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1325 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"
- Crítica | Não Fale o Mal
O longa pode não resolver o problema geral de Hollywood com seus infindáveis remakes, mas mostra que
- Crítica | Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte
Divulgação Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte é daqueles filmes que tornam difícil separar crítica Ao mesmo tempo, existe uma crítica bastante afiada à própria Hollywood. Hoje, esses filmes podem ser revisitados criticamente justamente porque seus preconceitos também revelam No fim, talvez o verdadeiro monstro nunca tenha sido aquele que saía do lago.
- Crítica | Gato de Botas 2: O Último Pedido
Com muita maestria, o longa nos mostra como, em tempos de crise, o lúdico é necessário para enxergarmos
- Crítica | Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades
tênue entre a autocrítica e a prepotência, como se ele não soubesse se deve fazer piada com o que seus críticos lhe acusam de ser ou se absorve essas críticas para melhorar seu cinema. Divulgação: Netflix Exemplo disso é o diálogo canhestro que abre essa crítica, dito por um personagem diluída na obra, mas Iñarritu é tudo, menos sutil: aqui ele parece mais preocupado em se antecipar às críticas
- Crítica | A Vida Sexual das Universitárias (2ª temporada)
Nova temporada possui um início cativante e agora precisa cumprir as expectativas do seu público Divulgação: HBO Max É preciso enaltecer o sucesso notório da primeira temporada de ‘A Vida Sexual das Universitárias’ e a forma única na qual a série consegue se estabelecer em um ambiente pouco abordado em sit-coms e seriados do gênero: as universidades. Esse recorte faz com que nós, como espectadores, possamos notar que há uma preocupação por parte de seus realizadores em nunca desvincular o seu enredo do ambiente universitário. Tal abordagem, acompanhada de personagens humanamente imperfeitas e de situações simplesmente inacreditáveis, só poderiam resultar em um grande interesse por parte do público. Com o inverno chegando a Vermont, a segunda temporada da série traz a atmosfera das festas de fim de ano para a Universidade Essex. A princípio, Kimberly (Pauline Chalamet) está lidando com um grande desafio envolvendo a busca por novas formas de se manter na Universidade, já que sua bolsa de estudos foi cancelada devido aos acontecimentos da primeira temporada. Kim não possui condições financeiras para arcar com as altas mensalidades do ensino superior e não está disposta a preocupar os seus pais com o assunto. Por outro lado, Bela (Armit Kaur) está investindo alto em seus planos de se tornar uma comediante de sucesso, arquitetando a primeira revista de comédia dirigida por mulheres do campus. Resta, entretanto, uma dúvida se Bela se entregará a um romance fixo ou se continuará adepta ao sexo casual. Whitney (Alyah Chantelle Scott), por sua vez, nunca esteve com tantas dúvidas sobre si mesma. Fora do futebol, Whit tentará se aventurar por novas atividades acadêmicas irá explorar algumas matérias mais desafiadoras, com estudantes mais desafiadores. Outra pauta em foco é o seu relacionamento com Canaan (Christopher Meyer) e a importância da comunicação e da sinceridade em um namoro. Por fim, Leighton (Reneé Rapp) felizmente está mais confiante com sua sexualidade e disposta a se abrir para suas colegas de quarto. Inclusive, a fase dos encontros às escondidas com outras garotas é passado para ela nessa nova temporada. Consequentemente, é extremamente satisfatório assistir o desenvolvimento de sua personalidade e a forma com que sua amizade com as garotas foi essencial para essa mudança. Divulgação: HBO Max Sendo assim, fica evidente que tudo que amamos sobre a primeira temporada de ‘A Vida Sexual das Universitárias’ está de volta, agora em sua segunda fase. O humor e a boa dinâmica entre as quatro protagonistas continuam sendo o carro chefe da série. Em contrapartida, é no mínimo desmerecedor classificar o roteiro de Kaling e Noble apenas como engraçado, quando alguns tópicos hodiernos essenciais são levados em consideração. Ao longo da segunda temporada, temáticas como desigualdade social, assédio sexual e racismo fazem parte do enredo com a responsabilidade e intencionalidade que uma série de comédia poderia conceber em seu formato. Em sequência, é impossível não mencionar a qualidade da trilha sonora de ‘A Vida Sexual das Universitárias’ como um ponto extremamente positivo da série. Não estamos falando de uma trilha milimetricamente escolhida por experts, mas sim, de uma sequência repleta de músicas que estão nas paradas mundiais recentemente. Isso resulta em uma imersão ainda maior no campus da Universidade Essex, pois, embora a série seja extremamente caricata, é fácil nos sentirmos parte daquele cenário, como se estivéssemos vivendo tudo aquilo em nossa realidade. Quando uma trilha sonora consegue fazer tudo isso, é cabível dizer que ela cumpriu o seu papel com louvor. No mais, a segunda temporada de ‘A Vida Sexual das Universitárias’ tem uma grande tarefa a cumprir: atingir, ou até mesmo superar, as expectativas da audiência depois de uma primeira temporada triunfal. Com o carisma do elenco e um bom desenrolar de acontecimentos, alegrar antigos fãs e conquistar novos não deve ser algo extremamente difícil. Nós do Oxente, Pipoca? já conferimos os seis primeiros episódios e podemos confirmar que o seu começo foi bastante promissor! A série conseguiu transmitir um lado mais maduro das garotas, agora já praticamente veteranas, que será interessante de acompanhar a cada semana. Logo, agora nos resta aguardar, ansiosamente, quais caminhos o nosso grupo favorito de universitárias irá trilhar durante o gelado inverno de Vermont. Nota: 4/5
- Crítica | As Quatro Estações do Ano (1ª temporada)
Nova série de comédia de Tina Fey é bastante agradável, mas tropeça feio no último episódio. Divulgação Baseada no filme homônimo de 1981 de Alan Alda, a trama foca em três casais de amigos – Jack e Kate (Will Forte e Tina Fey), Nick e Anne (Steve Carell e Kerri Kenney-Silver), e Danny e Claude (Colman Domingo e Marco Calvani) –, mas quando Nick decide pedir o divórcio, complica os tradicionais encontros do grupo a cada estação. Adaptada por Fey, Lang Fisher e Tracey Wigfield, a série aborda a crise da meia-idade, casamentos, amizades e mudanças em um texto leve, mas ainda cínico, o que dá uma certa acidez – comum nas produções de Fey, e que eu, particularmente, sou fã confesso. Desta vez ela não me fez gargalhar, mas ainda assim foi muito agradável de acompanhar a série, até certo ponto, pelo menos. Nenhuma das relações traz algo muito inovador além do que já vimos em outras séries e filmes. Porém, o elenco é o maior ponto positivo. Além de Fey e seu timing impecável para ironia e sarcasmo, ela faz uma bela dupla com seu marido meio loser feito pelo competente Will Forte. Steve Carell está ótimo no papel, embora seu personagem seja o clichê dos clichês do solteirão de 50 e poucos anos que arruma uma namorada mais jovem. Kerri Kenney-Silver está bem como Anne, a recém-divorciada que não sabe muito bem como reagir à sua nova situação. Colman Domingo e Marco Calvani têm um relacionamento aberto e são a maior atualização desta nova versão, que funciona bem, uma vez que os dois têm bastante química e trazem uma representatividade mais orgânica, mesmo sem muito aprofundamento. Divulgação A questão do relacionamento aberto poderia ser melhor explorada, bem como diversas outras que ficam somente na superfície. No entanto, como a série escolhe uma abordagem com mais leveza, é compreensível que não se aprofunde tanto. São oito episódios de pouco mais de 30 minutos, com dois focando em cada estação. Nos Estados Unidos, elas são bem mais visíveis do que aqui na maior parte do Brasil pelo menos e a série consegue criar o clima propício de cada um, deixando tudo muito gostoso de se acompanhar, ainda que nem todas as piadas funcionem, é tudo muito simpático, digamos assim, e eu assisti sempre com um sorriso no rosto. Por isso a reviravolta para o episódio final soa tão abrupta e deslocada. Não vou dizer quem, mas um dos seis protagonistas morre. Não é a primeira vez que uma série de comédia aborda o tema, mas tem que ser algo trabalhado muito delicadamente para que se consiga extrair humor disso. O que definitivamente não é o caso aqui. Não é um episódio escrito por Tina Fey e eu acho que ela seria a roteirista ideal para isso, pois talento ela tem e já comprovou. Não sei se é algo que acontece no filme original, mas julgando a série pela série, não funciona. É um assunto complexo que foge da atmosfera de alegria que acompanhamos até então e faz com que todas as tentativas de piadas não passem de ser só tentativas, onde nem o constrangimento cumpre sua função. Não estraga a experiência completa, mas sem dúvida alguma deixa um gosto amargo. Há um gancho para uma possível 2ª temporada, mas que dá certo como final também. E se dependesse de mim, assim seria. Nota: 3/5
- Crítica | Tempos de Barbárie - Ato I: Terapia de Vingança
A Jaula (2022) foi outro thriller brasileiro que há pouco retratou os desdobramentos da violência reacionária
- Crítica | Mulher-Hulk: Defensora de Heróis (1ª temporada)
Mesmo que, em alguns momentos, o seriado mostra a grande complexidade que vem se criando com o MCU e,
- Crítica | O Bosque Selvagem
Animação não economiza no visual para criar fábula moderna espirituosa Divulgação Existe um bosque escondido logo depois da cidade, um lugar que não aparece em nenhum mapa e de onde dizem que ninguém volta. É para lá que uma revoada de corvos leva o irmão de Prue (Giulia Benite), enviados por uma feiticeira que precisa dele para seus planos sombrios. Sem pensar duas vezes, Prue parte para O Bosque Selvagem para salvá-lo, ao lado do amigo Curtis. Lá dentro, os dois encontram um mundo mágico, cheio de perigos, criaturas encantadas e segredos antigos. Das mãos que criaram Coraline, chega aos cinemas uma história sobre coragem, amizade e os laços que nos movem. Nunca vou deixar de exaltar o trabalho artesanal de altíssimo nível que se requer na produção de um stop motion. Em um cenário de grandes estúdios onde cada vez mais surgem animações sem qualquer espírito, personalidade ou textura, os stop motions sempre apresentam pelo menos uma dessas características. O Bosque Selvagem vai além e transforma o próprio cuidado com a construção das imagens em um dos grandes trunfos da experiência, revelando como a materialidade dos bonecos e dos cenários ainda pode oferecer algo que dificilmente se encontra em outras técnicas de animação. Baseado em um romance de fantasia de mesmo nome, o filme apresenta uma fábula moderna sustentada pelos critérios dos clássicos: animais antropomorfizados, lição de moral bem pontuada e uma estrutura narrativa fechada. A obra encontra espaço nessa disposição de fatores para desenvolver suas próprias ideias sem deixar de lado a simplicidade que torna esse tipo de história tão eficiente. A elaboração das cenas de ação e o nível de detalhamento no desenho dos personagens e das ambientações ajudam na imersão nesse universo. Cada movimento, expressão e elemento dos cenários parece pensado para conferir identidade àquele mundo, tornando a experiência visualmente rica sem cair na armadilha de parecer apenas mais uma fantasia produzida pelo cinema estadunidense. Existe inventividade na maneira como o filme ocupa a tela, especialmente quando a dinâmica do stop motion é explorada para dar peso e presença às ações. Um trabalho que merece ser apreciado pelo resultado e também pela dedicação que transparece em cada quadro. O Bosque Selvagem (Wildwood) é um filme emocionante e cheio de vontade de surpreender, tanto pela narrativa quanto pelo visual. Mesmo recorrendo a uma estrutura de texto que segue um caminho linear, encontra força na execução e no carinho evidente com que constrói seus personagens e situações. Em tempos de produções cada vez mais preocupadas em impressionar apenas pela escala, é revigorante ver que espírito, personalidade ou textura ainda são relevantes, e fazem uma diferença grande quando são priorizados. Nota: 4,5/5
- Crítica | True Detective: Terra Noturna (4ª temporada)
identidade própria Foto: Divulgação Quando estreou dez anos atrás, True Detective foi sucesso imediato de crítica
- Crítica | Hunters - A Caçada (2ª temporada)
motivo pelo qual permanece a sensação de que estamos vendo uma série diferente da que assistimos em 2020
- Crítica | A Casa do Dragão (1ª temporada)
Infelizmente, “House of the Dragon” só deve voltar às telas da HBO em 2024, mas deverá manter o telespectador












