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- “As pessoas querem estar associadas a algo que gera dinheiro”: Boots Riley fala sobre fazer cinema político em Hollywood
Em entrevista ao Oxente Pipoca durante a 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o diretor falou
- 'A Casa do Dragão' mostra que é uma sucessora à altura de GOT em seus três primeiros episódios
Após três anos e milhões de dólares gastos, a HBO demonstra que sabe o que está fazendo. Em 2019, o gosto amargo de um final meia boca para uma das maiores séries da história nos fez duvidar de que novas obras do universo de 'Game of Thrones' poderiam voltar a dar certo. Mas, o mundo fantástico criado por George R. Martin ainda possuía histórias incríveis para serem contadas para o público e foi com essa intenção que a HBO retornou a esse universo com a série 'House of the Dragon'. Quase 200 anos atrás dos eventos de GoT, conhecemos uma Westeros vivendo na era de ouro da dinastia Targaryen. O arco é adaptado de 'Dança dos Dragões', uma das histórias mais importantes da família e disponível no livro 'Fogo & Sangue'. Nesses três primeiros episódios, somos apresentados aos personagens bem no início dessa jornada, com o rei Viserys I perdendo sua primeira esposa e Rhaenyra se encontrando o seu lugar no mundo após ser declarada a sucessora legítima do rei. Ainda faltam oito episódios a serem lançados, mas já foi possível perceber a alta qualidade técnica e de roteiro entregue nesse prequel. Destaco a importância do envolvimento de Martin em seu desenvolvimento e a adaptação fenomenal de Ryan Condal. Além disso, o elenco principal está impecável com a revelação de Milly Alcock na versão jovem de Rhaenyra e também vemos atores já consagrados como Matt Smith em seus melhores momentos em tela. Não dá para prever o futuro, mas as expectativas são altas e 'House of the Dragon' tem tudo para ultrapassa-las.
- Festival de Artes de São Cristóvão leva cinema ao Cine Trianon com mostras sergipanas e nacionais
Sessão São Cristóvão: Lembrancinha Desincorporação Raízes da Ilha Acesse a programação completa do Fasc 2025
- FIM Cine – Festival Internacional de Mulheres no Cinema terá 4ª edição em novembro e está com inscrições abertas para suas mostras competitivas
inscritos pelo site do FIM Cine longas-metragens dirigidos ou codirigidos por mulheres brasileiras para as mostras FIM Cine – Festival Internacional de Mulheres no Cinema anuncia para os dias 05 a 19 de novembro de 2026 Para a mostra Documentário podem ser inscritos para seleção do FIM Cine longas-metragens documentais a setembro de 2026. a setembro de 2026.
- Tudo Pode Ser Visto encerrará a 50ª Mostra de São Paulo e ganha data de estreia nos cinemas do Brasil
nos Estados Unidos, dirigido por Nathan Fielder e Lance Oppenheim, foi escolhido para encerrar a 50ª Mostra Tudo Pode Ser Visto se tornou um dos documentários de maior destaque da temporada de premiações de 2026 A exibição na 50ª Mostra acontece poucas semanas antes da estreia comercial no Brasil, marcada para 26
- IDFA (International Documentary Film Festival Amsterdam) seleciona documentário brasileiro "Morro Grande" para mostra competitiva internacional
A última vez que um filme brasileiro esteve presente na principal mostra competitiva do IDFA foi em 2011 Filmado entre 2022 e 2026 e produzido pela Coevos Filmes em coprodução com a Basalt Films (Holanda),
- Citronela Doc chega à 6ª edição com premiações inéditas, mostra internacional com o renomado festival FICCI e masterclasscom João Moreira Salles
Evento gratuito acontece de 25 a 30 de agosto em Ilhabela (SP). nacional estão "A Fabulosa Máquina do Tempo", da premiada cineasta Eliza Capa, que estreou na edição 2026 A seleção apresenta produções colombianas de 2025 e 2026, que foram destaque no FICCI, como o longa " 15ª Mostra Ecofalante de Cinema (2026). Outra novidade no Citronela Doc em 2026 é a Mostra Infantil, que trará nove produções em parceria com
- Entrevista | “É uma década de coragem”: EGBÉ celebra 10 anos e fortalece o cinema negro em Sergipe
Realizada de 11 a 18 de abril de 2026, em Aracaju, a mostra traz como tema “A contribuição das mulheres Criada em 2016, a mostra vem, ao longo dos anos, expandindo suas frentes de atuação, incorporando debates A gente começou em 2016 e agora, em 2026, completa uma década. E, além da mostra oficial, a programação também se amplia com mostras convidadas. A gente tem a mostra infantil, que já acontece desde as primeiras edições, e também a mostra internacional
- Temporada de prêmios 2026-2027: Previsões cedo demais
antes dos consensos e das campanhas Imagem: Divulgação Ainda está se encerrando a temporada de prêmios 2025 -2026, mas porquê não brincar do ansioso jogo de tentar prever o que a próxima temporada trará para o A seguir, apresento uma lista de apostas para a temporada 2026–2027.
- Crítica | Supergirl (2026)
A relação de causa e consequência se mostra frequentemente confusa, enfraquecendo o impacto de acontecimentos
- Crítica | Os Hiperbóreos (2024) | 2025 SFFILM Festival
Apelo plástico embasado no viés artesanal fazem de filme chileno uma surpresa cheia de potencial. Divulgação A narrativa e as ilusões de uma atriz e psicóloga dão vida à figura polêmica de Miguel Serrano, um escritor chileno que propagou filosofias neonazistas esotéricas, provocando uma reflexão sobre seu lugar na história. Sou fascinado por filmes que desafiam, ou provocam, a forma e os gêneros, e Os Hiperbóreos resolve desafiar as duas coisas. Num misto de documentário-ficção montado num misto de teatro com animação, a direção de arte é de longe o ponto mais atrativo do filme, criando um diorama gigante num mesmo estúdio e explorando diversas possibilidades criativas de forma artesanal e minimamente digital, apresentando um resultado visual sempre instigante e inesperado. Tirando os fatos sobre a controversa persona de Miguel Serrano, nunca sabemos exatamente o que é “verdade” e o que é criado no argumento para os desdobramentos do roteiro. E de forma bem lúdica, misturando ironia, metapiadas e suspense psicológico, o roteiro luta para convencer o espectador de suas motivações, e cedo resolve se entregar aos escapismos das analogias, reforçadas com destrezas pelos recursos visuais, para concluir sua missão. Deixando claro que muitos pressupostos em cena requerem uma visão para além da imaginação e da lógica, para melhor digerir sua diegese. Divulgação No entanto, mesmo a forma sendo o principal e ponto focal, por vezes não se sustenta por si, e o texto não consegue construir base para estar à altura dos apelos plásticos, mesmo se esforçando muito e acreditando muito nas suas fábulas. O chamariz visual, no entanto, talvez não tivesse o mesmo impacto sem a presença da atriz Antonia Giesen, responsável por dar vida e veracidade ao projeto. Os Hiperbóreos nunca deixa de ser interessante, sempre há algum elemento enquadrado que faz valer a atenção e ajudam a imergir o público naquele conteúdo mesmo sem estar completamente a par de tudo que está sendo retratado. É sem dúvidas uma pesquisa de erros e acertos onde nenhum resultado é negativo. Nota: 3,5/5
- Crítica | Julián (TIFF 2026)
Existe algo muito sincero na maneira como o filme mostra que o amor de uma família pode significar permitir












