drama que deveria ser, como faz Anna Cazenave Cambet em Me Ame com Ternura. Protagonizado de maneira singular por Vicky Krieps, o filme aborda a temática dessa mãe por meio de uma pesada cortina de homofobia e machismo, enquanto a personagem busca encontrar a si mesma. Após Clémence (Krieps) revelar ao seu ex-marido, Laurent (Antoine Reinartz), que é lésbica, e relatar, em livros, suas vivências amorosas com mulheres, ela passa a enfrentar a fúria silenciosa do pai de seu filho, que, usando calúnias e as mais diversas desculpas, torna a guarda unilateral para si e a impede de ter contato com a criança. Ciente, desde o início, de que aquela era uma guerra que poderia durar anos, ela, mesmo assim, se ampara no falho sistema para ter alguma justiça, e busca, por todos os meios legais, uma resolução para esse problema, para que ela possa novamente ter a guarda, mesmo que compartilhada, de seu filho. Apesar de um começo lento, o filme rapidamente toma forma. Conhecemos a personagem e sua luta inicial, mas logo se torna perceptível que a história vai orbitar em torno dessa luta pela guarda do filho sem deixar que Clémence fique à sombra desse drama. Mergulhada em sua própria melancolia, ela nos arrasta para o seu vendaval de sentimentos particulares. Enquanto o filho permeia seus pensamentos, ela não deixa que sua vida pare, continua buscando seu espaço e tornar-se a escritora que almeja, ao mesmo tempo em que também cultiva a vida amorosa sem deixar que entre em conflito com sua guerra pessoal. Todas essas camadas acontecem simultaneamente e fazem com que se crie um elo com a protagonista. O fator principal para isso é a atuação de Vicky Krieps, que transmite todas as dores e conflitos dentro de uma espiral de emoções. Foto: Reprodução/ Imovision O longa também se constrói através de uma trilha sonora que acompanha a vida da personagem. Entre altos e baixos, o som vai guiando e se modelando entre a introspecção e os momentos de respiro e fuga. Todos os quesitos mais técnicos parecem ter sido pensados para acompanhar os dilemas da protagonista, e é um dos pontos que fazem o filme ganhar a sua força. Ele se torna visualmente bonito enquanto expressa todas as nuances de sua história, não deixando tudo por conta apenas de diálogos para que se capte o que está em cena. Por mais que exista uma notável escolha de direção e roteiro em relação a como contar a sua trama, o filme ganha aspectos mais ferozes quando há um embate mais direto da protagonista com o seu algoz, e mesmo sendo poucos instantes, esses momentos parecem trazer mais vida à trama, pois geram um contraste com a forma mais discreta de Clémence. Ao passar pelas duas horas, se torna notório que tudo foi montado desde o início com bastante coesão para que o final se tornasse mais amplificado, sem perder sua linha de raciocínio nem divergir do que foi proposto. Não é uma história sobre uma mãe em busca de seu filho, mas sobre uma mulher regendo a própria vida enquanto orbita em torno desse drama. E, apesar de alguns momentos de duração excessiva, todos os componentes do filme se tornam necessários para contar essa trajetória de Clémence. Ao fim, por meio de suas palavras e pensamentos, podemos sentir junto com a personagem o alívio de sua decisão. Nota: 4/5
- Documentário de Bárbara Paz sobre enchentes no RS vence prêmio do público em festival ambiental na Itália
A produção também recebeu uma menção especial do júri da mostra, ampliando sua trajetória de reconhecimento abordagem humanista do longa, que retrata o impacto das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024 Desde sua estreia na mostra competitiva do festival É Tudo Verdade, o filme vem acumulando distinções Em 2025, Bárbara Paz recebeu o prêmio de Melhor Direção de Documentário no Los Angeles Brazilian Film retrata as consequências sociais e ambientais das enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul em maio de 2024
- LatinArab aterrissa em Sergipe com filmes inéditos e debates sobre Palestina
acontece pela primeira vez em Sergipe entre os dias 14 e 16 de novembro, no Cine Walmir Almeida, com mostras Em 2020, o curta-metragem Ikhwène, de Joobeur, foi indicado ao Oscar na categoria Melhor Curta em Live Às 16h, será exibido Era uma vez em Gaza (2025), de Tarzan Nasser e Arab Nasser. (2024), de Abrar Qari. de Abrar Qari (Arábia Saudita, 2024) apresentação e debate com a diretora saudita Abrar Qari












