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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | Lobisomem

    A nova abordagem de um dos monstros clássicos do cinema e do imaginário popular de boa parte do mundo Foto: Divulgação A primeira metade do filme trata a lenda do monstro metade lobo metade homem todo em O resultado da revelação do monstro é tão bizarro, no pior dos sentidos, que perde a liga da apreensão sequências de ação e com uma postura louvável de se levar a sério e de respeitar o texto (mesmo quando os monstros

  • Crítica | Desenhos

    A proposta narrativa de usar monstros como alegoria funciona bem como representação da repressão dos

  • Crítica | Enola Holmes 2

    despretensioso do primeiro filme e apresenta um caso mais elaborado Divulgação: Netflix Lançado em 2020

  • Crítica | Missão: Impossível – O Acerto Final

    Entre o drama e a autoconsciência da grandiosidade, oitavo filme da franquia mostra mais uma vez o poder

  • Crítica | Quase Inverno (15º Olhar de Cinema)

    onde as imagens servem apenas para reforçá-lo e sublinhar o que já está sendo dito pelos atores, o que mostra

  • Pequenas Tragédias, Feito Pipa e 100 Dias vencem prêmios na 50ª Mostra de São Paulo

    enquanto O Beija-Flor Pinta Canções Perfumadas venceu como documentário Divulgação Os vencedores da 50ª Mostra Ao longo de duas semanas, a Mostra exibiu 394 títulos de mais de 90 países, distribuídos por 57 salas Confira os principais premiados da 50ª Mostra: Prêmio do Júri Melhor Ficção• Cinco Anos, Quatro Meses Gasull Balada) Melhor Filme de Ficção Internacional• O Sentido da Vida (Ryūsuke Hamaguchi) Prêmio da Crítica Para procurar as diversas críticas feitas pelo Oxente Pipoca durante a cobertura do festival, basta clicar

  • Crítica | Filhos do Mangue (Festival de Gramado 2024)

    personagens e grupos marginalizados — como visto em Narradores de Javé (2003) e Era o Hotel Cambridge (2016

  • Crítica | Plainclothes (Festival Sundance de Cinema 2025)

    Sentimentos reprimidos guiam o enredo de drama policial cheio de estilo Foto: Divulgação Em Nova Iorque, nos anos 90, o jovem policial Lucas (Tom Blyth) trabalha como agente disfarçado designado para atrair e prender homens gays. Lutando contra seus desejos, ele desafia as ordens profissionais quando se apaixona por Andrew (Russell Tovey), um de seus alvos. O primeiro longa-metragem de Carmen Emmi é efervescente, é forte e é estiloso. Em seus 90 minutos o potente filme caminha pelo drama, pelo romance e pelo suspense policial e entrega resultados positivos e criativos em cada um deles, e o melhor de tudo, eles convergem para os mesmos propósitos sem interferirem na execução e no feitio uns dos outros. Carmen realiza um trabalho excepcional tanto na direção quanto no roteiro. O título À Paisana (em tradução livre) ganha muito mais subtexto no decorrer do filme. O disfarce de Lucas vai para além do âmbito profissional. Ele nunca se permitiu viver sua orientação sexual e reprime seus desejos por conta de todos os círculos sociais que o cercam, família, amigos, namorada e de forma mais perigosa, seu trabalho. Essas travas servem como motivadores para as crises de ansiedade que sofre. E com uma câmera trêmula, iluminação alta e ruídos estáticos estridentes, a direção de Cameron expressa os lapsos mentais que resultam das muitas omissões em que Lucas é obrigado a se submeter. Foto: Divulgação O argumento tem, além de ótimas motivações, ótimos desdobramentos, personalidades bem desenvolvidas e uma conclusão pra lá de climática que se torna o apogeu de uma trama segura, bem estruturada e finalizada de maneira magistral. O enredo também não deixa de lado a função de registro e recorte histórico e social; Lucas é a personificação de várias problemáticas, causas e consequências relacionadas ao “cruising”, ele valida e ao mesmo tempo materializa a hipocrisia de parte da sociedade que condena e persegue. O elenco está primoroso. Tom Blyth dá vida a um personagem que sempre anda na corda bamba, sempre no limite, sempre em foco, sempre tendo que tomar alguma decisão que pode comprometer a falsa estabilidade de sua vida. Mesmo com um roteiro limpo e preciso, Blyth consegue dizer mais do que é necessário com seu olhar inquieto. Na contramão temos Russell Tovey com um Andrew tranquilo, sereno, sábio, é um homem que parece ter controle de tudo ao seu redor, mas não menos curioso, não menos insaciável. Destaque também para a irretocável Maria Dizzia, que interpreta a afetuosa e apreensiva Marie, mãe do Lucas, com maestria. Mesmo com poucos personagens e com uma trama simples, o filme consegue surpreender, seja pela narrativa filmada ou pela escrita. É envolvente, é apreensivo, é bonito e é bem resolvido. Nota: 4/5

  • Crítica | The Mastermind (Festival do Rio 2025)

    de erros que culminam em absurdo Foto: Divulgação Concorrente à Palma de Ouro no Festival de Cannes 2025 o retorno da diretora e roteirista norte-americana Kelly Reichardt (First Cow) após Showing Up, de 2022

  • Crítica | Chad Powers: O Quarterback (1ª temporada)

    O que mostra exatamente o calcanhar de Aquiles da série: é assistível, mas superficial demais para não

  • Crítica | A Superfantástica História do Balão

    (... ou a super traumática história do balão) Foto: Divulgação “Se tem bigodes de foca, nariz de tamanduá (parece meio estranho, hein?)”. É Tão Lindo (It’s no Easy), canção de abertura do disco de 84 d’A Turma do Balão Mágico é a primeira memória que me vem à mente quando o grupo é citado. Aí você pode se perguntar, “poxa, mas como assim não lembra primeiro de ‘Superfantástico’”? Calma, que tem um motivo. Quando nasci, A Turma do Balão Mágico original já havia se desfeito fazia um tempo, e o programa já nem existia mais, contudo, histórias marcantes não se apagam e acabam transpassando gerações, e esse disco de 1984 foi o primeiro com o qual tive contato, e por ser o único em casa que me interessava, eu o ouvia incessantemente todos os dias, até que com o passar do tempo e por alguma razão acabou sumindo, mas a lembrança da música continuou e permanece. Minha história com o Balão, apesar de não ser da época de sua ascensão, acabou se moldando um pouco à minha infância, e a partir dali fui conhecendo os outros sucessos e tudo mais. No entanto, só depois de adolescente é que comecei a conhecer de fato os integrantes por programas de televisão, quando reviviam suas histórias incansavelmente, trazendo polêmicas, etc. Claro que quando somos crianças não vemos nenhum tipo de problema em um programa ou grupo musical cujos integrantes também são crianças, então eu apenas curtia as músicas e cantava alegremente mais uma canção. Assim como eles, hoje sou um adulto (menos traumatizado, com certeza), mas que compreende como funcionava todo aquele processo, e quando você cresce nos anos 90/2000 em que tudo que fazia sucesso era advindo da televisão da forma como queriam mostrar e de maneira exaustiva, aquelas figuras acabam lhe acompanhando no decorrer da vida mesmo que o interesse sobre seus trabalhos se perca. Todavia, quando surge uma série documental prometendo os bastidores caóticos de um dos maiores grupos musicais da história da música no Brasil, é óbvio que vai chamar a sua atenção, e A Superfantástica História do Balão chegou fazendo exatamente isso. Com foco em seus integrantes iniciais, os mais conhecidos e ligados à imagem do Balão, o Star+ desenvolveu essa série de apenas três episódios em que sua divulgação se baseou em “menina, nem te conto, vou mostrar todas as polêmicas do balão mágico e se eu fosse vocês não perderia”, e eu como telespectador, e ex-fã mirim do grupo mirim não deixaria de conferir, mas, é bom deixar claro que: o documentário decepciona. O primeiro questionamento que gera é: como algo tão histórico e conhecido, e com tanta sujeira pelos bastidores rendeu somente três míseros capítulos com menos de uma hora cada? Renderia mais? Claro. Porém, pareceu haver alguma pressa, por alguma razão, em lançar o produto, mesmo não conseguindo obter as respostas para várias perguntas que eles mesmos jogaram ali. A sensação de nostalgia é o que predomina, e é a melhor parte do documentário. Rever e reviver aqueles momentos em que a TV era o que ditava a moda, é de certo modo reconfortante, mesmo que eu não tenha vivido tudo aquilo (deixo aqui claro que sou completamente fascinado pela televisão brasileira dos anos 80 e 90, e tudo que fizerem sobre isso estarei assistindo). A produção reúne Simony, Tob e Mike, o trio que começou toda a história, e Jairzinho, que chegou ao grupo dois anos depois, e que na época já era uma figura conhecida, sendo filho de Jair Rodrigues. Juntos eles reavivam as memórias sobre aquele período que passaram e vão contando cada um a sua versão de como foi experienciar todo aquele caos sendo ainda crianças. Além deles, há também a participação com comentários de integrantes de outras formações e de alguns cantores que fizeram parte da história do Balão, como Fábio Jr, que participou da música Amigos do Peito (também presente no disco de 84), e algumas outras participações de famosos que parece não ter muito sentido para o quadro geral do que tentam propor. Foto: A Turma do Balão Mágico/Discos CBS I.C.L Durante os três episódios a história do Balão é explorada quase que como um resumo, com comentários de figuras importantes na TV e música da época entre uma informação e outra, relatos de produtores e empresários que vão casando aos poucos com o que os ex-membros vão contando, e alguns outros comentários que não corroboram com nada, mas que traz aquela sensação de um quadro feito por um programa de auditório, e que acaba até sendo legal, mesmo que nada informativo. É contada também sobre o período em que, com tanto sucesso, eles fizeram também um programa de televisão, e trazem um personagem conhecidíssimo (e amedrontador em alguns casos), que foi o Fofão, que eu até hoje não faço ideia do que ele deveria ser, mas sempre adorei acompanhar as lendas urbanas envoltas dele, tinha a faca ou não? Segundo a Simony, não. A história do programa é contada de maneira muito rápida, sem muito aprofundamento, e em alguns momentos tudo se mistura. Os comentários dos quatro integrantes principais são o que geram mais curiosidade, aliás, foram eles que participaram ativamente daquilo tudo, e quanto a isso fica muito perceptível como tudo aquilo afetou cada um de forma diferente, e de certo modo atrapalhou o crescimento e o futuro de alguns deles. A crueldade com que eles eram tratados apenas como produtos de mercado fica bastante clara com os comentários de empresários e produtores da época, e uma das falas que mais pesou foi “Eu só lembro dos meus sucessos e não dos meus fracassos”, em referência a quando Tob tentou se lançar musicalmente após a saída do grupo, aliás, ele parece ter sido o que mais sofreu com toda a história, sendo praticamente expulso do balão por na época já estar entrando na adolescência. O telespectador consegue sentir a dor em suas falas, e a tristeza que ele transparece no olhar ao relembrar tudo aquilo. É interessante ver, pela perspectiva deles, como tudo aquilo afetava suas vidas na época, as cargas exaustivas de trabalho (o ECA ainda não existia, rs), como a vida escolar sofreu e até mesmo bullying que sofriam por algum motivo atrelado ao Balão. Deixam claro que a vida adulta e as escolhas profissionais se moldaram em torno de tudo que viveram durante os anos sendo A Turma do Balão Mágico. Apesar da boa sensação e de reviver boas lembranças, a série documental não faz jus ao seu propósito prometido, apenas requenta velhas histórias conhecidas sem trazer as respostas que seriam necessárias para encerrar vários assuntos. Parece apenas um quadro tentando homenagear aquelas 4 pessoas com uma dose fortíssima de nostalgia e sentimentalismo. Tem uma boa produção, mas fica evidente que se trata de um produto cru e que precisava ser moldado mais corretamente antes de ser lançado, o sentimento de estar vendo algo incompleto é o que impera os pensamentos quando chega aos créditos finais. Nota: 3/5

  • Crítica | Um Ano Inesquecível: Primavera

    Fechando a saga brasileira, longa é o mais juvenil, mas, entrega história simples e funcional Foto: Divulgação Finalizando a quadrilogia brasileira, o longa Um Ano Inesquecível: Primavera chegou no Prime Video na última semana. Lançados durante o mês de junho, cada filme possui de fundo uma estação do ano para reproduzir uma história voltada para o público juvenil. Dessa vez, a adaptação contemplou a história da escritora Bruna Vieira e utiliza-se das belas paisagens do interior de Minas Gerais para contar o seu enredo. Dirigido por Bruno Garotti, o filme retrata Jasmine, uma adolescente que está prestes a concluir o Ensino Médio, que é apaixonada por arte e desenho e tem grandes dificuldades com exatas, especialmente matemática. Precisando tirar um dez na sua última avaliação, Jasmine é colocada em aulas extras com Davi, estudante mais velho e pupilo do seu professor. Durante a convivência, Jasmine e Davi vão compartilhar suas diferentes visões e viver o desabrochar de um amor enquanto encontram seu lugar no mundo. Esse quarto longa, sem dúvidas, tem o roteiro mais simples e juvenil dentre os quatro filmes. Aqui a protagonista encontra-se dividida entre seu interesse pelas artes e a vontade dos pais de que ela se forme em administração, para cuidar do negócio da família e no meio disso precisa lidar com a necessidade de tirar uma nota dez em sua pior matéria na escola. O roteiro foca bem nessas angústias e nesse percalço da vida da jovem, sem se aprofundar muito em outros temas e em histórias paralelas aos dois principais. Foto: Divulgação É mérito de Um Ano Inesquecível: Primavera conseguir entregar uma história identificável para quem assiste com uma proposta coesa e funcional. Além disso, trazer esse filme, por mais clichê que seja, para o interior do país e utilizando-se bem dessa locação a favor da história também é um dos seus pontos altos. É familiar e reflete a pluralidade existente no nosso Brasil para as produções adolescentes do país (que geralmente concentram-se em Rio e São Paulo). O elenco de Primavera é o mais imaturo entre os filmes, mas nada que estrague a experiência de assisti-lo. Um dos problemas que mais incomoda, porém, é a artificialidade de alguns diálogos que não parecem convergir com os modos que os adolescentes se comunicam atualmente. Mas, mesmo assim, assistir ao longa causa uma boa nostalgia da juventude e da época do ensino médio, especialmente por meio de uma história que é brasileira. A saga Um Ano Inesquecível teve seus altos e baixos, mas se tornou uma produção, no geral, necessária quando enaltece nossa brasilidade e traz para cena talentos do nosso país para contar histórias sobre ser jovem e crescer nos tempos atuais. É a prova de que temos condições de produzir e consumir em nossos próprios termos, sentindo identificação pelos locais e tramas vividas pelos personagens. Nota: 3,5/5

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