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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"
1320 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"
- Crítica | A Diplomata (2ª temporada)
episódios, drama político da Netflix se mantém instigante e afiado Foto: Divulgação/ Netflix Lançada em 2023 pelo futuro da série, mas a notícia da renovação para uma terceira temporada antes mesmo desta estrear mostra a confiança do streaming na obra, confiança que se mostra justificada ao assistirmos esses seis episódios
- Crítica | Eleita (1ª Temporada)
Ao mesmo tempo que percebemos as não tão sutis críticas do roteiro, também rimos ao pensar que personagens
- Crítica | Em Nome do Céu (Minissérie)
narrativos, Andrew Garfield faz por merecer sua indicação em Melhor Ator em Série Limitada no Emmy 2022 Porém, isso não tira o mérito de ‘Em Nome do Céu’ que com atuações brilhantes mostra como fundamentalistas
- Crítica | As Ovelhas Detetives
Surpreendentemente engraçado, cativante e comovente. imagem: Divulgação Sim, eu sei que você provavelmente só está ouvindo falar desse filme agora e talvez até custe a acreditar que ele realmente exista. Eu mesmo só soube dele há algumas semanas e brinquei que parecia ter saído de uma piada de 30 Rock – uma das melhores séries de comédia da história e que acabou de chegar na Netflix, então já fica a dica. Bom, a trama acompanha George (Hugh Jackman), um pastor que lê histórias de detetive para suas amadas ovelhas toda noite, presumindo que elas não conseguem entender nada. Mas quando misterioso incidente desordena a vida pacífica no pasto, as ovelhas percebem que precisam investigar o ocorrido, juntando pistas e seguindo os suspeitos humanos, provando que até ovelhas podem ser brilhantes detetives. Esta é a sinopse oficial adaptada e sem qualquer spoiler, justamente porque minha experiência foi quase inteiramente às cegas e eu só sabia do elenco estelar, diretor e roteirista. Além de Jackman, temos Emma Thompson, Nicholas Braun (Succession), Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você), Molly Gordon (The Bear), Hong Chau (A Baleia), Conleth Hill (Game of Thrones), Tosin Cole (Doctor Who), Kobna Holdbrook-Smith (Paddington 2) e dublando as ovelhas nomes como Bryan Cranston, Bella Ramsey, Regina Hall, Patrick Stewart, Chris O’Dowd e Julia Louis-Dreyfus, estes dispensam apresentação, mas eu não posso julgar o trabalho deles porque assisti ao filme dublado em português, por falta de sessões legendadas no único cinema da cidade, mas isto é um debate mais longo que eu vou deixar para outro texto e os dubladores brasileiros fizeram um belo trabalho, devo dizer. Quanto aos suspeitos humanos, todos estão muito bem, principalmente Braun, que tem um conhecido timing cômico impecável desde o Greg de Succession. Emma Thompson, claro, um destaque em tudo que se propõe, rouba a cena quando aparece, o que, infelizmente, não é tanto, mas é o suficiente para marcar. imagem: Divulgação A direção é de Kyle Balda, que tem uma bagagem de animações como os filmes dos Minions e Meu Malvado Favorito 3 e é principalmente aí que está a força do que ele faz com as ovelhas, que são de CGI, e são, basicamente, as protagonistas, já que com os humanos é algo mais engessado, ainda que não seja nada que comprometa. Porém, a mescla do animal e do humano se equilibra muito bem através do roteiro de Craig Mazin que adapta a história do livro Três Sacos Cheios: Uma História de Ovelhas Detetives (2005), da escritora Leonie Swann. Mazin foi uma escolha certeira, porque além de ter a experiência de dramas mais densos na televisão como Chernobyl e The Last of Us, e no cinema tem filmes de comédia mais escrachados no currículo como alguns das franquias Se Beber Não Case e Todo Mundo em Pânico. No entanto, aqui há uma sutileza maior tanto no peso mais dramático quanto no lado do humor mais escrachado, e o fato de ser ambientado em um pequeno vilarejo inglês. Ser capaz de acessar o emocional das ovelhas, juntando isso ao mistério e a comédia é realmente um trunfo. Nem tudo precisa ser inovador e revolucionário e é comum em animações com animais falantes que eles ajam como humanos, mas não deixa de ser bonito e aqui é genuinamente comovente. Os figurinos, cenários e a fotografia adotam um tom cartunesco mesmo, o que deixa tudo muito divertido e colorido, mas sabendo trabalhar as sombras quando necessário. Fazer uma abordagem de um “quem matou?”, com as figuras habituais das histórias de mistério, seguindo a estrutura narrativa do gênero é algo que todos já vimos, porém quando o filme se propõe a mesclar todos estes elementos e ser eficaz em cada um deles, ele merece sua atenção. A resposta para o crime ou motivações não são exatamente imprevisíveis, mas o modo como a resolução acontece sim, fazendo sentido naquele universo e sem perder a piada. E mesmo que não fosse, são quase duas horas deliciosas que passam voando, onde você vai rir, chorar e se questionar e refletir, não só sobre o mistério, mas sobre a vida em si, seja você criança ou adulto, para nunca esquecer quem somos e quem está ao nosso lado. Esta frase final, você só vai entender quando assistir, e não vai se arrepender quando fizer isso. Nota: 4/5
- Crítica | Extrapolations: Um Futuro Inquietante (1ª temporada)
temporada, potencial existe, e se de fato houver urge a mudança de abordagem para que a série se imponha e mostre
- Crítica | Pisque Duas Vezes
O primeiro filme de Zoë Kravitz como diretora – onde também é roteirista – mostra bastante identidade
- Crítica | Off Campus: Amores Improváveis (1ª temporada)
Em 2026, porém, a adaptação aprofunda esses temas com ainda mais responsabilidade.
- Crítica | My Memory is Full of Ghosts
Resultado é pungente e bem apresentado apesar de distanciamento não intencional Foto: Divulgação Como uma elegia visual, My Memory Is Full of Ghosts explora uma realidade presa entre passado, presente e futuro em Homs, na Síria. Por trás do autorretrato de uma população exsanguinada em busca da normalidade emergem memórias da cidade, assombrada pela destruição, desfiguração e perda. Um filme profundamente comovente, um eco doloroso do absurdo da guerra e da força do ser humano. O documentário do diretor Anas Zawahri funciona como um diário coletivo de vozes que parecem ecoar pelas estruturas de Homs. Semelhante também a um álbum de fotografias, as imagens capturadas com uma câmera estabilizada e contemplativa vão ilustrando e compondo um quebra-cabeças que já não se pode completar. Essa contemplação é executada com rigor quase científico desse organismo que segue vivo apesar de todo aniquilamento da guerra. E o diretor não só não apenas olha, mas percebe a cidade, seus sons (naturais e mecânicos), suas construções, suas ruínas, a identidade que também é sua. Zawahri expõe que Homs ainda resiste, e que o apego de seus habitantes segue o mesmo que os vínculos de qualquer habitante bairrista de outras cidades mundo à fora, apesar dos sentimentos conflitantes e da vontade de fazer acontecer uma vida harmoniosa num “pós”-guerra incerto. No entanto a câmera sempre parada acaba as vezes por apresentar um distanciamento não intencional. Apesar dos depoimentos intimistas parece haver uma falta de envolvimento, de sensação de pertencimento que não consegue integrar imagens e vozes em um panorama geral. Ambos os artifícios funcionam bem como trechos, mas no coletivo elaborou-se um patchwork que hora trabalha positivamente, hora destoa. O passeio dos 5 minutos finais sim opera bem e liga os pontos apresentados durante todo o filme, além de conseguir dimensionar o rastro da destruição. A produção obtém um resultado incisivo que, não fosse pelo motivos já citados, merece destaque só por não querer chocar com violência e pavor alheios explícitos. Nota: 3/5
- Crítica | Missão: Impossível - Acerto de Contas Parte 1
O inimigo agora é outro Foto: Divulgação Tom Cruise é um exibido. E a essa altura, depois de seis filmes da bem-sucedida franquia Missão: Impossível, já não há quem não esteja completamente ciente do que aquele homem, em total plenitude das faculdades mentais — e eu imagino sim que é difícil acreditar nesta última parte, já que voluntariamente o homem se lançou do topo de uma montanha abrindo o paraquedas tardiamente e chamou de a maior acrobacia da história do cinema — pode fazer diante de uma câmera. E ele fará, sem hesitação. É neste limite difuso da teimosia obstinada que se entrelaçam as personalidades do ator e do personagem, Ethan Hunt, já conhecido pela qualidade de herói contemporâneo: elegantemente altruísta, distraidamente sedutor e abnegadamente convicto. Quem não deseja um companheiro-de-absolutamente-qualquer-coisa assim? Nesta primeira parcela do sétimo filme da franquia, com ares de fechamento ou soft reboot, temos uma IMF restituída, um personagem de antiquíssima data que retorna à centralidade do enredo pela importância no lore cinematográfico da obra (Kittridge), os parceiros inseparáveis e cheios de carisma e ai de alguém que toque na vida deles (Benji e Luther), a figura da femme fatale (Ilsa Faust) que, diferentemente de 007 [não é um shade] não está aqui unicamente para servir aos desejos do personagem principal, e é sim, parte importante da trama, mesmo que receba um tratamento um tanto… traumático; há também o surgimento de outra figura feminina levemente maliciosa, safa, irônica, cobra-criada, ultrajante e que carrega consigo um frescor diferente, e claro, o vilão. Não há Missão: Impossível sem 1) a bendita missão que muito frequentemente não será feita por ninguém a não ser por este homem e sua equipe minguada, e 2) a figura vilanesca. E aqui o salto foi dado. Foto: Divulgação Na história do cinema e da literatura, e essas trajetórias se interseccionam repetidas vezes, muito se especula a respeito de inteligências artificiais e seus avanços diante de uma humanidade que avança a passos largos à sua própria extinção. É normal, também, que as obras tensionem a relação humanidade x IA partindo da ideia da subjugação: nós as criamos - elas nos sobrepõem - somos dominados. Há o bônus em que acabamos por fazer alguma espécie de trabalho braçal forçado, numa eterna vassalagem pós-contemporânea. Mas este não é mais o tempo de disputar força braçal. Este é o tempo dos deepfakes (que estabelece uma relação interessante com as máscaras vívidas de disfarce que são marca nos filmes da saga), da chamada era da pós-verdade onde nenhuma imagem ou vozes de políticos, ou até mesmo de cantores está à salvo da manipulação. A grande vilã, autodidata, senciente e incapturável chama-se A Entidade, e só pode ser controlada através da união de duas chaves perdidas num submarino (sim, você pensou, e eu pensei também) russo no fundo do oceano. Ao que vencer, e vencer quer dizer necessariamente conquistar a chave, será concedido o acesso ao código-fonte da IA, permitindo o total controle do deus composto de zeros e ums. Foi dada à largada à corrida internacional pela coleira da IA, e Gabriel (Esai Morales), figura que foi inserida no passado de Ethan Hunt para que tivéssemos a sensação de que ele sempre esteve lá, foi escolhido pela Entidade para ser seu cavaleiro pessoal do apocalipse. É neste cenário de urgência que as 2h 43min passam num susto, e a experiência IMAX acrescenta densidade à catarse, provocando cãibras nos dedos dos pés pela tensão e suor nas palmas das mãos, dentro deste ritmo fílmico que por si só funciona como um sacudir convulsivante para cardíacos, ansiosas, e que, honestamente, tiraria do eixo personalidades semelhantes às de monges tibetanos. Tom Cruise é realmente um exibido, e ele conseguiu. De novo. Nota: 4,5/5
- Crítica | Marcel The Shell With Shoes On
Um abraço apertado que deixa o coração quentinho Foto: Divulgação É triste perceber que poucas pessoas assistiram e tiveram o prazer de ter contato com Marcel the Shell With Shoes On, tranquilamente um dos melhores filmes do ano passado. A pouca divulgação e distribuição não contribuíram para o seu melhor alcance, já que o longa não chegou às salas de cinema no Brasil e não houve qualquer previsão para sua estreia em plataformas de streaming por aqui. Felizmente, o longa foi merecidamente indicado e reconhecido em algumas premiações - entre elas o Oscar - pela excelente e majestosa animação que é, além do magnífico trabalho na sua produção, o que elevará sua visibilidade e dará a novos espectadores a chance de conhecer essa linda história. Aqui acompanhamos a rotina de Marcel, uma adorável concha que usa pequenos sapatos e leva uma vida agradável com sua avó Connie. Os dois protagonistas são criaturas que antes faziam parte de uma grande comunidade de conchas e agora vivem sozinhos, pois foram vítimas de uma desconhecida tragédia que deixou somente os dois como únicos sobreviventes. A vida de Marcel muda quando um documentarista o encontra no meio da bagunça de seu Airbnb e resolve postar na internet pequenos vídeos curtos sobre a rotina da pequena concha. O que antes começou com curtas sem propósitos, logo atinge enormes proporções e fazem de Marcel um sucesso nacional e uma celebridade amada por muitos fãs. Assim, com a visibilidade alcançada e os recursos que possuí, Marcel enxerga ali a possibilidade de reencontrar sua família há muito tempo perdida. Acompanhar o dia a dia de uma concha usando tênis é uma ideia que eu nunca imaginei para um filme, e pode até ter sido justamente por isso e pelo fato de não saber absolutamente nada pelo que esperar que ele foi capaz de me tocar e me fazer chorar tanto. Sinto que o cuidado que a equipe teve com esse longa transparece e fica notório em cada frame, que parecem sair da tela para encontrar e se conectar com o telespectador. A impressão que fica é que os envolvidos no projeto são seres humanos talentosos, cheios de coração e com uma linda mensagem para passar. Foto: Divulgação Por ser um longa independente, em stop-motion, com baixo orçamento e que teve uma produção que durou aproximadamente sete anos, a originalidade e criatividade extravasam e tomam conta, mas não são a única fonte de riqueza do filme. A mensagem passada é mais um troféu em meio a tudo que é construído e entregue ao telespectador. Desde perseverança, otimismo inabalável, inocência, fragilidade, e até coragem; tudo em tela é capaz de te fazer enxergar a magia das pequenas coisas e te deixar com o olhar atento para o que está ao nosso redor. E mesmo sendo relativamente curto, com 1h30min de duração, tem muita bagagem e muita coisa importante para contar. O diretor e roteirista Dean Fleischer Camp precisa ser exaltado e reconhecido por esse trabalho esplendoroso e pelo espetáculo que é essa obra. Foi criado aqui uma excelente e harmoniosa combinação entre animação em stop-motion, efeitos especiais e live action, bem como um texto que navega entre temas como amizade e companheirismo à formas de lidar com traumas e luto. Além do incrível trabalho do diretor, outra pessoa merecedora de crédito e exaltação é a atriz Jenny Slate que também assina o roteiro - juntamente com Fleischer e Nick Paley - dubla e é a responsável por dar vida à concha protagonista. A atriz consegue ao mesmo tempo mostrar tanto a fragilidade quanto a bravura de Marcel através de seu tom de voz que sem dúvidas foi um dos pontos altos do longa para mim. Por fim, Marcel the Shell With Shoes On é um comfort movie adorável, brilhante e repleto de criatividade que consegue ser fofo, mas nunca bobo, e que conta com um protagonista incrivelmente irresistível. Capaz de ser original ao mesmo tempo que é simples, mas com uma simplicidade que se eleva e se transforma em algo mais, pois transborda todo o amor envolvido nessa produção. Incrível como a cada segundo que passava e a cada cena de crescimento, amadurecimento e aprendizagem vivenciada por Marcel um sentimento tomava conta de mim e eu me encantava ainda mais por aquilo que estava assistindo. Sem dúvida alguma é um dos filmes mais originais que assisti nos últimos anos, com uma linda lição de vida e de amor que ficou comigo por bastante tempo. Nota: 5/5
- Crítica | Goosebumps (1ª temporada)
Mais recentemente, os filmes Goosebumps - Monstros E Arrepios (2015) e Goosebumps 2 - Halloween Assombrado que retornar com um personagem bastante usado na mitologia da trama tem os seus riscos, mas, a série mostra Mas, se você não conhece o autor e nunca ouviu falar de Goosebumps, essa versão de 2023 é um bom jeito
- Crítica | Órfã 2: A Origem
Quando há cenas em que mostra Esther próxima de adultos, é perceptível uma alteração de tamanho em diversos












