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Resultados da busca por "Rejane Faria"

205 resultados encontrados para "Rejane Faria"

  • Entrevista | “As mulheres desse filme têm essa complexidade e se contradizem o tempo todo”: Carla Ribas, Naruna Costa e Ariane Aparecida falam sobre “Dolores”

    Longa codirigido por Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar a partir de roteiro de Chico Teixeira chega Divulgação Estreia na quinta que vem (04) o longa-metragem Dolores, de Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar A Maria Clara [Escobar] é uma diretora que tem na cabeça as personagens, ela contribuiu com o roteiro Eu acho que de alguma maneira a história da Maria Clara também se espelha um pouco na história da Deborah Ariane Aparecida: São várias honras que eu vivo dentro desse filme, entender também esse filme como uma

  • Crítica | Ato Noturno (Festival do Rio 2025)

    Na trama, Matias (Gabriel Faryas), um jovem ator ambicioso, e Rafael (Cirillo Luna), um político em ascensão São vários os símbolos hitchcockianos reimaginados: a casa isolada onde os amantes desenvolvem o caso A performance de Gabriel Faryas como Matias é camaleônica, de uma fluidez e entrega física que impressionam

  • Entrevista | Rodrigo Aragão e Gilda Nomacce falam sobre o terror urbano de “Prédio Vazio”

    Porque é tanto que, quando eu sequestro a personagem da Rejane, eu primeiro me divirto um pouco com ela Aquele andamento que vai até o fim, é quando a personagem da Rejane diz que nem a minha filha gosta de Parece que é o campo das ideias, ele acontece em vários lugares ao mesmo tempo. Porque a Rejane já é uma atriz que tem uma carreira enorme, o que foi maravilhoso, mas a Lorena, que

  • Crítica | Maxxxine

    Uma viagem aos anos 80 e a consolidação de uma estrela Foto: Divulgação “In this business, until you’re known as a monster, you’re not a star”.* Provavelmente a frase será repetida à exaustão por diversas pessoas que forem escrever sobre o filme, já que, ela sintetiza o teor da história que será vista logo após as palavras de Bette Davis sumirem da tela e a jornada de Maxine Minx iniciar. Uma trilogia que iniciou como um slasher despretensioso com X - A Marca da Morte, e partiu para um terror mais psicológico com Pearl, finalmente ganha seu capítulo final em um clima maior de suspense carregado de referências com Maxxxine. Com Ti West na direção e tomando o comando sozinho do roteiro, o filme dá um bom encerramento para o universo criado, mas, escorrega um pouco para validar o seu próprio fim. Indo por partes, Mia Goth continua sendo o grande destaque. Abandonando toda aquela aura sonhadora e delirante de Pearl, ela agora incorpora a ambição e o poder que Maxine transmite. Sem que precise ainda provar algo, Mia mesmo assim mostra durante todo o filme o porquê de merecer estar no protagonismo, ela tem uma força quase hipnótica, que prende a sua atenção a qualquer coisa que seja feita em tela. Sua interpretação nesta personagem, que é o total oposto da protagonista do filme anterior, só deixa ainda mais evidente todo o seu talento e carisma. Goth segura a trama nas mãos mesmo quando parece que ela está para afundar, e faz de Maxine a monstruosa estrela que ela deveria ser. Há uma gama de nomes bastante conhecidos fazendo participação, Halsey, Lily Collins, Bobby Cannavale e Elizabeth Debicki. Contudo, quem se sobressai é Kevin Bacon e Giancarlo Esposito. Não que todos não sejam lembrados, Debicki com sua Liz autoritária e impaciente se sai muito bem, mas em comparação, Bacon puxa para si o papel de coadjuvante sem fazer quase esforço algum, seu personagem sorrateiro é um dos pontos positivos do filme. Esposito tem um papel menor e ainda assim marcante, como sempre. Quando ele surge, já se espera que seja um personagem sem escrúpulos e venha aquele olhar característico, mas, de início, parece ser alguém comum, e isso que faz com que ele tenha seu brilho próprio, há na sua interpretação uma maestria muito singular que é muito boa de assistir. Foto: Divulgação Minha parte favorita de toda a produção é, sem pestanejar, a direção de arte e a trilha. Ambientado nos anos 80, há uma verdadeira imersão àquela década, quase como uma máquina do tempo que viaja para o passado e transmite através das câmeras tudo que está imortalizado na história. O figurino bem pensado e os cenários, literalmente, hollywoodianos ajudam ainda mais a fazer essa viagem. Além disso, a trilha que também parece congelada naquele espaço de tempo colabora para que haja essa conexão com a história. A direção de Ti West se mantém bem, mas seu roteiro aqui parece se perder um pouco. É uma história que prende a atenção, com certeza, mas há uma sensação de insipidez quando deveria ser o seu clímax. Todo o início e o desenrolar vai bem até pouco mais da metade, parece haver sentido no caminho que segue, todos os pontos vão sendo entregue e levando a crer que haverá um encerramento apoteótico, só que essa apoteose não chega. Apesar de saber se encerrar, há uma falha nas resoluções dos problemas criados e nos mistérios movidos, e não é nem uma questão de expectativa, é realmente uma mornidão que se agiganta sobre o seu ato final. O uso do conservadorismo agravante em relação a Hollywood parece uma boa ideia a ser usada, no entanto, mal aproveitada. Maxxxine pode até não ser o melhor da trilogia, mas está longe de ser um filme ruim. Desapontante, talvez, mas com méritos. Nos serve uma protagonista inegavelmente marcante, uma história que apesar das falhas é boa de acompanhar, além, é claro, de mortes e mais mortes, como já é esperado. Pode não ser o que se esperava para encerrar a trilogia que ganhou o coração de muitos, mas ele ajuda a consolidar ainda mais Mia Goth como uma verdadeira estrela. Além de valer muito para o entretenimento, o que seria de um filme sem pelo menos esse poder, não é? Nota: 3,5/5 *"Nesta indústria, até que você seja visto como um monstro, não é uma estrela."

  • Entrevista | Diretora e Elenco de 'Meu Casulo de Drywall' em Exclusiva ao Oxente, Pipoca?

    Estrelado por Bella Piero, Maria Luísa Mendonça, Daniel Botelho e Michel Joelsas, além de contar com Aianne: Maria Luiza, falando em psicológico, acho que as suas cenas são as mais intensas ao longo do É esse acolhimento que o filme te dá, ele te acolhe, a gente vai para vários lugares. Mari: Inclusive que se chamam Nicolas! Mari: Como atriz, toda vez que o cinema me escolhe, eu fico honrada.

  • Crítica | Virtuosas (Mostra de SP 2025)

    Aqui, a protagonista Germina (Maria Galant) é inicialmente apresentada como uma personagem disposta a

  • Filme pernambucano “A Margem do Rio” representa o Brasil na competição internacional do Festival de Locarno

    Primeiro longa-metragem de Enock Carvalho e Matheus Farias é ambientado no Recife e faz sua estreia mundial no evento Divulgação A Margem do Rio, escrito e dirigido por Matheus Farias e Enock Carvalho, fará sua E Matheus Farias completa: “o cinema pernambucano já ocupa um lugar de destaque no cenário internacional

  • Crítica | Eddington (Mostra de SP 2025)

    Ari Aster abdica da sua perversidade para falar do real em uma sátira que já nasceu cansada Foto: Reprodução Até aqui, Ari Aster tem construído uma carreira divisiva, para dizer o mínimo. pena que, no filme em que mais poderia abraçar todo o seu lado perverso, misantropo e desenfreado, Ari

  • Crítica | O Agente Secreto (Mostra de SP 2025)

    digo que essas cenas precisassem ser extirpadas do filme, mas é visível que um trabalho de montagem se fazia Por outro lado, o núcleo de dona Sebastiana (vivida pela maravilhosa Tânia Maria, a qual rouba cada cena

  • Filmes nacionais que serão lançados em outubro nos cinemas

    'Os Suburbanos', 'Os Bravos Nunca se Calam', 'Fé e Fúria' e 'Contatado' estão entre os lançamentos do do jornalista Marcel Souto Maior, autor de uma das biografias mais bem sucedidas do médium. • Fé e Fúria

  • Filme pernambucano é o grande vencedor do Festival do Rio 2022

    com Ruth de Souza) • Melhor Curta: Escasso (Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles) • Melhor Ator: Dario (Mato Seco em Chamas) • Melhor Direção de Arte: Marines Mencio (Carvão) • Melhor Montagem: Matheus Farias

  • Festival de Cinema de Gramado 2023 divulga os seus primeiros filmes selecionados

    Mussum, o Filmis, de Silvio Guindane (RJ) O Barulho da Noite, de Eva Pereira (TO) Tia Virgínia, de Fabio Fernando Verissimo: O Filme, de Luzimar Stricher (RS) Memórias da Chuva, de Wolney Oliveira (CE) Roberto Farias : Memórias de um Cineasta, de Marise Farias (RJ) LONGAS-METRAGENS GAÚCHOS Céu Aberto, de Elisa Pessoa Oliveira (Porto Alegre) Eu Tibano, de Diego Tafarel e Zé Corrêa (Santa Cruz do Sul) Fiar o Vento, de Mari Eduardo Piotroski (Porto Alegre) Flora, de Ana Moura (Porto Alegre) Glênio, de Luiz Alberto Cassol (Santa Maria

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