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Resultados da busca por "Mostra SP 2026"

928 resultados encontrados para "Mostra SP 2026"

  • 'O Agente Secreto', 'Homem com H' e 'O Último Azul' lideram indicações no Prêmio Grande Otelo 2026, que celebra 25 anos

    finalistas, dando início à contagem regressiva para a maior celebração do audiovisual nacional, que em 2026 importância do evento para a economia criativa, notando que o setor movimentou R$ 4,7 bilhões na cidade em 2025 Divulgação Confira abaixo os indicados nas principais categorias do Prêmio Grande Otelo 2026: Melhor

  • Os melhores episódios de 2025 (até agora)

    Resolvi elencar 20 aqui, que foram exibidos entre 01 de janeiro e 11 de julho de 2025 (data em que fechei O episódio mostra o amadurecimento da melhor personagem da série, sem fazê-la perder seu charme. terceiro que ela realmente diz a que veio na mais perfeita harmonia caótica de ser um jovem adulto em 2025

  • Crítica | Flordelis - Questiona ou Adora (2022)

    Enquanto mostra-se frágil e quebrável, inapta para estar só, e carente da onipresença do marido, é também Mostra-se sacerdotisa, confiável pela comunidade enquanto é fraude e farsa para outros.

  • Crítica | Manas | 2025 SFFILM Festival

    Todo o elenco trabalha em consonância e mostra que ficou claro o objetivo do roteiro e da direção em

  • Crítica | Salomé (Olhar de Cinema 2025)

    conclusão – ainda que olhando em retrospecto, não pudesse haver outro final possível –, Salomé é a mostra

  • Entrevista | Travis Knight, diretor de Mestres do Universo: “Fico muito feliz que o Brasil tenha uma história com o He-Man.”

    Mestres do Universo conquistou no Brasil uma posição de fenômeno cultural cimentado na nossa memória Sou um filho dos anos 80 e, portanto, Mestres do Universo é uma parte enorme da minha vida, uma parte O que em Mestres do Universo significava algo para ele? Cada um deles era grandioso, musculoso, com peitorais à mostra e abdômen definido.

  • Crítica | Cyclone (Festival do Rio 2025)

    Foto: Divulgação Dentre os longas selecionados para a Première Brasil de ficção no Festival do Rio de 2025 Cyclone, da cineasta Flávia Castro - que também aparece na seleção deste ano com As Vitrines, parte da mostra

  • Crítica | Código Preto (2025)

    Steven Soderbegh prova que uma história já conhecida pode parecer nova, sendo bem contada. Divulgação Com roteiro de David Koepp, Código Preto é o mais novo thriller de espionagem dirigido pelo aclamado diretor e ganhador do Oscar Steven Soderbergh. O longa, estrelado por Cate Blanchett e Michael Fassbender, narra a história dos lendários agentes de inteligência George Woodhouse e sua esposa Kathryn. Quando ela é suspeita de trair a nação, George enfrenta o teste final: lealdade ao seu casamento ou ao seu país. O cineasta Steven Soderbergh sabe como poucos dirigir filmes centrados nos personagens e seus diálogos. Mesmo tendo uma filmografia diversa em temas e gêneros, a valorização do texto verbalizado e a destreza em criar sequências quase que teatrais, tamanha a fluidez da montagem, estão presentes em quase todos os seus longas e dessa vez imprimem o estilo da narrativa, algo semelhante ao que havia apresentado em Terapia de Risco (2013), porém agora ainda mais refinado e enxuto. A trama não é lá tão nova. Um Sr. & Sra. Smith contado com a elegância à lá John le Carré e adaptado para um contexto sociopolítico atual. Inclusive o roteiro é cheio de deliciosos pequenos clichês que em nada comprometem a experiência de se assistir a um thriller bem amarrado. Mas é a maneira com que esse enredo já conhecido é contada que deixa ela parecendo nova. Soderbergh tem um charme no trato com a narrativa, ele não tem pressa de desenhar seus personagens, ele sabe apresentar detalhes, e isso sem se prolongar em tomadas longas e contemplativas. O texto ganha vida mesmo é quando foca nas complexas Ligações Perigosas que os personagens, todos espiões, costuram entre si, na corda bamba entre moral, confiança e traição, e na desconstrução desses conceitos dadas suas realidades. Divulgação Por mais que a história não girasse em torno de Cate Blanchett isso acabaria acontecendo de qualquer maneira. Ela é o centro gravitacional de um elenco astuto, interessado e com total compreensão do tom de suspense com ironia refinada que o filme demanda. Fassbender já tem em sua filmografia algumas personalidades bem semelhantes ao espião que representa, e mesmo assim consegue representar distinções sutis que enriquecem a frieza calculista de George. Código Preto é um filme redondo, polido e bem-acabado. Tem reviravoltas sagazes, tem personagens secundários bem empregados e que somam camadas ao argumento sem fazer excesso de bagagem, tem uma continuidade precisa e é resoluto como os melhores dos suspenses hitchcockianos. Nota: 4/5

  • Crítica | Jovens Amantes (2022)

    Em novembro de 2022, o jornal Le Parisien publicou uma matéria onde várias mulheres acusavam Bennacer

  • Crítica | Sirāt (TIFF 2025)

    Divulgação Um dos grandes acontecimentos do Festival de Cannes de 2025 foram as compras da Neon.

  • Crítica | Pedágio (TIFF 2023)

    Um instigante olhar pro Brasil que ninguém quer ver Foto: divulgação Dizem que tudo o que o ser humano faz, cada passo que damos, cada ação decidida, é em busca de ser feliz. Tem, sim, muito de verdade nessa afirmação, mas ela desconsidera uma parte significativa da sociedade: as mães. Porque tudo que uma (boa) mãe faz, cada passo que dá, cada ação decidida, é em busca da felicidade de seu filho. Mas tem uma característica específica que as mães dividem com os meros humanos: todos erram. Mesmo tentando acertar. E é assim que se dá a premissa de Pedágio, novo filme da premiada diretora Carolina Markowicz, que estreou no Festival Internacional de Toronto e que nós do Oxente, Pipoca? já tivemos o privilégio de assistir. Suellen, interpretada pela sempre divina Maeve Jinkings, é uma mãe solteira que abdicou de suas ambições para conseguir prover para sua pequena família, formada por ela e por Tiquinho (Kauan Alvarenga). Suellen se contenta com um emprego ruim e uma vida sem perspectiva, tendo como únicos prazeres a fofoca diária com Telma (Aline Marta Maria) e o sexo com Arauto (Thomás Aquino). Em troca de seus sacrifícios, visa apenas o bem do filho. Porém, os dois discordam do que seja isso. Tiquinho é um adolescente gay, que encontra dificuldades para se libertar numa cidade aprisionadora, na qual nem sua mãe ou seu melhor amigo o aceitam totalmente. Só tem uma pessoa que o entende: ele mesmo. Então ele vive de performance, aprendeu, como que num instinto de sobrevivência, a caminhar entre o feminino e o masculino conforme pede o contexto. Fora de casa é um menino tímido, acanhado. Mas quando sozinho transforma o banheiro em estúdio iluminado e, com a maquiagem da mãe, vira quem sonha em ser. Numa busca por se afirmar, para si e para o mundo, grava em seu celular e transmite para quem quiser ver as dublagens que faz de divas internacionais. A mãe reza para o menino se “curar”, mas essa cura não está vindo rápido o suficiente – principalmente quando Telma vive a pressionando com seu falso moralismo cristão. Suellen, então, aceita mais um sacrifício para salvar seu filho. Foto: divulgação É quando o roteiro tenta introduzir uma dose de ação, resultando num clímax aquém do que se é construído. A premissa é suficientemente envolvente sem a necessidade de um conflito tão pomposo quanto o que se propõe – e o filme sabe disso, utilizando a maior parte dos seus 101 minutos no drama dos protagonistas, deixando esse (sub)plot corrido e mal desenvolvido. Esse tropeço no roteiro, no entanto, não ofusca sua sensibilidade, muito bem representada pela sutil fotografia de Luis Armando Arteaga e a arte de Vicente Saldanha, que trazem o toque de mágica ao mundano, bem como pelas envolventes atuações de Jinkings e Alvarenga, que interpretam com louvor os diálogos cheios de camadas de uma relação cheia de conflitos, contradições e amor. Como de se esperar, o que segue com a gente enquanto rolam os créditos é a força da relação entre mãe e filho e a garra de Tiquinho por ser quem é. Pedágio consolida a ainda breve porém já fascinante filmografia da diretora e roteirista como um olhar para o Brasil invisível. Assim como em Carvão (lançado ano passado no mesmo festival), o segundo longa de Markowicz dá protagonismo ao que para muitos é segundo plano – seja a atendente do pedágio que perdura na nossa vida por 30 segundos para imediatamente ser esquecida, seja as gigantescas chaminés industriais que não nos arrancam nem um segundo olhar nas estradas do interior do país. É nessa busca pela arte no cotidiano brasileiro sem romantizações ou clichês que Carolina vem criando sua autoria. Não lhe escapa, porém, os defeitos desse mesmo Brasil. Ao mesmo tempo que encontra beleza no ordinário, ela nos prova ser possível criticar a hipocrisia dessa sociedade que vive de fachadas e máscaras, essas, sim, muito mais perigosas e dignas de vergonha que as de Tiquinho. É nessas contradições – entre certo e errado; entre fins e meios; entre aceitar e compreender – que está a riqueza do filme. Nota: 4/5

  • Crítica | Whitetail (TIFF 2025)

    Beleza visual em uma trama que se perde na própria floresta. Divulgação Dirigido e roteirizado pela cineasta holandesa Nanouk Leopold, Whitetail estreou neste fim de semana no Toronto International Film Festival. Segundo a própria campanha de divulgação, o longa nasceu do desejo da diretora de passar mais tempo em contato com a natureza — o que explica a escolha da bela e enigmática floresta do sul irlandês como cenário central da obra. A narrativa acompanha Jen (Natasha O’Keeffe, conhecida por Peaky Blinders e Sherlock), uma guarda florestal dedicada à preservação de uma reserva natural. Essa dedicação, porém, parece menos motivada pela causa ambiental em si do que pelas raízes afetivas criadas naquele espaço. Logo na cena de abertura – a melhor mais impactante do filme – acompanhamos as versões adolescentes de Jen e de seu namorado Oscar (Aaron McCusker, de Dexter) explorando a floresta em um passeio romântico e despretensioso, até que um acontecimento traumático marca suas vidas. Um salto abrupto no tempo nos leva à Jen adulta, e, embora esse corte inicial desoriente de primeira, a narrativa se realinha quando descobrimos que Oscar voltou à cidade, forçando a protagonista a encarar memórias mal resolvidas ao mesmo tempo em que tenta investigar uma nova onda de caçadas na reserva. Leopold adota um ritmo contemplativo, sustentado por longos planos que poderiam facilmente soar enfadonhos, mas aqui se mostram certeiros, dialogando tanto com a melancolia dos personagens quanto com a serenidade da natureza. Certamente alguns fatores ajudam a sustentar esse equilíbrio: a entrega de O’Keeffe ao papel, a mixagem de som que captura com precisão a ambiência da floresta e, sobretudo, a fotografia magistral de Frank van den Eeden (Close), que transforma o cenário em personagem. Divulgação A direção de fotografia, aliás, é o ponto alto de Whitetail. Filmar um drama contemplativo em meio a uma floresta de tamanha imponência poderia facilmente resvalar no imaginário fantástico dos contos de fadas. Para evitar isso, Leopold e Van den Eeden recorrem à dessaturação e ao baixo contraste — não naquele estilo lavado, já quase um clichê de Hollywood, mas sim de forma inventiva, revelando beleza no cotidiano e na aspereza. No entanto, se visualmente o filme se sustenta, o mesmo não se pode dizer de seus diálogos. É evidente que o roteiro se baseia na máxima “show don’t tell” (reiteradamente escutada por todo estudante de cinema sobre a importância de, no cinema, mostrar, e não simplesmente contar), mas a escolha acaba levada ao extremo: as conversas soam artificiais, quase tolas, e não conseguem carregar a densidade emocional que todo o resto do filme – plot, atuação, trilha, fotografia, montagem – clamam. A amargura de Jen se perde em inconsistências, tornando a personagem menos complexa do que deveria e enfraquecendo qualquer empatia no espectador, necessária para motivá-lo ao menos a chegar ao final do filme. A maior falha, contudo, está na tentativa de forçar um thriller dentro de uma trama essencialmente dramática. O mistério das caçadas ilegais na floresta nunca encontra espaço real diante do peso do passado de Jen, resultando em um arco subexplorado e em um desfecho abrupto — tão destoante do ritmo contemplativo do restante do longa que causa a sensação de corte prematuro. Precisei me certificar que, de fato, o filme tinha acabado e não havia um erro na minha exibição. Whitetail não chega a encantar nem a decepcionar por completo. Ou, talvez, faça as duas coisas ao mesmo tempo, equilibrando a balança e resultando no que há de mais frustrante em um filme: a promessa de um grande potencial que nunca se cumpre. Não me arrependo da experiência, apenas esperava (e sei que o filme poderia me dar) mais. Nota: 3/5

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