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Resultados da busca por "crítica mostra 2026"
1329 resultados encontrados para "crítica mostra 2026"
- Crítica | Medley (Festival do Rio 2026)
Visto no Festival do Rio 2026, Medley encontra na trajetória de sua protagonista uma maneira delicada Com estreia nos cinemas brasileiros marcada para 29 de outubro de 2026, o longa tem potencial para dialogar
- Crítica | Truque De Mestre - O 3º Ato
Imagem: Divulgação Em Truque de Mestre - O 3º Ato, os quatro cavaleiros, J. Truque de Mestre prova que sim. Ainda assim, Truque de Mestre - O 3º Ato conserva o mesmo temperamento histérico, o mesmo exagero visual
- Crítica | Destruição Final 2 (2026)
Então o primeiro Destruição Final (2020) fez direito o arroz com feijão e passou por média nos meus critérios
- Crítica | Mortal Kombat II (2026)
Um filme de ação dos anos 90 com roupagem contemporânea. Imagem: Divulgação Nesta continuação, os campeões favoritos dos fãs, agora acompanhados por Johnny Cage (Karl Urban), são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn (Martyn Ford) que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores. Mortal Kombat II chega se apresenta sem rodeios e sem qualquer tentativa de parecer algo além do que realmente é. Um filme de luta, direto ao ponto, que abraça sua própria natureza com segurança. A ação segue afiada do começo ao fim, com sequências que mostram um cuidado evidente na construção dos combates. As coreografias são espetaculares e há um trabalho incrível de dublês que merece destaque, já que são eles que sustentam boa parte do impacto físico que a narrativa exige. É um estilo de ação exagerado que Hollywood produziu às pencas nos anos 90, tópico, inclusive, que o próprio filme aborda. Mesmo quem nunca encostou em um controle para jogar ou não viu o longa anterior consegue acompanhar o desenrolar da história com facilidade. O roteiro praticamente pega o espectador pela mão e faz questão de explicar tudo a cada vinte minutos, como se estivesse dialogando com um público infantil com faixa etária entre 7 e 10 anos de idace. Essa abordagem pode soar exagerada em alguns momentos, mas ao mesmo tempo garante que ninguém fique perdido dentro daquele universo cheio de regras próprias (sem qualquer lógica de ser) e personagens variados. Imagem: Divulgação Curiosamente, há uma evolução na forma como a trama é conduzida em comparação ao primeiro filme. Aqui tudo parece mais conciso, mais organizado, com eventos apresentados de maneira clara e objetiva. Ainda que o texto peque pelo excesso de explicações, existe uma sensação de maior controle sobre o que está sendo contado. O elenco não entrega performances memoráveis, mas cumpre bem seu papel, deixando que o carisma dos personagens conduza os momentos mais importantes. O filme tropeça também quando o assunto é caracterização e ambientação, faltando capricho em alguns detalhes que fazem certas cenas parecerem amadoras e baratas. Em compensação, quando os cenários digitais entram em cena, o resultado melhora bastante graças ao uso intenso de cores, iluminação e brilhos artificiais que combinam com o tom fantasioso da proposta. É um longa que diverte, agrada aos fãs mais apaixonados pelo universo e ainda consegue entreter quem chega sem grandes expectativas, nem que seja pelas cores e barulhos. Nota: 3/5
- Crítica | O Morro dos Ventos Uivantes (2026)
Sem medo de liberdades criativas, a adaptação reduz a complexidade temática e encurta o enredo do livro, mas mantém seu charme Imagem: Divulgação O Morro dos Ventos Uivantes narra a trajetória das famílias Earnshaw e Linton. Tendo como foco Catherine Earnshaw (Margot Robbie) e Heathcliff (Jacob Elordi), a história acompanha o surgimento de um romance arrebatador que acaba por arruinar a vida de ambos. Adotado enquanto criança pelo inquilino e pai de Catherine, Heathcliff se envolve com ela numa dinâmica marcada por obsessão, renúncia e vingança, enquanto tentam lidar com a intensidade dessa paixão desmedida. A releitura de O Morro dos Ventos Uivantes dirigida por Emerald Fennell parte do romance clássico de Emily Brontë sem qualquer receio de ousar em suas escolhas. Em vez de tentar contemplar toda a densidade estrutural do livro, o filme opta por um recorte mais direto e concentrado, reduzindo a complexidade temática para adentrar de forma intensa na relação entre Cathy e Heathcliff. Essa decisão narrativa transforma o longa numa experiência mais sensorial, guiada por impulsos, desejos e conflitos que se manifestam de maneira crua e propositalmente menos contida. O foco quase exclusivo no casal central faz com que a história avance sem muitos desdobramentos paralelos, reforçando a sensação de clausura emocional que define o vínculo entre os protagonistas. A paixão retratada é tórrida, instintiva, tóxica e marcada por jogos de poder, rejeição e obsessão, traços que ganham novas cores com a adição de detalhes mais picantes ao texto original. Ainda assim, o roteiro não ignora completamente as entrelinhas problemáticas desse envolvimento, e permite que o espectador perceba as fissuras morais e afetivas que sustentam o sentimento mútuo e destrutivo. Imagem: Divulgação Margot Robbie e Jacob Elordi entregam atuações ricas em nuances, demonstrando pleno entendimento da dosagem de drama, romance e humor exigida pela proposta. Os atores equilibram e alternam fragilidade e crueldade com naturalidade, criando personagens que provocam fascínio, tesão e desconforto na mesma medida. O apelo estético talvez seja o principal chamariz da produção. O figurino impecável de Jacqueline Durran não apenas impressiona visualmente, como também enriquece a narrativa ao comunicar com clareza estados de espírito, hierarquias e transformações internas dos personagens. A direção de arte de Suzie Davies constrói com facilidade as alegorias visuais projetadas por Fennell, explicitando os simbolismos propostos, ainda que eles não sejam exatamente sutis ou complexos de se decifrar. A cenografia se destaca ao apresentar os ambientes, especialmente as mansões, como espaços vivos que acompanham as dores, as alegrias, a ascensão e a queda de seus moradores. Pelo simples fato de tocar um clássico e buscar, a todo momento, uma interpretação que foge da literalidade do material de origem, esta nova versão de O Morro dos Ventos Uivantes já se sobressai positivamente em meio a tantas adaptações contemporâneas sem personalidade. Ainda assim, fica a sensação de que a experiência poderia ter sido mais profunda e lúdica se houvesse um desenvolvimento mais incisivo em elementos psicológicos e sobrenaturais, mesmo que apenas de forma metafórica. Esta falta não compromete a força da proposta, mas limita o alcance emocional de um trabalho que claramente quis ir além do óbvio, ou que, pelo menos, quis surpreender àqueles que forem com o gabarito embaixo do braço, pro bem e pro mal. Nota: 4/5
- Crítica | Vicentina Pede Desculpas (Festival do Rio 2026)
Responsável por um dos longas brasileiros mais celebrados de 2022, Marte Um, Gabriel Martins retorna É um exercício interessante para um crítico ver sua avaliação contrastar com o público e o júri.
- Mostra Cinema Conquista estreia mostra competitiva em sua 17ª edição
Créditos: Nagual Pardo A Mostra Cinema Conquista – Um Olhar para o Novo Cinema já tem data marcada para Pela primeira vez, a programação contará com uma Mostra Competitiva, destinada à seleção e premiação ampliando o reconhecimento às produções nacionais e fortalecendo o intercâmbio entre criadores, público e crítica SERVIÇO 17ª Mostra Cinema Conquista – Um Olhar para o Novo Cinema Data: 6 a 11 de setembro de 2026Local : até 6 de agosto de 2026 (23h59 – horário de Brasília) Quem pode participar: realizadores de filmes
- Crítica | Sirāt (TIFF 2025)
Divulgação Um dos grandes acontecimentos do Festival de Cannes de 2025 foram as compras da Neon. adquiriu O Agente Secreto e Sirāt, todos filmes que saíram do festival premiados e bem recebidos pela crítica
- Crítica | Pedágio (TIFF 2023)
Um instigante olhar pro Brasil que ninguém quer ver Foto: divulgação Dizem que tudo o que o ser humano faz, cada passo que damos, cada ação decidida, é em busca de ser feliz. Tem, sim, muito de verdade nessa afirmação, mas ela desconsidera uma parte significativa da sociedade: as mães. Porque tudo que uma (boa) mãe faz, cada passo que dá, cada ação decidida, é em busca da felicidade de seu filho. Mas tem uma característica específica que as mães dividem com os meros humanos: todos erram. Mesmo tentando acertar. E é assim que se dá a premissa de Pedágio, novo filme da premiada diretora Carolina Markowicz, que estreou no Festival Internacional de Toronto e que nós do Oxente, Pipoca? já tivemos o privilégio de assistir. Suellen, interpretada pela sempre divina Maeve Jinkings, é uma mãe solteira que abdicou de suas ambições para conseguir prover para sua pequena família, formada por ela e por Tiquinho (Kauan Alvarenga). Suellen se contenta com um emprego ruim e uma vida sem perspectiva, tendo como únicos prazeres a fofoca diária com Telma (Aline Marta Maria) e o sexo com Arauto (Thomás Aquino). Em troca de seus sacrifícios, visa apenas o bem do filho. Porém, os dois discordam do que seja isso. Tiquinho é um adolescente gay, que encontra dificuldades para se libertar numa cidade aprisionadora, na qual nem sua mãe ou seu melhor amigo o aceitam totalmente. Só tem uma pessoa que o entende: ele mesmo. Então ele vive de performance, aprendeu, como que num instinto de sobrevivência, a caminhar entre o feminino e o masculino conforme pede o contexto. Fora de casa é um menino tímido, acanhado. Mas quando sozinho transforma o banheiro em estúdio iluminado e, com a maquiagem da mãe, vira quem sonha em ser. Numa busca por se afirmar, para si e para o mundo, grava em seu celular e transmite para quem quiser ver as dublagens que faz de divas internacionais. A mãe reza para o menino se “curar”, mas essa cura não está vindo rápido o suficiente – principalmente quando Telma vive a pressionando com seu falso moralismo cristão. Suellen, então, aceita mais um sacrifício para salvar seu filho. Foto: divulgação É quando o roteiro tenta introduzir uma dose de ação, resultando num clímax aquém do que se é construído. A premissa é suficientemente envolvente sem a necessidade de um conflito tão pomposo quanto o que se propõe – e o filme sabe disso, utilizando a maior parte dos seus 101 minutos no drama dos protagonistas, deixando esse (sub)plot corrido e mal desenvolvido. Esse tropeço no roteiro, no entanto, não ofusca sua sensibilidade, muito bem representada pela sutil fotografia de Luis Armando Arteaga e a arte de Vicente Saldanha, que trazem o toque de mágica ao mundano, bem como pelas envolventes atuações de Jinkings e Alvarenga, que interpretam com louvor os diálogos cheios de camadas de uma relação cheia de conflitos, contradições e amor. Como de se esperar, o que segue com a gente enquanto rolam os créditos é a força da relação entre mãe e filho e a garra de Tiquinho por ser quem é. Pedágio consolida a ainda breve porém já fascinante filmografia da diretora e roteirista como um olhar para o Brasil invisível. Assim como em Carvão (lançado ano passado no mesmo festival), o segundo longa de Markowicz dá protagonismo ao que para muitos é segundo plano – seja a atendente do pedágio que perdura na nossa vida por 30 segundos para imediatamente ser esquecida, seja as gigantescas chaminés industriais que não nos arrancam nem um segundo olhar nas estradas do interior do país. É nessa busca pela arte no cotidiano brasileiro sem romantizações ou clichês que Carolina vem criando sua autoria. Não lhe escapa, porém, os defeitos desse mesmo Brasil. Ao mesmo tempo que encontra beleza no ordinário, ela nos prova ser possível criticar a hipocrisia dessa sociedade que vive de fachadas e máscaras, essas, sim, muito mais perigosas e dignas de vergonha que as de Tiquinho. É nessas contradições – entre certo e errado; entre fins e meios; entre aceitar e compreender – que está a riqueza do filme. Nota: 4/5
- Crítica | Whitetail (TIFF 2025)
Beleza visual em uma trama que se perde na própria floresta. Divulgação Dirigido e roteirizado pela cineasta holandesa Nanouk Leopold, Whitetail estreou neste fim de semana no Toronto International Film Festival. Segundo a própria campanha de divulgação, o longa nasceu do desejo da diretora de passar mais tempo em contato com a natureza — o que explica a escolha da bela e enigmática floresta do sul irlandês como cenário central da obra. A narrativa acompanha Jen (Natasha O’Keeffe, conhecida por Peaky Blinders e Sherlock), uma guarda florestal dedicada à preservação de uma reserva natural. Essa dedicação, porém, parece menos motivada pela causa ambiental em si do que pelas raízes afetivas criadas naquele espaço. Logo na cena de abertura – a melhor mais impactante do filme – acompanhamos as versões adolescentes de Jen e de seu namorado Oscar (Aaron McCusker, de Dexter) explorando a floresta em um passeio romântico e despretensioso, até que um acontecimento traumático marca suas vidas. Um salto abrupto no tempo nos leva à Jen adulta, e, embora esse corte inicial desoriente de primeira, a narrativa se realinha quando descobrimos que Oscar voltou à cidade, forçando a protagonista a encarar memórias mal resolvidas ao mesmo tempo em que tenta investigar uma nova onda de caçadas na reserva. Leopold adota um ritmo contemplativo, sustentado por longos planos que poderiam facilmente soar enfadonhos, mas aqui se mostram certeiros, dialogando tanto com a melancolia dos personagens quanto com a serenidade da natureza. Certamente alguns fatores ajudam a sustentar esse equilíbrio: a entrega de O’Keeffe ao papel, a mixagem de som que captura com precisão a ambiência da floresta e, sobretudo, a fotografia magistral de Frank van den Eeden (Close), que transforma o cenário em personagem. Divulgação A direção de fotografia, aliás, é o ponto alto de Whitetail. Filmar um drama contemplativo em meio a uma floresta de tamanha imponência poderia facilmente resvalar no imaginário fantástico dos contos de fadas. Para evitar isso, Leopold e Van den Eeden recorrem à dessaturação e ao baixo contraste — não naquele estilo lavado, já quase um clichê de Hollywood, mas sim de forma inventiva, revelando beleza no cotidiano e na aspereza. No entanto, se visualmente o filme se sustenta, o mesmo não se pode dizer de seus diálogos. É evidente que o roteiro se baseia na máxima “show don’t tell” (reiteradamente escutada por todo estudante de cinema sobre a importância de, no cinema, mostrar, e não simplesmente contar), mas a escolha acaba levada ao extremo: as conversas soam artificiais, quase tolas, e não conseguem carregar a densidade emocional que todo o resto do filme – plot, atuação, trilha, fotografia, montagem – clamam. A amargura de Jen se perde em inconsistências, tornando a personagem menos complexa do que deveria e enfraquecendo qualquer empatia no espectador, necessária para motivá-lo ao menos a chegar ao final do filme. A maior falha, contudo, está na tentativa de forçar um thriller dentro de uma trama essencialmente dramática. O mistério das caçadas ilegais na floresta nunca encontra espaço real diante do peso do passado de Jen, resultando em um arco subexplorado e em um desfecho abrupto — tão destoante do ritmo contemplativo do restante do longa que causa a sensação de corte prematuro. Precisei me certificar que, de fato, o filme tinha acabado e não havia um erro na minha exibição. Whitetail não chega a encantar nem a decepcionar por completo. Ou, talvez, faça as duas coisas ao mesmo tempo, equilibrando a balança e resultando no que há de mais frustrante em um filme: a promessa de um grande potencial que nunca se cumpre. Não me arrependo da experiência, apenas esperava (e sei que o filme poderia me dar) mais. Nota: 3/5
- Crítica | Carcereiras (É Tudo Verdade 2026)
com a terceira maior população carcerária feminina do mundo, com mais de 31 mil mulheres presas em 2025
- Crítica | Frankie e os Monstros
requenta alegorias para abordar temas como aceitação e codependência Foto: Reprodução Frankie e os Monstros laboratório no topo do castelo Grotteskew, o cientista louco faz testes para criar o seu mais novo monstro Stitch obedece a todas as ordens de seu mestre, mas é sempre rejeitado e pouco reconhecido, nunca recebendo O jovem divide seu tempo entre cuidar e manter o castelo seguro e deixar os outros monstros escondidos Frankie e os Monstros (2025) é uma produção europeia dirigida por Steve Hudson e baseada nos graphic












