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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"

1309 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"

  • Crítica | Cover-Up (Mostra de SP 2025)

    Mesmo quando o documentário assume caminhos demasiadamente convencionais em sua estrutura, ele se mostra

  • Crítica | Eddington (Mostra de SP 2025)

    surgiram conforme assistia Eddington, ambientado na cidadezinha homônima no Novo México em maio de 2020 O longa opta pela sátira, mas no fim das contas apenas mostra algo que já nos é cotidiano nessa realidade A realidade se tornou mais estranha que a ficção, e evidentemente isso mostra que há um problema com

  • Crítica | Galinha (Mostra de SP 2025)

    O filme mais aleatório do festival – e um dos mais divertidos Foto: Reprodução Montar uma programação em um festival é sempre um tiro no escuro. Claro, há os filmes mais badalados e aguardados, mas também há aquelas produções mais nebulosas, obras de outros países que certamente jamais assistiríamos em um circuito comercial de cinema. Às vezes nos deparamos com filmes muito, mas muito ruins. E às vezes encontramos algumas surpresas bem positivas, como é o caso de Galinha. A premissa do longa é tão simples quanto absurda: uma galinha escapa de uma fazenda industrial e segue em uma jornada que a leva até a fazenda de um homem idoso (Ioannis Kokiasmenos) cujo genro está envolvido com tráfico humano. À medida que ela é forçada a procriar e dar ovos (os quais são tirados de si todos os dias), o desejo de escapar e cuidar de suas futuras crias cresce dentro de si. Talvez o aspecto mais impressionante de Galinha é o quanto seu diretor György Pálfi consegue extrair uma... atuação... tão sólida da sua protagonista (vivida por oito galinhas diferentes). Este não é o clássico filme aventuresco da Sessão da Tarde onde ouvimos a voz e os pensamentos da galinha: tudo que temos são seus cacarejos, seus olhares intensos e uma boa dose de fisicalidade, com uma câmera que muitas vezes assume uma posição subjetiva, não precisando de muito para que nos identifiquemos e tenhamos empatia pela nossa brava protagonista. Foto: Reprodução Embora o filme se ancore muito mais na comédia (com tons de absurdos), aos poucos vai imprimindo momentos dramáticos, onde não raramente tememos pela vida da galinha. É bem verdade que muito desse drama tenta ser enxertado através do núcleo humano, mas mesmo com todo o pano de fundo das ações criminosas dos personagens e da questão do tráfico humano, esse lado do filme nunca é mais interessante do que ver o cotidiano e as ações imprevisíveis (ou bem pensadas) da galinha, de modo que há uma perda de ritmo e qualidade cada vez que o longa se detém sobre os personagens humanos. Mas, apesar dessas escorregadas, Galinha é fiel ao seu título e dá o devido protagonismo à querida ave, nos fazendo acompanhá-la em sua jornada tão épica quanto cotidiana e torcer pelo seu sucesso e felicidade. Maternidade, desigualdades de gênero, amor ou o simples desejo de liberdade – quem diria que a vida de uma galinha poderia ter sido interessante? Às vezes tomar certos riscos em um festival vale a pena, no fim das contas. Nota: 3.5/5

  • Crítica | Virtuosas (Mostra de SP 2025)

    Rende algumas boas risadas, mas volta ao problema que citei nas minhas críticas de Eddington e Bugonia

  • Crítica | Nosferatu (Mostra de SP 2025)

    Imagens hipnotizantes num filme que se desgasta rápido Foto: Reprodução Um dos grandes méritos de ter adentrado numa pós-graduação de Cinema foi a possibilidade de conhecer e abraçar outras possibilidades de se fazer filme para além do modelo comercial hollywoodiano. Uma dessas possibilidades reside justamente no caráter não-narrativo e experimental que o cinema pode assumir, com obras que rejeitam possibilidades tradicionais de interpretação e compreensão daquilo que se vê em tela. São obras que nos desafiam e convidam a sair de uma posição cômoda nesta relação espectatorial. Nosferatu, de Cristiano Burlan, certamente se enquadra nesse modelo de cinema, dispensando qualquer narrativa tradicional ao trazer o mais famoso dos vampiros para as terras brasileiras e desfilando-o por uma série de imagens muito distintas. A presença de veteranos como Helena Ignez e o saudoso Jean-Claude Bernardet confere peso à obra, mas eles são apenas parte de um todo que engloba uma miríade de olhares e referências: desde corridas por ruas noturnas em busca de vítimas, performances em teatros e bares abandonados e (muitos) monólogos) sobre arte, performance atoral e mortalidade. Foto: Reprodução É inegável que Burlan sabe construir imagens marcantes, especialmente com o filtro de preto-e-branco que confere essa textura sombria e gótica à obra, ainda que com algumas incursões de outras cores (como o vermelho do título do filme exposto num cargueiro nos minutos iniciais), o que traz um certo caráter hipnótico a determinados momentos do filme. Trazer Ignez e Bernardet também carrega seu valor, visto que o filme discute essas ideias sobre mortalidade, e não à toa a melhor cena do filme envolve os dois, além da recriação da cena final de Família do Barulho com a própria Ignez. Infelizmente, são sequências isoladas em um filme tão sobrecarregado pelo seu excesso de ideias que, mesmo com pouco mais de 80 minutos, se torna cada vez mais maçante. Nem mesmo a construção dessas imagens pode por si só sustentar ideias tão descompassadas, as quais são resumidas a serem transmitidas com longos (e muitas vezes pretensiosos) monólogos. Vê-se um crescente descompasso entre as sequências, tratadas de maneira isolada e sem uma coesão interna que permita interligar tudo que o filme deseja abordar. Obviamente, o problema não reside na natureza experimental e não-narrativa do filme. Mas existe uma diferença entre o desafiador e o prepotente, e em sua maior parte Nosferatu cai no segundo. Tem seu mérito pela maneira como nos traz Ignez e Bernardet em tela e por uma mise-en-scène que nos presenteia como imagens belíssimas. Infelizmente, por mais que o cinema seja a arte das imagens em movimento, às vezes elas não são o suficiente. Nota: 2/5

  • Crítica | Bugonia (Mostra de SP 2025)

    As lutas do cinema contemporâneo para filmar as estranhezas da realidade Foto: Reprodução Paranoia e teorias da conspiração são um material fértil para Hollywood há um bom tempo, rendendo obras seminais como A Conversação, A Trama ou Três Dias do Condor, apenas para citar algumas. A ideia de forças ocultas movendo as engrenagens do mundo, de figuras nos bastidores com suas maquinações, sempre foi bastante atrativa à ficção e às nossas necessidades de explicar o que aparentemente há de errado com o mundo. Mas, uma vez que a extrema-direita cooptou essas teorias e seus discursos, de repente fazer filmes sobre elas e de alguma forma validar este espectro ideológico se tornou um problema. Como então falar do assunto sem parecer um lunático ou só repetir o que já vemos todo santo dia na internet? Entra em cena Yorgos Lanthimos e seu Bugonia, remake do longa sul-coreano Save The Green Planet! Na obra, dois conspiracionistas, os primos Teddy (Jesse Plemons) e Don (Aidan Delbis), sequestram a executiva Michelle Fuller, presidente de uma grande corporação farmacêutica. O objetivo? Provar que ela é uma alienígena da galáxia de Andrômeda envolvida num plano para dizimar a humanidade. É o tipo de premissa que, vinte anos atrás (na época do longa original) soaria tão absurda quanto cativante. Agora, porém, para qualquer um que acidentalmente caiu nos esgotos da internet e já viu coisas como reptilianos – só para ficar na superfície das teorias da conspiração – parece apenas mais um dia normal no Twitter, 4chan ou Youtube. Obviamente Lanthimos e o roteirista Will Tracy têm consciência disso e buscam justamente ancorar essa premissa no nosso contexto contemporâneo. Com isso, Bugonia é – pelo menos na maior parte do tempo – o filme mais “convencional” da carreira de Lanthimos, conhecido justamente pelo absurdo das suas obras. Ainda estão bem presentes o humor sombrio e a veia cínica do diretor, mas ao fazer um filme significativamente mais sóbrio do que seus antecessores, ele sabiamente evita alguns dos vícios que vinham acometendo sua filmografia (como as excessivas lentes distorcidas “olho de peixe” empregadas pelo diretor de fotografia Robbie Ryan). Foto: Reprodução Ao mesmo tempo, porém, essa sobriedade acaba se voltando contra o próprio filme, especialmente em decorrência do texto de Tracy, que não se furta a apontar certas obviedades nos discursos e falas dos personagens, como se víssemos a mera reprodução de uma discussão ou de um fórum nas redes sociais. É um problema parecido com o de Eddington, de Ari Aster: quando a realidade se tornou mais estranha e implausível do que a ficção, como se a supera? Ao menos aqui em Bugonia, a resposta vem no jogo de gato e rato construído entre Teddy e Michelle, vividos com maestria por seus intérpretes. Plemons já há muito domina a arte de construir personagens esquisitos, assustadores e imprevisíveis, e é ele quem consegue conferir alguma humanidade e nuance ao seu personagem, elevando-o de um mero arquétipo de redpill. E Stone tem a dura tarefa de construir um personagem que tenta assumir o controle a todo instante, investindo tanto em uma performance mais contida e fria quanto em uma fisicalidade onde elementos como a cabeça raspada e os movimentos do corpo nos deixam em dúvida: afinal, Teddy está certo sobre ela ser uma alienígena ou não? Quando o filme assume sua virada na meia hora final, entregando-se enfim ao absurdo, não só ele atinge seu ápice, como permite à dupla de atores se soltar de vez em seus papéis, abraçando a estranheza pincelada a passos lentos durante sua hora e meia anterior. Assim, Bugonia não deixa de ser outra obra que abraça a sátira cínica para responder ou representar as inquietações do nosso mundo tão incerto. Acaba incorrendo em erros típicos que essas produções – cada vez mais comuns desde o início da década – cometem, em especial por investir na sobriedade e no plausível. É quando o filme se torna mais estranho que a realidade que ele enfim se torna memorável, mas mesmo em suas porções irregulares, os talentos singulares de Stone e Plemons sustentam a obra o suficiente para que deixe alguma marca. Nota: 3/5

  • Crítica | Frankenstein (Mostra de SP 2025)

    , Frankenstein, de Mary Shelley, pode ser visto como o romance fundamental para tratar da figura do monstro por anos Guillermo Del Toro, cineasta que construiu sua carreira e reputação em cima do seu amor por monstros O resultado final enfim chega agora em 2025, após anos de desenvolvimento. “Espírito da Floresta”, com seu ar de fábula, é um destaque dentro de um filme que muitas vezes se mostra Waltz e Charles Dance fazem o que podem dentro do seu limitado tempo de tela, enquanto David Bradley se mostra

  • Crítica | A Violência de Ninguém (Mostra de SP 2026)

    Abordagem experimental e irregular minam a potência da premissa e a natureza existencialista do longa. Imagem: Divulgação Em A Violência de Ninguém, somos apresentados a Mira (Larissa Corriveau), uma mulher que vaga pela porção francófona do Canadá realizando um serviço tão inusitado quanto mórbido: ela ajuda pessoas a porem fim à sua própria vida. A morte aqui não é tratada como um fim, mas sim como uma libertação para essas pessoas, muitas já lidando com doenças degenerativas ou terminais. Ainda assim, o peso dessas ações exige um custo de Mira, que, por baixa da sua fachada gélida e impassível, busca conexões humanas, por mais fugazes que sejam. Em seus melhores momentos – concentrados sobretudo no primeiro ato –, o filme adota uma estrutura de breves vinhetas dos “serviços” de Mira, intercalados com os instantes em que ela busca formas de escape, o principal deles sendo o seu envolvimento com o jovem Pierric (Xavier Bergeron). São instantes em que o longa assume uma natureza contemplativa e existencialista, à medida que vemos a fachada da protagonista se desfazer aos poucos. Por que ela realiza tal tipo de trabalho nunca fica claro, mas o mistério confere um ar deveras intrigante e envolvente, mesmo que esses “clientes” entrem e saiam de sua vida sem termos tempo de nos envolvermos com eles. Imagem: Divulgação Em meio a isso, a direção de Denis Côté segue uma abordagem experimental que ora casa, ora distrai da premissa adotada pelo filme. A imagem assume um caráter tátil, que conversa em momentos um tanto oníricos ou lembranças dos personagens, além de inicialmente enquadrar Mira com um certo distanciamento que aos poucos vai sendo quebrados conforme entendemos melhor essa protagonista. No entanto, em muitos momentos essa abordagem faz com que o filme assuma uma estética hiperestilizada que parece um tom acima do que a sua narrativa contemplativa pede. Isso fica ainda mais evidente quando, em seu segundo ato, o filme muda radicalmente de tom ao reinserir Mira no universo dos seus empregadores, liderados pelo misterioso Ludo (Philippe Rebbot). O tom inicial de estranhamento se amplifica, mas essa atmosfera vaga se choca com a guinada narrativa. Se antes os poucos diálogos e a natureza nada direta deles até combinavam com o mistério em torno das ações e motivações de Mira, nesse bloco eles só se tornam mais e mais frustrantes, já que o filme parece desejoso de oferecer respostas e ao mesmo tempo quer continuar a retê-las do público. Há uma recuperação de vigor no ato final quando a protagonista realiza um serviço que a põe em choque com sua própria identidade e sensibilidade, mas não é o bastante para tirar o filme dessa confusão tonal na qual se meteu na segunda metade. Inegável que A Violência de Ninguém tem seus méritos, mas é o tipo de filme onde sua premissa e construção narrativa estão em desacordo com sua própria forma. Assim, uma ideia que abre margem para várias possibilidades se esgota rápido, ao ponto de ter momentos em que você só desejaria pedir aquele copo d’água a Mira para ver o filme terminar o mais rápido possível. Nota: 2.5/5

  • Crítica | Tigre de Papel (Mostra de SP 2026)

    fizesse o espectador tomar consciência dela, por mais bem elaborada que fosse – Gray filma planos como um mestre

  • Crítica | Pequenas Tragédias (Mostra de SP 2026)

    Ao apresentar o filme para o público em sua primeira sessão na Mostra, ele comentou sobre a importância

  • Crítica | Maurício de Sousa – O Filme (Mostra de SP 2025)

    Propaganda corporativa embalada em cinebiografia esquemática com discurso de superação batido. Imagem: Divulgação Começo este texto fazendo uma afirmação que vale por milhões de brasileiros e brasileiras nos últimos 50 anos: sou um grande devedor à Turma da Mônica na minha formação como leitor e criança. Com isso, não é difícil admirar a figura de Maurício de Sousa em decorrência da sua criação e o alcance nacional (quiçá global) que ela atingiu. Dito isso, a saturação das cinebiografias nos últimos anos me põe numa relação dúbia com Maurício de Sousa – O Filme, especialmente considerando o quanto o filme tem envolvimento direto da própria empresa criada pelo autor e deste próprio. A escolha por Mauro Sousa, filho de Maurício, para interpretar o pai já é um indício de que as coisas estão bem “perto de casa”, por assim dizer. Cobre-se aqui da infância do autor até a consolidação do sucesso na vida adulta, com o caminho típico das cinebiografias: as origens, o papel da família, os grandes desafios, os momentos-chave, os percalços e momentos de “derrota”, a superação. Que fique claro que o problema não está em se trilhar esse caminho. Cinebiografias recentes, como Better Man ou Homem com H (para citar uma produção nacional) trabalharam com essa fórmula, mas com um toque próprio no retrato de seus personagens que permitia se ver ali uma identidade. E é justamente identidade que falta a Maurício de Sousa – O Filme: tudo é tão esquemático, burocrático e derivativo que o que se vê em tela não difere em nada de tantos outros filmes biográficos já feitos. À parte do uso de tela dividida em algumas cenas para remeter à estética dos quadrinhos, a direção de Pedro Vasconcelos e Rafael Salgado carece de imaginação ou vivacidade, inclusive com uma montagem que beira o desastroso nos primeiros minutos, tamanho o excesso de cortes entre os planos ao ponto de prejudicar o entendimento das cenas. Imagem: Divulgação Não ajuda (na verdade, só piora) o fato de que o filme entende que a completa adulação à Maurício é a solução para se fazer uma cinebiografia de qualidade. O personagem é tratado como um gênio, um poço de simpatia, sempre com uma solução pronta e que venceu tudo na base da persistência e da fé em seus sonhos. A construção de um discurso de superação barato (para não dizer conservador e neoliberal, mas nem vou entrar nesse mérito) se dá através de diálogos repletos de chavões que beiram o constrangedor, sempre com ênfase na unidade familiar como a resposta para os problemas – nesse sentido, a própria revelação do filme de que Maurício foi casado três vezes e tem dez filhos chega a ser cômica. É inevitável não sentir a mão pesada da Maurício de Sousa Produções em todo o filme, higienizando e quase “santificando” o personagem. Ora, quem vai cair nesse conto da carochinha? As crianças? Aliás, o filme é até indeciso em seu tom, sem saber se é uma produção de caráter mais infantil e lúdico, como os longas-metragens anteriores adaptando os personagens do universo da Turma da Mônica, ou um drama adulto de caráter mais sério. Novamente, a própria escolha de se trazer o filho do biografado para interpretá-lo se revela uma decisão equivocada, visto que Mauro, por mais simpático (e semelhante fisicamente ao pai) que seja, não tem a experiência necessária para conduzir uma produção com esse porte. Sua atuação se torna restrita a um sorriso largo e branco e caras e bocas, e é nítido o quanto ele empalidece perto dos seus colegas veteranos de tela, como Elizabeth Savalla, Thati Lopes ou Emílio Orciollo Neto (esse sendo o maior destaque do filme na minha opinião, mesmo que apareça pouco). Se há alguma qualidade no filme, é em como ele consegue capturar a perspectiva do artista que elabora suas criações a partir das suas observações do cotidiano. As melhores cenas do filme advêm justamente dos instantes em que Maurício cria seus icônicos personagens a partir daqueles à sua volta ou das pessoas que passaram por sua vida. Independentemente se correspondem aos fatos ou não, são nestes poucos momentos em que o filme consegue trazer uma centelha de criatividade e também de respeito com seu personagem sem cair num lugar de bajulação. Mas no geral, Maurício de Sousa – O Filme parece disposto a cumprir toda uma checklist de vícios e armadilhas nas quais as cinebiografias vêm caindo. Apela a um discurso tão batido e reducionista que fica mais do que evidente toda a sua tentativa de ser uma peça publicitária em favor da imagem de Maurício, minimizando ou ocultando tudo que possa ser controverso. Na tentativa de engrandecê-lo e mitificá-lo, acaba ficando aquém do seu legado. Na tentativa de evidenciar o gênio criador, perde-se de vista o homem Nota: 2/5

  • Crítica | O Samurai e o Prisioneiro (Mostra de SP 2026)

    Mas é claro que Kurosawa não está interessado em meramente replicar o que mestres como Akira Kurosawa É sempre um prazer ver um mestre em seu ofício continuar a se arriscar e seguir os caminhos menos óbvios

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