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Resultados da busca por "Mostra SP 2026"

928 resultados encontrados para "Mostra SP 2026"

  • SAG Awards 2023: Confira os indicados e os vencedores

    O sindicato dos atores dos Estados Unidos anunciou no início de janeiro os indicados à premiação anual Divulgação: Fundação SAG-AFTRA Realizado pela primeira vez com distribuição internacional da Netflix, a cerimônia ocorrerá no dia 26 de fevereiro e serve como um dos principais termômetros para o Oscar. No lado do cinema, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo e Os Banshees de Inisherin lideram as indicações, com 5 cada, e, no lado da televisão, a última temporada do drama Ozark foi a mais indicada do ano. A A24 fez história ganhando 5 das categorias de filmes, com 4 deles indo para Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, algo que nunca tinha acontecido na premiação. Melhor Elenco em Filme - Babilônia - Entre Mulheres - Os Banshees de Inisherin - Os Fabelmans - Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo (Vencedor) Melhor Atriz em Filme - Ana de Armas (Blonde) - Cate Blanchett (Tár) - Danielle Deadwyller (Till - A Busca Por Justiça) - Michelle Yeoh (Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo) (Vencedora) - Viola Davis (A Mulher Rei) Melhor Ator em Filme - Adam Sandler (Arremessando Alto) - Austin Butler (Elvis) - Bill Nighy (Living) - Brendan Fraser (A Baleia) (Vencedor) - Colin Farrell (Os Banshees de Inisherin) Melhor Atriz Coadjuvante em Filme - Angela Bassett (Pantera Negra: Wakanda Para Sempre) - Hong Chau (A Baleia) - Jamie Lee Curtis (Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo) (Vencedora) - Kerry Condon (Os Banshees de Inisherin) - Stephanie Hsu (Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo) Melhor Ator Coadjuvante em Filme - Barry Keoghan (Os Banshees de Inisherin) - Brendan Gleeson (Os Banshees de Inisherin) - Eddie Redmayne (O Enfermeiro da Noite) - Ke Huy Quan (Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo) (Vencedor) - Paul Dano (Os Fabelmans) Melhor Elenco de Dublês em Filme - Avatar: O Caminho da Água - A Mulher Rei - Batman - Top Gun: Maverick (Vencedor) - Pantera Negra: Wakanda Para Sempre Divulgação: Netflix Melhor Elenco em Série de Drama - Better Call Saul - Ozark - Ruptura - The Crown - The White Lotus (Vencedor) Melhor Atriz em Série de Drama - Elizabeth Debicki (The Crown) - Jennifer Coolidge (The White Lotus) (Vencedora) - Julia Garner (Ozark) - Laura Linney (Ozark) - Zendaya (Euphoria) Melhor Ator em Série de Drama - Adam Scott (Ruptura) - Bob Odenkirk (Better Call Saul) - Jason Bateman (Ozark) (Vencedor) - Jeff Bridges (The Old Man) - Jonathan Banks (Better Call Saul) Melhor Elenco em Série de Comédia - Abbott Elementary (Vencedor) - Barry - Hacks - Only Murders in the Building - O Urso Melhor Atriz em Série de Comédia - Christina Applegate (Disque Amiga Para Matar) - Jean Smart (Hacks) (Vencedora) - Jenna Ortega (Wandinha) - Quinta Brunson (Abbott Elementary) - Rachel Brosnaham (Maravilhosa Sra. Maisel) Melhor Ator em Série de Comédia - Anthony Carrigan (Barry) - Bill Hader (Barry) - Jeremy Allen White (O Urso) (Vencedor) - Martin Short (Only Murders in the Building) - Steve Martin (Only Murders in the Building) Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme - Amanda Seyfried (The Dropout) - Emily Blunt (A Inglesa) - Jessica Chastain (George & Tammy) (Vencedora) - Julia Garner (Inventando Anna) - Niecy Nash-Betts (Dahmer: Um Canibal Americano) Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme - Evan Peters (Dahmer: Um Canibal Americano) - Paul Walter Hauser (Black Bird) - Sam Elliott (1883) (Vencedor) - Steve Carrell (O Paciente) - Taron Egerton (Black Bird) Melhor Elenco de Dublês em Série - Andor - A Casa do Dragão - O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder - Stranger Things (Vencedor) - The Boys

  • 'Os Fabelmans' vence o Festival de Cinema de Toronto 2022

    O filme de Steven Spielberg garante o primeiro lugar do People's Choice Award no TIFF 2022. Pictures Como já era esperado, The Fabelmans foi eleito o Melhor Filme do Festival de Cinema de Toronto 2022 pelo público do evento canadense, garantindo o favoritismo do longa na temporada de premiações 2022/ ótimo grau de acerto na temporada de premiações, sempre catapultando seus ganhadores para o Oscar: 2021 : Belfast (Melhor Roteiro Original no Oscar) 2020: Nomadland (Melhor Filme, Direção e Atriz no Oscar)

  • Marte Um foi o escolhido para representar o Brasil no Oscar 2022

    setembro, que Marte Um representará o país na categoria voltada para filmes internacionais do Oscar 2023

  • Crítica | Plainclothes (Festival Sundance de Cinema 2025)

    Sentimentos reprimidos guiam o enredo de drama policial cheio de estilo Foto: Divulgação Em Nova Iorque, nos anos 90, o jovem policial Lucas (Tom Blyth) trabalha como agente disfarçado designado para atrair e prender homens gays. Lutando contra seus desejos, ele desafia as ordens profissionais quando se apaixona por Andrew (Russell Tovey), um de seus alvos. O primeiro longa-metragem de Carmen Emmi é efervescente, é forte e é estiloso. Em seus 90 minutos o potente filme caminha pelo drama, pelo romance e pelo suspense policial e entrega resultados positivos e criativos em cada um deles, e o melhor de tudo, eles convergem para os mesmos propósitos sem interferirem na execução e no feitio uns dos outros. Carmen realiza um trabalho excepcional tanto na direção quanto no roteiro. O título À Paisana (em tradução livre) ganha muito mais subtexto no decorrer do filme. O disfarce de Lucas vai para além do âmbito profissional. Ele nunca se permitiu viver sua orientação sexual e reprime seus desejos por conta de todos os círculos sociais que o cercam, família, amigos, namorada e de forma mais perigosa, seu trabalho. Essas travas servem como motivadores para as crises de ansiedade que sofre. E com uma câmera trêmula, iluminação alta e ruídos estáticos estridentes, a direção de Cameron expressa os lapsos mentais que resultam das muitas omissões em que Lucas é obrigado a se submeter. Foto: Divulgação O argumento tem, além de ótimas motivações, ótimos desdobramentos, personalidades bem desenvolvidas e uma conclusão pra lá de climática que se torna o apogeu de uma trama segura, bem estruturada e finalizada de maneira magistral. O enredo também não deixa de lado a função de registro e recorte histórico e social; Lucas é a personificação de várias problemáticas, causas e consequências relacionadas ao “cruising”, ele valida e ao mesmo tempo materializa a hipocrisia de parte da sociedade que condena e persegue. O elenco está primoroso. Tom Blyth dá vida a um personagem que sempre anda na corda bamba, sempre no limite, sempre em foco, sempre tendo que tomar alguma decisão que pode comprometer a falsa estabilidade de sua vida. Mesmo com um roteiro limpo e preciso, Blyth consegue dizer mais do que é necessário com seu olhar inquieto. Na contramão temos Russell Tovey com um Andrew tranquilo, sereno, sábio, é um homem que parece ter controle de tudo ao seu redor, mas não menos curioso, não menos insaciável. Destaque também para a irretocável Maria Dizzia, que interpreta a afetuosa e apreensiva Marie, mãe do Lucas, com maestria. Mesmo com poucos personagens e com uma trama simples, o filme consegue surpreender, seja pela narrativa filmada ou pela escrita. É envolvente, é apreensivo, é bonito e é bem resolvido. Nota: 4/5

  • Crítica | The Infinite Husk (SXSW 2025)

    Pessimismo existencial e força do discurso guiam ficção científica intimista. Divulgação Vel (Peace Ikediuba) fez algo proibido, algo tão indizível que ela foi exilada do abraço caloroso de seu povo e aprisionada aqui na Terra. Sua única esperança de voltar para casa é aceitar uma missão aparentemente impossível: espionar um de sua própria espécie, descobrir sua pesquisa e relatar suas descobertas. Como uma consciência alienígena, esta não é uma tarefa fácil para Vel. Forçada a habitar um corpo humano, ela é jogada na expansão de Los Angeles, onde descobre as alegrias e tristezas do que significa ser humano, enquanto seu alvo tece seu próprio jogo de intrigas em nome de um novo e muito perigoso tipo de ciência. O primeiro longa-metragem do cineasta Aaron Silverstein é uma experiência sinestésica que mescla uma visão pessimista generalizada sobre a raça humana e uma crise existencial baseada numa falta de propósito em relação ao universo como um todo. Parece uma ideia prepotente, mas o texto do filme é na verdade honesto o suficiente para deixar claras todas as suas questões sem querer trazer respostas e soluções. O filme busca questionar o papel do ser humano em sua jornada racional por seus dias limitados. A alegoria alienígena é usada para criar um distanciamento entre a humanidade e as interrogações apresentadas no argumento. A mística do filme se inicia com uma “Consciência Divina” que ordena missões a fim de entender e ao mesmo tempo limitar o desenvolvimento dos homens e mulheres terráqueos. E continua numa aula de linguística metafísica onde a palavra e o discurso se tornam a principal arma numa batalha invisível entre a realidade e o imaginário. A direção de Silverstein é segura em dar vida ao seu roteiro, além disso consegue pintar cenários – dinâmicos e estáticos – à base de muito neon e cores saturadas que reflete o estado de realismo fantástico em que os personagens centrais estão inseridos. Peace Ikediuba conduz com maestria a narrativa. A atriz consegue interpretar bem a dualidade de apresentar ao espectador o contexto do filme e de estar se inserindo e desencobrindo tudo aquilo junto com o público. Divulgação Talvez o problema de The Infinite Husk seja a maneira rápida com que o terceiro ato se desdobra. A mudança de perspectivas e as suposições positivas em relação o ser humano, que foi criticado o filme todo, parecem ser despejadas rápidas demais. De toda forma, a crítica ao materialismo, ao consumismo, e frustração com a inconveniente efemeridade da vida lidam o tom da intimista história que surpreende pela crueza, pela simplicidade e pela sofisticação, dentro de sua limitações. Notas: 3,5/5

  • Crítica | A Voz de Deus (Olhar de Cinema 2025)

    Ao abordar o universo dos pregadores mirins sem condescendência ou paternalismo, documentário se revela um dos registros mais emblemáticos do fenômeno evangélico contemporâneo. Divulgação Daniel Pentecoste começou como um pregador mirim aos 5 anos. Quando A Voz de Deus se inicia, vemos uma montagem de várias de suas pregações em igrejas Brasil afora, ou dos seus vídeos particulares em casa, até que aquela criança seja revelada para o espectador como um adolescente, meio orgulhoso, envergonhado e nostálgico da carreira que teve – a qual, agora aos 16 anos, não consegue manter com o mesmo sucesso. Os anos passam, Daniel envelhece e outros nomes surgem no meio, como é o caso do coprotagonista, João Vitor Ota, que acompanhamos dos 7 aos 12 anos. Em meio a isso tem-se a eleição e presidência de Bolsonaro, e seus impactos sobre a população evangélica do país. Em minha entrevista com Calebe Lopes sobre Ataques Psicotrônicos, o diretor comentou como sua formação evangélica (e seus traumas) moldaram aspectos significativos de sua filmografia. Ele lamentou como uma boa parte do audiovisual brasileiro, especialmente os ligados à esquerda, ainda trata os evangélicos com um tom acusatório ou condescendente e paternalista, especialmente em razão dos últimos anos e o entrelaçamento da população evangélica com o bolsonarismo e a extrema-direita. Ignora-se, portanto, as pluralidades desta religião e invisibiliza-se os seus praticantes que não se aliaram ao bolsonarismo nem viram nele o Messias deturpado que foi tanto alardeado. Toda vez que A Voz de Deus captura os desconfortos de Daniel em razão do avanço do bolsonarismo (que engole, dentre tantas pessoas, o seu pai), vê-se um exemplo de alguém cujo conflito interno é habilmente capturado pelas lentes do diretor Miguel Antunes Ramos. Longe da condescendência e do paternalismo, Miguel traz olhar que de forma alguma é neutro (e que ótimo que não o seja), mas que está antes de tudo interessado em se despir de suas preconcepções, aproximando-se de seus dois personagens principais e suas respectivas famílias para mostrar seus cotidianos e, sobretudo, suas humanidades. Sim, há falhas e muito a se problematizar (para quem não é evangélico, mergulhar no universo dos pregadores mirins pode ser deveras assustador e indigesto), mas a câmera dele se torna tão íntima deste universo e destes personagens que é surpreendente ver o que ela consegue capturar com tamanha naturalidade. Há momentos de riso, de camaradagem, compaixão e de questões genuínas com a própria fé, mas também de dores, hipocrisias e de contradições. Divulgação Com isso, Antunes Ramos consegue criar um documento do que a religião evangélica foi se tornando ao longo dos últimos 15 anos. A decisão de fazer na metade do filme uma “passagem de manto” entre Daniel e João Vitor através da única cena em que os dois estão juntos é uma sacada inteligente, que promove uma troca orgânica entre pontos de vistas e realidades e indica com maior precisão as mudanças dentro desta parcela da população. O mundo evangélico de João Vitor não é o mesmo do de Daniel uma década atrás: em meio às demandas das redes sociais, o crescimento avassalador das teologias da prosperidade e coach, as influências norte-americanas e o já mencionado avanço da extrema-direita, o filme captura a lógica de status em que ser evangélico se tornou e como a religião saiu de uma posição “marginalizada” para ditar os rumos do país, muitas vezes de maneiras horrendas e que envergonham o próprio Evangelho que afirma seguir. Não é que tais mudanças e fenômenos não pudessem ser capturados por uma câmera mais crítica e já com uma preconcepção formada. Mas os resultados e reflexões finais são ainda mais avassaladores justamente pela forma como Antunes Ramos se aproxima e se entranha nas realidades de Daniel e João Vitor, extraindo algo de muito sincero e genuíno em suas jornadas que, mesmo nessas dimensões particulares, se relaciona a uma visão mais geral dos rumos que o país tomou nos últimos anos. O resultado é um filme que não apenas já se configura como um dos potenciais destaques do festival, mas é um testamento histórico que dá conta de apresentar as muitas nuances do ser evangélico no Brasil. Nota: 4/5

  • Crítica | Verde-Oliva (Olhar de Cinema 2025)

    Admito que quando passaram as primeiras imagens de João trabalhando em filmagens do 8 de janeiro de 2023

  • Crítica | Em Vez de Árvores (Olhar de Cinema 2025)

    Na tentativa de discutir as representações da natureza na arte (sobretudo no cinema), longa abraça diversas vertentes, nem todas bem-sucedidas. Divulgação Coprodução entre Argentina e Alemanha, Em Vez de Árvores traz o crítico argentino Roger Koza, amigo do diretor Philipp Hartmann, passeando por espaços públicos e privados e encontrando-se com diversas figuras anônimas ou públicas (dentre estas últimas, os diretores Radu Jude e Paula Gaitán) para trazer uma série de reflexões e divagações a respeito da relação entre natureza e arte, em especial o cinema. Hartmann experimenta, brinca e se aproxima de Koza e das figuras que interagem com ele para criar uma obra particular e ao mesmo tempo tão geral, pelos conceitos que aborda. Não se trata de um documentário no sentido estrito da palavra (se é que podemos falar assim), mas uma obra que mescla elementos documentais e ficcionais para criar um material híbrido. Dado o quão abstrato pode ser falar de arte ou da própria natureza, Em Vez de Árvores abraça essa abstração como parte da sua própria existência, para o bem ou para o mal. Divulgação Ocasionalmente funciona, como é o caso da entrevista com Paula Gaitán, que explica seu processo para se aproximar da natureza e encená-la. As reflexões trazidas pela curadora sobre os animais empalhados também são uns dos momentos mais fortes nessa aproximação entre arte e natureza, bem como as discussões sobre como as representações da natureza na arte ocidental ao longo dos séculos muitas vezes serviram a propósitos colonialistas. Entretanto, são apenas alguns instantes pontuais entrelaçados a outras abordagens que nem sempre funcionam. Apesar do seu trabalho como crítico de Roger indicar a possibilidade de uma maior exploração do cinema nessa relação com a natureza, o próprio tópico do cinema é abordado de uma maneira um tanto precária, indo além de passagens como a em que o protagonista fala sobre Interestelar ou a entrevista com Gaitán. Ao abraçar as abstrações e divagações em que o assunto incorre, Em Vez de Árvores muitas vezes se converte em uma experiência um tanto apática e morosa, como se não houvesse muito o que dizer. Isso se revela uma triste ironia, já que se tem uma coisa que o filme tenta mostrar é que há muito sobre o que falar quando estamos tratando da natureza e da presença dela nas artes. Nota: 2.5/5

  • Crítica | La Grazia (Festival do Rio 2025)

    está em sua última realização, Parthenope, que esteve na seleção internacional do Festival do Rio de 2024 Exibido e premiado no Festival de Veneza 2025, La Grazia é um dos integrantes do panorama global do 27º

  • Crítica | The Mastermind (Festival do Rio 2025)

    de erros que culminam em absurdo Foto: Divulgação Concorrente à Palma de Ouro no Festival de Cannes 2025 o retorno da diretora e roteirista norte-americana Kelly Reichardt (First Cow) após Showing Up, de 2022

  • Crítica | Anora (Festival Internacional de Cinema de Toronto - TIFF 2024)

    filme que conseguiu conquistar o júri de Greta Gerwig, levando a Palma de Ouro no Festival de Cannes, mostra

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    . • The Lost Bus (Paul Greengrass) 🇺🇸 World Premiere O filme mostra a luta de um motorista de ônibus 08 A temporada de festivais no hemisfério norte já está moldando o mapa das campanhas rumo ao Oscar 2026

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