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  • Crítica | Paraíso (Olhar de Cinema 2025)

    Redundâncias de um cinema-manifesto que mira na denúncia e cai no choque pelo choque. Imagem: Divulgação Na cosmovisão cristã, o paraíso é encarado como o objetivo final, a dimensão a ser alcançada através da nossa vida física e espiritual na terra, pela nossa comunhão com Deus e com o próximo. É o lugar da promessa, como está escrito em Apocalipse 2.7: “Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus”. Mas o que acontece quando a promessa do paraíso é utilizada para transformar a vida do Outro num inferno nesta terra? Desde seus primeiros minutos, Paraíso intenta mostrar que seu título é tanto ironia como contradição. Como de praxe em vários filmes exibidos neste ano, ele se concentra em imagens de arquivo que denunciam as marcas do colonialismo e da colonialidade do poder na configuração atual do país, especialmente no âmbito familiar. Essas imagens são alternadas com três perfis diferentes que, para a câmera da diretora Ana Rieper, são três manifestações do que hoje confere base ao Brasil: uma família negra formada principalmente por mulheres; uma liderança indígena; e um casal de pastores evangélicos. Apesar desses recortes de entrevistas, porém, o filme segue um fluxo livre, ancorando-se sobretudo nas imagens de arquivo, que por vezes carregam um caráter irônico, mas sempre contestador. Isso não seria em si um problema, mas para uma obra tão curta, é notório como Paraíso se esgota rápido, com suas imagens caindo numa redundância gritante e que pouco conversam entre si, como se atirassem para todos os lados, num trabalho de montagem que afeta sensivelmente a coesão interna da obra. Não ajuda que várias dessas imagens se referem à brutalização e violência contra corpos negros e indígenas, bem como de casos de feminicídio. Não são situações inéditas: afinal de contas estamos falando de arquivos. Mas a que elas servem? O intuito é de denúncia, isso é nítido, mas acabam caindo num choque pelo choque, uma espetacularização da violência que acaba esvaindo a proposta do longa. Não sou de achar que só pessoas negras e indígenas devem dirigir obras que se refiram diretamente a si mesmos(as), mas é de se perguntar como uma pessoa não-branca lidaria com esses materiais, como suas sensibilidades e subjetividades poderiam influenciar a um outro direcionamento que Rieper escolhe não adotar e que compromete profundamente o filme. A impressão final é que Paraíso não fala de nada que não saibamos, e que já não foi dito em outras obras. Até aí tudo bem, afinal de contas o que já não foi dito antes no cinema? O problema é que essas outras obras trataram dessas temáticas de maneira muito melhor articulada (e humana), enquanto aqui temos um documentário “bem-intencionado” e “necessário”, mas que não apenas peca por sua natureza desconjuntada, mas por banalizar a violência que tanto critica. Nota: 2/5

  • Crítica | Ariel (Olhar de Cinema 2025)

    Lois Patiño filma a matéria do sonho e usa a metanarrativa do universo de Shakespeare para discutir nossa própria existência. Imagem: Divulgação Seria um esforço hercúleo – e inútil – tentar rastrear todas as adaptações já feitas das obras de Shakespeare na história do cinema. Das adaptações seminais de Laurence Olivier, passando pelas reinterpretações de Akira Kurosawa até releituras contemporâneas e nos mais diversos gêneros (como a comédia romântica), o legado do dramaturgo inglês não é apenas atemporal, como transcende quaisquer barreiras físicas. É se aproveitando dessa universalidade que o diretor espanhol Lois Patiño resolve borrar as linhas entre realidade e ficção, Patiño faz a atriz Agustina Muñoz interpretar uma (suposta?) versão ficcional de si mesma, a qual viaja para a ilha portuguesa de Faial para participar de uma adaptação de A Tempestade, a última peça de Shakespeare, interpretando Ariel. No entanto, ao chegar lá, ela se vê num grande palco em que os habitantes da ilha se revelam mais do que atores encenando as peças shakespearianas, mas os próprios personagens destas obras. Existe uma forte carga onírica em Ariel desde seus minutos iniciais, que brincam com a possibilidade das portas da realidade se irromperem neste mundo de aparentes sonhos que regem a obra. Trata-se de um longa fortemente sensorial, que conduz essa carga onírica através do uso de cores (o púrpura que abre e fecha o filme) e também de sobreposições entre cenas, como na sequência da “tempestade” durante o percurso de Agustina até Faial. Essa carga sensorial também advém da própria ilha em si, cujas paisagens naturais e atmosfera – em especial no ato final, onde saímos em definitivo do seu espaço urbano – contribuem ainda mais para esse aspecto fantasioso e de sonho. Imagem: Divulgação Esse universo de estranhamentos vai se apresentando cada vez mais gradativamente até ser absorvido por Agustina – que ainda assim se mantém a única autoconsciente ali – e também por nós, espectadores. Há algo de divertido em ver os cidadãos comuns encenando peças como Hamlet, Macbeth, Romeu e Julieta ou a própria A Tempestade, e essa leveza se mantém mesmo após o filme introduzir uma natureza mais densa das suas reflexões, discutindo se essas pessoas (ou personagens) estão vivos ou mortos, e se há alguma capacidade de se libertarem desses papéis que lhe foram impostos. Patiño não está interessado em oferecer respostas e, de fato, elas são irrelevantes depois de certo tempo. Isso pode afastar uma parcela do público, e há momentos em que a obra se ancora demais nessa realidade um tanto abstrata, mesmo quando oferece um fio narrativo através da jornada dos personagens para se “libertarem” de seu criador. No fim, Ariel parece mais interessado em discutir a condição de nossa existência e do nosso suposto livre-arbítrio: afinal de contas, somos mesmo livres para tomar as nossas decisões ou nossas vidas são regidas por Deus, destino, o que quer que seja? Ao escolher terminar num final ligeiramente ambíguo, o diretor prefere deixar a resposta conosco...ou nos textos de Shakespeare. Nota: 3.5/5

  • Crítica | Cais (Olhar de Cinema 2025)

    Safira Moreira rejeita moldes tradicionais e ocidentais do documentário para construir obra poética que discorre sobre o luto, ancestralidade e esperança. Imagem: Divulgação Como se filma o luto? Como se expressa na forma fílmica a perda e a dor? O cinema sempre foi um espaço de experimentos para traduzir sentimentos aparentemente intraduzíveis, das mais variadas maneiras possíveis. A diretora baiana Safira Moreira encontra a sua em Cais, filme que surge do seu desejo não de lamentar o luto por sua mãe Angélica, mas de reencontrá-la nos cenários filmados, nas memórias deixadas e na ancestralidade que a rege em um nível espiritual. Filmado na região banhada pelas águas do Rio Paraguaçu, ancora-se entre passado e futuro, entre dor e esperança, conforme parte da ausência (e presença) da mãe de Safira para também posicioná-la enquanto mãe do pequeno Armani. É como um fio invisível que conecta gerações distintas, ainda que tais articulações se deem de uma perspectiva mais geral, que abrange espiritualidades e cosmovisões que desafiam e subvertem a lógica ocidental, como nas passagens voltadas ao Jarê, prática religiosa de matriz africana oriunda da Chapada Diamantina. Imagem: Divulgação O próprio documentário, portanto, incorpora essa cosmovisão para sua própria forma fílmica, rejeitando os moldes tradicionais do cinema documental e de suas narrativas. Mesmo a presença dos personagens (como Mateus Aleluia) não surge para dar conta da dor particular de Safira, mas sim para integrar a jornada que ela assume a uma dimensão e cosmovisão muito mais amplas. São passagens pontuais, que quebram o silêncio e a sensorialidade assumidas pela obra, a qual busca muito mais os sons ambientes (bem como as canções religiosas) para conferir cadência ao seu ritmo. Esse ritmo, porém, pode parecer um tanto sôfrego em alguns momentos, apesar da curta duração. Além disso, a abordagem mais ampla pode fazer parecer que não há um foco particular na própria figura da mãe de Safira ou da maternidade desta. Problemas próprios do filme ou apenas uma forma ocidental de pensamento e cinema enraizados em mim? Difícil dizer, mas é inegável que Cais encontra poesia em sua forma subversiva e imersiva. Nota: 3/5

  • Crítica | Aurora (Olhar de Cinema 2025)

    Entre memórias, ancestralidade e deslocamento, João Vieira Torres dá materialidade aos fantasmas das mulheres de sua família em obra sensível e primorosa. Imagem: Divulgação “Saudade mata a gente”, canta Djavan, e para quem construiu sua vida longe da família, redefinindo suas noções de lar e de pertencimento, versos como esse batem profundamente após se ver um filme como Aurora. Admito que tenho um grande fraco por obras que falam sobre deslocamentos, sobre voltar às suas origens em um processo que é muito particular, mas que também dá conta de outras dimensões. Por isso, ver o equilíbrio delicado que João Vieira Torres consegue aqui – partindo desta dimensão singular para contar uma história que é tanto sua quanto de outros (ou melhor, de outras – é um dos grandes méritos que ele constrói com seu longa, gestada durante um período de 10 anos. Desde os primeiros minutos de Aurora, João se coloca como personagem da sua própria história, renegando quaisquer possibilidades de não-interferência que muitos (eu incluído) prezam em documentários. Se os minutos iniciais não exatamente engatam, assumindo até uma estética mais ficcional na textura da imagem, na representação do cotidiano de João com seus companheiros em Paris, ali desde o começo há uma camada fantasmagórica, quase de pesadelo, que faz jus àquilo que o diretor/protagonista toma como ponto de partida para a obra: um sonho com sua mãe que o instiga a procurar saber mais sobre sua falecida avó paterna, a qual dá nome ao filme e era conhecida pelo trabalho de parteira no sertão norte da Bahia. Mas Aurora, a personagem, é apenas o ponto inicial desse denso emaranhado (tanto material e histórico quanto também espiritual) que João vai desemaranhando à medida que a história dela o leva às histórias das muitas mulheres de sua(s) família(s), incluindo-se as vivas, mas com especial ênfase nas mortas. Se o seu sonho já o alertava de revelações sombrias que ele haveria de fazer, é notório o cuidado com o qual o filme constrói sua guinada em direção a essas revelações, gradativamente expondo as multiplicidades de experiências dessas mulheres nos contextos de sociedades tão patriarcais – seja se conformando à norma, seja se desviando dela e pagando o preço. Imagem: Divulgação Mas apesar do tópico extremamente difícil com o qual trabalha, João nunca busca pesar a mão para explorar as histórias de suas parentes, tampouco transformar em uma vitrine de si mesmo, ainda que sua própria existência – como um homem negro e gay que se viu precisando sair daquele ambiente para poder ser ele próprio – não deixe de dialogar com as histórias às quais vasculha. Ele confere materialidade a esses fantasmas que o assombram desde a infância, e por isso seu trabalho é também um trabalho de arquivo, de olhar os cantos inexplorados dos materiais para sua pesquisa (as fotos de funerais, tão características dos interiores nordestinos, são talvez a sua arma mais poderosa), de desafiar os discursos que foram construídos sobre estas mulheres para corporificar e dar voz a esses fantasmas mesmo décadas depois de terem partido. E em meio a isso, João faz de Aurora também uma obra sobre retornos. As cenas com seu pai no meio do sertão, onde este demonstra toda a sabedoria e conhecimento sertanejos; a conversa com a prima que não via há décadas e a compaixão que esta indica por ele; a diversidade religiosa e sincrética da sua família, sem olhares condenatórios, mas nem por isso menos reflexivos e provocadores; as fricções ainda existentes com sua mãe devido às relutâncias dela com sua sexualidade; e as lágrimas desta ao final quando escuta a música que traduz o oceano de saudade que a separa de seu filho: múltiplas expressões de afeto, de dores, de feridas, de singelezas que coabitam com brutalidades e que são transmitidos habilmente pela câmera sensível do diretor. Em determinado momento, João se pergunta: “por que os fantasmas de minha família são todas mulheres?”. Essa pergunta é fundamental para entender porque, mesmo que se coloque na obra e seja ele também parte da história que está contando, João promove um duplo deslocamento: o de retornar ao seu lar e também de se deslocar para o canto do quadro em boa parte de Aurora, exercendo um ato não apenas de olhar, mas de escutar. E cada vez que o filme vê e ouve as mulheres de sua família, mesmo as que não mais vivem, ele cresce abundantemente. Nota: 4.5/5

  • Crítica | Sentimental Value (TIFF 2025)

    Trier faz da memória o grande palco Divulgação O vencedor do Grand Prix de Cannes 2025 retrata a conturbada diversas alusões a quem poderia ocupar o mesmo espaço de impacto cultural que ela teve no verão de 2024

  • Crítica | Exit 8 (TIFF 2025)

    Adaptação de videogame surpreende com experiência imersiva e tensa. Divulgação Depois de trabalhar oito horas em um escritório, caminhei até o metrô em direção a um cinema, observando meu reflexo nas portas do trem enquanto diferentes barulhos atravessavam o bloqueio sonoro dos meus fones. Após desbravar uma estação lotada e finalmente entrar na sala de exibição, estava pronto para mergulhar em um novo mundo. Para minha surpresa, porém, revi minha própria experiência refletida no protagonista do filme Exit 8. Baseado no jogo de mesmo nome, sucesso nas redes sociais, especialmente no mundo do speedrunning (desafio de completar o jogo no menor tempo possível), o filme parte da premissa de um jogador preso em corredores de uma estação de metrô, tentando escapar ao identificar anomalias no ambiente. A partir dessa ideia, cria-se uma narrativa original que brilha justamente nos momentos em que estamos dentro do corredor, praticamente “jogando” o filme ao lado dos protagonistas enquanto buscamos as anomalias. Quem conhece o jogo sabe que ele explora o terror através de jumpscares. Por isso, eu esperava uma sessão cheia de sustos e gritos. Para minha surpresa, o filme se afasta do terror e mergulha no thriller, apostando na tensão de estar preso em um ambiente claustrofóbico enquanto o mundo continua a correr lá fora. Divulgação O aspecto mais impressionante da obra é sua estética: do design de produção, que recria com perfeição os corredores idênticos do jogo, ao trabalho de fotografia, que começa no ponto de vista do protagonista, recurso tão familiar aos videogames, até se expandir e nos permitir explorar os corredores de maneira mais ampla. Durante minha sessão, aconteceu algo curioso: os vinte minutos iniciais foram exibidos sem legendas por engano. Ao revê-los depois, percebi que talvez essa tenha sido, de fato, a melhor decisão possível para o filme. A história real é sobre um homem preso nos corredores de um metrô, e sempre que a trama tenta nos lembrar da vida dele fora desse espaço, o filme perde força. Nessas passagens, a tensão e o ritmo cuidadosamente construídos se dissipam, transformando uma adaptação de jogo, cujo objetivo é a agilidade, em uma experiência arrastada. Apesar desses momentos mais lentos, Exit 8 é uma adaptação de videogame sólida, que consegue criar uma experiência própria em vez de simplesmente repetir o que os jogadores já vivenciaram dezenas de vezes. Com um design de produção impressionante, boas atuações e uma trilha sonora que conduz o espectador, o longa consegue divertir tanto quem já conhece o jogo e seus virais no TikTok quanto quem nunca ouviu falar dele. Nota: 3.5/5

  • Crítica | Honey Bunch (TIFF 2025)

    Divulgação O ano de 2020 será amplamente lembrado por diversos motivos, mas um deles não será o cinema

  • Crítica | Eu Não te Ouço (Festival do Rio 2025)

    A obra parte de um episódio real que sintetiza o surrealismo do pós-eleições de 2022: o caso do “patriota a passagem de transportes em uma rodovia bloqueada por manifestantes pós-resultado das eleições de 2022

  • Crítica | Apolo (Festival do Rio 2025)

    O retrato de uma gestação trans que é resistência e afeto em cena Foto: Reprodução Em um mundo tão polarizado como o de hoje, existir e ser uma pessoa trans já é um sinônimo de resistência. E para uma sociedade preconceituosa como a nossa, ver o gestar transcentrado parece algo absurdo. É nesse contexto que nasce também o documentário Apolo, dirigido por Tainá Müller e Isis Broken, contando a trajetória de Isis e Lourenzo Duvale, que em meio à pandemia da Covid-19, enfrentam os desafios impostos pela transfobia institucional e pelo preconceito social ao vivenciar a experiência da gestação de Lourenzo — homem trans que carrega o filho do casal, o pequeno Apolo. Exibido no 27º Festival do Rio, Apolo é uma obra que transcende o relato íntimo de uma gestação para se tornar um potente manifesto sobre identidade, afeto e resistência. O ponto de partida do documentário é um episódio de violência institucional: Lourenzo é impedido de realizar uma consulta pré-natal na rede pública de saúde de Aracaju por ser um homem grávido, expondo não só a precariedade do sistema como sua profunda inadequação diante das demandas de pessoas trans. Isis, que vem fazendo parte de trabalhos recentes na TV, pode estar sendo conhecida pelo público nacional agora, mas já era um nome potente na cena musical em Aracaju desde 2019. A violência sofrida pelo seu parceiro mostrou a necessidade da mudança para a capital paulista, tudo mostrado no documentário com muita sensibilidade. Seja para quem já conhecia o casal através das redes sociais ou para quem vai conhecê-los através do documentário. Foto: Reprodução Apolo constrói uma narrativa tocante e política a partir do cotidiano do casal, entrelaçando as dores e alegrias de uma gestação com as violências e invisibilidades enfrentadas por corpos dissidentes. O longa não se furta de mostrar as dificuldades financeiras, os medos, os preconceitos e os afetos, apostando numa estética da intimidade que humaniza seus personagens e convida o público a repensar noções normativas de família, gênero e amor. A narração, que faz com que o documentário seja quase como uma carta para Apolo no futuro, torna tudo mais bonito e também torna-se um registro muito verdadeiro e honesto para uma criança que, em breve, irá entender como a sua existência também é uma forma de resistência. Cinematograficamente, o documentário se destaca pela delicadeza da estreia na direção de Tainá, que sabe onde parar e onde insistir, construindo um retrato que não é apenas sobre Lourenzo, Isis e Apolo, mas sobre todas as pessoas trans que lutam diariamente pelo direito de existir com dignidade. Não é nada revolucionário no modo de contar a história, mas é extremamente competente em como essa trama chega em quem o assiste. Ao fazer da vida um gesto político, Apolo se afirma como um documentário que deverá ressoar muito além da Première Brasil, tornando-se muito além de um registro para o futuro de Apolo. Um filme que toca, provoca e permanece. Nota: 4/5

  • Crítica | Depois da Caçada (Festival do Rio 2025)

    Em 2024, foram dois filmes em sequência, o elogiado Rivais e Queer — que, diferente do primeiro, acabou Com lançamento agendado para outubro nos cinemas brasileiros, ele chega ao Festival do Rio de 2025 como

  • Crítica | Modern Whore (TIFF 2025)

    O filme foi selecionado para o Festival de Toronto (TIFF) 2025, que nós do Oxente Pipoca já tivemos o

  • Crítica | O Beijo da Mulher Aranha (2025)

    Ele dirigiu e escreveu a versão para o cinema do musical Dreamgirls (2006), escreveu o roteiro de Chicago

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