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Resultados da busca por "Mostra SP 2026"
928 resultados encontrados para "Mostra SP 2026"
- Crítica | Papagaios (Gramado 2025)
Chega ser bizarro que somente agora em 2025 um ator do porte e com a carreira de Gero Camilo finalmente
- Crítica | Morra, Amor (2025)
O 'Padecer no Paraíso' da maternidade em uma adaptação que não entrega a justiça prometida. Imagem: Divulgação A nova adaptação do livro Morra, Amor de Ariana Harwicz chega aos cinemas pelas mãos de Lynne Ramsay, uma diretora veterana em temas polêmicos, com Você Nunca Esteve Realmente Aqui e Precisamos Falar Sobre o Kevin no currículo. Ramsay parece confortável em explorar dinâmicas sociais tabus e parece querer romper com a visão de maternidade perfeita, trazendo sua protagonista Grace (Jennifer Lawrence) para “padecer no paraíso”. A premissa da adaptação de Lynne Ramsay é instigante, propondo uma imersão na mente de Grace, uma mãe que se sente aprisionada em um casamento falido e na maternidade idealizada. A escolha de Jennifer Lawrence para o papel principal é um dos grandes acertos do filme, trazendo uma atuação intensa digna dos dilemas morais explorados por Ramsay em trabalhos anteriores. Contudo, a execução dessa jornada mental é o grande tropeço de Morra, Amor. O filme erra em concentrar todo o seu ímpeto dramático e narrativo nos primeiros 20 minutos. É nesse breve período que o espectador é bombardeado com as tensões, os questionamentos e o prenúncio da espiral psicótica de Grace. A montagem inicial é frenética e desconfortável, cumprindo a função de nos inserir no estado de espírito caótico da protagonista. O problema é que, após essa explosão inicial, o filme mergulha em um marasmo que se estende pela maior parte da sua duração. A promessa de uma desintegração mental constante se transforma em uma repetição tediosa de cenas que não avançam a narrativa nem aprofundam a crise da personagem de forma eficaz. O ritmo arrastado da 1h30min subsequente esgota a paciência, perdendo qualquer interesse gerado no começo. Imagem: Divulgação Ramsay tenta traduzir a psicose de Grace através de uma fragmentação, utilizando cortes abruptos e flashbacks desconexos para simular a sensação de que o espectador está enlouquecendo junto com ela. No entanto, o resultado é apenas confusão. Em vez de criar empatia ou imersão na mente perturbada, essa estratégia de montagem falha em estabelecer um fio condutor claro, transformando a experiência em algo negativo. O filme tenta ser visceral, com cenas violentas e chocantes, mas acaba sendo apenas opaco. Apesar disso, outro grande acerto do filme são as atuações de Sissy Spacek e Robert Pattinson. Spacek interpreta Pam, sogra de Grace (Jennifer Lawrence), que se esforça para auxiliar a nora com a deterioração mental na maternidade enquanto enfrenta o próprio luto pela perda do cunhado e do marido no mesmo ano. Já Pattinson, inicialmente, apresenta-se como um marido amoroso e dedicado, mas, ao longo da trama, revela-se detestável devido ao constante gaslighting e às traições. No mais, a promoção do filme demonstrava que ele se propunha a ser uma representação justa para um momento tão delicado da vida de uma mulher, mas beira o apático em como o filme foi conduzido. Nota: 2/5
- Crítica | Pão Doce (2025)
Precariedade do trabalho é abordada em curta que joga com a leveza visual e a densidade do texto. Imagem: Divulgação Em Guarulhos, Fernando (Francisco Gaspar) tenta preservar o sexto aniversário de sua filha. Forçado a levar Sophia para o trabalho, ele precisa navegar pelo espaço estreito entre a sobrevivência profissional e o cuidado de um pai. O retrato da realidade encontra em Pão Doce uma forma de representação que nunca precisa recorrer ao excesso para revelar sua dureza. O curta dirigido por Wesley Gabriel parte de uma aparência leve e acolhedora, para construir aos poucos um retrato de vidas comprimidas por jornadas, responsabilidades e condições que deixam pouco espaço para a dignidade. Escadas, ruas, paredes de apartamentos, janelas e construções urbanas aparecem como elementos que organizam e limitam não apenas o espaço, mas também as divisões sociais que atravessam aqueles personagens. A fotografia desenha essas estruturas com clareza, explorando formas e texturas com precisão. Há ainda uma escolha especialmente expressiva nas cenas da cozinha, quando o quadro abandona o 16:9 e passa ao 4:3, contraindo a imagem e transformando o próprio formato em uma espécie de confinamento. É uma solução visual delicada, mas de enorme força. Wesley Gabriel conduz a câmera com uma observação precisa, quase analítica, sem permitir que esse rigor afaste o filme daquilo que há de mais humano em sua narrativa. O olhar acompanha os acontecimentos com atenção aos pequenos gestos, aos espaços e aos silêncios, encontrando sentimento justamente naquilo que não precisa ser sublinhado. Essa contenção encontra em Francisco Gaspar um intérprete extraordinário. Seu personagem se torna o centro gravitacional da obra sem que o ator precise disputar a atenção do quadro. Há uma economia em sua atuação que combina perfeitamente com o registro do filme, traduzindo em expressões, movimentos e pausas a densidade de um roteiro que poderia facilmente cair no discurso direto. Gaspar sustenta boa parte da experiência com uma presença que parece simples à primeira vista, mas revela sucessivas camadas conforme a história avança. O texto também brinca com a possibilidade de uma ruptura, insinuando uma pequena chance de felicidade em meio àquela realidade. Por alguns instantes, Pão Doce parece assumir os contornos de uma fábula contemporânea, como se uma distorção da vida cotidiana pudesse abrir caminho para um desfecho diferente. Essa expectativa, porém, é interrompida de maneira brusca, embora o filme preserve até nesse corte a delicadeza que conduz sua encenação. A escolha impede qualquer acomodação do espectador diante de uma solução confortável. Não há milagre capaz de reorganizar aquela existência nem exceção que transforme a exploração em oportunidade. O que parecia uma fresta logo se fecha, devolvendo o personagem ao mundo concreto e às limitações que o cercam. É nesse ponto que o curta deixa de ser apenas o retrato de uma rotina individual e assume uma dimensão política mais evidente. A crítica à precarização das condições de trabalho e às escalas que impedem o trabalhador de viver para além do emprego encontra sua síntese na defesa do fim da escala 6x1. A mensagem aparece como uma rubrica final endossando aquilo que a narrativa já havia construído por meio das imagens e das relações humanas. O curta não precisa transformar seus personagens em porta vozes de um manifesto para revelar a violência de uma rotina que consome tempo, corpo e possibilidades. Sua força está justamente em fazer da delicadeza uma ferramenta de confronto. Pão Doce olha para uma estrutura que naturalizou o cansaço e lembra que uma vida digna não deveria ser aquilo que sobra depois do trabalho. Nota: 4/5
- O que o Oscar 2025 representa para o cinema brasileiro?
Para efeito de comparação, entre 1990 e 2020, um espaço de 30 anos, apenas 5 alcançaram essa indicação Em Berlim, o país sempre passa por diversas mostras, incluindo este ano na competição principal com O Concordo com Lucas Salgado, do O Globo, quando ele escreve que a trajetória de Ainda Estou Aqui mostra
- Entrevista | “Os verdadeiros monstros estão entre nós”: Takehiro Hira fala sobre “Monarch: Legacy of Monsters”
Em um mundo no qual monstros colossais se digladiam entre si, que lugar o ser humano ainda é capaz de segredos do pai, os que o leva a se envolver tanto com a Monarch, a misteriosa organização que monitora monstros Por fim, Hira refletiu sobre mesmo como numa série onde se vê monstros e criaturas como Godzilla, King E acho que na série a gente estava lutando ou tentando descobrir o que o Titã X ou aqueles monstros queriam fazer, mas, no final, os verdadeiros monstros estão entre nós”, pontuou Hira.
- ALEX: Marcos Alexandre leva drama sobre dança, distância e laços familiares ao Marché du Film — Mercado de Cannes 2026
O projeto passou por iniciativas como Base e Diáspora Lab, em 2022, além do Brasil CineMundi 2023, através do Paradiso Multiplica, e do Lab Produtiva 2024. série especial que o Oxente Pipoca preparou sobre os filmes brasileiros em destaque no Marché du Film 2026
- Filmes brasileiros selecionados para o Fest Aruanda 2022
Benício) Na última quarta-feira, 23 de novembro, aconteceu a divulgação dos filmes selecionados para Mostras Competitivas Nacional (longas e curtas) e Mostra Sob o Céu Nordestino (longas e curtas) do Fest Aruanda Além das mostras, o evento conta com uma série de homenagens. Confiram a lista completa: MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE LONGAS-METRAGENS: • Andança - Os Encontros Divulgação MOSTRA COMPETITIVA SOB O CÉU NORDESTINO DE LONGAS-METRAGENS: • Cordelina (Jaime Guimarães)
- As melhores atuações brasileiras de 2025 (até agora)
As interpretações brasileiras que já marcaram 2025: talentos consagrados e promessas Divulgação O ano Na verdade, resta pouco menos de quatro meses, mas 2025 já nos presenteou com uma leva memorável de atuações Mesma regra usada para nossa lista de Melhores Filmes Brasileiros de 2025 (até agora). As melhores atuações brasileiras de 2025 (até agora) foram: Divulgação Jesuíta Barbosa (Homem com H) Na verdade todo o elenco trabalha em consonância e mostra que ficou claro o objetivo do roteiro e da
- Crítica | Glória e Liberdade (Olhar de Cinema 2025)
Imagem: Divulgação Único representante nordestino na Mostra Competitiva Brasileira do Olhar de Cinema dúvidas de que Glória e Liberdade está carregado de boas intenções e de um discurso contundente que mostra
- Crítica | Marte Um (Representante do Brasil no Oscar 2023)
decorrer do filme, que foi o escolhido para representar o Brasil numa tentativa de indicação ao Oscar 2023 filmes que retratam as periferias do Brasil, a maneira como Martins os conduz com sutileza e dignidade mostra Desde seu primeiro momento, o longa já mostra o seu ritmo, não há nada frenético ou um ápice, ele evolui constantemente uma discussão social sobre o livre-arbítrio e até onde vai o seu limite, e ‘Marte Um’ mostra Por fim, Marte Um é um presente para o público em 2022, e será uma indicação muito bem acertada caso
- Cobertura Festival de Cannes 2023 - Dia 4
programação do quarto dia (19/05) Divulgação: Antonin Thuillier / AFP O quarto dia do Festival de Cannes 2023 Foi exibido também na mostra Cannes Classic o documentário Nelson Pereira dos Santos – Vida de Cinema Daughters, da diretora tunisiana Kaouther Ben Hania que integrou o Júri do Cinef e dos Curtas-metragens em 2021 Divulgação: Reuters Na Mostra Um Certo Olhar os destaques foram o marroquino Hounds, do diretor Kamal
- Os melhores filmes do Festival de Toronto 2022
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