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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1318 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | Invocação do Mal: O Último Ritual

    É curioso perceber como Invocação do Mal 4: O Último Ritual se mostra um filme particularmente sensível

  • Crítica | Arcanjo Renegado (2ª Temporada)

    A segunda temporada de ‘Arcanjo Renegado’, série do Globoplay que estreou em 2020, encerrou recentemente 2018 se tornou frequente na política; as fake news, e é muito interessante a forma crua que o roteiro mostra

  • Crítica | Alvo Primário (1ª temporada)

    A máxima do “mostre, não fale” não foi aplicada aqui e isso é um problema.

  • Crítica | The Paper (1ª temporada)

    Após alguns anos em desenvolvimento, foi oficialmente lançada no fim de 2025, já com uma segunda temporada Apostando em um elenco sólido, que emula levemente a química de sua referência original, The Paper se mostra

  • Crítica | Gen V (1ª temporada)

    Mesmo elogiando a agilidade, devo fazer uma ressalva ao roteiro, que por diversas vezes se mostra muito

  • Crítica | Slow Horses (4ª temporada)

    impressionando ao elevar sua já altíssima qualidade Foto: Divulgação/ Apple Tv+ Quando estreou quietinha lá em 2022 –, porém pouco depois a série já no ambienta bem e mostra o que quer, sem balela de guardar para depois episódios de qualquer série este ano e é o resultado de uma construção feita desde a estreia, lá em 2022 E já que é uma série que respeita a audiência, teremos mais Slow Horses em 2025.

  • Crítica | Bad Sisters (1ª Temporada)

    contudo, ele se destaca mais pelo quão humano seu personagem pode ser, nunca se portando como um tipo de monstro de Bibi uma personagem assustadora, mas não sem suas feridas (inclusive físicas), e Eve Hewson, que mostra

  • Crítica | A Noite e Os Dias de Miguel Burnier (15º Olhar de Cinema)

    muito mais na vida da comunidade daquele distrito, que de 600 pessoas em 2005 foi reduzido para 80 em 2025

  • Crítica | Griselda (Minissérie)

    Produção da Netflix não foge à regra do streaming: entretém, mas falta profundidade Foto: Divulgação Em seis episódios, a produção narra a ascensão de Griselda Blanco (Sofia Vergara), que dominou o narcotráfico em Miami entre as décadas de 1970 e 1980. No primeiro episódio, já começamos com o pé na porta, o que nos dá uma noção do ritmo da minissérie. Griselda está com pressa, ferida e em fuga de Medellín para Miami com seus três filhos, ainda não sabemos o porquê, mas é fácil prever, mesmo que a narrativa não linear desta primeira hora faça parecer que não. Com muita luta – e algumas conveniências do roteiro – ela vai conseguindo seu lugar ao sol, o que não é nada fácil para ninguém e muito menos para uma mulher, como sempre faz questão de frisar o texto, mesmo que de forma rasa. Desde 1999 com a estreia de Tony Soprano (James Gandolfini) na televisão, a figura do anti-herói foi se popularizando cada vez mais, entre erros e acertos. Demorou um pouco mais para que a mulher tivesse esse espaço, uma personagem feminina que desafiasse os limites do certo e errado, oferecendo um grau maior de complexidade. Tivemos belíssimas personagens femininas na TV, como Nora Durst (Carrie Coon) de The Lerftovers, Alicia Florrick (Julianna Margulies) de The Good Wife, por exemplo, que passavam longe do estereótipo da mocinha, oferecendo um grau maior de ambiguidade, mas não exatamente cometiam crimes. Já a Elizabeth (Keri Russell) de The Americans faria o que fosse preciso pela sua causa, mas sempre amparada por um roteiro muito bem escrito que ressaltava as diversas nuances da personagem. É o que falta em Griselda. Ela é uma mulher ambiciosa, violenta e o contraponto é o amor pelos filhos, mas somente. É uma pena porque a minissérie podia ser bem melhor do que é e é essa falta que torna difícil ter empatia pela personagem em certos momentos. Foto: Divulgação No entanto, acho que vai sim agradar boa parte do público porque o entretenimento está garantido. Mesmo que a direção peque em algumas sequências de ação e que pareçam um pouco engessadas, o ritmo ainda é ótimo, as cenas violentas são bem verossímeis, as reviravoltas não param e o design de produção não faz feio na ambientação, que, assim como os figurinos, combinam com os exageros da personagem-título. Sabe o que combina também? Sofia Vergara. Dona de um carisma inegável, ela se doa ao papel e segura bem as pontas no drama, mesmo que sua caracterização envolva um pedaço da dentadura que Rami Malek usou em Bohemian Rhapsody. O elenco, no geral, é competente, com destaque para Vanessa Ferlito, no papel de Carmen, amiga de Griselda, Alberto Guerra como Dario, seu capanga e futuro marido, Martín Rodriguez como Rivi, seu braço direito e Juliana Aidén Martinez, como a investigadora June. Os personagens, no entanto, são de uma nota só, mesmo com o talento dos atores. Não sei dos fatos reais e não é o ponto compará-los, mas imagino que haja mudanças para fins dramáticos, o que explica algumas facilidades no roteiro e como a minissérie quase desliza ainda mais para o exagero. Não há problema nisso quando o resultado é satisfatório, o que nem sempre é o caso. Algumas sequências funcionariam para a Gloria de Modern Family, personagem que fez Vergara famosa, mas aqui a pegada é outra. Os diálogos expositivos sempre explicam qual o próximo passo e o ponto positivo é que boa parte deles são falados em espanhol, língua nativa dos personagens e o inglês só é usado quando necessário. O que me incomoda principalmente no todo é como o enredo é norteado pelos acontecimentos e somente por eles, sem que haja um desenvolvimento de personagens apropriado. Havia espaço para mais discussões como a misoginia, no tráfico ou na força policial, ou os limites de Griselda, mas a produção escolhe ficar pelo raso mesmo, o que prejudica até na hora que poderia emocionar. Vale a pena ver? Pelo entretenimento sim, mas não espere mais do que isso. Nota: 3/5

  • Crítica | Alien: Earth (1ª temporada)

    Ambientada dois anos antes dos eventos do primeiro filme, a série nos mostra uma Terra que é controlada Diferente de Alien: Romulus (2024), que, mesmo com seus méritos, se resvalava na nostalgia e conforto

  • Crítica | Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo

    Com a campanha certa, podemos vê- lo indicado, sem grandes dúvidas, ao Oscar 2023. Nota: 5/5

  • Crítica | Um Lugar Bem Longe Daqui

    Daisy Edgar-Jones brilha em adaptação que não consegue expressar a mesma profundidade da obra de Delia Owens. Divulgação: Sony Pictures Lançado no início de setembro no Brasil, o longa Um Lugar Bem Longe Daqui adapta uma história muito conhecida no meio literário mundial. A obra de mesmo nome da escritora americana Delia Owens figurou no topo de mais vendidos nos Estados Unidos e no Brasil desde a sua publicação em 2018, e, principalmente após a atriz Reese Witherspoon indicá-lo em seu clube do livro. Por ter gostado tanto da obra, Reese, por meio da sua produtora de cinema ‘Hello Sunshine’, desenvolveu a adaptação da obra trabalhando também como produtora. O longa foi dirigido por Olivia Newman e tem o roteiro de Lucy Alibar. Na história, Kya (vivida por Daisy Edgar-Jones de ‘Normal People’) é uma menina que vive sozinha em uma casa no meio de uma floresta pantanosa após ser abandonada por toda sua família. Tentando sobreviver, Kya amadurece e fica atraída por dois diferentes jovens que moram na cidade, e, após um deles morrer, ela é considerada a principal suspeita. Divulgação: Sony Pictures É nesse cenário que somos apresentados a uma trama que mescla presente e passado em sua narrativa, tentando contar a história inteira da jovem ao mesmo tempo que desenvolve um mistério sobre quem morreu e o que aconteceu para tal fato. Ao navegarmos pela história de Kya, somos apresentados a uma perspectiva de muito sofrimento que envolve abandono, preconceito, negligência e violência doméstica. Mesmo com uma temática forte, o filme não abusa tanto de cenas gráficas e foca em desenvolver sua protagonista e seus anseios. O principal problema do longa é o tempo. O livro de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’ é repleto de camadas e um filme 2h05 não parece dar conta de todas elas. Toda a história parece um pouco superficial, em especial, o envolvimento de Kya com os dois meninos, mostrando que a adaptação, talvez, funcionasse melhor em uma minissérie. Divulgação: Sony Pictures Um destaque do longa é a fotografia que consegue mesclar bem a dualidade da da década de 60 e em um espaço onde a natureza se mistura com tons esverdeados do musgo e das cores do pântano com o azul do mar e dos detalhes da cidadezinha portuária. Também é impossível não elogiar a excelente atuação de Daisy Edgar-Jones que prova, mais uma vez, que possui grandes chances de se tornar uma das principais atrizes da nova geração. Encerrando com a música ‘Carolina’ da Taylor Swift, ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’ é uma experiência agradável nas telas mas indiscutivelmente mais profunda e bela nas páginas. Com ‘Cicatrizes permanentes, marcas essenciais, azuis como a vida da qual ela fugiu’, a voz da Taylor parece ancorar bem a história de Kya. Nota: 3/5

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