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Resultados da busca por "festival rio"

496 resultados encontrados para "festival rio"

  • Festival de Berlim 2026 fica marcado por cearenses premiados, 'Feito Pipa' e omissão em discurso de grandes nomes

    O panorama de uma Berlinale política Divulgação/Berlinale Festivais são políticos? Internacional de Cinema de Berlim, o primeiro dos três grandes festivais europeus do ano. Um festival que escolhe se omitir politicamente no momento histórico que vivemos é, antes de tudo, um festival covarde. E, se é assim, como pode existir um festival de cinema que tente se colocar fora dela?

  • ‘La Perra’, com Selton Mello no elenco, é selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2026

    romance de Pilar Quintana, dirigida por Dominga Sotomayor, marca nova parceria entre Brasil e Chile no festival , estrelado por Selton Mello e Manuela Oyarzún, foi selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival Kohei Kadowaki) O 79º Festival de Cinema de Cannes acontecerá de 12 a 23 de maio e você pode acompanhar

  • Curitiba recebe a 14ª edição do Festival Olhar de Cinema

    Festival contará com mais de 90 filmes em sua programação; 1ª edição do MECI - Mercado do Cinema Independente Divulgação A partir do próximo dia 11 começa a 14ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional E, neste ano, o Oxente Pipoca estará cobrindo o festival presencialmente. Além disso, o festival contará em paralelo com a 1ª primeira edição do MECI - Mercado do Cinema Independente

  • Wagner Moura fala sobre 'O Agente Secreto', prêmios e cinema nordestino

    estar pronto para a temporada de premiações Foto: Aianne Amado (Oxente Pipoca) e o ator Wagner Moura no Festival do Rio 2025 Na manhã do dia 7 de outubro, o Oxente Pipoca, representado por mim, participou da cabine de imprensa de O Agente Secreto, como parte da programação do Festival do Rio. A entrevista aconteceu em um hotel em Copacabana, pouco antes do tapete vermelho do filme no festival

  • Crítica | Filhos do Mangue (Festival de Gramado 2024)

    Um filme muito aquém das possibilidades do cinema de Eliane Caffé Foto: Divulgação Em seu livro Nordestino: a invenção do falo, o historiador Durval Muniz de Albuquerque Jr. trata a respeito da construção do ideário do homem “cabra macho” nordestino, uma figura viril, reacionária e violenta criada em resposta à crise da masculinidade que assolou o Nordeste a partir dos anos 1920. Via-se a sobrevalorização do patriarcado, de modo que houvesse uma afirmação do sexo masculino para que este ocupasse uma posição crucial dentro da organização política. Enquanto a mulher era relegada aos afazeres domésticos e ao cuidado com as crianças, o homem carregava consigo uma enorme reserva de agressividade e energia para descarregar, o que seria feito no espaço público. Nos primeiros minutos de Filhos do Mangue, após ser encontrado desmemoriado na praia da comunidade onde vive, o protagonista Pedro Chão (Felipe Camargo) é levado para uma espécie de galpão e amarrado a uma cadeira, para então ser submetido por um julgamento público pelos demais moradores, que o acusam de ter roubado um dinheiro que lhes pertencia, além de forçá-lo a relembrar de diversas de suas ações criminosas e violentas. Esse homem confuso e perdido do presente é contrastado ao bruto do passado, que não se acanhava em explorar os corpos alheios para turistas na região, roubar dos outros moradores e até mesmo bater em sua mulher. Mesmo depois de livre, ele se vê confrontado pelos demônios do passado, ainda que não se lembre deles. No papel, é uma ótima oportunidade da diretora Eliane Caffé explorar as noções de masculinidade e violência de gênero, enquanto há acenos para o turismo exploratório e a ameaça às tradições de lugares como as comunidades ribeirinhas. A diretora, notória pelo seu cinema docuficcional e atenção a personagens e grupos marginalizados — como visto em Narradores de Javé (2003) e Era o Hotel Cambridge (2016), este um dos meus filmes nacionais favoritos — tem um rico material em mãos para abordar através da sua já consolidada estética. Foto: Divulgação É uma pena, portanto, que Filhos do Mangue nunca atinja esse potencial. Embora os elementos docuficcionais estejam lá, eles passam longe de ter o mesmo impacto dos longas anteriores da diretora. Veja o bloco das personagens femininas que se unem para protegerem umas às outras da violência perpetrada pelos homens da comunidade, como o próprio Pedro: ainda que seja louvável discutir tal tema, este parece deslocado dentre as várias sugestões narrativas que o filme dá a entender que irá tratar. Não ajuda que, diferente de Era o Hotel Cambridge, por exemplo, aqui há uma proposta mais nítida de se apresentar um fio narrativo através da figura de Pedro e o drama que o cerca, de modo que todo o resto da obra — sejam subtramas ou personagens —é tratado em segundo plano. Infelizmente, se o personagem nos é mostrado inicialmente como um papel em branco dada a sua perda de memória, o filme pouco se esforça para escrevê-lo, mesmo com a possibilidade de confrontá-lo sobre a violência que carregava consigo e ocasionalmente ainda aflora. Felipe Camargo até se esforça (exceto no sotaque nordestino, que é fraco e risível até para ser genérico), mas o ator e o personagem parecem à deriva no longa de uma maneira que não me parece ter sido intencional. Ainda assim, há elementos em Filhos do Mangue que nos lembram do quanto o cinema de Eliane Caffé é tão impactante. A intimidade com a qual a câmera mergulha pelos manguezais e praias, lança luz em determinados momentos para as vidas dos personagens e consegue extrair sua força de determinados blocos e atuações (como os atores mirins ou o personagem de Thiago Justino em seu monólogo) são instantes que nos mostram as possibilidades que o longa poderia ter abraçado em sua plenitude. A própria sequência inicial do julgamento público nos prepara para um filme muito diferente do que ele acaba por ser, nos desnorteando junto ao protagonista e apresentando uma tensão sufocante que, no entanto, nunca mais retorna. Infelizmente, porém, no saldo geral Filhos do Mangue é uma oferta muito inferior ao que o cinema de Eliane Caffé já entregou até aqui. Possui boas ideias e relances do melhor que a diretora costuma entregar em seus filmes, mas nunca abraça por completo sua premissa principal e tampouco desenvolve satisfatoriamente as secundárias, ficando assim preso em um lugar tépido e sem vida, que não poderia estar mais distante da exuberância dos manguezais e litorais nordestinos e suas populações. Nota: 2,5/5

  • Crítica | Os Hiperbóreos (2024) | 2025 SFFILM Festival

    Apelo plástico embasado no viés artesanal fazem de filme chileno uma surpresa cheia de potencial. Divulgação A narrativa e as ilusões de uma atriz e psicóloga dão vida à figura polêmica de Miguel Serrano, um escritor chileno que propagou filosofias neonazistas esotéricas, provocando uma reflexão sobre seu lugar na história. Sou fascinado por filmes que desafiam, ou provocam, a forma e os gêneros, e Os Hiperbóreos resolve desafiar as duas coisas. Num misto de documentário-ficção montado num misto de teatro com animação, a direção de arte é de longe o ponto mais atrativo do filme, criando um diorama gigante num mesmo estúdio e explorando diversas possibilidades criativas de forma artesanal e minimamente digital, apresentando um resultado visual sempre instigante e inesperado. Tirando os fatos sobre a controversa persona de Miguel Serrano, nunca sabemos exatamente o que é “verdade” e o que é criado no argumento para os desdobramentos do roteiro. E de forma bem lúdica, misturando ironia, metapiadas e suspense psicológico, o roteiro luta para convencer o espectador de suas motivações, e cedo resolve se entregar aos escapismos das analogias, reforçadas com destrezas pelos recursos visuais, para concluir sua missão. Deixando claro que muitos pressupostos em cena requerem uma visão para além da imaginação e da lógica, para melhor digerir sua diegese. Divulgação No entanto, mesmo a forma sendo o principal e ponto focal, por vezes não se sustenta por si, e o texto não consegue construir base para estar à altura dos apelos plásticos, mesmo se esforçando muito e acreditando muito nas suas fábulas. O chamariz visual, no entanto, talvez não tivesse o mesmo impacto sem a presença da atriz Antonia Giesen, responsável por dar vida e veracidade ao projeto. Os Hiperbóreos nunca deixa de ser interessante, sempre há algum elemento enquadrado que faz valer a atenção e ajudam a imergir o público naquele conteúdo mesmo sem estar completamente a par de tudo que está sendo retratado. É sem dúvidas uma pesquisa de erros e acertos onde nenhum resultado é negativo. Nota: 3,5/5

  • “Quem sabe um filme assistido aqui não transforme a vida de alguém?": Andrei Ferreira comenta expectativas para a 4ª edição do Festival Internacional de Cinema de Itabaiana

    Um festival de cinema é um evento diferente de outros, como festivais de música, por exemplo, que atraem festivais internacionais do Nordeste. Ana Beatriz Andrade (Oxente Pipoca): Como você enxerga o papel de festivais de cinema fora do eixo Rio-SP O próprio curso de Cinema não tinha uma cultura de festivais. Ainda existe essa visão de que o eixo Rio-SP é o único lugar onde as coisas acontecem, mas é fundamental

  • Crítica | That Summer in Paris | 2025 SFFILM Festival

    assisti ao gracioso curta-metragem Susane (2025), de Gerardo Coello Escalante e Amandine Thomas, no Festival

  • Crítica | Centro Ilusão

    Música é combustível das relações humanas em encantador road movie bairrista Foto: Divulgação/ Marrevolto Filmes Dois músicos, de gerações diferentes, se conhecem em uma audição para um concorrido laboratório de música da cidade de Fortaleza. Tuca (Fernando Catatau) tem 50 anos e se sente frustrado com sua carreira. Kaio (Brunu Kunk), 18 anos, é aspirante a artista que sonha em fazer sucesso com suas próprias composições. Para além de teorias e teses sobre a representação do real na arte, no cinema, e dos incontáveis neorealismos, alguém pode afirmar que estamos diante da consolidação de uma nova fase do realismo contemporâneo no cinema brasileiro pós-favela movies. Os mais recentes longas da produtora cearense Marrevolto Filmes e da mineira Filmes de Plástico levantam este estandarte que é seguido por outros. São filmes precisos e enxutos, e até mesmo mais curtos do que a média comercial – mas não menos profundos e contemplativos –, bem musicados e que apreciam um bucolismo urbano, sempre centrados nas relações humanas e periféricas, e no naturalismo do homem e de seu entorno. Em Centro Ilusão, o cineasta Pedro Diogenes que há pouco nos presenteou com o encantador A Filha do Palhaço (2022), traz mais uma vez a cidade de Fortaleza, mais especificamente o Centro, como personagem que dialoga diretamente com os protagonistas interpretados atenciosamente por Fernando Catatau e Bruno Kunk. Como num filme de estrada que passeia dentro das infinitudes de um espaço limitado, Tuca e Kaio se conhecem e se descobrem no decorrer de um dia e mostram suas vulnerabilidade, pessoais e profissionais, que o fizeram chegar àquele ponto comum de suas vidas. No curto espaço de tempo Tuca acaba por se tornar a figura paterna informal de Kaio, e Kaio vira o antagonista de tudo que Tuca tinha como verdade e propósito em seu atual momento. Em diálogos fluidos e ilustrados, o elo entre eles toma forma a medida em que seguem pela jornada que já tem um final demarcado, mas que não possui percurso definido, seja concreto ou metafísico. Foto: Divulgação/ Marrevolto Filmes E caminhando junto a isso tem a música que une e impulsiona todos os outros personagens que somam ao sensível argumento. Centro Ilusão é um musical sem números caros e bem coreografados, sem firulas visuais e plásticas, mas com tanta intensidade nas vozes de quem interpreta as canções que mesmo quaisquer desafinações e deslize no tom contribuem para a construção do “real” já citado. Pedro Diogenes sempre usou com primor o artifício das músicas como catalisador da narrativa, algo que Michelline Helena e Amanda Pontes trouxeram também recentemente em Quando Eu Me Encontrar (2023). Inquestionavelmente é o longa mais maduro de Diogenes em se tratando de padrões convencionais de refinamento técnico. A montagem com cortes exatos e as transições que gracejam com elegantes sobreposições dão ainda mais personalidade ao trabalho. É elegante ao mesmo tempo que acessível, possui enunciado quase que referencial tamanha clareza do texto ao mesmo tempo que valoriza sempre a função emotiva, e permanece como uma doce melodia elaborada cuidadosamente para persistir em nossa mente. É de um lirismo sonoro (com um desenho de som impecável), visual e sentimental que transborda as delimitações da tela. Nota: 4/5

  • Filmes sergipanos são destaque em mostra competitiva do Curta-Se 24

    Imagem: Divulgação Entre os dias 3 e 9 de novembro, Ministério da Cultura e Petrobras apresentam o Festival Nordeste, apresenta uma mostra especial dedicada às produções sergipanas, reforçando o compromisso do festival Segundo Rosângela Rocha, diretora do festival que conta com o patrocínio da Petrobras, por meio da Lei “Desde a sua criação, o festival tem sido uma vitrine para o cinema feito em Sergipe. pela Diversidade Cultural e do Fórum dos Festivais.

  • Crítica | O Território (Citronela DOC - Festival de Documentários de Ilhabela 2022)

    Geographic A nossa Amazônia é, por enquanto, ainda extremamente bonita, com uma extensão de florestas e rios

  • Festival de Artes de São Cristóvão leva cinema ao Cine Trianon com mostras sergipanas e nacionais

    Prefeitura de São Cristóvão e o Governo de Sergipe lançaram oficialmente a programação da 40ª edição do Festival O cinema também ganha espaço na grade do festival. Entre os destaques está o premiado “O Último Azul”, longa vencedor do Urso de Prata na última edição do Festival

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