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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1319 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | Industry (4ª temporada)

    Conforme abordei na minha crítica da terceira temporada, a série foi vendida como um cruzamento entre

  • Crítica | Fiz Um Foguete Imaginando Que Você Vinha (15º Olhar de Cinema)

    Na condição de último longa exibido na Mostra Competitiva Brasileira do festival, certamente a encerrou

  • Crítica | Terra Indomável (Minissérie)

    real e há esse capricho da produção, seja nos figurinos ou maquiagens, o design de produção realmente mostra

  • Crítica | Pacificador (2ª temporada)

    desajustados – assim como ele –, eles o amam e ele precisa se sentir digno dessa amizade e John Cena mostra

  • Crítica | Pachinko (2ª temporada)

    Dada estra breve sinopse da temporada, de longe, o melhor núcleo é o do passado e é onde Pachinko mostra

  • Crítica | Ruptura (2ª temporada)

    No roteiro, o efeito críptico-enigmático da narrativa parece ser o resultado dum planejamento milimétrico O processo específico vivenciado —e omitido nesta crítica por razões óbvias— por Mark S. é algo que descrevo A 2ª temporada de Ruptura estreia em 17/01/2025, no Apple TV+.

  • Crítica | Five Nights at Freddy's - O Pesadelo Sem Fim

    Produção se esforça para se levar a sério, mas é pedir demais do público Foto: Divulgação No Freddy Fazbear's Pizza, robôs animados fizeram a festa das crianças por anos, hoje vivem no esquecimento e confinados nas ruínas do restaurante. E quando chega a noite, eles se transformam em assassinos violentos. O novo segurança noturno, Mike Schmidt (Josh Hutcherson), assume a função sem saber detalhes do passado e do presente do local abandonado, e aos poucos vai ter que descobrir o segredos por trás da história do estabelecimento e de seus personagens assustadores. Preciso começar confessando que só fui tomar conhecimento do longa-metragem alguns dias antes de entrar na sala de cinema. No entanto, não entrei em detalhes em minha busca. O que eu sabia: que era uma adaptação de um jogo e que envolvia robôs de um lugar abandonado. Não sabia o teor. Não sabia o enredo. Não sabia a abordagem do jogo ou do filme e todo o restante. Foi bom por um lado e ruim por outro. O lado ruim é que existem detalhes e referências que somente que é familiarizado com o material base vai conhecer e talvez isso facilite a deglutição da farofada que é o filme. O lado bom é que seu conhecesse qualquer informação a mais do que eu sabia provavelmente eu não teria ido assisti-lo. Não é uma história rasa, ela é cheia de camadas e os pontos são bem ligados, o que não signifique obrigatoriamente que faça algum sentido. Não sei o quão fiel é ao jogo e o quanto foi enxertado para ganhar tempo em cena, mas o detalhamento do arco onírico do protagonista Mike rouba um espaço que poderia ser mais aplicado com os robôs do que com seus fantasmas. O texto na verdade é uma grande patacoada e só funciona bem quando ele abraça suas contradições e falhas e se assume como a grande confusão que é, o que infelizmente só acontece na meia hora final. Na primeira parte o filme tenta caminhar entre o suspense psicológico, o terror e a comédia, porém consegue seus melhores momentos no humor. Foto: Divulgação Claramente a diretora Emma Tammi e os produtores “se preocuparam” em deixar o resultado mais limpo possível para alcançar uma faixa maior de público, afinal, pelo que entendi, crianças de uma certa faixa etária forma uma grande parcela do público do jogo. E embora não haja grandes problemas técnicos em cena, o tom café com leite impede o produto de ganhar personalidade por mais que se distanciasse da sua referência. Essa não é a primeira produção de Hollywood que aborda brinquedos vivos (e suas derivações) nem mesmo esse ano, e não fosse o apelo visual que os personagens possuem – e, claro o enorme número de fãs – talvez caísse no esquecimento facilmente. Tudo nos bonecos protagonistas do filme clama por desdobramentos de marketing e venda de produtos licenciados. E como toda boa farofa marqueteira, Five Nights at Freddy's tem muito potencial para virar franquia e também virar clássico cult num futuro não tão distante, onde será aclamado mais por seu meio do que propriamente por sua mensagem. Talvez o anacronismo seja mesmo o maior vilão do longa, tudo em sua estrutura imprime filmes vistos pelos millenials nas sessões vespertinas de televisão ou alugadas em grossas caixas de VHS, para hoje não vejo mais tendo muito espaço, afinal de contas é uma diversão descompromissada e até bem inofensiva. Espero estar errado. Nota: 2,5/5

  • Crítica | Os Fantasmas Ainda Se Divertem

    Sequência sabe quem quer agradar e aproveita isso ao máximo Foto: Divulgação Beetlejuice está de volta! Depois de uma tragédia familiar inesperada, três gerações da família Deetz voltam para casa em Winter River. Ainda assombrada por Beetlejuice, a vida de Lydia vira de cabeça para baixo quando sua filha adolescente rebelde, Astrid, descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão, e o portal para a vida após a morte é acidentalmente aberto. Com problemas em ambos os reinos, é apenas uma questão de tempo até que alguém diga o nome de Beetlejuice três vezes, e o demônio travesso volte para levar ao mundo seu próprio estilo de caos. Depois de uma sequência de filmes bastante irregulares na última década, o diretor Tim Burton parece ter acertado o passo mais uma vez e não foi fazendo nada de extraordinário, foi entregando o arroz com feijão do final da década de 80 que consolidou seu estilo. Essa na verdade é uma produção que em tudo lembra a mais ‘Sessão da Tarde’ das produções, é um longa que sabe o alvo que quer atingir e se desenha ao redor disso, goste quem gostar. E essa delimitação de público talvez seja algo que tenha faltado para os últimos longas do premiado cineasta californiano. Não que ele seja o mais refinado dos diretores e que precise de uma contemplação específica para apreciar seus trabalhos, mas ele conseguiu definir seus espectadores com sua estranheza pop envolvendo temas lúgubres de formas criativas e inusitadas e sempre com um visual marcante, parceria do designer de produção Bo Welch com o diretor de arte Tom Duffield. E isso vinha perdendo espaço para resultados inexpressivos e cada vez mais sem personalidade e sem ânimo. Foto: Divulgação Michael Keaton retorna em seu icônico papel e consegue surpreender com mais ritmo, dinamismo e timing para as incontáveis piadas. E é louvável que uma ator consiga reencenar um personagem tão cheio de trejeitos, décadas depois, sem repetir mecanicamente tudo que teve de positivo na primeira atuação. As carismáticas Catherine O’Hara e Winona Ryder também reprisam suas personagens do primeiro filme com soltura e um descompromisso que é característico do roteiro. Não tente procurar lógica ou razão no texto, porque mesmo o filme de 1988 não possui um alicerce argumentativo que o justifique, mesmo assim, a estrutura criada em cima, com os recursos estéticos e com o elenco afiado, consegue se manter de pé e até mesmo se impor. A continuação segue assim, com um roteiro que sai do nada e vai para lugar nenhum – por mais que haja longos diálogos que parecem falar mais do que o necessário – mas com uma jornada bem divertida no meio. Burton mistura gêneros, usa animação, usa efeitos práticos, usa efeitos digitais, explora com cores e formas, brinca com música, e o resultado é irreverente, absurdo e ridículo, no melhor sentido. Nota: 3,5/5

  • Crítica | Maldoror (Festival de Veneza)

    Filme belga traz a tona história de crime real com toque ficcionalizado, mas perde a mão com longa duração Foto: Divulgação Na Bélgica, em 1995, o jovem policial Paul Chartier fica obcecado com o caso de duas jovens desaparecidas. Quando ele é recrutado para fazer parte da Maldoror, uma unidade secreta para monitorar homens com antecedentes criminais em casos de abusos de menores, e a operação falha por conta de erros dos seus superiores, Paul embarca em uma jornada de caçada e culpa também para desmascarar os envolvidos no caso. Exibido no Festival de Veneza, essa é a trama principal do filme Maldoror, coprodução da Bélgica e da França, que conta uma história real que se entrelaça em uma trama política e social do país belga. Na época dos fatos, a polícia funcionava de forma subdividida, existindo assim a ‘Gendarmerie’, algo equivalente a guarda municipal na atualidade brasileira. Assim, esses núcleos policiais não trabalhavam de forma integrada, sendo um grande problema em casos de grande complexidade, como no sequestro de várias jovens de forma sequencial nos anos 90. Dirigido por Fabrice du Welz, fica claro que a intenção é dar luz a esse fato histórico e triste da Bélgica e explorar essa história real sob uma ótica ficcional. Além de denunciar e expor esses crimes de sequestro, abuso e violência contra menores, o filme também expõe as falhas na polícia e na justiça criminal do país, com referências claras a longas como Zodíaco e Memórias de um Assassino. Focar no personagem fictício de Paul Chartier, um jovem adulto com uma vida problemática, mesclando com essa história real tem seus erros e acertos. Foto: Divulgação Paul é um personagem complexo, em alguns momentos irritante pela sua insistência, deixando sua própria família de lado. Inclusive, um dos núcleos mais interessantes do filme é a família da esposa de Paul, mesmo que pouco explorada. Mesmo com sua complexidade, não sei se ele é o personagem ideal para liderar essa história feita para colocar sob a luz do público esse crime bárbaro. Alguns outros fios narrativos aqui se perdem e o filme, em certo ponto, parece não saber se quer ser um drama, um true crime ou um suspense policial. Muito disso acontece pela sua longa duração, de quase 2h33 minutos, que em muitos momentos torna a trama mais lenta e arrastada e em outros mais frenética, despontando com bons momentos de ação, mas não convencendo no drama. Com uma boa direção de arte e também boas atuações, Maldoror tem um saldo positivo mesmo com os problemas e traz uma luz e dá voz a um dos casos mais tristes da Bélgica. Nota: 3/5

  • Crítica | O Casal Perfeito (Minissérie)

    Apesar dos defeitos evidentes, não se levar tão a sério é um dos principais trunfos desta produção completamente viciante Foto: Divulgação/ Netflix Quando Nicole Kidman começou a fazer televisão com a espetacular – até então – minissérie Big Little Lies em 2017, ela ganhou um Emmy por sua irretocável performance como Celeste e tomou gosto pela mídia. No entanto, sua presença não virou sinônimo de qualidade graças a fraca The Undoing e a terrível Nove Desconhecidos. Neste ano, a ótima Expatriadas já tirou um pouco do estigma negativo, então fui conferir O Casal Perfeito com alguma expectativa, mas felizmente controlada. Tramas de brancos, ricos e problemáticos com um mistério como pano de fundo não são exatamente novidade na televisão, vide The White Lotus e a própria Big Little Lies, por exemplo. Porém, esta aqui lembra muito mais Revenge, não só pelo cenário praiano, mas pelo tom mais folhetinesco que o texto adota. Kidman é Greer Winbury, a matriarca da família e uma famosa escritora. O drama começa no dia do luxuoso jantar de ensaio de casamento de Benji (Billy Howle), um dos filhos de Greer, com Amelia (Eve Hewson), porém a cerimônia dá uma virada trágica quando um corpo de um dos convidados é encontrado boiando no mar. Embora Kidman esteja bem na pele da mãe controladora, algo nem sempre funciona nas suas expressões faciais. Independente disso, o elenco é um dos principais pontos positivos, porque além dos citados ainda temos Liev Shcreiber no papel de Tag, o marido meio babaca de Greer, e ele está ótimo no papel. Thomas (Jack Reynor) e Will (Sam Nivola) são os outros dois filhos do casal e Abby (Dakota Fanning) é esposa grávida de Thomas. Fanning é o maior destaque com sua personagem venenosa e a atriz parece estar adorando cada segundo no papel. Meghann Fahy é Merritt, uma influencer festeira amiga de Amelia, que será sua dama de honra no casamento. Ela chega com Shooter (Ishaan Khattar), que será o padrinho de Benji e é amigo da família há tempos, assim como Isabel (Isabelle Adjani), que parece saber até demais por conhecer os Winbury há mais tempo. No papel dos investigadores temos Michael Beach, como o policial Dan Carter, e Donna Lynne Champlin como a detetive Nikki Henry. Um baita elenco que consegue aproveitar bem os clichês do texto e se divertir com os diálogos quando não estão se levando a sério, o que não é sempre, infelizmente. A minissérie adota um humor proposital que é um dos seus melhores aspectos para disfarçar as reviravoltas infundadas que surgem ao longo dos seis episódios. O ritmo é muito ágil, mas há um problema que vai além dos clichês e sua previsibilidade. Na intenção de te fazer dar o play em seguida, sempre que o episódio acaba com um grande gancho, no começo do próximo aquilo já se transforma em uma tremenda bobagem sem qualquer relevância. E esta é a construção do mistério que sempre aguarda algum momento conveniente para trazer alguma nova reviravolta, revelando coisas que sequer importam para o mistério em si. A resolução para o “quem matou” da vez não é lá tão interessante, e surpreende mais do que faz sentido, mas eu adoro como o episódio final é engraçado. Susanne Bier, a diretora, e Jenna Lamia, a showrunner que adaptou o livro homônimo de Elin Hilderbrand, conseguem dar esse tom humorado que contorna as coisas sem pé nem cabeça e os atores acompanham muito bem, mesmo que os diálogos, às vezes, sejam bem expositivos e queiram responder perguntas que ninguém estava fazendo. É difícil falar sem spoilers e não poder adentrar em alguns outros aspectos, mas o entretenimento é garantido apesar dos vários pesares. Nota: 3/5

  • Crítica | É Assim Que Acaba

    a expectativa do seu telespectador Foto: Divulgação A primeira vez que li É Assim que Acaba foi em 2016 extremamente didática para um público que provavelmente não está tão acostumado com isso, especialmente lá em 2016

  • Crítica | Elite (8ª Temporada)

    Sem fôlego e cansativa, a série encerra com uma de suas temporadas mais descartáveis Foto: Divulgação Em sua última temporada, os irmãos Omar e Nadia se reecontram. A chegada dos irmãos Emilia e Héctor Krawietz, líderes da associação de ex-alunos Alumni, abala os alicerces da escola. Influentes, poderosos e corruptos, os Krawietz causarão estragos por onde passarem e destruirão a vida daqueles que caírem em suas redes. Só Omar poderá enfrentá-los e estará disposto a fazer qualquer coisa para vê-los cair, porque, em última análise, representam o que sempre houve de errado em Las Encinas. Elite é, até então, a série original Netflix de maior longevidade. Em suas 8 temporadas, o drama adolescente passeou entre suspenses de “quem é o assassino” num colégio da alta classe espanhola onde todo ano morria alguém, alunas andavam seminuas, os chuveiros eram usados como motel e os alunos passavam a maior parte do tempo em festas do que em salas de aulas. Os fãs não reclamavam, e eu achava bastante divertido até se tornar monótono. Boa parte dos espectadores acha que a Elite original, com todo seu glamour, tesão e tensão acabou com a temporada 3, para mim ela durou até a 5. Foi quando todos os nomes remanescentes do elenco original se despediram e a série buscou um recomeço por assim dizer. Em parte, funcionou. Os novos atores e novos personagens conseguiram trazer frescor em alguns arcos que foram sorteados com um texto melhor do que outros. Mas a verdade é que o formato, que foi junto com o elenco responsável por arrastar a série até onde chegou, já não impressionava, e por mais que sempre houvesse quem fosse assistir (eu), já não havia mais propósito de existir. E é chato dizer que foi desperdiçada uma chance de ouro de encerrar em grande estilo. A temporada 8 se encerra como uma temporada simples e fraca, sem evocar um grande fechamento para o fenômeno que Elite virou. Falta a empolgação e a relevância que o material um dia já teve (seja lá qual for e para quem for). Não são todas as séries que têm a oportunidade de conseguir um número farto de temporadas e saber qual delas será seu capítulo final. Elite conseguiu isso, mas preferiu não ir além do que já vinha fazendo nos últimos anos em que vinha definhando. Foto: Divulgação Para o bem e para o mal tudo segue o mesmo. O roteiro passa longe de ser sutil, os erros de continuidade gritam em cena, os vínculos entre os personagens não mudam, os personagens não mudam, os estereótipos não mudam, é o velho ciclo vicioso. A autoconsciência do texto funciona apenas quando brinca e cutuca que aquilo tudo talvez já esteja ultrapassado, que talvez eles estejam velhos demais. Por vezes as repetições soam como metapiadas (e talvez sejam mesmo) e essa era mais uma grande chance que a série tinha de romper com o seu comodismo, afinal o absurdo sempre fez parte deste universo, por que não então direcionar esses absurdos para novos sentidos? Ainda dava para tentar, foi a última tentativa. Mas não, os personagens seguem com motivações tão ridículas e repetidas que até mesmo os nomes do elenco que já entregaram bons e marcantes momentos na série parecem também já não ter mais qualquer vontade de estar fazendo aquilo tudo de novo mesmo que seja de forma derradeira. Até mesmo a volta da personagem Nadia não causa impacto no consumado destino da produção e em seu ritmo automático e sem impulso. As postagens das redes sociais da série dão um tom de despedida e homenagem que os roteiristas sequer se importaram de exercer. O final deixa passar a brecha de um autolouvor bem comum em séries que longa duração (o que serie bastante clichê, mas tire os clichês e Elite some) e parece querer na verdade esquecer seus melhores dias. Talvez eu estivesse depositando muitas expectativas neste fechamento e achasse que viria algo grande quando tudo indicava o contrário, mas de qualquer forma ficam os bons momentos e as boas lembranças de algo que começou muito bem, porém em seus instantes finais já não tinha mais fogo algum. Infelizmente. Nota: 2/5

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