top of page

Resultados de busca

Resultados da busca por "Mostra SP 2026"

928 resultados encontrados para "Mostra SP 2026"

  • Crítica | O Último Episódio

    Memórias que só o cinema revela Foto: Divulgação/Filmes de Plástico O dicionário da Universidade de Cambridge dá a definição para o termo coming of age: “o período em que alguém começa a amadurecer emocionalmente”. Na ficção, não faltam histórias que relatam esse momento da vida e recentemente, no cinema brasileiro, longas como Sem Coração e Kasa Branca trouxeram esse momento para as telas em lugares distintos no nosso país. De uma praia paradisíaca no interior de Alagoas, as ruas da periferia do Rio, embarcamos agora para Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, para conhecer Erik, Cassinho e Cristão. Antes de tudo, vamos contextualizar: em 9 de outubro, o filme O Último Episódio chega aos cinemas de todo o Brasil. Dirigido por Maurílio Martins, da Filmes de Plástico, a trama gira em torno de um garoto de 13 anos chamado Erik que quer impressionar a menina por quem nutre uma paixão platônica, a garota nova da escola Sheila. Para se aproximar dela, ele jura que possui uma fita em casa com o episódio final do lendário desenho Caverna do Dragão. Depois de se meter nessa enrascada, ele corre contra o tempo para poder arranjar uma solução para essa pequena mentira com a ajuda de seus melhores amigos e com a câmera velha do pai que ele mal conheceu a tiracolo. É nos permeios de uma trama que à primeira vista parece simples que somos teletransportados para uma década repleta de nostalgia. E meu primeiro elogio para o filme é essa habilidade ímpar de te colocar exatamente em 1991. Parece que eu sentia a alegria dos personagens ao sentar na frente da TV e esperar um episódio inédito da minha série favorita ou sentia a emoção em abrir um vinil novinho, no dia do meu aniversário, da minha banda do coração. Está tudo ali, nos pequenos e nos grandes detalhes, com um carinho e um cuidado raro de quem viveu aquela época. Foto: Divulgação/Filmes de Plástico Muito disso também passa por um elenco muito talentoso e dos veteranos aos mais novos, é um deleite acompanhá-los. Outro ponto de destaque é como a direção de Maurílio Martins não se contenta apenas em evocar a nostalgia: ela a transforma em linguagem cinematográfica. A câmera passeia com liberdade pelos espaços, muitas vezes se aproximando dos rostos como quem quer captar pensamentos não ditos, e ao mesmo tempo resgata um Brasil em transformação no início dos anos 1990. Não é apenas sobre infância, é também sobre contexto: a televisão como janela para o mundo, o consumo cultural moldando sonhos, e a ausência de figuras paternas ou maternas ecoando nas escolhas dos personagens. O Último Episódio é, portanto, muito mais do que uma história sobre uma fita perdida ou sobre o desfecho de um desenho animado cultuado. É um filme sobre afetos, descobertas e cicatrizes que acompanham o processo de crescimento. Maurílio Martins e a Filmes de Plástico reafirmam, com delicadeza e potência, que o cinema brasileiro tem muito a dizer quando olha para as nossas próprias memórias coletivas. Ao final da sessão, fica a sensação de que todos nós já fomos um pouco Erik, tentando, à nossa maneira, inventar finais que nos ajudem a atravessar a vida. Não me julgue por evocar Taylor Swift agora, mas, em uma de suas canções ela diz “Nostalgia é uma ilusão da mente. Se eu estivesse lá, odiaria”. Essa frase ressoou em mim com força depois de assistir a O Último Episódio. Porque, no fim das contas, o filme não nos convida a voltar a um passado idealizado, mas a revisitar as contradições que moldaram nossa infância e adolescência. É um lembrete de que a memória nunca é exata: ela seleciona, inventa, mascara. E é justamente nesse espaço entre o que lembramos e o que gostaríamos de lembrar que o cinema de Maurílio Martins encontra sua beleza. E eu não odiaria nem um pouco voltar pra ela. Nota: 4.5/5

  • Crítica | TÁR

    A música e o silêncio como metáforas da glória e ruína de um modelo de humanidade Divulgação: Universal Studios Quando os créditos avisaram o final do filme, tive a impressão de que Todd Field, o diretor do longa, também lera Desonra, livro do autor sulafricano J.M. Coetzee — que escreveu Boyhood, e não, não é o filme do Linklater, mas achei que você deveria saber — em algum momento da vida. Lydia Tár, uma personagem puramente fictícia, ainda que pareça real -e o é, em certo modo, é uma maestro renomada por sua paixão, inovação e ousadia mas esconde segredos que, se revelados, mudariam o curso da própria vida. O longa e o livro encontram-se neste lugar: demonstram a decadência de um modelo de humanidade, e longe de fazê-lo sem críticas. A direção e ambientação do filme provocam estímulos tais como o andamento de uma sinfonia. Todd Field, metalinguisticamente, exerce o papel de maestro, quando escolhe de que modo demonstrar uma cena ou posicionar uma câmera, o que prefere captar, onde deseja que seu olhar se demore ou não, como esconder um tesouro à vista. Cate Blanchett é a instrumentista que compreende a linguagem visual e executa com liberdade, fôlego, intensidade e sabedoria uma personagem que está no limiar da biografia/ficção sem ser caricata, ou apelativa demais. Não à toa o filme tem sido notado no circuito de premiações e, recentemente, carimbou 6 indicações ao Oscar, incluindo melhor direção e atriz. Divulgação: Universal Studios É extremamente interessante essa percepção como representação: a música e o silêncio como metáfora. A música, quando a personagem principal encontra-se com sua própria falibilidade e decadência, e o silêncio como harmonia, movimento, trajetória. É no silêncio que as contradições de Lydia são expostas, e é na música que elas se escondem à vista, demonstrando uma destreza muito singular na forma de contar a história. O filme é uma viagem e tanto, e desde o início assistimos uma casa de ferreiro cujas estruturas são de madeira - o dito popular nunca foi tão certeiro. As ruínas morais, dos princípios e valores da personagem estão entranhadas em sua paixão - a música. E se (neste caso é quando) isto decair por completo, o que restará? Esta crítica é proposital e provocativamente curta porque quero utilizar a imortalidade da internet como aliada. Sempre que alguém ler esta crítica, sinta-se compelido a ir imediatamente assistir ao filme e trilhar, em primeira mão, o caminho proposto pela narrativa ao contemplar a imagem humana, que em seu crepúsculo, se despede, ainda que lenta e tardiamente. Nota: 5/5

  • Vicentina Pede Desculpas estreia nos cinemas nesta quinta antes de chegar à Netflix

    Netflix no dia 20 Divulgação Depois de passar pelos festivais de Toronto, San Sebastián, Rio e pela Mostra Também integrou a programação da 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Alegre/RS Cine Bangüê - João Pessoa/PB Cine Belas Artes - Belo Horizonte/MG Cine Bijou - São Paulo/SP Espaço Petrobras de Cinema - São Paulo/SP Instituto Moreira Salles (IMS Poços) - Poços de Caldas/MG Instituto Moreira Salles (IMS SP) - São Paulo/SP Kinoplex Dom Pedro - Campinas/SP Paradigma Cine Arte

  • Crítica | Maldoror (Festival de Veneza)

    Filme belga traz a tona história de crime real com toque ficcionalizado, mas perde a mão com longa duração Foto: Divulgação Na Bélgica, em 1995, o jovem policial Paul Chartier fica obcecado com o caso de duas jovens desaparecidas. Quando ele é recrutado para fazer parte da Maldoror, uma unidade secreta para monitorar homens com antecedentes criminais em casos de abusos de menores, e a operação falha por conta de erros dos seus superiores, Paul embarca em uma jornada de caçada e culpa também para desmascarar os envolvidos no caso. Exibido no Festival de Veneza, essa é a trama principal do filme Maldoror, coprodução da Bélgica e da França, que conta uma história real que se entrelaça em uma trama política e social do país belga. Na época dos fatos, a polícia funcionava de forma subdividida, existindo assim a ‘Gendarmerie’, algo equivalente a guarda municipal na atualidade brasileira. Assim, esses núcleos policiais não trabalhavam de forma integrada, sendo um grande problema em casos de grande complexidade, como no sequestro de várias jovens de forma sequencial nos anos 90. Dirigido por Fabrice du Welz, fica claro que a intenção é dar luz a esse fato histórico e triste da Bélgica e explorar essa história real sob uma ótica ficcional. Além de denunciar e expor esses crimes de sequestro, abuso e violência contra menores, o filme também expõe as falhas na polícia e na justiça criminal do país, com referências claras a longas como Zodíaco e Memórias de um Assassino. Focar no personagem fictício de Paul Chartier, um jovem adulto com uma vida problemática, mesclando com essa história real tem seus erros e acertos. Foto: Divulgação Paul é um personagem complexo, em alguns momentos irritante pela sua insistência, deixando sua própria família de lado. Inclusive, um dos núcleos mais interessantes do filme é a família da esposa de Paul, mesmo que pouco explorada. Mesmo com sua complexidade, não sei se ele é o personagem ideal para liderar essa história feita para colocar sob a luz do público esse crime bárbaro. Alguns outros fios narrativos aqui se perdem e o filme, em certo ponto, parece não saber se quer ser um drama, um true crime ou um suspense policial. Muito disso acontece pela sua longa duração, de quase 2h33 minutos, que em muitos momentos torna a trama mais lenta e arrastada e em outros mais frenética, despontando com bons momentos de ação, mas não convencendo no drama. Com uma boa direção de arte e também boas atuações, Maldoror tem um saldo positivo mesmo com os problemas e traz uma luz e dá voz a um dos casos mais tristes da Bélgica. Nota: 3/5

  • Crítica | Abbott Elementary (2ª temporada)

    Não foi por sorte que Abbott Elementary levou três dos sete prêmios aos quais foi indicada no Emmy de 2022

  • Crítica | Um Completo Desconhecido

    Timothée Chalamet brilha em cinebiografia tímida e contida. Divulgação Um Completo Desconhecido é uma biografia sobre a vida do astro Bob Dylan, dirigida por James Mangold. Situado na influente cena musical de Nova York do início dos anos 60, Dylan (Timothée Chalamet), o jovem músico de Minnesota, tem apenas 19 anos e caminha rumo à sua ascensão na música. Passando de cantor folk, para as salas de concerto e ao topo das paradas, culminando em sua performance inovadora de rock and roll elétrico no Festival Folclórico de Newport em 1965, definindo um dos momentos mais transformadores da música do século XX. Sempre falo da importância de recorte (ou recortes) na construção de um argumento de cinebiografia levando em conta a impossibilidade de se contar anos de uma vida em horas de um filme. E se não há um recorte preciso, se a produção resolve dar cabo do maior número de fatos na vida de uma pessoa, que haja uma transgressão no modo em que se conta essa história, que haja personalidade o suficiente para destoar aquela cinebiografia de outras tantas existentes. Um Completo Desconhecido acerta em demarcar o período que quer retratar, mas se limita apenas a isso. O roteiro do filme é baseado no livro Dylan Goes Electric! e foca no início da carreira do músico, desde o anonimato, discos folk, visões políticas, até a incrementação de elementos do rock em suas produções, o que deixou grande parte do seu público inicial completamente incomodado. Chega a ser injusto com a pessoa, com o artista, com a entidade que é (e que foi, no sentido midiático) Bob Dylan a feitura de uma cinebiografia tão comportada, contida e, porque não, limitada. Este é talvez o único e grande problema do filme. Falta inventividade, falta ousadia e falta personalidade, características que qualquer pessoa jamais poderá dizer sobre Dylan. Ainda assim, Timothée Chalamet consegue entregar uma atuação milimetricamente emulada de Bob Dylan, incluindo voz e musicalidade, que ainda assim soa orgânica e despreocupada no “querer impressionar”. Edward Norton também desempenha um papel bem elaborado dando vida ao músico Pete Seeger. Divulgação James Mangold é um cineasta que sabe bem o beabá de biografias em filme. Um de seus trabalhos mais reconhecidos é Johnny & June (2005), filme que conta a conturbada história da relação entre Johnny Cash (personagem também presente em Um Completo Desconhecido) e June Carter. E o que ele faz muito bem aqui é galgar o caminho crescente do filme até um final explosivo que acompanha a jornada musical de Dylan (no dado recorte). Este é um filme como muitos outros. Não deixa qualquer marca e não procura em seu protagonista qualquer traço que construa uma relação mínima de identificação, seja na estética ou seja no texto. É um enredo e um personagem que mereciam mais do que um filme chapado e passável. Nota: 3/5

  • CINEBH celebra 20 anos, discute o futuro do cinema latino-americano e homenageia a cineasta paraguaia Paz Encina e a escritora e atriz Conceição Evaristo

    Divulgação O CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte celebra 20 edições em 2026 entre Em 2026, serão exibidos 102 filmes, sendo 49 longas e 53 curtas-metragens, distribuídos em 69 sessões Os títulos integram as mostras Horizonte, Território, Vertentes, Praça, CineMundi, Homenagem e Diálogos Seu primeiro longa, Hamaca Paraguaya, completa 20 anos em 2026. A CineBH exibirá o filme na Mostra Diálogos Históricos, junto a Ejercicios de Memoria (2016), construído

  • PÁREO: Drama cearense de Luciana Vieira traz o universo das corridas de cavalos — European Film Market (EFM) da Berlinale

    Oxente Pipoca sobre os projetos brasileiros apresentados no European Film Market (EFM) da Berlinale 2026 ) e o JSFL – Jerusalem Lab (2026). Ponto Cego, programa que estreou quatro curtas-metragens na abertura da Quinzena dos Realizadores, mostra , seu curta Ponto Cego, em parceria com Marcel Beltrán, venceu o prêmio de Melhor Curta-Metragem da Mostra especial do Oxente Pipoca dedicada aos filmes brasileiros em destaque no European Film Market (EFM) 2026

  • Entrevista | Pedro Diógenes fala sobre 'Centro Ilusão'

    Novo filme cearense foi premiado em sua estreia no Festival do Rio 2024 e venceu 4 categorias no VII Inferninho) falou sobre seu novo longa-metragem Centro Ilusão que teve sua estreia no Festival do Rio 2024 , onde venceu o prêmio de Melhor Longa-Metragem da mostra Premiere Brasil: Novos Rumos. você falou a música sempre esteve nas narrativas de vários dos meus filmes, Estrada para Ythaca, Os Monstros

  • Crítica | To Leslie

    Uma válida história de redenção, mas que não diz muito mais do que já sabíamos Foto: Divulgação Seis anos após ganhar na loteria, Leslie (Andrea Riseborough), uma mãe solo de um pequena cidade no interior do Texas, acaba perdendo tudo para o alcoolismo. Leslie havia abandonado todos, inclusive seu filho adolescente, a quem recorre inicialmente quando foi expulsa do lugar onde vivia. James (Owen Teague), agora um homem, tenta ajuda-la, mas as constantes recaídas de sua mãe acabam desapontando o rapaz e fazendo Leslie voltar para sua cidade natal e confrontar seu passado. Baseado em fatos verídicos, o filme ganhou maior notoriedade por causa da polêmica envolvendo a campanha de indicação de Riseborough ao Oscar de Melhor Atriz, porque provavelmente sem isso ele não chamaria muita atenção. Não que seja ruim, longe disso, mas não consegue se sobressair entre tantos outros que tratam do mesmo tema. Seu trunfo maior está, de fato, na performance magnética de Riseborough. Ela consegue nos fazer navegar por um mar de sentimentos em relação a sua personagem, uma mulher maltratada pela vida, mas que maltratou tantas pessoas que passaram pela sua. Ela nos faz sentir raiva, decepção e finalmente empatia, no seu árduo processo de sobriedade. Leslie ganhou 190.000 dólares, perdeu o dinheiro e ela mesma pelo caminho. Leslie volta à cidade quando seu filho a expulsa e ele busca antigos amigos dela para ajudá-la. É ai que entram Allison Janney e Stephen Root, dois ótimos atores com potenciais desperdiçados. Root é Dutch, que está mais propenso a dar uma nova chance a Leslie, já Janney é Nancy, que faz o papel da amiga magoada e que joga verdades na cara de Leslie sempre que possível. É como se a personagem tivesse uma nota só e apenas no final ela demonstrasse um pouco mais de complexidade. É um filme sobre Leslie, claro, mas isso não é significa que os outros personagens não devam ser trabalhados. Foto: Divulgação O roteiro, ainda que percorra por todos os caminhos já esperados, nos escancara essa mulher tão cheia de falhas, que cometeu tantos erros e paga um preço alto por eles. Não fui atrás da história em que é baseado, porque queria me ater ao que vi em tela. O longa muda um pouco de tom quando surge Sweeney (Marc Maron), um gerente de um hotel de beira de estrada que quer ajudar Leslie ainda que ela não queira ser ajudada. É um tipo comum em filmes assim, pois são motores que levam a protagonista a chegar onde o roteiro almeja: a redenção. Na primeira metade do longa, em que Leslie vai cometendo sua sucessão de erros, há um pouco do fator surpresa, mas a medida que vai se desenrolando, é como se eu soubesse o que aconteceria a cada nova cena. Sweeney surge como um farol para uma mulher completamente perdida e dali é que se pode haver esperança. Ele não quer saber quem ela foi, quer saber quem ela ainda pode ser. A atuação e o carisma de Maron conseguem elevar o seu personagem e nos faz torcer por um final feliz. Michael Morris tem um forte controle da direção. O tom é mais intimista, porque afinal é sobre aquela mulher e aquela jornada. Leslie achou que tinha a maior sorte do mundo ganhando aquele dinheiro que ela não soube manter, mas em uma mensagem mais otimista e um tanto clichê, o que ela precisava mesmo, o dinheiro não podia comprar. Não é um filme inesquecível, mas o que ele se propõe a fazer, faz bem feito em sua maior parte. Talvez dure um pouco mais do que o necessário, e uma edição melhor poderia trazer mais dinamismo, mas não é algo que chegue a atrapalhar. Vale a pena ser visto, se emocionar e torcer por Leslie, porque às vezes tudo o que a gente precisa é de uma boa e velha história de superação. Nota: 3,5/5

  • Brasil é país de honra no mercado de negócios do Festival de Cannes e marca presença com delegação recorde do cinema nacional

    de 100 empresas, Brasil se destaca no maior mercado audiovisual do mundo, leva filmes às principais mostras de Cannes e reforça sua força criativa global Divulgação De 13 a 21 de maio de 2025, o Brasil será o funcionará como uma embaixada do país, unindo no mesmo espaço representantes do Governo Federal, estados de SP e Rio e ainda a Prefeitura de SP. Em 2024, o Cinema do Brasil levou 68 empresas ao Marché du Film.

  • Entrevista | Diretor e atriz de “Amarela” falam do lançamento do curta-metragem no Festival de Cannes

    desde 2003, quando fazia faculdade, enquanto Melissa – que chegou a fazer parte do The Voice Kids em 2020

bottom of page