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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1318 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Tudo Pode Ser Visto encerrará a 50ª Mostra de São Paulo e ganha data de estreia nos cinemas do Brasil

    nos Estados Unidos, dirigido por Nathan Fielder e Lance Oppenheim, foi escolhido para encerrar a 50ª Mostra Tudo Pode Ser Visto se tornou um dos documentários de maior destaque da temporada de premiações de 2026 Além da forte recepção crítica, o filme também ganhou projeção comercial após uma estreia de US$ 15 milhões O longa também recebeu cinco indicações ao Critics Choice Documentary Awards, incluindo Melhor Documentário A exibição na 50ª Mostra acontece poucas semanas antes da estreia comercial no Brasil, marcada para 26

  • Crítica | Os Odiados do Casamento

    Nem mesmo um elenco carismático consegue salvar a nova comédia da Amazon Prime Video da mediocridade Divulgação: Amazon Prime Video Casamento: um evento bastante recorrente no universo cinematográfico da comédia. Temos o ‘Casamento Grego’ (2002), ‘O Casamento do Ano’ (2013), a ‘Missão Madrinha de Casamento’ (2011) e por aí vai. Isso é um fato sustentado por boas razões, afinal, em uma cerimônia matrimonial, há uma oportunidade vasta para a ocorrência de situações cômicas e inegavelmente românticas. Entretanto, quando estamos falando a respeito de ‘Os Odiados do Casamento’, novo filme da Amazon Prime Video, a teoria da comicidade intrínseca dos casamentos vai por água a baixo. Nós, como espectadores, somos introduzidos a um enredo fraco, com personagens irritantes e um roteiro que não sabe muito bem para onde ir. ‘Os Odiados do Casamento’ conta a história de Alice (Kristen Bell) e Paul (Ben Platt), dois irmãos muito próximos, mas que não possuem a melhor das relações com a sua mãe, Donna (Allison Janney). O afastamento não se limita somente ao lado materno, já que Paul e Alice também guardam certo rancor de sua meia-irmã, Eloise (Cynthia Addai-Robinson). Tudo está prestes a tomar rumos inesperados quando Paul e Alice são convidados para o grandioso casamento de Eloise em Londres, onde cada um terá que lidar com problemas familiares não resolvidos e seus conflitos internos individuais. Alice clama ter azar no amor, porém está cem por cento focada em um relacionamento às escondidas com o seu chefe e não consegue se entregar totalmente a uma relação mais saudável. Paul, por sua vez, não parece estar contente com o seu novo emprego e com os rumos que seu relacionamento com Dominic (Karan Soni) está tomando. Divulgação: Amazon Prime Video Quando nos referimos a Donna, além de lidar com o afastamento dos filhos e com as consequências da viuvez após a morte do pai de Alice e Paul, a matriarca da família ainda terá que enfrentar os fantasmas do seu primeiro amor, o charmoso Henrique (Isaach De Bankole), pai de Eloise, a noiva em questão. A direção do longa-metragem fica por conta de Claire Scanlon, conhecida por seu trabalho em algumas comédias televisivas de destaque como ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’, além de ser a diretora de uma comédia romântica queridinha pelo público, o filme ‘O Plano Imperfeito’ (2017). Infelizmente, o bom currículo de Scanlon não é o suficiente para tornar a experiência de assistir ‘Os Odiados do Casamento’ agradável e satisfatória. Isso acontece principalmente por seu roteiro não conseguir entregar uma boa construção de eventos, fazendo com que a história toda pareça muito corrida e bagunçada. Ademais, todos os momentos propositalmente feitos para serem engraçados só acabam sendo uma replicação de clássicos embaraçosos que já vimos antes, como vomitar em público e derrubar o buffet do casamento por acidente. Logo, a combinação de um humor pastelão previsível com um roteiro não envolvente acaba criando até uma ausência de empatia da audiência perante os personagens. O filme se desenrola, porém não nos permite criar apego verdadeiro pela história de cada um dos odiados do casamento. Sendo assim, quando somos apresentados as camadas mais profundas de Alice, Paul, Eloise e Donna, o longa cria um cenário de sentimentalidade que só seria funcional caso houvesse um carinho maior do espectador para com os personagens, o que não acontece. Comumente, o combo drama+humor é uma excelente pedida, porém quando nenhum dos elementos é bem arquitetado, apenas temos uma situação semelhante a dois espelhos postos um em frente ao outro: o nada olhando para o nada. Todavia, o elenco de ‘Os Odiados do Casamento’ tenta ao máximo fazer o roteiro funcionar, com boas performances e um timing certeiro. Lamentavelmente, a junção de elementos atropelados e não inovadores acaba vencendo a batalha, fazendo com que o filme se torne um daqueles especiais da ‘Sessão da Tarde’, cujo nome provavelmente será esquecido no dia seguinte. Nota: 2/5

  • FIM Cine – Festival Internacional de Mulheres no Cinema terá 4ª edição em novembro e está com inscrições abertas para suas mostras competitivas

    inscritos pelo site do FIM Cine longas-metragens dirigidos ou codirigidos por mulheres brasileiras para as mostras FIM Cine – Festival Internacional de Mulheres no Cinema anuncia para os dias 05 a 19 de novembro de 2026 Para a mostra Documentário podem ser inscritos para seleção do FIM Cine longas-metragens documentais a setembro de 2026. a setembro de 2026.

  • Crítica | Renfield: Dando Sangue Pelo Chefe

    Nesta comédia explosiva, Nicolas Cage é destaque com Drácula satírico e megalomaníaco Divulgação: Universal Pictures Brasil Quantas vezes na vida já te empurraram para dentro de um melodrama satírico com um vampiro megalomaníaco, encapsulado por cenas de ação em câmera lenta, explosões sangrentas de troncos e membros humanos e tudo isto como subtexto para abordar co-dependência e relacionamentos tóxicos? Comigo foi a primeira vez. O primeiro destaque é o Drácula de Nicolas Cage. A dinâmica visual presta tributo aos filmes que constituíram nossa memória sobre os filmes de vampiro ao longo da história. O lendário Drácula de Bela Lugosi está lá, com direito à capa, dentes afiados quase tubaronescos que sugam sangue, caixões como camas confortáveis, e privação à luz do sol (nada de brilho na pele, esqueça Crepúsculo), este Drácula Cageano se insere no panteão mitológico dos vampiros, talvez de modo menos icônico (ou isto quem possa dizer de fato seja o tempo) mas sem deixar de ser marcante. A comicidade do personagem é o que nos atrai à loucura deste antiquado Vampiro que deseja dominar o mundo, como todo bom vilão. Além da caracterização, maquiagem, unhas, capas, transformação em morcego, e toda a indumentária que já é de costume, Nicolas Cage insere seu toque memesco — sim, lembra daqueles memes? — auto conscientemente, eu diria. À essa altura, o ator sabe do seu potencial viralizante, e é sim um bom ator, apesar de alguns pesares que possui em sua carreira. Renfield parece ser um sinal de que ele está confortável em fazer o que deseja e quando deseja, e, que, quando deseja, parece se sair melhor e mais confortavelmente. O equilíbrio necessário entre a soberba e a suposta fragilidade, que logo é desmascarada e vista em sua real forma novamente, os ataques de ira e demonstrações de soberania e poder diante dos meros mortais, insetos, alimentos, ou seja lá o nome que o Drácula nos dê no momento, são assinaturas da versatilidade de Cage. A química com Nicholas Hoult, também. Nicholas Hoult, que encarna o pobre coitado subalterno do Conde Vampiresco, Robert Montague Renfield (e ele te lembrará disso a todo momento) transformado e condenado à função de faz-tudo há séculos, parece ter sido reservado para os papéis esquisitos e que evocam algum tipo de afeição em Hollywood. Neste, especificamente, ele lembra o querido R, de Meu Namorado é um Zumbi, e a contação do filme também segue o mesmo esquema de voice-off. A diferença é que neste filme ele brilha mais e melhor. Renfield é carismático e em grande parte é pelo acerto no casting do ator. O humor britânico e o sotaque caem bem à rigidez e inadequação do personagem ao tempo atual. A dinâmica em tela com a personagem Rebecca Quincy, de Awkwafina, é fofa e desajeitada, causando bons diálogos e reações no público. Rebecca traz também um plano de fundo dramático que envolve família e vínculos, ponto que aproxima ela e Renfield, mas sem desenvolvimento romântico forçado. Há uma intenção no ar, é notável e previsto, mas este não é o ponto que a trama quer desenvolver. Outras cenas divertidas são com o núcleo dos Dependentes Emocionais Anônimos, lugar onde Renfield descobre que sua ligação com o Conde Drácula é desbalanceada e que o Morcego Sugador de Sangue não passa de um grande narcisista manipulador emocional. Um marcador mental: lembre-se de prestar atenção no líder da reunião, Brandon Scott Jones (Megarromântico, The Good Place) é sempre um ótimo sidekick. Ainda há também um subtema da gangue dos Lobos que se envolve no tema principal: o desejo do Drácula de subjugar o mundo. Renfield é uma trip explosiva que celebra os símbolos atemporais da mitologia e do cinema, garante boas gargalhadas e com certeza fará o público sair com todo o tipo de frase de efeito kitsch sobre amor próprio e autoestima na ponta da língua. Nota: 3/5

  • Entrevista | Rodrigo García Saiz, diretor de 'Morro': “há mais no México do que a violência”

    Em meio à 50ª Mostra de São Paulo, o diretor conversou com o Oxente Pipoca sobre suas motivações para longa-metragem do cineasta mexicano Rodrigo García Sáiz, que integra a competição Novos Diretores da 50ª Mostra Meu foco foi exatamente não mostrá-la intencionalmente porque já sabemos que ela existe.

  • IDFA (International Documentary Film Festival Amsterdam) seleciona documentário brasileiro "Morro Grande" para mostra competitiva internacional

    A última vez que um filme brasileiro esteve presente na principal mostra competitiva do IDFA foi em 2011 Filmado entre 2022 e 2026 e produzido pela Coevos Filmes em coprodução com a Basalt Films (Holanda),

  • Temporada de prêmios 2026-2027: Previsões cedo demais

    antes dos consensos e das campanhas Imagem: Divulgação Ainda está se encerrando a temporada de prêmios 2025 -2026, mas porquê não brincar do ansioso jogo de tentar prever o que a próxima temporada trará para o Levantando alguns dos títulos mais aguardados, projetando possíveis destaques de crítica e/ou público A seguir, apresento uma lista de apostas para a temporada 2026–2027.

  • Entrevista | “É uma década de coragem”: EGBÉ celebra 10 anos e fortalece o cinema negro em Sergipe

    Realizada de 11 a 18 de abril de 2026, em Aracaju, a mostra traz como tema “A contribuição das mulheres Criada em 2016, a mostra vem, ao longo dos anos, expandindo suas frentes de atuação, incorporando debates A gente começou em 2016 e agora, em 2026, completa uma década. E, além da mostra oficial, a programação também se amplia com mostras convidadas. A gente tem a mostra infantil, que já acontece desde as primeiras edições, e também a mostra internacional

  • '14th' lidera indicações ao Critics Choice Documentary Awards; 'You Can See Everything' recebe cinco

    categorias; premiação acontece em novembro Longa dirigido por Ava DuVernay, '14th', lidera as indicações ao Critics Choice Documentary Awards 2026. Pensando em Oscar, o Critics Choice Documentary Awards pode não ser uma boa prévia direta, mas é importante Confira a lista completa dos indicados do Critics Choice Documentary Awards 2026: Melhor Documentário

  • Citronela Doc chega à 6ª edição com premiações inéditas, mostra internacional com o renomado festival FICCI e masterclasscom João Moreira Salles

    Pela primeira vez, a Mostra Nacional e a Mostra Regional serão competitivas. nacional estão "A Fabulosa Máquina do Tempo", da premiada cineasta Eliza Capa, que estreou na edição 2026 A seleção apresenta produções colombianas de 2025 e 2026, que foram destaque no FICCI, como o longa " 15ª Mostra Ecofalante de Cinema (2026). Outra novidade no Citronela Doc em 2026 é a Mostra Infantil, que trará nove produções em parceria com

  • Crítica | Cobra Kai (5ª Temporada)

    Após quase meia década, a série mostra que ainda tem forças pra continuar lutando. Essa nova dinâmica mostra muito do que a série vem tentando alcançar com o passar dos anos. Brega como nunca, divertida como sempre, a série parece ter encontrado seu tom e mostra que, apesar de

  • Entrevista | Allan Deberton, Teca Pereira e Lázaro Ramos falam sobre “Feito Pipa”

    O Oxente Pipoca teve a oportunidade de assistir ao filme no Festival do Rio (confira a crítica aqui) e na Mostra de São Paulo, onde ele também foi tema de um dos painéis do Encontro de Ideias (confira a A gente mostra que esse personagem tem afeto pelo filho, que ele gosta do filho, mas que tem uma rigidez

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