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1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"
- Crítica | Trancada
Com 60% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme é uma boa pedida para os amantes de histórias
- Lista | Os melhores filmes vistos na 50ª Mostra de SP
Divulgação A 50ª edição da Mostra de SP chegou ao fim. Crítica completa aqui: Divulgação 9) Se Eu Fosse Vivo... Vivia “Se Eu Fosse Vivo... Crítica completa aqui: Divulgação 8) Tigre de Papel “James Gray nunca escondeu sua paixão pelo cinema uma obra surpresa neste ano e rapidamente se tornando um dos marcos culturais de 2026, Tudo Pode Ser Confira a crítica completa aqui:
- Crítica | Ato Noturno (Festival do Rio 2025)
assertivas elevam o nível de sofisticação do Thriller Erótico brasileiro Foto: Reprodução Selecionado para a mostra Panorama do Festival de Cinema de Berlim 2025, Ato Noturno, da dupla de diretores Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, é um dos concorrentes ao Prêmio Redentor na mostra competitiva de ficção do Festival do Marcio Reolon e Filipe Matzembacher não negam as grandes lições que tomaram com os mestres do gênero.
- Crítica | Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo
Juntos, eles lutam contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar uma garota desaparecida Elemento (1997), Guardiões da Galáxia (2014), Mad Max: Estrada da Fúria (2015) e Esquadrão Suicida (2016
- Crítica | All We Imagine as Light
Um ingresso de cinema que serve como uma passagem a Mumbai Foto: Divulgação Não é surpresa para quem acompanhou o Festival de Cannes de perto (ou de longe, pelas redes sociais) que a primeira metade do festival foi morna, sem grandes reações positivas, além de Bird e The Substance . Já nos seus últimos dias, o festival trouxe duas grandes surpresas: The Seed of the Sacred Fig e o filme indiano All We Imagine as Light , que tive a oportunidade de ver antecipadamente. O longa dirigido por Payal Kapadia segue a história de Prabha e Anu, duas enfermeiras que se encontram em relações amorosas complicadas e embarcam em uma viagem em direção a uma cidade praiana onde “uma floresta mística se torna um lugar onde seus sonhos podem se manifestar.” Sem sombra de dúvidas, o ponto alto do filme é sua fotografia, que consegue capturar a cidade de Mumbai, principalmente no período noturno, de uma maneira que faz o espectador sentir que vai sair da sala do cinema diretamente para a cidade. Suas cenas também capturam a essência frenética que já conhecemos de outros filmes indianos, de uma maneira sutil e única. Foto: Divulgação Payal Kapadia, que também já dirigiu documentários, cria uma obra de arte com duas mulheres no epicentro da história, nos cativando de um jeito que qualquer espectador que assistir a este filme vai se sentir transportado ao hospital onde elas trabalham. A história segue as personagens de uma maneira fluída, sem tentar encher o espectador de informações, garantindo que ninguém fique entediado. Seguimos suas rotinas de uma maneira que gradualmente nos conectamos às personagens, cada vez mais nos aproximando do longa. A diretora usa sua familiaridade com documentários a seu favor. Uma das cenas mais impactantes do filme é sua abertura, que conta com múltiplas imagens da cidade, contextualizando o espectador sem uma história aparente, até que as imagens começam a desacelerar, nos guiando à história principal do longa. Apesar de não ter visto os outros filmes selecionados para a seleção 'In Competition' de Cannes, não me surpreende que este filme tenha ganhado o Grand Prix no festival. O filme consegue conquistar o que o júri normalmente está à procura: algo que não vimos antes. Principalmente em um ano com a maioria dos filmes eurocêntricos, o filme indiano conseguiu conquistar o júri presidido por Greta Gerwig com suas fortes personagens e uma fotografia impactante. Nota: 4/5
- Crítica | Reservation Dogs (3ª temporada)
Não era fácil, mas a série consegue se superar e termina com sua melhor temporada Foto: Divulgação Já tive algumas séries como “a melhor do ano” desde janeiro. Primeiro veio The Last of Us com sua ótima temporada de estreia. Depois chegou Succession com seu último ano e encerra com chave de ouro. Em seguida, a 2ª de O Urso chegou com o pé na porta com toda intensidade. Após ela, achei que ninguém tomaria seu posto ali no meu primeiro lugar, mas veio a 3ª e última temporada de Reservation Dogs, que me causou uma certa estranheza em seus dois primeiros episódios, mas uma estranheza boa, porque eu tinha confiança de que os roteiristas sabiam aonde queriam chegar. Pensei que mais uma vez iam separar os personagens, com Bear (D’Pharaoh Woon-A-Tai) convenientemente perdendo aquele ônibus. Não só contribui para jornada individual dele, como ainda nos apresenta outras importantes personas daquele mundo. No segundo episódio, conhecemos um indivíduo, digamos, peculiar, que mostraria a que veio em episódios futuros e que conversam perfeitamente com o que a temporada quer de fato manifestar: o senso de comunidade dos povos originários. No espetacular terceiro episódio, a série usa do surrealismo para contar mais um triste capítulo da história dos nativo-americanos através da figura mística da Deer Lady, aqui interpretada pela fantástica Kaniehtiio Horn. Bear a acompanha em um plano quando o caminho dos dois se cruza por acaso. Entre belos diálogos, vamos acompanhando flashbacks da infância dela, presa nos internatos idealizados pelo governo nos séculos 19 e 20 para tentar apagar a cultura nativa de crianças indígenas nos EUA. É de uma crueldade tamanha, e o episódio tem uma certa delicadeza ao mostrar isso, mesmo que não esconda a brutalidade. Não vou adentrar em detalhes para não dar spoilers, mas saibam que é um dos melhores episódios que eu já vi na vida. Ao fim dele, Bear retorna a Okern para se reencontrar com sua mãe e os amigos. Os dois episódios seguintes são mais leves. No quarto, por exemplo, os Rez Dogs são punidos por terem ido à California sem autorização. É sempre uma delícia vê-los juntos e ressaltar a química desse elenco maravilhoso. As interações entre eles são sempre tão genuínas, graças ao texto brilhantemente escrito. No quinto, temos outra viagem ao passado, com uma clara homenagem ao clássico Jovens, Loucos e Rebeldes de Richard Linklater. Conhecemos as versões adolescentes de alguns anciões da comunidade, em pouco mais de 20 minutos que passam voando. Por mais que pareça de início, nada está desconectado na temporada e o formato mais episódico, funciona como peças de um quebra-cabeça maior. Particularmente, adoro essa estrutura e como ela foi honrada aqui. Foto: Divulgação Nos episódios seguintes, o foco é maior em alguns personagens mais específicos, como já vimos nos anos anteriores. No sexto, Cheese (Lane Factor) toma os holofotes com interessantes questionamentos sobre o amadurecimento e como ele pode estar se afastando dos amigos mesmo sem querer. No sétimo, Rita (Sarah Podemski), a mãe de Bear, vive um dilema sobre se mudar ou não e recebe a visita de Cookie (Janae Collins), a falecida mãe de Elora (Devery Jacobs). De início, não me apeteceu tanto, mas acabou se tornando um dos mais emocionantes da temporada e que trouxe alguns desfechos necessários. No excelente oitavo, a equipe tem um resgate a fazer e uma narrativa não linear oscila entre “depoimentos” prestados a Big (Zahn McClarnon) e o plano em si, deixando tudo ainda mais dinâmico. Engraçado e comovente, une tudo que Reservation Dogs faz de melhor, com grande contribuição de Willie Jack (Paulina Alexis) para isso. No penúltimo da série, que foi escrito pela própria Devery Jacobs, Elora finalmente conhece seu pai, interpretado por ninguém menos que Ethan Hawke. O contato inicial, claro, é esquisito, mas as barreiras vão sendo quebradas através da delicada escrita de Jacobs, e as performances irretocáveis dos dois, em mais um episódio de encher os olhos. Tentei ao máximo evitar spoilers, mesmo falando um pouco de cada episódio. Acho que algumas surpresas devem ser descobertas quando assistidas para uma experiência mais profunda, que se assemelhe com a minha. O final da série é poderoso, unindo tudo o que vimos até então, como é sintetizado na estupenda cena com a participação da sempre sensacional Lily Gladstone. Aliás, união é a palavra da temporada. O senso de comunidade que eu citei no começo, a certeza que a vida é um eterno ciclo, de idas, vidas, chegadas e partidas, o respeito pelos mais velhos e pelo o que eles têm a ensinar e passar de geração para geração, são temas que permearam a série inteira, e honrar isso em seu último ano foi a escolha mais certa da equipe de roteiristas liderada por Sterlin Harjo. A produção não teria a qualidade que tem se não fosse feita de indígenas por trás e na frente das câmeras. A visão de quem tem a vivência é o seu diferencial e maior trunfo. O elenco é um achado e eu só espero que eles tenham muito mais oportunidades, pois talento aqui não falta, seja no humor ou no drama. Vale exaltar também a arrasadora trilha sonora que marca os episódios e as escolhas das músicas, que casam perfeitamente com os momentos. Se Reservation Dogs tem algum defeito, eu não encontrei. O que eu achei que seria um, acabou contribuindo para deixar tudo ainda melhor. São três temporadas irretocáveis e imperdíveis, onde o riso frouxo dá lugar às lágrimas com facilidade sem jamais se perder no tom, com personagens carismáticos e muito bem desenvolvidos, em uma das melhores produções do século e que você não deveria deixar passar batido. Nota: 5/5
- Crítica | Dias Perfeitos (Minissérie do Globoplay)
marca mais uma adaptação da obra de Raphael Montes, que já emplacou sucessos como Bom Dia, Verônica (2020 -2024), Uma Família Feliz (2024) e a novela Beleza Fatal (2025).
- Crítica | Salvação (15º Olhar de Cinema)
Drama turco apresenta no texto uma escalada de tensão e violência que raramente se concretiza na imagem. Imagem: Divulgação Filmes de encerramento de festivais sempre sofrem com uma experiência ingrata por parte do público. Depois de 10 dias intensos, alguém ainda realmente está 100% disposto a assisti-los? Ainda assim, havia curiosidade pela premissa de Salvação, longa turco de Emin Alper que ganhou o Prêmio do Júri na última edição do Festival de Berlim. Ambientado no interior da Turquia, o filme acompanha os embates entre dois clãs através sobretudo dos olhos de Mesut (Caner Cindoruk), o qual gradativamente contesta a liderança do irmão Ferit (Feyyaz Duman) para engajar seu clã contra os rivais. Com ecos de tragédia shakespeariana, Salvação propõe uma interessante (e desconfortável) discussão sobre genocídio, violência e fanatismo religioso. As ações de Mesut e seus eventuais companheiros e seguidores são sustentadas pelo “nome de Deus”, ou do avô do personagem, que foi uma liderança proeminente no clã. O uso dos sonhos e as aparições misteriosas e inexplicáveis de figuras fantasmagóricas e sobrenaturais até ancoram o longa num realismo mágico e numa curiosa ambiguidade, especialmente porque só temos acesso a determinados sonhos de Mesut, enquanto outros que ele declara ter tido para justificar suas ações cada vez mais violentas não são vistos, deixando-nos incertos sobre até que ponto ele está manipulando esta comunidade ou se realmente teve tais visões. O problema é que Alper parece nunca ter coragem o suficiente para levar o desconforto do texto para a tela. A violência é mais sugerida do que frontalmente trabalhada, e mesmo no clímax suas escolhas formais (as tomadas noturnas, a fotografia escura, os cortes bruscos, a câmera trêmula) revelam um receio de explorar a culminação da escalada de tensão e violência que vinha se desenrolando. Toda vez que parece que o filme irá adentrar sem medo um território mais perigoso e ousado em termos da intensificação do conflito, há um corte que revela que tudo não passou de um sonho. Da primeira vez que isso acontece é até tolerável pelo fator surpresa, mas é um recurso usado à exaustão durante praticamente todo o filme, esvaziando assim qualquer peso que quer se dar à discussão dentro da narrativa. Assim, Salvação é um filme que ensaia um impacto que nunca chega, já que desvia os olhos constantemente do seu próprio objeto de estudo – e faz com que nós, espectadores, sejamos forçados a desviar os nossos também. Tamanha polidez e “cuidado” para tratar de um tópico tão desconfortável só se convertem, no fim das contas, em covardia, o que faz do longa um encerramento morno e decepcionante para um festival que contou com obras muito melhores. Nota: 2.5/5
- Crítica | Bridgerton (3ª temporada, Parte 1)
Série se perde nas histórias paralelas e não desenvolve bem protagonistas Foto: Netflix/ Divulgação Sendo o carro-chefe dos lançamentos da Netflix no mês de maio, a primeira parte da terceira temporada de Bridgerton chegou com o objetivo de introduzir a história do romance de mais um irmão Bridgerton, o Colin, com a personagem da Penelope Featherington. Pensando num novo formato de serialidade para os seus principais produtos, a primeira parte da série possui apenas quatro episódios e o restante da sua temporada só chegará para os telespectadores no dia 13 de junho. Mesmo assim, a nova temporada já bateu recordes de audiência e se tornou assunto nas redes sociais nas últimas semanas. Nesta nova etapa da história, Penelope enfrenta um doloroso despertar ao tomar a decisão de finalmente encontrar um marido para ficar longe das maluquices de sua família e conta com a ajuda de Colin. Além disso, a personagem ainda precisará lidar com as consequências de seus atos do alter-ego Lady Whistledown. Com duas temporadas prévias já bastante consolidadas pelo público e também uma série de livros com uma fã-base bastante fiel, Bridgerton aproveitou o carisma e qualidade da atriz Nicola Coughlan nesta terceira temporada, alterando a ordem da história seguida nos livros. Curiosamente, a história do casal Polin teve poucas alterações nestes quatro primeiros episódios se comparamos com a da dupla do ano anterior, Antony e Kate, em relação ao material original. Foto: Netflix/ Divulgação Como gosto bastante dos livros e das temporadas anteriores, minha expectativa era a maior possível para a primeira parte da temporada por achar Penelope uma das mais interessantes dentre todos já apresentados. Mas, por mais que as nuances da personagem foram bem exploradas nos roteiros destes episódios, o desenvolvimento do seu romance com o Colin parece mais vazio e raso do que os das temporadas anteriores. Talvez, isso se deva à pouca falta de profundidade dada ao Colin como indivíduo e até a amizade entre os dois que pareceu bastante deslocada dentro da trama. Por mais que ambos dividam em tela bons momentos de romance, a introdução da história não faz jus ao que esperávamos do casal e os dois, no âmbito do romance, acabam sendo ofuscados por Francesca e seu futuro par romântico. Falando sobre as subtramas desta nova temporada, a adição da rainha dentro da trama de Bridgerton foi algo muito proveitoso no começo, além de gerar a excelente minissérie da Rainha Charlotte, porém, neste ano a história parece não saber mais como usá-la na trama, deixando-a no escanteio junto com uma das melhores personagens dos livros, a Lady Danbury. Enquanto isso, núcleos irrelevantes para trama ganham um enorme destaque como as irmãs e a mãe de Penelope e toda a família de Mondrich. De forma técnica, Bridgerton ainda é uma das séries mais bem produzidas da Netflix. Mas, alguns pequenos detalhes me incomodaram no decorrer destes quatro episódios, como a maquiagem e o design de produção. Mas de qualquer forma, a série ainda consegue ser um bom entretenimento para fãs de uma boa série de romance, e a torcida fica para que, nesta nova leva de episódios que chegará para finalizar a temporada, a história de Penelope e Colin seja melhor desenvolvida. Nota: 3,5/5
- Crítica | Pequenas Criaturas (Festival do Rio 2025)
Pinheiro Guimarães — que faz sua estreia em uma direção solo após a parceria com Carolina Jabor em Transe (2022 ) —, o longa Pequenas Criaturas se sagrou como o grande vencedor da categoria de ficção na mostra competitiva do Festival do Rio 2025. Assim, apesar da melancolia, o filme, no final, mostra que há esperança em se olhar para cima — mesmo
- Crítica | La Grazia (Festival do Rio 2025)
vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional com A Grande Beleza - está longe de ser unanimidade entre críticos está em sua última realização, Parthenope, que esteve na seleção internacional do Festival do Rio de 2024 Exibido e premiado no Festival de Veneza 2025, La Grazia é um dos integrantes do panorama global do 27º
- Crítica | O Diabo Veste Prada 2
Imagem: Divulgação Em O Diabo Veste Prada 2 (2026), Miranda Priestly (Meryl Streep) luta contra Emily crise criativa que assola Hollywood de forma intensa há pelo menos uma década, não sou o purista que critica Reassistir ao longa de 2006 dias antes de ver o de 2026, e tendo passado alguns anos desde que o vi por O segundo filme sabe de tudo isso e mostra de maneira nada sutil logo nos seus primeiros minutos. A impressão é de que as críticas e as cutucadas descompromissadas do primeiro, dessem segurança para












