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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"
1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"
- Crítica | Hacks (4ª temporada)
Série retorna mais afiada do que nunca e mostra que, mesmo quando periga cair na repetição, se sobressai Essa não é uma crítica a O Urso, outra das minhas séries favoritas da atualidade; mas a divulgação dela
- Crítica | Pobres Criaturas
Oscar, recebendo 10 indicações por A Favorita, onde trabalhou pela primeira vez com Emma Stone, e em 2023 O enredo nos mostra Bella Baxter, que é trazida à vida pelas mãos de Godwyn Baxter, que toma a responsabilidade
- Crítica | Milton Bituca Nascimento
Minha tatuagem com a letra de “Nada Será Como Antes” é só uma pequena amostra da minha admiração e veneração Embora tenha havido algumas críticas à presença de nomes estrangeiros — como se só estivessem presentes
- Crítica | Upgrade: As Cores do Amor
refrescante uma obra que se ampara tão bem no star quality de seu elenco, e nesse sentido Camila Mendes mostra
- Crítica | Hacks (5ª temporada)
Mas foi isso que acompanhamos desde a exibição da primeira temporada lá em 2021. e Ava Daniels (Hannah Einbinder) foram construindo um público fiel e cativo, além de uma aclamação crítica se converteu na arma secreta da série, ganhando um merecido reconhecimento por parte do público e da crítica
- Crítica | Cyclone (Festival do Rio 2025)
Foto: Divulgação Dentre os longas selecionados para a Première Brasil de ficção no Festival do Rio de 2025 Cyclone, da cineasta Flávia Castro - que também aparece na seleção deste ano com As Vitrines, parte da mostra
- Crítica | Till - A Busca Por Justiça
Jalyn Hall entrega carisma mesmo nos poucos momentos em que aparece, de fato todo o elenco de apoio mostra O filme se encerra esfregando na cara da audiência a desestimulante verdade, que apenas em março de 2022
- Crítica | Fúria (1ª temporada)
justamente essa ampliação de sua proposta que faz da série uma das melhores produções que assisti em 2026
- Crítica | Nem Toda História de Amor Acaba em Morte (Olhar de Cinema 2025)
Acertando numa representatividade surda que transcende as telas, longa constrói história LGBTQIA+ singela, mas não se esforça para ir muito além disso. Imagem: Divulgação Clichês são empregados por uma razão: eles dão certo. Especialmente em gêneros como o romance e a comédia romântica, muitas vezes sabemos como a história vai se desenrolar, quais conflitos se delinearão no decorrer da narrativa, mas ainda assim somos atraídos pela universalidade do amor. Mas se o amor é universal, então pessoas LGBTQIA+ também não têm direito a vivê-las, com todos os clichês que lhe são devidos? Nem Toda História de Amor Acaba em Morte, longa paranaense de Bruno Costa, opera na consciência desses clichês, mas se apropriando deles para contar a história de amor entre duas mulheres: a professora de meia-idade, recém-separada, Sol (Chiris Gomes) e Lola (Gabriela Grigolom), uma jovem mãe surda cuja filha é uma das alunas de Sol. Contudo, esta ainda vive sob o mesmo teto que seu ex-marido Otávio (Octavio Camargo), o qual se vê forçado a mudar de vida com o fim do casamento e o novo relacionamento de sua ex-mulher. Desde o início, o longa se distingue sobretudo na maneira como aborda e representa a população surda, num esforço de representatividade que vai para muito além da integração desses personagens e suas vivências à narrativa, mas também com a presença de intérpretes de Libras para os diálogos dos filmes. Se a presença de seus ícones nos cantos da tela pode desviar a atenção no começo, logo se torna natural, o que é um grande mérito do filme – e um aprendizado a ser seguido por outras produções, tenham elas ou não personagens surdas. Mas para além desse cuidado, Nem Toda História de Amor Acaba em Morte não foge muito do que seu título aponta: esta é uma história clichê sobre novos amores, mas que evita o tropo das tragédias que normalmente se abatem sobre casais LGBTQIA+. Porém, a construção do relacionamento de Sol e Lola se dá de maneiras um tanto abruptas (que alguns poderiam dizer que é uma questão clássica de relacionamentos lésbicos, mas não parece ser intencional da parte do filme), e em diversos instantes a própria construção de Sol torna a personagem um tanto desagradável e alguém difícil de torcer, mesmo que a ideia seja de que estamos diante de alguém cansada de assumir uma postura passiva na vida e que quer reagir. Mas quando, mesmo que não intencionalmente, nos vemos tendo mais simpatia pelo arco de Octávio do que o das protagonistas (o que é potencializado pelo fato de Octavio Camargo roubar a cena sem esforço), fica claro que em algum lugar o filme perdeu a mão na sua proposta. Ainda assim, não faltam méritos a Nem Toda História de Amor Acaba em Morte em conseguir trazer a representatividade surda e LGBTQIA+ para uma história de apelo universal. É engraçado, fofo e leve, mas não se propõe a ir além disso – e para alguns isso é ótimo. Mas, ainda que não caiba a ele reinventar a roda dos romances e dos romances LGBTQIA+, sua singeleza não é exatamente o que o fará ser memorável. Nota: 3/5
- Crítica | O Urso (5ª temporada)
Divulgação É uma pena o quanto O Urso perdeu muito do seu apreço por parte do público e da crítica em Como apontei na minha crítica da quarta temporada, essa discussão é francamente estúpida e se tornou várias músicas licenciadas – para entregar uma narrativa focada, intensa e ansiosa (é claro), mas que mostra
- Crítica | Garra de Ferro
Luta, dor e encenação Foto: Divulgação Em seu mais novo filme, o diretor Sean Durkin embarca no universo da luta livre e explora a história da família Von Erich. Liderados pelo pai Fritz Von Erich (Holt McCallany) e pela mãe Doris Von Erich (Maura Tierney), os irmãos Kevin (Zac Efron), Kerry (Jeremy Allen White) e David (Harris Dickinson). Juntos, os irmãos são pressionados a cumprir o legado de seu pai trazendo para casa o título mundial de luta livre, e na busca por esse objetivo eles precisam lidar com uma "maldição" que os atormentou ao longo de vários anos. Por se tratar de um filme que aborda a luta livre, certamente ele possui dezenas de cenas no ringue, e a forma que Durkin filma essas cenas flertando com a teatralidade do wrestling e optando por dosar muito bem um sentimento de melancolia ao manifestar a dor em meio a diversão. Se O Lutador (2008), de Darren Aronofsky expõe os extremos entre a vida de lutador e o mundo real de um personagem em decadência, Garra de Ferro tem o seu foco nos diferentes tipos de oponentes que são enfrentados pela família Von Erich, seja a masculinidade, a tradição ou a frustração. Um dos grandes méritos do filme é como ele reverencia e traça um paralelo com o aspecto da encenação que é utilizado na luta livre. Quando vemos Kevin demorando a se levantar ao ser derrubado no ringue a fim de convencer o espectador de forma dramática, ele pode estar encenando tanto para o torcedor do ringue quanto para o espectador do filme, de modo que também somos provocados a imaginar a encenação em cenas fora do ringue. Além de testemunharmos os lutadores combinando movimentos e coreografias antes da luta, Garra de Ferro mantém firme o método que é conhecido como "kayfabe", que é o entendimento implícito entre os lutadores e os fãs de que os eventos encenados e roteirizados devem ser aceitos como reais. E isso é cinema em sua mais pura essência. Foto: Divulgação Temos como um dos principais oponentes dos nossos lutadores, a masculinidade tóxica com o pai Fritz Von Erich como a personificação disso, em que os homens da família vivem refém dessa ideia patriarcal que dita toda a criação dos Von Erich. Como se o pai quisesse descarregar toda a sua frustração nos filhos e que todo o seu objetivo de vida está resumido em criar esse legado de campeões. De forma que eles são privados de demonstrar fragilidade e até mesmo de chorar à medida que uma nova tragédia comete a família, pois eles foram criados com a ideia de que “Homem não chora”, como diz o próprio Kevin com os olhos cheios de lágrimas em determinado momento do filme. Além de apresentar através de plano-detalhe o que se assemelha ao que atualmente são as famílias americanas que vivem os ideais trumpistas, como é visto na cena em que é mostrado um grande arsenal de armas expostas em vitrine na sala de casa. Esses elementos são apresentados ao espectador enquanto a direção parece tomar uma postura de distanciamento em relação a esses personagens, o que acaba funcionando bem em seus momentos mais melodramáticos quando estão fora dos ringues. E são nessas nuances que percebemos pequenos detalhes como a masculinidade autoritária de Fritz, que pede demais de seus filhos e os coloca uns contra os outros; o estoicismo religioso tóxico de Dotty; o amor fraternal que os mantém unidos independente do que aconteça. E em meio a tudo isso o filme caminha até uma procissão de catástrofes, na qual tanto o espectador como os personagens são incapazes de sofrer por muito tempo, pois é preciso se colocar no lugar novamente para dar continuidade ao sonho do pai, pois é tudo o que importa aqui. É uma situação trágica, porém familiar para muitos garotos criados em um ambiente de masculinidade tóxica. Foto: Divulgação Os filhos são obrigados a competir pela atenção do pai. Quando Kevin falha na luta livre, David se torna um candidato ao título mundial, enquanto o sonho olímpico de Kerry acaba e ele assume o esporte favorito de Jack. O desafortunado Mike apenas deseja tocar música com seus amigos em uma banda, enquanto os outros irmãos fazem o máximo para realizar esses sonhos. E nisso eles persistem em castigar seus corpos e reprimir qualquer sentimento de raiva, ressentimento, fracasso e o temor de desapontar o pai de várias maneiras. Um deles se recusa a admitir que suas lesões relacionadas ao esporte são sérias, mesmo após vomitar sangue na recepção do casamento de Kevin. Outro recorre ao álcool para lidar com as consequências devastadoras, lutando para escapar do controle mental exercido pelo pai. Até Mike que até então tinha vocação pra música se vê dentro do ringue, ainda que por um breve momento. A direção de Durkin garante que o amor compartilhado pelos irmãos Von Erich seja genuinamente palpável por quem assiste. Existe um afeto profundamente genuíno entre eles, um amor profundo pela luta livre e, sobretudo, uma devoção pela. A luta livre representa uma fuga da repressão, uma maneira de liberar inseguranças profundas e explorar oportunidades que lhes foram negadas. Pelas lentes de Durkin, os espectadores podem contemplar a paradoxal realidade da luta livre profissional - um espetáculo que é simultaneamente teatral e esportivo, artificial e autêntico, e frequentemente mais seguro dentro do ringue do que fora dele. Garra de Ferro tem estreia marcada nos cinemas para o dia 7 de março. Nota: 4/5
- Crítica | Aquaman 2: O Reino Perdido
ímpeto de vida que pudesse distingui-lo em meio à seara dos filmes de super-herói, que enfrentaram em 2023 Shazam 2, The Flash e Besouro Azul — com o adendo de um vindouro reboot desse universo a partir de 2025 Situando-se quatro anos após o primeiro Aquaman, o filme nos mostra o personagem-título (Jason Momoa)












