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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | Slow Horses (5ª temporada)

    incorrer em velhos tropos que já vimos ao monte em obras ocidentais do gênero – embora haja uma sutil crítica

  • Crítica | Babygirl

    E se em Morte, Morte, Morte, Halina utiliza-se do terror cômico para fazer uma crítica contundente com Seria Babygirl uma crítica ao patriarcado e como ele reduz as mulheres e seus desejos sexuais a segundo

  • Mostra Quarta Parede acontece em museu de São Cristóvão (SE) entre 24 e 26 de abril

    Divulgação O Cineclube Voyage realiza a segunda edição da Mostra Quarta Parede entre os dias 24 e 26 As sessões da mostra oferecem um panorama da produção autoral brasileira, sobretudo do curta-metragem Um dos destaques da Mostra Quarta Parede é o relançamento de Um é Pouco... Hoje, isso se dilui para todas as etapas de concretização da mostra. n, bairro Centro, São Cristóvão, Sergipe); Quando: tardes e noites dos dias 24, 25 e 26 de abril de 2026

  • Crítica | Na Mira do Júri (1ª temporada)

    Experimento coloca à prova os limites de subgêneros da comédia Foto: divulgação A série mostra um grupo

  • Crítica | Treta (2ª temporada)

    Imagem: Divulgação Quando estreou lá em 2023, Beef (ou Treta aqui no Brasil) me arrebatou de cara. Justamente por seu Austin ser tão subdesenvolvido pelo texto, o ator mostra sua força que já surpreendeu

  • Crítica | Os Outros (1ª temporada)

    A série nos confronta com uma crítica social incisiva mostrando as desigualdades e injustiças presentes

  • Crítica | O Exorcismo da Minha Melhor Amiga

    Adaptação do Prime Video mistura terror adolescente e nostalgia dos anos 80. Divulgação: Amazon Prime Video O que você faria se descobrisse que a sua melhor amiga foi possuída por um demônio? Este é o fio condutor do longa O Exorcismo da Minha Melhor Amiga, lançado no Prime Video na última sexta-feira, 30, obra baseada no livro de mesmo nome escrito por Grady Hendrix. No Brasil, foi publicado pela Intrínseca e conquistou leitores por conta da sua narrativa divertida e nostálgica. Também tive a oportunidade de ler a história antes de conferir a adaptação do diretor Damon Thomas. E nela somos transportados para o outono de 1988 e conhecemos as melhores amigas Abby e Gretchen. Ambas cursam o ensino médio em uma prestigiosa escola católica e junto com outras duas amigas, as garotas decidem passar uma noite em uma casa na beira do lago. Quando as duas experimentam alucinógenos, Gretchen desaparece e volta… estranha. Não demora muito para eventos bizarros e sangrentos começarem a acontecer por onde ela passa. Preocupada com a amiga, Abby decide investigar o que aconteceu naquela noite. Suas descobertas são aterrorizantes, e tudo indica que Abby não vai escapar ilesa se não se afastar de Gretchen. Divulgação: Amazon Prime Video Tanto o livro quanto o filme passam a mesma sensação de homenagem a uma década importante na história da cultura pop. São inúmeras as referências que se misturam com o terror adolescente vibes slasher de forma descontraída e despretensiosa. A adaptação, mesmo que sem conseguir transpor na tela todos os grandes momentos do livro e da relação entre os personagens, segue interessante em especial por trazer um elenco jovem muito impressionante. Elsie Fisher e Amiah Miller dão vida a Abby e Gretchen e entregam ótimos momentos em tela, assim como Christopher Lowel nos momentos mais cômicos do longa. E mesmo que o filme não foque tanto na amizade das duas quanto o livro, as duas atrizes principais dão força a história que também busca demonstrar os momentos mais cruéis da adolescência com representações francas das identidades sexuais. Divulgação: Amazon Prime Video Nos momentos em que segue o viés do terror, “O Exorcismo da Minha Melhor Amiga” esbarra em clichês do gênero e, mesmo não entregando nada muito inovador, é uma ótima adição para os filmes voltados para o público mais jovem. Seu principal defeito é justamente a pressa em terminar a história dentro de 1h36 de projeção, descartando momentos cruciais no livro que fariam sentido e entregariam mais profundidade para o longa. Mas ainda sim, “O Exorcismo da Minha Melhor Amiga” é um acerto para o público mais teen da Prime Video e pode servir como porta de entrada dos jovens para filmes mais cultuados no gênero. Os fãs mais fiéis do livro poderão ficar decepcionados, mas é fato que sua adaptação cumpre com o prometido trazendo uma história sobre amizade que usa o terror e a comédia como plano de fundo. Nota: 3,5/5

  • Crítica | Cinco Tipos de Medo

    Histórias que se interconectam em um cinema de gênero à brasileira... mesmo que nem sempre. Imagem: Divulgação Grande vencedor do último Festival de Gramado – onde conquistou os Kikitos de Melhor Longa-Metragem Brasileiro, Melhor Roteiro e Melhor Montagem para Bruno Bini e Melhor Ator Coadjuvante para Xamã –, Cinco Tipos de Medo se propõe antes de tudo como um exercício de cinema de gênero, coisa que sempre chama a atenção dentro da longa tradição do realismo social no cinema brasileiro. Não que temáticas relevantes não apareçam na narrativa (como violência, criminalidade, relacionamentos abusivos e etc.), mas desde seus primeiros minutos fica evidente a prioridade à ação que interligará as vidas dos personagens aqui retratados. São cinco: Murilo (João Vitor Silva), um violinista; Marlene (Bella Campos), enfermeira e interesse amoroso de Murilo; Sapinho (Xamã), traficante e namorado abusivo de Marlene; Luciana (Bárbara Colen), policial que lida com a perda do filho em razão do envolvimento com o tráfico; e Ivan (Rui Ricardo Diaz), advogado que também lida com uma perda pessoal que o conecta aos demais personagens. Através de uma estrutura não-linear – até demais, como apontarei abaixo –, estes personagens vão sendo interconectados e suas motivações reveladas à medida que as consequências dos seus conflitos se tornam cada vez mais catastróficas. Ambientado na periferia de Cuiabá (o que já confere ao filme louros por sair do eixo Rio-São Paulo), Cinco Tipos de Medo tenta apresentar essa realidade brasileira periférica sob diferentes prismas – majoritariamente individuais, mas também institucionais. No entanto, é perceptível como a direção de Bruno Bini (que também assina o roteiro e montagem) tenta emular uma lógica muito mais hollywoodiana ou de obras como Tropa de Elite, trazendo o contexto local muito mais na superfície para apostar numa estética gringa, seja na câmera tremida nas cenas de ação, na narração em off que abre e fecha o filme, na trilha musical melodramática e um tanto intrusiva. É como se faltasse ao filme referenciais da feitura de cinema de gênero (em particular o de ação) na própria história do audiovisual brasileiro, se ancorando em referenciais estrangeiros que podem ser mais assimilados pelo público. Imagem: Divulgação Mas talvez o grande problema do filme resida justamente naquilo que ele oferece de mais distinto. A tentativa de construir uma estrutura não-linear esbarra em escolhas questionáveis de roteiro e montagem, que mais atrapalham do que auxiliam o entendimento do espectador à medida que são montadas as peças deste quebra-cabeça. A linha temporal do filme se revela uma verdadeira bagunça em determinados momentos à medida que a trama vai e vem para situar os personagens no tempo e no espaço. É como se, na tentativa de tornar-se mais complexa do que realmente é – especialmente considerando o nível raso da maioria dos diálogos e das maneiras pela qual o texto quer fazer os personagens se conectarem –, a obra acabasse ameaçando se perder nessa irregularidade, o que torna ainda mais surpreendente (e controverso) ter levado os Kikitos de Melhor Roteiro e Melhor Montagem. Apesar dessas escolhas irregulares, porém, Cinco Tipos de Medo se sai muito exitoso no seu conjunto de atuações, com Bella Campos e Xamã sendo particularmente os destaques dentro do quinteto principal (ainda que seja inevitável pensar no papel dele como algo estereotipado considerando que ele também está fazendo um traficante na novela Três Graças). Me chama também a atenção de coadjuvantes veteranos como Rejane Faria e Zé Carlos Machado, os quais se destacam mesmo nas poucas cenas em que aparecem – a personagem de Faria, aliás, talvez traga o que o filme tem de mais genuíno dentro deste cenário em que é ambientado, na sua tentativa de poupar o neto da criminalidade que assola o bairro em que mora. Como alguém que cresceu assistindo a muito do cinema de gênero, em especial a ação, sempre vou advogar pela produção dessas obras no Brasil e para que tenham tanto respeito quanto nossas obras-primas mais consagradas, calcadas no realismo e drama social. Contudo, não adianta vender um “cinema de gênero brasileiro” que salvo a ambientação e alguns detalhes aqui e ali, em quase nada difere daquilo que já se vê aos montes no cinema industrial hollywoodiano. Cinco Tipos de Medo pode até servir como uma porta de entrada para essa ação “à brasileira”, mas a despeito da sua estrutura ambiciosa, não se esforça para ir além disso. Nota: 2.5/5

  • Crítica | Elize: Sombras de Uma Mulher

    Filme acerta nas atuações e na caracterização, mas o roteiro simplifica um caso muito mais complexo. Imagem: Divulgação Depois de documentários, livros e incontáveis debates sobre o caso Elize Matsunaga, a Netflix aposta na ficção para revisitar uma das histórias criminais mais conhecidas do país. Lançado nesta quarta-feira (22), Elize: Sombras de Uma Mulher, dirigido por Felipe Vellas, acompanha uma tendência que ganhou força no audiovisual brasileiro após o sucesso de produções como A Menina que Matou os Pais/O Menino que Matou Meus Pais e Tremembé: transformar crimes reais em dramas de ficção. Com argumento e roteiro assinados por Raphael Montes, em parceria com Mariana Torres, o longa busca recontar uma história que já faz parte do imaginário popular brasileiro sob uma perspectiva mais dramática. O maior acerto do filme está justamente na reconstrução desse universo. A caracterização dos protagonistas é impressionante e, somada às atuações da dupla principal, produz momentos em que é fácil esquecer que se trata de uma dramatização. Lorena Comparato entrega uma interpretação segura de Elize, transitando com naturalidade entre os momentos de vulnerabilidade, tensão e frieza da personagem, sem recorrer a exageros. Ao lado de seu colega de cena, ela sustenta sequências em que a semelhança física e gestual com o casal real é tão precisa que, por instantes, parece que estamos assistindo às imagens do próprio caso. Nesse aspecto, Felipe Vellas conduz a produção com segurança, valorizando a recriação dos acontecimentos sem transformá-los em espetáculo. Sem entrar no mérito da culpa de Elize ou discutir a fidelidade dos acontecimentos retratados, o principal problema do filme está justamente na maneira como escolhe contar essa história. O roteiro de Raphael Montes e Mariana Torres não consegue equilibrar a complexidade dos dois protagonistas e acaba reduzindo uma relação profundamente contraditória a uma dinâmica excessivamente binária. Imagem: Divulgação Marcus surge como um homem controlador, abusivo, violento e infiel. Um personagem que exercia poder sobre as mulheres ao seu redor, colecionava animais exóticos, caçava por esporte e fazia questão de esquartejar os próprios animais. Ao mesmo tempo, Elize não era apenas uma vítima observando tudo isso de fora: ela fez parte desse estilo de vida durante anos e, em certa medida, também o abraçou. São nuances importantes que o roteiro prefere não desenvolver. Essa simplificação também aparece na construção da própria Elize. O filme parece interessado em estabelecer com clareza quem ocupa o lugar do "bem" e quem representa o "mal", deixando pouco espaço para explorar as ambiguidades de uma personagem que desperta discussões justamente por fugir de respostas fáceis. Outro ponto que pesa contra a produção é a estrutura narrativa. As constantes idas e vindas na linha do tempo tornam a montagem confusa e quebram o ritmo da história. Em um caso amplamente conhecido pelo público brasileiro, essa fragmentação pouco acrescenta e, em vários momentos, apenas torna a experiência cansativa. Embora a direção de Felipe Vellas mantenha o filme visualmente envolvente, ela não consegue compensar as limitações de um roteiro que insiste em simplificar conflitos complexos. É evidente que, dentro do contexto brasileiro, Elize desperta mais empatia do que outras figuras associadas ao true crime. Vivemos em um país onde mulheres continuam sendo assassinadas diariamente, e existe uma leitura possível de que ela reagiu antes de se tornar mais uma vítima de um relacionamento abusivo ou de ser reduzida ao estereótipo da mulher "louca". O filme abraça essa interpretação de forma bastante explícita e não faz questão de esconder o lado que escolhe defender. Isso não significa que a produção deixe de funcionar. Pelo contrário: mesmo com um roteiro que simplifica um caso marcado por zonas cinzentas, Elize: Sombras de Uma Mulher entrega uma produção tecnicamente competente, sustentada por ótimas atuações, uma caracterização impressionante e uma direção segura de Felipe Vellas. Fica, porém, a sensação de que havia espaço para um olhar menos maniqueísta e mais interessado nas contradições de seus personagens. Para quem acompanha histórias de true crime, o filme oferece um entretenimento eficiente e certamente alimentará novas discussões sobre um dos casos criminais mais emblemáticos do Brasil. Mas, diante da riqueza e da complexidade desse caso, a impressão é que o filme escolhe respostas fáceis quando poderia fazer perguntas mais difíceis. Nota: 3/5

  • Crítica | Ninguém Sai Vivo Daqui

    Daqui é uma versão condensada e com algumas cenas inéditas da série Colônia, lançada pela TV Brasil em 2021 de tratar de um tema forte e de possuir cenas que seguem essa violência, o filme não exagera no que mostra

  • Crítica | Slow Horses (6ª Temporada)

    cinco temporadas anteriores e agora Gaby Chiappe assumiu o comando e eu digo que ela aprendeu bem do mestre

  • Crítica | Trancada

    Com 60% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme é uma boa pedida para os amantes de histórias

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