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Resultados da busca por "Mostra SP 2026"

928 resultados encontrados para "Mostra SP 2026"

  • Crítica | Depois da Caçada (Festival do Rio 2025)

    Em 2024, foram dois filmes em sequência, o elogiado Rivais e Queer — que, diferente do primeiro, acabou Com lançamento agendado para outubro nos cinemas brasileiros, ele chega ao Festival do Rio de 2025 como

  • Crítica | Eu Não te Ouço (Festival do Rio 2025)

    A obra parte de um episódio real que sintetiza o surrealismo do pós-eleições de 2022: o caso do “patriota a passagem de transportes em uma rodovia bloqueada por manifestantes pós-resultado das eleições de 2022

  • Crítica | O Beijo da Mulher Aranha (2025)

    Ele dirigiu e escreveu a versão para o cinema do musical Dreamgirls (2006), escreveu o roteiro de Chicago

  • Confira a programação da Maratona Nordeste Fantástico 2024

    Maratona Nordeste Fantástico tem produção da Nuvem Nuvem Produções, parceria com Embaúba Filmes e apoio da Mostra Monstra. , 11 min) + Vislumbres (RN, 2016, 7 min) + Lagrimar (RN, 2024, 14 min) + O Vale do Vento Eterno (RN, 2021, 23 min) 19h: SESSÃO DE CURTAS-METRAGENS I (102 min ao todo) 16 anos Estalos (PI, 2023, 22 min ) + O Verbo se Fez Carne (AL, 2019, 6 min) + Nebulosa (CE, 2020, 14 min) + Macho Carne (MA, 2021, 15

  • Festival de Toronto divulga os filmes selecionados para a edição 2023

    Nesta segunda-feira (24), o Festival de Cinema de Toronto (TIFF) anunciou sua programação oficial das mostras Os três longas serão apresentados no TIFF 2023. FILMES QUE TERÃO SUA ESTREIA MUNDIAL NO TIFF 2023: • Next Goal Wins (Taika Waititi) • Les Indésirables Jimmy Chin) • Flora and Son (John Carney) • Fair Play (Chloe Domont) Em breve, o Festival de Toronto 2023 anunciará os filmes selecionados para as outras mostras que também compõem o evento.

  • Entrevista | Marcos Pimentel e Bárbara Colen mergulham em um universo “sinistro, sombrio, mas ininterrupto” em O Silêncio das Ostras

    Divulgação O filme O Silêncio das Ostras, primeira obra de ficção do diretor e roteirista Marcos Pimentel Como ‘O Silêncio das Ostras’ saiu do papel. E Bárbara, como o projeto chegou até você? Além disso, a arte do filme mostra como a Kaylane transforma sua casa, as coisas que ela decide acumular Ana Beatriz (Oxente Pipoca): Embora seja um longa de ficção, ‘O Silêncio das Ostras’ carrega um forte

  • Festival de Cinema de Gramado 2023 divulga os seus primeiros filmes selecionados

    Confira a lista dos primeiros títulos anunciados para o Festival de Cinema de Gramado 2023: LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS Angela, de Hugo Prata (SP) Mais Pesado é o Céu, de Petrus Cariry (CE) Mussum, o Filmis, Família Feliz, de José Eduardo Belmonte (PR) LONGAS-METRAGENS DOCUMENTAIS Anhangabaú, de Lufe Bollini (SP

  • Crítica | Cloud – Nuvem de Vingança (Olhar de Cinema 2025)

    Curitiba, Cloud – Nuvem de Vingança foi uma das três produções dirigidas por Kiyoshi Kurosawa no ano 2024 No fim das contas, não temos monstros, espíritos ou demônios para assombrar Ryosuke (ou talvez tenhamos Que Kurosawa nos mostre isso através da tensão, da violência e até do riso é um dos melhores atestados

  • Confira os vencedores do Prêmio Grande Otelo 2024

    destaques da noite Foto: Pedágio/ Divulgação Na última quarta-feira (28), ocorreu o Prêmio Grande Otelo 2024 Foto: O Sequestro do Voo 375/ Divulgação Confira abaixo os vencedores do Prêmio Grande Otelo 2024: Melhor

  • Crítica | Filhos do Mangue (Festival de Gramado 2024)

    personagens e grupos marginalizados — como visto em Narradores de Javé (2003) e Era o Hotel Cambridge (2016

  • Oscar 2024: Submissões a Melhor Filme Internacional

    Alemanha A atual detentora do Oscar na categoria, já que venceu em 2023 com Nada de Novo no Front, escolheu vencedora do Oscar, Cate Blanchett, e estrelado por Zar Amir Ebrahimi, iraniana premiada em Cannes 2022 Bulgária Nunca indicado, o país tentará o Oscar 2024 com Blaga's Lessons, de Stephan Komandarev. Coreia do Sul País que fez história no Oscar com Parasita, a Coreia do Sul será representada em 2024 O país da Transilvânia já foi indicado ao Oscar em 2021 pelo documentário Collective.

  • Crítica | Homens Brancos Não Sabem Enterrar (2023)

    Insira aqui seu trocadilho esportivo preferido sobre oportunidade perdida, lance errado, fora da cesta, etc. Foto: Divulgação Remake do marcante filme homônimo de 1992, a comédia apresenta Kamal Allen (Sinqua Walls), um ex-astro do basquete do ensino médio que estava escalado para jogar na NBA - até ser preso no último ano. Agora, quando não está trabalhando como entregador, ele joga basquete “extraoficialmente” por dinheiro. Jeremy (Jack Harlow) jogou basquete para a Gonzaga – e também era cotado pra NBA – quando rompeu os ligamentos dos dois joelhos e se viu viciado em analgésicos, vendendo bebidas desintoxicantes para ratos de academia e treinando aspirantes a astros do basquete. Quando os dois personagens se conhecem, eles percebem que poderão se aliar para conseguir dinheiro em apostas informais e competições. Eu não sou hater gratuito de remakes. Na verdade, sou bem positivista quanto a ideia de se adaptar e, algumas vezes, atualizar uma história que porventura tenha ficado datada, por exemplo. É também uma oportunidade de apresentar o produto original para toda uma geração que talvez não o conheça, ou de revisitar uma ideia, conceito ou mesmo história que mereça uma perspectiva diferente. O lado negativo é que sempre haverá a primeira versão (ou a versão anterior) para se comparar, além do apego emocional do público. Então foi com essa mente aberta que fui ver a nova versão da comédia clássica estrelada por Wesley Snipes e Woody Harrelson. E, de antemão, mesmo com alguns acertos, o filme falha em quase tudo que citei no parágrafo anterior. Primeiro porque faltou liga em cena entre Sinqua e Jack Harlow (que é rapper e está fazendo sua estreia em filmes), e parece que também faltou vontade. Woody e Wesley eram amigos antes de gravarem a primeira versão – inclusive Snipes lutou para seu amigo assumir o personagem que inicialmente seria de Keanu Reeves, os atores estrearam juntos no cinema no filme Uma Gatinha Boa de Bola (1986) e de lá pra cá estiveram em outros três filmes juntos. Foto: Divulgação Segundo, o filme insiste em embasar os protagonistas com detalhes que se mostram desinteressantes (e as vezes desnecessários) para a trama do filme e que algumas vezes estão ali só pra virar piadas curtas e efêmeras. O principal motivo para o personagem Kamal ter largado sua promissora carreira foi o fato dele ter sido preso. Mas isso é citado tão brevemente que quando uma fala no meio do filme lembra que ele foi preso você se pergunta se aquilo já foi mencionado antes. São tantos pormenores inflando um roteiro que deveria ser tão simples que saber se os homens brancos conseguem enterrar se torna só mais uma tiradinha sem a menor graça. Se esse fosse um material original o roteiro talvez imprimisse mais confiança do que demonstra, mas tendo como ponto de partida um dos mais simpáticos filmes de Hollywood, o resultado é tímido. Falta a malícia que o filme dos anos 90 tem, falta até um pouco da sensualidade. E eu não estou dizendo que o roteiro do primeiro é genial ou nada do tipo, ele mesmo tem suas falhas e seus “tapa buracos”, mas é tão fluido e tão azeitado que até os problemas ajudam a dar gracejo e identidade à comédia. Falta leveza e falta carisma. O filme acerta algumas piadas e tem boas sequências de basquete, mas isso não soma força o suficiente para dar corpo à produção. O remake tem energia, mas direciona essa energia para momentos errados deixando o filme tenso e travado sem a menor necessidade. Nota: 2/5

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