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1318 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"
- Crítica | Bom Dia, Verônica (Temporada 2)
Mais politizada e crítica, a série se consolida como um dos melhores produtos audiovisuais do gênero última quarta-feira, 3, a série ‘Bom Dia, Verônica’ trouxe para Netflix uma segunda temporada muito mais crítica
- Entrevista | “A Índia é um país de histórias que remontam há milhares de anos”: SS Rajamouli fala sobre o sucesso de “RRR” (Mostra de SP 2026)
Diretor está em São Paulo para receber o Prêmio Leon Cakoff, a ser entregue nesta segunda (19) durante a Mostra Você pode conferir a crítica do filme aqui: O sucesso de RRR foi o culminar da bem-sucedida carreira Agora, Rajamouli está em São Paulo para receber o Prêmio Leon Cakoff, que será concedido a ele pela Mostra uma sala de exibição para assistir a um filme em uma tela grande – a própria natureza do cinema – me mostra
- Crítica | Acima de Qualquer Suspeita (1ª Temporada)
Kelley mostra que ainda sabe contar boas histórias de tribunal em uma das séries mais eletrizantes do No entanto, em decorrência de uma reviravolta desnecessária, um desvio que se mostra um tanto fajuto
- Crítica | O Verão que Mudou a Minha Vida - 3ª temporada
Como eu já disse em algumas críticas anteriores, quando falamos de romance em especial, não necessariamente
- Crítica | The Groove Under the Groove: Os Sons de Paulinho da Costa
Documentário protocolar e americanizado encontra respaldo no carisma e genialidade de seu protagonista. Divulgação Você pode nunca ter ouvido falar de Paulinho da Costa, mas certamente já o ouviu em algumas das músicas mais famosas de todos os tempos. A percussão que abre La Isla Bonita, de Madonna; a cuíca em Wanna Be Startin’ Something, de Michael Jackson; I’Ve Had (The Time of My Life), da trilha sonora de Dirty Dancing; Footloose, de Kenny Loggins; Up Where We Belong, da trilha sonora de A Força do Destino; Serpentine Fire, do Earth, Wind and Fire; Crazy, de Seal; Snow (Hey Oh), de Red Hot Chilli Peppers; e muito, muito mais. O percussionista, radicado nos EUA desde os anos 1970, tocou em incontáveis gravações indicadas e vencedoras do Grammy e também do Oscar, e será o primeiro brasileiro nato a receber uma estrela da Calçada da Fama, em maio. Como tamanho legado pode ser expresso nas telas e chegar a um público talvez alheio às vastas contribuições de Paulinho à música pop do último meio século? É o grande desafio enfrentado por The Groove Under the Groove: Os Sons de Paulinho da Costa, documentário dirigido por Oscar Rodrigues Alves sobre o músico. Gravado ao longo de um período de seis anos, o documentário cobre desde a infância de Paulinho no bairro do Irajá, no Rio de Janeiro, centrando-se no auge profissional nos EUA, até chegar em tempos mais recentes, com sua reconexão com as raízes brasileiras. Para além do próprio Paulinho, que serve como fio condutor principal da sua própria história, The Groove Under the Groove também conta com um desfile de músicos de alto calibre, que relatam suas parcerias com o artista e exaltam seus feitos e sua genialidade. Nomes como Quincy Jones, George Benson, Verdine White, Philip Bailey, Natahan East, Greg Philinganes Lalo Schifrin, além de produtores e engenheiros de som que trabalharam com ele ao longo das décadas, e também a aparição de artistas nacionais celebrados (Roberto Carlos, Carlinhos Brown, Zeca Pagodinho, Ivete Sangalo e João Marcello Bôscoli). Divulgação Assim, estruturalmente o filme me faz lembrar de Milton Bituca Nascimento, ao recorrer a essas figuras lendárias nacionais e internacionais para destacar o seu personagem principal. Como no documentário sobre Milton, porém, a ênfase é muito mais sobre as figuras internacionais, e embora faça certo sentido em decorrência da carreira de Paulinho ser muito mais conhecida lá fora do que aqui no Brasil, de modo que até a participação dos artistas brasileiras soa deslocada, já que suas contribuições são ínfimas e superficiais perto do que ouvimos uma figura como Quincy Jones falar sobre Paulinho. Assim, a impressão é de que o produto final é mais pensado para o público estrangeiro do que para o brasileiro – ainda que as contribuições do artista para músicos brasileiros sejam também vastas. Isso é perceptível na escolha pela própria narração em off ser em inglês, assim como a maior parte das entrevistas com o próprio Paulinho. O filme fica então neste lugar híbrido que talvez até refletisse a própria identidade plural do seu protagonista, mas soa mais como um produto protocolar e voltado a um mercado específico. Isso em si não seria um problema, mas a impressão que se tem ao final é de um desperdício de uma oportunidade valiosa de trazer mais visibilidade a um artista nosso tão celebrado lá fora. Não à toa alguns dos momentos mais pungentes do filme vêm na sua parte final, quando Paulinho retorna ao Rio e tem a oportunidade de tocar num desfile da Portela, sua escola do coração. A emoção vívida do artista reflete muito da saudade que ele certamente sentiu do Brasil por tantas décadas, mesmo construindo uma carreira tão consolidada nos EUA. De fato, os momentos de maior destaque do filme vêm justamente quando a câmera se volta a Paulinho, e é impossível não se deixar contagiar pelo seu carisma radiante, o sorriso tão característico e sobretudo pela genialidade e humildade. Cenas como a em que ele conta sobre como utilizou um par de colheres ou um cowbell para tocar em algumas das músicas mais icônicas do Earth, Wind & Fire, ou as imagens de arquivo que mostram suas performances assombrosas em palco com vários artistas diferentes, conseguem refletir muito mais do peso e da relevância de Paulinho do que todo um desfile de convidados e entrevistados. É louvável o esforço em lançar luz a um músico tão subestimado, e ao mesmo tempo tão valioso para a música popular dos últimos 50 anos. Mas ao se amparar em toda uma estética estrangeira, The Groove Under the Groove parece apenas manter o distanciamento que o público brasileiro já poderia ter em relação ao Paulinho. Se isso não acontece por completo, é porque o músico (e o homem) é essa figura tão fascinante de acompanhar e conhecer quando tem espaço para ele próprio se apresentar. Passaria horas ouvindo contar causos e anedotas sobre as músicas em que participou – e de preferência em português, e não em inglês. Nota: 2.5/5
- Crítica | O Jogo que Mudou a História (1ª temporada)
Mestre, interpretado por Mukassa Kabengele, um pai de família que parece sempre ser atraído para aquele
- Crítica | As Flores Perdidas de Alice Hart (Minissérie)
o mar e os canaviais, onde as flores encantadas da mãe e as suas mensagens secretas a protegem dos monstros
- Crítica | The Beanie Bubble - O Fenômeno das Pelúcias
Apesar de não ser inassistível, é um cansativo mais do mesmo Foto: Divulgação Ty (Zach Galifianakis) era um vendedor de brinquedos frustrado até que sua parceria com três mulheres transformou seus bichos de pelúcia, os Beanie Babies, em uma das maiores tendências dos anos 90. Essas mulheres eram Robbie (Elizabeth Banks), que trouxe diversas novas ideias para a empresa, Sheila (Sarah Snook), uma mãe solo de duas meninas com quem Ty se casou, e Maya (Geraldine Viswanathan), uma estagiária que alavancou o marketing do negócio. É mais uma história de ascensão e queda de uma empresa como temos visto tanto ultimamente. O diferencial aqui é que a narrativa é não linear, o quê na verdade só deixa a trama desnecessariamente confusa. Talvez seja uma tentativa de disfarçar a obviedade do enredo, onde cada virada é extremamente previsível e torna o filme ainda mais enfadonho, fazendo parecer que ele tem muito mais do que suas 1h50. Foto: Divulgação Os quatro personagens principais ficam presos no que se espera deles. Ty é, praticamente, o vilão. Galifianakis está bem no papel, mas o roteiro não dá uma maior dimensionalidade ao personagem. Desse mesmo mal sofre e Sheila de Snook, que sendo mãe de duas filhas e que têm uma determinada importância no final, poderia ser mais do que a esposa traída. A atriz, que é excelente em Succession, repete muitos trejeitos e expressões faciais de Shiv, e a todo momento nos remete à ela, o que não me agradou tanto no seu trabalho. Viswanathan tem bastante carisma e é a pessoa mais “gostável”, e faz o que pode com o texto que tem. Banks, no entanto, tem em mãos a personagem mais interessante, que tem ambição, mas que reage à atitudes de Ty e isso é bacana de ver. Acho que Banks exagera na performance em alguns pontos, mas no geral está ok e dá pra aproveitar algo ali. Não é um desperdício completo de tempo assistir ao filme, mas é inegável que ele também tem um problema de tom. Tenta ter uma leveza com uma pegada mais cômica, mas o humor nem sempre funciona. Arrisca notas mais sóbrias, porém é tudo tão raso que eu não poderia me importar menos, quanto mais esboçar uma emoção. Imagino que a intenção era que fosse uma comédia dramática, só que falta equilíbrio entre os gêneros em uma trama mais do mesmo onde sua principal falha é ser maçante. Nota: 2/5
- Crítica | Bem-Vindos à Vizinhança (1ª temporada)
Porém, foi em 2022 que Ryan voltou a ser notado pelo grande público da Netflix e fez do top de mais vistos
- Crítica | Evil - Contatos Sobrenaturais (Temporada 3)
O impossível aconteceu. Sim, ela está melhor do que nunca. Com um estilo de programação procedural, onde acompanhamos Kristen, uma psicóloga cética que se junta a David, um padre em formação para resolverem casos até então sem explicação, e Ben Shakir, responsável por trazer uma visão científica para a suposta sobrenaturalidade, ‘Evil’ encerrou recentemente o seu terceiro e melhor ano. O primeiro destaque a ser mencionado é Katja Herbers, que interpreta a psicóloga. Sendo uma das melhores protagonistas em exibição na TV, Katja consegue brilhar do início ao fim estando sozinha ou acompanhada e entrega a melhor performance da série. Outro grande destaque nessa temporada foi Andrea Martin, que interpreta a Irmã Andrea, figura bastante fundamental para o desenrolar da trama que, pelo desempenho de Martin, ficou vários décimos acima de apenas uma coadjuvante. Vale citar também que a série traz um dos antagonistas mais detestáveis da televisão; Leland Townsend, interpretado por Michael Emerson. É impossível assistir e não sentir repulsa pelas ações de Leland, e grande parte disso vem da convincente atuação de Emerson. Temos ainda Sheryl, ambígua personagem de Christine Lahti, que deixa o telespectador em dúvidas sobre suas atitudes. O que facilita tantos desempenhos bons serem entregue, é ela ter um roteiro bem trabalhado com aprofundamento e desenvolvimento de personagens e de história. Mesmo que ela traga casos diferentes a cada episódio, e consiga explorá-los com maestria, nessa temporada em que a série conseguiu encontrar de fato o seu tom, ela trabalha os personagens mais importantes para a trama com bastante cautela. Para encerrar, 'Evil' é uma série escrita e pensada puramente para a televisão, e é muito gratificante fazer parte do público que a acompanha. Criada por Robert e Michelle King (pais de The Good Wife e The Good Fight), ela é um respiro de alívio sobre fazer TV num período em que uma parte dos espectadores e até produtores parecem estar num crescente vício em ter apenas o cinema como parâmetro de entretenimento.
- Crítica | Salão de Baile: This is Ballroom
Documentário vibrante registra importante movimento cultural queer à moda brasileira Foto: Divulgação Nas margens da Baía de Guanabara, uma comunidade de jovens resgata e vivencia a cultura dos bailes. Um retrato dos dramas, das performances de voguing e da arte do shade, 50 anos depois do seu início em Nova York. Rio is burning! A cultura ballroom é completamente importada, tanto que muitos dos seus nomes, títulos e elementos se mantiveram tais quais os originais, mas é bater os olhos (e também os ouvidos) num baile feito no Brasil, e por brasileiros, para sentir que tem uma alma nossa que não se acha em quaisquer outros lugares mundo afora. E é exatamente essa brasilidade no movimento que o espirituoso documentário Salão de Baile vem exaltar. Confesso que achei os primeiros minutos confusos, bagunçados, muito som, muita voz, muita cor. E embora eu ache que narrativamente a introdução poderia ter sido mais suave, entendi cedo que não há outra forma de se contar a história do ballroom e as histórias de seus personagens sem excesso. São pessoas intensas, são motivações efusivas tanto sociais quanto pessoais. Através de depoimentos e de narrações divertidas e ácidas, o filme costura a realidade dos grupos que frequentam as casas e os bailes no Rio de Janeiro com a história do movimento cultural, e o resultado é uma trama sempre instigante, interessada e interessante de se ver e ouvir. O longa faz questão de deixar explícito como o ballroom é intrinsecamente LGBTQIAPN+ e negro. E essa universalidade periférica gera um espaço comum no texto onde as associações de personagens nacionais – com vozes e trejeitos exclusivamente brasileiros e cariocas – com personagens internacionais funciona de maneira orgânica e bem desenhada. Foto: Divulgação O filme consegue mostrar com uma métrica espirituosa a estrutura de um baile, suas modalidades e suas etapas. Todas as cenas de performances e danças são bem amarradas visualmente e apresentam uma musicalidade tão afiada que transporta o público para dentro daquele espetáculo. Mas tão importante quanto, e às vezes tão divertido quanto, é ouvir a emoção de quem encontrou naqueles ambientes e em seus próximos um refúgio, uma propósito e uma vontade de viver que até então não haviam achado em suas origens. É comum encontrar falas de integrantes de movimentos sociais e culturais como o samba, o hip hop e reggae afirmando que eles são estilos de vida, para além da óbvia manifestação artísticas, e o que Juru e Vitã fazem em Salão de Baile e ilustrar como o ballroom é um estilo, uma filosofia e uma proposta de encarar a vida, seja como prioridade ou seja como válvula de escape da "realidade". É sem dúvidas o Paris is Burning carioca, no melhor e no mais respeitoso dos sentidos comparativos. Nota: 4/5
- Crítica | House of Guinness (1ª temporada)
Uma mistura de Peaky Blinders com Succession que não atinge seu potencial completo, mas entretém Foto: Divulgação/Netflix No século XIX, no ano de 1868, a família irlandesa por trás da Cervejaria Guinness sofre um abalo após a morte do patriarca Benjamin Guinness, e agora, cabe aos filhos Arthur (Anthony Boyle), Edward (Louis Partridge), Anne (Emily Fairn) e Ben (Fionn O’Shea) lidar com as consequências desta perda, seja no drama familiar ou na empresa. Criada por Steven Knight, o mesmo de Peaky Blinders, as semelhanças são várias, principalmente visualmente, porque se passam em épocas parecidas, então a ambientação, os figurinos, tudo nesse sentido remete à série de Tommy Shelby e possuem o mesmo capricho técnico. No entanto, o lado mais criminoso abordado lá, dá lugar à disputa dos herdeiros e ao legado da cervejaria, o que já me lembra mais a história dos Roy. Desde muito tempo na televisão, uma série de sucesso leva à outra parecida e tudo bem, o que não pode, é deixar de ter identidade própria. Felizmente, é o caso aqui e os primeiros episódios estabelecem muito bem as peças no tabuleiro, mesmo que no decorrer da temporada, a pressa atrapalhe o desenvolvimento. Arthur é o filho mais velho, vivia uma vida boêmia em Londres e agora recebe uma responsabilidade que ele não queria: tomar conta dos negócios da família. Edward, por sua vez, o mais jovem e mais responsável, sonhava com isso, e lhe foi incumbido que ajudasse Arthur nesta missão. À Anne, por ser mulher, lhe sobrou se casar, praticamente. E Ben, que tem graves problemas com o álcool, também não lhe foi confiado nada, nem pelo testamento nem pelo roteiro, já que o rapaz termina praticamente do mesmo jeito que começa. Anthony e Edward ganham mais destaque por conta da sua relação contraposta e Boyle consegue tirar de letra as nuances do seu Arthur, passeando facilmente entre o humor e o drama com carisma, tendo em vista a evolução com o passar dos episódios. Partridge se divide entre a seriedade e inocência de um jovem precoce. Enquanto Emily Fairn está bem como Anne, porém ela começa com uma certa evidência e vai perdendo aos poucos. Foto: Divulgação/Netflix A trama possui três outras personagens femininas que ganham mais nuance do que Anne, que são Lady Olivia (Danielle Galligan), Ellen (Niamh McComarck) e Adelaide (Ann Skelly). Olivia se torna esposa de Arthur e têm uma relação bem interessante, digamos assim, para evitar spoilers, e Galligan confere um atrevimento à moça que jamais soa forçado, ainda quando lhe é exigido mais esforço em um arco dramático nos episódios finais. Ellen faz parte da irmandade feniana, que traz à tona um lado mais político da produção, e se envolve romanticamente com um dos Guinness, com quem divide uma fantástica química e é um daqueles casais proibidos que a gente adora torcer. Enquanto Adelaide, já é da família e aparece menos, mas sempre de maneira muito pontual e com uma personalidade forte ressaltada através de um texto ácido. Outro dos protagonistas é Sean Rafferty (James Norton), que é o gerente da fábrica de cerveja e, nos bastidores, o capanga principal dos Guinness e eventualmente se envolve em um caso com uma das mulheres citadas. O rapaz começa como um clichê, mas é perceptível como Norton está adorando cada segundo no papel e consegue fazer com que ele funcione muito dentro daquele universo. Acho importante destacar as relações existentes, mesmo que não possa detalhá-las. É um dos pontos que mais me agradaram na série, ainda que seja algo que deixe em evidência o seu maior defeito: a pressa. Um dos trunfos da televisão em relação ao cinema é o tempo para se desenvolver tramas, personagens e conexões entre eles. Ainda que House of Guinness estabeleça uma boa base para estas conexões, dentro de um contexto histórico e político, os constantes avanços de períodos no enredo, atrapalham como um todo, não deixando que a série atinja o seu potencial de complexidade que existe ali e o roteiro não tenha o mesmo cuidado que há na direção, design de produção, fotografia ou trilha sonora. Há uma cena no final da temporada em que Arthur ressalta as diferenças das pessoas que eles eram no primeiro episódio. É um paralelo válido e é claro que a temporada acaba exatamente como Steven Knight pretendia, por isso ele passa por ponto A e B, pulando o C, vislumbra o D e chega no E, com a maioria de seus personagens. É notório como isso é reflexo dos tempos atuais e House of Guinness poderia figurar entre as grandes, mas escolhe apenas entreter, o que consegue bem. E eu digo isso porque é uma série da qual gostei bastante, mas tinha potencial para ser mais. A 2ª temporada ainda não foi confirmada, mas esta termina com um baita gancho. Nota: 3,5/5












