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496 resultados encontrados para "festival rio"
- Cobertura Festival de Cannes 2023 - Dia 2
Estão também no elenco os espanhóis Jason Fernández e Manu Ríos e o português José Condessa. japonês Hirokazu Kore-eda a disputar Palma de Ouro, também teve sua primeira exibição no segundo de festival Honra (1983), Tabu (1999) e Hara-Kiri: Morte de um Samurai (2011) era um nome conhecido e recorrente do festival Competindo com o ainda inédito Perfect Days, o veterano diretor Wim Wenders levou também para o festival Divulgação Outro documentário que também estreou hoje no festival foi Occupied City, do diretor ganhador
- Cobertura Festival de Cannes 2023 - Dia 3
) foram destaques do terceiro dia (18/05) Divulgação: Mike Coppola / Getty Images O terceiro dia do Festival Entregue pela nova presidente do festival, Iris Knobloch, a distinção não havia sido anunciada anteriormente de Ethan Hawke e falou sobre seu curta-metragem Extraña Forma de Vida, que estreou ontem (17/05) no festival
- Festival Internacional de Cinema de Itabaiana homenageia Yoya Wursch em sua 5ª edição
Na 5ª edição, o Festival Internacional de Cinema de Itabaiana presta homenagem à diretora e roteirista Embora nascida na cidade do Rio de Janeiro, foi no estado de Sergipe que Yoya Wursch encontrou o seu Para o idealizador do Festival de Itabaiana, Andrei Ferreira, a intenção foi reconhecer uma personalidade Ao reconhecer a cineasta, o Festival Internacional de Cinema de Itabaiana reafirma o compromisso de valorizar
- Crítica | Diane in the Loop (Festival de Veneza 2026)
Filme belga-francês aborda a armadilha e o peso do trauma Divulgação “Diane in the Loop”, longa dirigido por Ann Sirot e Raphaël Balboni, traz uma perspectiva diferente sobre o que se espera de uma relação entre mãe e filha e, além disso, como traumas podem ser projetados. O filme busca estabelecer dois lados dessa conexão maternal, de forma crua e honesta. Na trama, acompanhamos Diane (Ninon Borsei), que navega seus anos de jovem adulta e sua relação com sua mãe. Tudo muda quando Diane descobre que sua mãe foi violentada, despertando uma fúria e vontade de vingança. Ao mesmo tempo, sua mãe tenta reconstruir a sua vida, tentando se tornar a pessoa que sempre quis. Apesar de objetivos tão diferentes, a forma como as duas lidam com suas questões definem o rumo do longa. O impacto da revelação do trauma da mãe impulsiona Diane em uma busca conturbada por reparação. A narrativa avança quase que como uma fábula, onde uma coisa vai abrindo outra e se torna maior que a anterior. Aqui, destaco a forma como o texto e atuação traz uma certa leveza ao espectador, apesar de tocar em assuntos tão sérios e traumáticos sem hesitações. E é muito interessante como a relação de mãe e filha é explorada aqui. É possível entender o quanto a mãe de Diane se vê na filha, ao mesmo tempo que a repreende por fazer coisas que não conseguiu. E não é por inveja ou desdém, mas para protegê-la do que aconteceu com ela. Por outro lado, a jornada da Mãe de desabrochar e ir em busca de si mesma é algo bonito de se assistir. Algo que se torna controverso é a forma como algumas atitudes de Diane são justificadas por tomar para si as dores de sua Mãe. Muitas vezes, apesar de mesmo ser algo não proposital, ela acaba “forçando” a Mãe a lidar com o seu trauma. Essa imposição, ainda que mascarada de proteção, reproduz uma forma de violência ao privar a vítima do controle sobre a própria história. O loop que é mencionado no título está diretamente conectado com isso, com a forma dessa perpetuação de traumas. A narrativa acerta ao discutir a necessidade de interromper esse fluxo, mas acaba perdendo um pouco à mensagem quando normaliza alguns comportamentos da protagonista. “Diane in the Loop” é um filme bom, apesar de certas ressalvas e faz com que o espectador tire suas próprias conclusões, gerando um bom debate pós-filme. Nota: 3/5
- Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba divulga programação da 15ª edição
Imagem: Divulgação O Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba, um dos principais eventos O festival ocorre de 4 a 13 de junho e contará com sessões em espaços culturais importantes da capital Filme de abertura O longa-metragem que abrirá a edição 2026 do Festival Internacional de Curitiba é o Animazul, Vitória/ES | Brasil | 2026 | 9’) - Num pequeno povoado dominado pelo caju, no interior do Rio | Espanha, França | 2026 | 122’) - Nos arredores de Barcelona, Vallbona é um enclave cercado por um rio
- Com voz original de Matheus Nachtergaele, animação brasileira “O Filho da Puta” recebe o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio
por Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite, conquistou o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio 2026, onde participou da competição de ficção na Première Brasil e Menção Honrosa na primeira pós-produção do longa, que fez sua estreia mundial na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Contrechamp do Festival
- Curta brasileiro “Não É Da Sua Conta” concorre ao prêmio do LA Comedy Film Festival
e Gabriela Pazini é o único representante do Brasil entre os curtas de comédia da edição de 2026 do festival O longa também está entre os raros representantes latino-americanos na seleção oficial do festival, ao “Ver o ‘Não É Da Sua Conta’ ocupar lugares tão especiais quanto um festival internacional é emocionante Já Ana Araujo destacou a importância de estrear internacionalmente em um festival dedicado à comédia. O encerramento do festival, no dia 17, contará com a exibição do longa brasileiro “Sonhando com Leões
- Entrevista | Parasita do Coração: “Não é tão futurista de repente”
atriz Amber Gray discutem solidão, luto e os paradoxos da tecnologia em ficção científica exibida no Festival do Rio. Exibido no Festival do Rio, o longa aposta na ambiguidade entre realidade, memória e simulação para conduzir E, obviamente, estar no Rio é muito, muito divertido e as pessoas são tão maravilhosas e abertas, é realmente
- Crítica | The Things You Kill (Festival Sundance de Cinema 2025)
“Ninguém é ressentido por natureza” Fonte: Divulgação Ali (Ekin Koç), um professor universitário de Literatura turco, fica confuso com as circunstâncias suspeitas da morte de sua mãe doente. Durante seu processo de luto, Ali revela seu ressentimento por seu pai distante (Ercan Kesal) e faz amizade com um jardineiro chamado Reza (Erkan Kolçak Köstendil), com quem cria um vínculo pessoal profundo. O argumento deste filme turco é uma proposta de narrativa, rica, instigante e multifacetada que gerou um roteiro incisivo, espero e prático. Prático porque ele é cheio de frases de efeitos prontas, mas que são usadas com tanta precisão e perspicácia que não soam artificiais nem deslocadas. Frases que vão ser base para o enredo, como a que citei no subtítulo deste texto; frases de contexto social e frases de alfinetadas políticas (diretíssimas para os EUA). Dualidades e paradoxos humanos refletidos em laços familiares são o centro da história que se desdobra em incontáveis camadas sólidas de subtemas, todos bem conectados. E a frase destacada resume e definem a raiz de toda a estrutura enigmática do longa. Fonte: Divulgação O cineasta iraniano Alireza Khatami entrega um filme complexo montado em cima de um suspense que ultrapassa os limites do real. Bem calculado e perfeitamente executado, tudo em cena é importante, o dito e o não dito, o visto e o não visto. Não é à toa que Ali leciona Literatura. Não é à toa que o longa abre com um relato de um sonho. É um filme inteligente, intrigante e com muito pano pra manga quanto aos assuntos que contempla. Conhecemos Ali, sua personalidade, seu passado e seu presente, através dos vários personagens que o cercam. Sua esposa, sua mãe, seus alunos, sua médica, seu chefe, suas irmãs e seu pai. Eles definem quem Ali é como sua vida está: aos pedaços. Tudo funciona exatamente diferente do planejado. A impressora trava na sua vez de usar. O sítio não tem água. Sua disciplina será descontinuada. A mãe doente morre. Ele descobre que é infértil. E ainda assim ele se mantém numa calma nervosa. Há, no entanto, dois elementos que fazem com que Ali mude: a chegada do jardineiro misterioso e a descoberta de segredos sobre seu pai. Estes elementos estão intrinsecamente ligados como causa e consequência. Essas duas personas são responsáveis por todas as ações do início ao final. Durante suas aulas de tradução, Ali explica aos alunos a importância do texto adaptado para outros cenários, locais e contextos, ele fala sobre linguagem fática, fala sobre sentido, sobre interpretação, sobre morte, sobre rumor. Tudo é importante, tudo é relevante para o quebra-cabeças daquele personagem, e para rechear as charadas mais evidentes do filme. Para além disso, o elenco é um primor. Ekin Koç e Erkan Kolçak Köstendil funcionam bem de forma individual para ditar as mudanças no tom do filme, e operam ainda melhor quando dividem cena com uma dinâmica fluida e condizente com cada situação. É um filme para ser revisto com a atenção curiosa de uma revisão, e ainda assim não perderá o encanto e os efeitos surpresa. Nota: 4,5/5
- Festival Internacional de Cinema de Veneza 2022 anuncia seus vencedores
the Bloodshed (NEON) Considerado por muitos o início propriamente dito da temporada de premiações, o Festival marca o terceiro ano seguido que um longa dirigido por uma mulher vence o Leão de Ouro, maior prêmio do Festival
- 5º Festival Internacional de Cinema de Itabaiana reúne mais de 4 mil pessoas e celebra produções nacionais e internacionais
Imagem: Divulgação Após quatro dias de programação, a 5ª edição do Festival Internacional de Cinema de internacionais, e promoveu oficinas, masterclasses e o primeiro Laboratório de Roteiro da história do festival Entre os destaques do festival, o Laboratório de Roteiro reuniu roteiristas de diferentes partes do país O festival mobilizou profissionais de diferentes áreas e, segundo a organização, gerou cerca de 175 postos Que venham mais tantos outros ciclos, para que o festival tenha uma vida longa”, reforçou.
- 'Terra Bruta': western que expõe a anatomia da masculinidade estreia no 54º Festival de Cinema de Gramado
Divulgação O curta-metragem Terra Bruta, dirigido por Guilherme Suman e Allan Riggs, terá sua estreia no 54º Festival Filmes, em 2025, rendeu resultados expressivos, alcançando prêmios em Hollywood, reconhecimento em festivais por diversas regiões do Brasil e ate uma participação em um festival qualificador para o Oscar nos EUA












