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496 resultados encontrados para "festival rio"
- Festival Internacional de Cinema de Veneza 2022 anuncia seus vencedores
the Bloodshed (NEON) Considerado por muitos o início propriamente dito da temporada de premiações, o Festival marca o terceiro ano seguido que um longa dirigido por uma mulher vence o Leão de Ouro, maior prêmio do Festival
- 'Terra Bruta': western que expõe a anatomia da masculinidade estreia no 54º Festival de Cinema de Gramado
Divulgação O curta-metragem Terra Bruta, dirigido por Guilherme Suman e Allan Riggs, terá sua estreia no 54º Festival Filmes, em 2025, rendeu resultados expressivos, alcançando prêmios em Hollywood, reconhecimento em festivais por diversas regiões do Brasil e ate uma participação em um festival qualificador para o Oscar nos EUA
- Curta brasileiro será o único representante da América Latina em festival de terror no Japão
Selecionado para festival de terror em Tóquio, A Última Fita será o único filme latino-americano da programação Fita, escrito, dirigido e produzido por Caroline Adrielli, foi selecionado para o Tokyo Horror Film Festival Em sua quarta edição, o festival reúne produções de diferentes países e, neste ano, terá o Brasil como Já em 2026, A Última Fita não apenas marca a presença do Brasil no festival, como também será o único O Tokyo Horror Film Festival é realizado em Tóquio e reúne obras de terror de diferentes países, com
- The Darkness Returns: Terror brasileiro atravessa fronteiras com exibição no Festival de Cannes
pelos brasileiros Anselmo Martini e Carolina Brasil, será exibido em 15 de maio, no mercado oficial do Festival de Cannes 2026, no Palais des Festivals, na França.
- 'A Mãe' é o grande vencedor do Festival de Cinema de Vitória 2022
Divulgação: A Mãe O 28° Festival de Cinema de Vitória aconteceu nesta semana, do dia 19 até 24 de setembro
- Entrevista | “Sempre foi muito importante um festival que fosse conectado com aonde ele está”: Antonio Gonçalves Jr. fala sobre o Olhar de Cinema
quando ainda era uma ideia, uma vontade, um desejo de fazer um festival. desse ninguém no festival [risos]. Falamos: "Pô, a gente tem que fazer um festival que pelo menos vai a gente, né?" E então pensamos muito nesse formato de festival. o festival uma ou duas edições se entende muito bem dentro dessa estrutura.
- “Não Estamos Sonhando”, dirigido pelo alagoano Ulisses Arthur, terá estreia mundial no BlackStar Film Festival
Estamos Sonhando, longa-metragem dirigido por Ulisses Arthur, terá sua premiere mundial no BlackStar Film Festival A 15ª edição do festival foi iniciada ontem, e seguirá até 9 de agosto, exibindo um total de 91 produções Com um currículo de curtas-metragens premiados em diversos dos principais festivais do país, o cineasta ‘Não Estamos Sonhando’ é um filme desobediente, e esse festival também é", afirmou Ulisses Arthur. Com um crescimento constante, o festival registrou mais de 20 mil ingressos vendidos na edição anterior
- Festival Internacional de Cinema de Itabaiana fortalece audiovisual sergipano e reafirma o protagonismo do interior na 5ª edição
Com programação gratuita entre os dias 19 e 22 de agosto, festival consolida o interior sergipano como É nesse contexto que o Festival Internacional de Cinema de Itabaiana chega à sua 5ª edição como um dos O coordenador geral do Festival de Itabaiana, Andrei Ferreira, reforça que o grande intuito do evento Para Andrei, realizar o festival no interior do estado destaca a importância de uma distribuição mais “Quando criamos o festival em Itabaiana, as pessoas que faziam cinema na cidade não eram muitas.
- A ficção científica nordestina Yellow Cake vai estrear no Festival de Rotterdam 2026
Rodado no sertão da Paraíba, Yellow Cake terá sua estreia mundial na mostra competitiva principal do Festival Ao lado de outros 11 títulos selecionados, o longa brasileiro concorre ao principal prêmio do festival O longa marca o retorno de Melo ao Festival de Roterdã, onde recebeu o prêmio Bright Future por “Azougue Funcultura, Sic Recife e Lei Paulo Gustavo, e conta com apoio do Projeto Paradiso para o lançamento no festival O Festival de Rotterdam 2026 será realizado entre os dias de 29 de janeiro e 8 de fevereiro, apresentando
- Crítica | Manas | 2025 SFFILM Festival
Retrato áspero de realidade brasileira filmado com delicadeza e precisão. Divulgação Marcielle/Tielle (Jamilli Correa), de 13 anos, vive em uma comunidade ribeirinha na Ilha do Marajó com o pai, a mãe e três irmãos. Instigada pelas falas da mãe, ela cultua a imagem de Claudinha, sua irmã mais velha, que teria partido para longe após "arrumar um homem bom" nas balsas que passam pela região. Conforme amadurece, Tielle vê suas idealizações ruírem e fica presa entre ambientes abusivos. Ciente de que o futuro não lhe reserva muitas opções, ela decide confrontar a engrenagem violenta que rege sua comunidade. A cineasta Marianna Brennand estreia na direção de longas-metragens com um trabalho sensível, forte e transparente. Tratar dos cruéis abusos sofridos por menores de idade na região norte do país com sutileza e autoridade é uma missão difícil que em mãos menos habilidosas correria o grande risco de sair de um tom respeitoso e partir para uma abordagem sensacionalista, apelativa e de mau gosto. Acho importante não limitar a arte a grupos e não desenvolver ideias em cima de “e se”, mas acho mais importante ainda reconhecer que existem sim contextos culturais e sociais que tornam grupos mais aptos que outros a contar algumas histórias. Muitíssimo provavelmente esta narrativa não teria a mesma abordagem se fosse rodado por um homem, por mais sensível que ele seja. Manas tem um enredo cruel de amadurecimento, mas em qualquer momento Brennand se interessa em explorar, no sentido menos científico e mais negativo da palavra, essa crueldade. O roteiro não está preocupado no melodrama e no sofrimento de Marcielle, ele foca em como aquela menina lida com tantas descobertas dolorosas e o que ela resolve fazer dentro de suas limitações para encontrar uma saída para aquele ciclo de desventuras. O texto também aborda o micropoder da condescendência religiosa, a relação harmônica com a natureza quase como uma válvula de escape da realidade, e a ajuda paliativa e limitada que poderes externos tentam aplacar naquele ecossistema viciado e hermeticamente fechado numa espiral de silêncio e falso-moralismo. Divulgação A fotografia trabalha bem o desenho da imagem em baixo brilho e baixa saturação endossando a proposta de atmosfera pesada daquele ambiente mesmo com planos abertos e várias locações externas. O desenho de som também é um elemento importante na elaboração de momentos-chave e traduz com objetividade tudo que não é visto. A atriz Jamilli Correa vai revelando seu talento e seu potencial gradativamente e consegue entregar uma atuação imponente, mesmo construída em cima de silêncios. Todo o elenco trabalha em consonância e mostra que ficou claro o objetivo do roteiro e da direção em dar destaque à personagem em vez das situações de abuso. Manas é bem resolvido em não tentar ser um documentário, e também em não romantizar suas verdades com adornos e analogias que destoassem do seu cerne. O resultado é conciso, coerente e lindo, até onde pode ser dada sua conjuntura. Nota: 4/5
- Crítica | La Virgen de la tosquera (Festival Sundance de Cinema 2025)
Não mexa com uma jovem latina sem nada a perder Foto: Divulgação Em 2001, três adolescentes dos arredores de Buenos Aires se apaixonam por Diego (Agustín Sosa). Natalia (Dolores Oliverio) sempre teve mais química com ele, mas quando parece inevitável que a amizade deles se transforme em algo mais, a mais velha e experiente Silvia (Fernanda Echevarría) aparece e logo rouba a atenção de Diego. Mesclando elementos do terror folk com suspense ontológico, o roteiro do filme é adaptado de contos da escritora argentina Mariana Enríquez e consegue imprimir com precisão um tom constante que une misticismo, sociopolítica e dramas adolescentes como se esses três temas nunca tivessem sido separados. Na sua rua, um mendigo hostilizado abandona um carrinho carregado de itens velhos e em decomposição que ninguém ousa encostar. Em casa, sempre há uma simpatia ou amarração para conseguir o que se quer. Na televisão, programas de auditório são uma esperança para um dinheiro extra. Foto: Divulgação Natalia é uma adolescente órfã criada pela avó, acabou os estudos, e a única coisa que tem como objetivo é ter Diego para si, ela não tem nada a perder, e isso é literalmente seu ponto mais forte. Mas a figura de Diego aqui não é, apenas, a representação do despertar sexual de Natalia, ele é a motivação para todo o “adultecer” dela, para o surgimento de uma personalidade mais obstinada, mais empoderada, mais valente quase animalesca. Neste aspecto lembra uma versão mais sutil e dosada do malaio Tiger Stripes (2023). E então Diego passa de meta para motivação quando Natalia se vê como uma entidade superior àquela situação. O resultado é um longa surrealista que não se poupa em adicionar analogias à sua trama, e ao mesmo tempo consegue se manter enxuto e preciso. Algumas mensagens de subtexto certamente ficam pelo caminho e não parecem se encaixar no todo de maneira azeitada como poderiam (e ainda assim não ficariam explícitas demais a ponto de soarem óbvias), mas no final das contas também não prejudicam o andamento, e de certa forma até fomentam e instigam a expectativa até a resolução. Nota: 3,5/5
- Cobertura Festival de Cannes 2023 - Dia 4
fizeram parte da programação do quarto dia (19/05) Divulgação: Antonin Thuillier / AFP O quarto dia do Festival












