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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | A Melhor Mãe do Mundo

    Abordagem romantizada de temas sensíveis faz o drama se equilibrar numa corda bamba de tons. Divulgação A catadora de recicláveis Gal (Shirley Cruz) decide fugir dos abusos do marido Leandro (Seu Jorge) após tentar denunciá-lo e ser ignorada pela polícia. Focada em proteger seus filhos, a mulher abandona a casa e para garantir a inocência deles, Gal os faz acreditar que estão vivendo uma grande aventura. Existe muita coragem no texto da cineasta Anna Muyleart, escrito em colaboração com Grace Passô e Mariana Jaspe, em dar vida e camadas a assuntos tão sensíveis da forma que é feito em A Melhor Mãe do Mundo. O drama não foge de mostrar problemas estruturais de uma sociedade negra e periférica, mas ao tentar suavizar algumas dessas questões tal qual Gal age em relação aos filhos, o filme balança para encontrar o tom perfeito e perde parte de sua estabilidade. O trabalho quase que documental ganha mais brilho ao inserir atores não profissionais e ambientações reais à sua trama, adicionando um viés orgânico bem construído e bem resolvido em cena. É um longa concedido com confiança nas mãos do seu elenco e que usa de poucos outros recursos alegóricos para contar sua história. Shirley Cruz é arrebatadora. Mesmo nos momentos em que a trama passeia entre o romantismo piegas e o melodrama sofrido, a atuação da protagonista serve de âncora para o foco não ser perder. É impossível desviar o olhar da força, da bravura, da verdade e da qualidade do desempenho da atriz. Divulgação Outro ponto que deve se destacar é o brilho com que o elenco infantil soma ao resultado. As crianças do filme entregam atuações espontâneas, cheias de naturalidade, que evitam qualquer artificialismo ou apelo exagerado. Com carisma e desenvoltura, conseguem carregar nuances emocionais densas com uma leveza comovente, o que torna ainda mais palpável a tentativa da mãe de preservar a infância em meio ao caos. Esse contraste entre a dor que se esconde e a esperança que se encena batalha nem sempre harmonicamente até a conclusão. A resolução do enredo, apesar de apontar para uma saída, não é propriamente um final feliz, mas um final possível, menos infeliz. Essa escolha dá mais uma camada ao filme: a de uma fábula real. Há um encantamento frágil, uma mistura de doçura e desamparo, como uma fantasia construída com pedaços de “realidade”, que ajuda a imprimir um olhar infantil sobre o mundo sem jamais apagar a gravidade do que está por trás, embora que limite a intensidade do drama, pro bem e pro mal. Nota: 3/5

  • Crítica | Gêmeas - Mórbida Semelhança (Minissérie)

    —, enquanto gradativamente suas personalidades se fundem e se misturam, conforme a relação delas se mostra convence perfeitamente como duas figuras ao mesmo tempo tão distintas e similares, num trabalho de mestre

  • Crítica | Sterling Point (1ª Temporada)

    Série teen da Prime Video abraça os clichês do gênero e mostra que uma boa história adolescente não precisa

  • Crítica | O Continental: Do Mundo de John Wick (Minissérie)

    Spin-off até tenta, mas não consegue atingir os níveis dos filmes de John Wick Foto: Divulgação Em minha crítica

  • Crítica | The White Lotus (3ª temporada)

    Divulgação Desde que sua primeira temporada estreou em 2021, The White Lotus galgou sua caminhada rumo conseguiu cativar o público e as premiações com sua mistura inteligente de comédia, drama, suspense e crítica dinâmica de Rick e Chelsea, se no início parece tóxica devida à diferença de idade dos dois, logo se mostra bem desenvolvida no decorrer da temporada, ganha um desfecho surpreendente e mordaz, que ilustra a crítica

  • Crítica | O Gabinete de Curiosidades (1ª temporada)

    Guillermo Del Toro é um dos cineastas mais respeitados da atualidade tanto pelo público quanto pela crítica

  • Crítica | Você Não Tá Convidada Pro Meu Bat Mitzvá!

    As dores e delícias da adolescência feminina sob a ótica judaica Foto: divulgação Nos primeiros minutos de Você Não Tá Convidada Pro Meu Bat Mitzvah!, a protagonista e narradora Stacy Friedman (Sunny Sandler) nos descreve ritos de passagens de diversas culturas e povos pelo mundo, incluindo uma, contada por seu pai, de um dos povos amazônicos onde é preciso suportar a dor das mordidas de uma espécie de formigas para se provar um adulto. Porém, segundo Stacy, essa cerimônia e a dor infligida não são nada comparadas a ser uma “garota adolescente”. Esse minuto inicial do filme já apresenta eficazmente a proposta do filme de trazer esse olhar auto-referencial, mas sincero, sobre o que é crescer, especialmente quando se é mulher. O diferencial aqui é em trazer essa perspectiva a partir da cultura judaica e dos seus ritos de passagem próprios, como o bat mitzvah do título, bem como em contextualizar esse processo dentro das dinâmicas da geração Z. Além disso, o filme consegue ir além de ser mais uma comédia estrelada por Adam Sandler para dessa vez fazê-lo dividir os holofotes com sua família da vida real, em especial sua filha Sunny, que é a verdadeira estrela do longa. A trama não poderia ser mais simples: às vésperas do seu bat mitzvah, a relação de Stacy com sua melhor amiga Lydia (Samantha Lorraine) é testada devido à paixão de ambas pelo galã da escola onde estudam, Andy (Dylan Hoffman). A partir daí é posta em primeiro plano a rivalidade feminina das duas, ainda que esta parta muito mais da protagonista do que de sua ex-amiga; além disso, também é abordado como tal rivalidade e a intensidade dos sentimentos da garota afetam seu próprio crescimento individual em meio à preparação para a cerimônia que a consagrará como uma mulher judia. Apesar das ações inconsequentes de Stacy, tudo é trazido com muita leveza e um acertado timing cômico. Sunny Sandler é uma verdadeira revelação, e incorpora o grande mérito do filme — reconhecer e ironizar a superficialidade dos dramas vividos por essas personagens adolescentes, mas sem nunca invalidá-los ou desrespeitar essas personagens. Sua química da vida real com o pai é transposta sem grandes problemas para a tela, bem como com sua irmã Sadie (que faz o mesmo papel no filme). Fonte: divulgação Se o drama inicial com Lydia se desenrola talvez um pouco rápido demais (mesmo com uma ou outra sugestão sobre os sentimentos de Lydia por Andy), e nunca tenhamos o ponto de vista da ex-amiga sobre os eventos acontecidos, a direção de Sammi Cohen é um acerto na forma como explora a subjetividade de Stacy, o que, aliado à naturalidade da atuação de Sandler, permite que abracemos a personagem mesmo nos seus cada vez mais hilários e cruéis erros. Cohen consegue imprimir algumas marcas estilísticas (como os zooms exagerados) que elevam o filme para além do padrão mediano de diversas obras do gênero. Você Não Tá Convidada Pro Meu Bat Mitzvah! não se propõe a reinventar a roda, mas é sincero consigo mesmo e suas personagens, e nisso reside uma de suas forças. É um filme que transplanta situações da comédia adolescente feminina que já vimos tantas outras vezes (em produções melhores, inclusive) para um contexto geracional contemporâneo e também para os aspectos culturais e religiosos do judaísmo. Assim, é um filme leve, descompromissado e, acima de tudo, divertido, se firmando como um dos melhores produtos da safra de Adam Sandler na Netflix. Nota: 3.5/5

  • Crítica | Avatar: O Caminho da Água

    Avatar: O Caminho da Água’, chegou recentemente aos cinemas e vem sendo bem recebido pelo público e crítica

  • Crítica | Corra Que a Polícia Vem Aí

    Mesmo nem sempre acertando no timing das piadas, novo capítulo da icônica franquia mostra que ainda há Divulgação A escolha de Liam Neeson também se mostra outro grande acerto, justamente pelo seu histórico

  • Crítica | Mallandro, o Errado Que Deu Certo

    JVCD (2008), filme de ação com Jean-Claude Van Damme, e a comédia O Peso do Talento (2022), filme em

  • Crítica | Godzilla e Kong: O Novo Império

    Lembro que fui assistir à primeira batalha dos monstros em 2021 sem saber exatamente o que o que ia ver E na continuação mais da metade do enredo se passa nesse universo, com mais monstros, mais cores, mais Alguns dos novos monstros estão aqui só para fazer o roteiro render e em nada somam ao texto. Assisti recentemente à questionável comédia A Bolha (2022) que conta sobre uma equipe de um filme que Depois de uma produção bem filmada, bem escrita e bem amarrada como Godzilla Minus One (2023) é até irônico

  • Crítica | A Menina Que Matou os Pais - A Confissão

    Os dois longas fizeram bastante sucesso em 2021, porém, muitos espectadores reclamaram que nenhum dos

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